Autor: Leandro
7.3
Até que conheci o Pedro, um cara da minha idade, perto dos 40, que trabalha na mesma empresa que eu. Ele é muito forte, tem 1m85cm de altura e é separado. Ficamos mais que amigos, meio íntimos, e participamos de algumas festinhas. Percebi que ele era viciado em sexo e fissurado em sexo anal. "Gosto mesmo é de um rabinho. Estocar no fundo, empurrar a jeba e depositar meu leite lá dentro", ele dizia, em conversas sobre a mulherada da firma. Vi suas habilidades duas ou três vezes em eventos da empresa, especialmente quando vinham diretores de fora do Estado.
Éramos três ou quatro homens e saíamos da cidade em direção a alguma sauna, onde rolava uma grande suruba. Até então era só homem com mulher e nada de homossexualismo. Eu, curioso, ficava sempre de olho no Pedro. Queria saber se era papo ou não... e descobri que ele era craque. Pegava as meninas de um jeito que me enciumava. Depois vi que não era bem assim. O cara era um tanto bruto com as gatas, mas o fato é que todas queriam transar com ele.
Parecia que Pedro estava num filme pornô. "Vem cá sua puta", ele dizia, pegando a mulher pelo pescoço e colocando-a para chupar seu pau. E elas gostavam. Chegavam a querer dar umazinha com ele, mesmo depois de ter fodido com outro. "Chupa aqui, ó. Engole este pau, lambe meu saco, lambe", dizia meu amigo. E às vezes ele nem comia: "Tu quer leitinho agora, é? Então toma!" E tchuluf, Pedro golfava porra na cara das gurias. Elas davam risada e saíam melecadas. Não sei por que, mas ele tinha algo de bom.
Pedro pagava mais para receber um boquete sem camisinha. Não tinha medo de doenças. E dê-lhe a gozar na cara das meninas. Mas seu forte mesmo era o sexo anal. No meio daquela confusão toda, quatro casais numa baita suíte, eu comendo uma mulherzinha sem conseguir tirar o olho da foda dele. O cara tinha um pau normal, nada de gigantesco, algo de 18cm, mas com uma cabeçorra de respeito. E gostava de botar as minas de quatro, agarrando a cintura delas com força e cravando a jeba até onde podia.
Pedro remava num vai-e-vem forte, dava uns tapas na bunda das vadias e mandava ver: "Toma sua puta, toma pica no fiofó! Vou me acabar bem no fundo do teu rabinho, vagabunda. Depois tu conta pro teu gigolô que hoje pegou um macho de verdade. Toma mais pica, rabuda. E se quiser te dou porra na boquinha", ele provocava. As gurias se masturbavam enquanto recebiam as estocadas na bunda, mas ele dizia que não era pra gozar ainda. "Eu é que vou liberar teu gozo. Espera. Vamos, tira a mão daí, sua putinha. Eu paguei pra comer teu rabicó.”
O cara segurava o rosto delas e falava todo sério: “Quando eu liberar o meu esperma tu pode gozar. Antes disso nem pensar." E gozava, apertando com força o quadril da safada e entalando o pau lá dentro. Eu gostava muito do jeito que o Pedro comia as garotas. Ele dava duas por festa e elas pediam que ele voltasse. Eu achava que se o levasse para a minha mulher, talvez ela me liberasse para alguns excessos. E foi isso que combinamos. Uma transa a três e a Ana me deixaria ir nas festinhas da empresa. Na verdade eu só queria oficializar o que já acontecia há anos. E consegui.
Marcamos de jantar fora e depois viemos para casa. Rolou uma intimidade legal entre eles dois e uma química forte entre nós três. Pedro e eu ficamos só de cueca na sala esperando a Ana. Ele era forte, tinha um corpo legal e atlético para um quarentão. E eu estava gostando daquela cena, nós bem próximos conversando com uma cervejinha. Ana apareceu de fio dental bem enfiadinho no derriére. "Putz, o cara vai traçar a bundinha da minha esposa", logo pensei. Minha mulher se ajoelhou na nossa frente e começou a me pagar um boquete, uma de suas especialidades.
Pedro ficou sentado na poltrona só observando e se divertindo. Seu pau já tinha crescido e estava pronto para a ação. Ana me deixou e foi em busca do novo parceiro. Ela o beijou na boca e colocou a mão dentro da cueca. Então punhetou aquele pau e se ajoelhou entre as pernas dele, iniciando uma memorável mamada. Pedro tomava sua cerveja enquanto eu batia uma e via minha mulher chupar outro homem. Por pouco não me juntei a ela, pois senti uma sensação estranha. Ana passou a língua por todos os lugares que pôde.
Pedro fez um gesto brusco e a empurrou no chão, atirando-se sobre a buceta da minha mulher. Foi uma longa chupada até que ele subiu e cravou a jeba na buceta. O cara deu estocadas fortes que fizeram Ana gemer alto a cada vez que ele metia. Com uma mão ele segurava o rosto da safada virilmente, lambendo o pescoço e o ouvido: "Sua gostosa... quer um pau diferente, é? Pois vai ter! Mas vai ter que agüentar o meu ritmo.", dizia Pedro, já fora de si. Eu estava quase me acabando, por isso me ajoelhei atrás da minha mulher e encostei meu pau no rosto dela.
Ana mal conseguia me lamber pois estava sendo comida com muita força. Minha situação melhorou quando Pedro a colocou de quatro. Sentei no sofá e deixei a gata mamar minhas bolas. Pedro tirou o cacete da buceta dela e passou a lamber o lindo cuzinho. Encostou o membro na portinha e pôs-se a empurrá-lo para dentro. "Ó, agora tu vai querer me ver todo dia, pois depois que eu como o rabicó nenhuma mulher quer me soltar”, disse o putão quase em tom de ameaça. Eu via estrelas com aquilo tudo. Minha mulher me pediu para gozar, quase gemendo, pois parecia sem forças. Estava entalada.
A cena era exatamente esta: eu estirado na poltrona, Ana de quatro mamando meu pau e Pedro lá atrás, enrabando minha esposa. Quando o Pedro tirou a pica do rabo da minha mulher e me mostrou o buracão que tinha ficado eu quase me esvaí em porra. Enchi a cara dela com muito leite e vi que Ana também estava se acabando de tanta felicidade. Pedro anunciou o orgasmo e disse: "Em respeito ao Leandro não vou me acabar aqui dentro." Então se levantou e pediu para minha esposa ficar de joelhos: "Vira a carinha pra mim, meu anjinho". Ana atendeu.
"Bate até eu gozar na tua cara, bate", ele ordenou. Ana bateu e recebeu mais golfadas no rosto. Foi uma bela esporrada que cobriu o rosto da vadia. Gostei muito do que vi. Nossa orgia poderia ter acabado aqui. Descansamos por quase duas horas e tomamos banho separadamente. Pedro avisou que queria mais e prontamente, feito uma cadela no cio, Ana começou um boquete. "Eu sei que tu quer mais, mulherzinha", ele gemeu. Voltei a bater umazinha. Quando meu pau endureceu senti que minha mulher queria mais anal. O caminho agora estava bem mais fácil.
A bundinha da minha mulher é durinha, redondinha e ela gosta de dar o rabo com uma calcinha fio-dental bem enfiada. Nem eu nem o Pedro queríamos gozar tão cedo. Desta vez ele parecia mais preocupado em dar prazer à minha esposa. Por isso comeu-lhe a buceta e fez Ana gozar sentada na pica enquanto era novamente xingada: "Sua puta, vagabunda, insaciável. Gosta de mamar, de dar o cu e sentar numa jeba grossa. Então toma!". Ela gozou muito e se atirou no sofá. Ficamos eu e Pedro de pau duro a nos olhar.
"E aí, quer experimentar?", ele perguntou. "Vem aqui e descobre por que meu pau é tão bom!" Acreditem, eu estava com tesão por aquela pica. Foi uma sensação indescritível. Vi o Pedro estirado na poltrona, muito à vontade, cheio da razão, com o pau apontado para o teto e cabeça bem vermelha. Um macho de verdade. "Vem!", ele ordenou. "Vem agora ou nunca mais." Olhei para a minha esposa, que consentiu. Um simples gesto com a cabeça foi o sinal. Parecia querer me dizer "vai, aproveita!" Nessa hora eu me atirei. De joelhos.
Primeiro fiquei olhando aquele troço. Nem sabia direito o que fazer. Apalpei, fechei a mão ao redor e o punhetei. "Tá quente?", Pedro perguntou. "Aproveita e experimenta!" Depois do convite coloquei a boca lá embaixo nos bagos, no saco, e continuei batendo. Saí lá de baixo, ainda com a mão direita batendo uma para ele. Olhei seu pau de cima para baixo, aquele buraquinho da glande parecia me mirar. Fechei os olhos e abocanhei a cabeça. Passei a língua, gostei do cheiro. Gostei do gosto. Decidi que deveria engolir.
Afundei a cabeça e escutei um "isso... tu queria uma pica há muito tempo, né, seu veadinho?" Era o Pedro curtindo aquele momento. Repeti várias vezes o sobe-e-desce, sempre passando a língua no pau e especialmente na cabeçorra. Lambi mais o saco e as bolas. Lambi apenas a glande, passando a língua naquele buraquinho. Tentei cheirar o que havia ali dentro, pois queria sentir o cheiro do esperma dele. Mas era só cheiro de sexo, cheiro de macho. E eu queria mais e ele sabia disso. Senti um tesão na próstata, uma vontade de ver aquilo dentro de mim.
Eu já estava começando a entender por que as mulheres o veneravam. Ele era bom, gostoso, macho demais. Resistente, durão, senhor de si. O Pedro nos passa segurança. Enquanto eu mamava ele avisou: "Olha aqui Léo, eu vou te dar mais prazer, mas não te acostuma. Eu venho aqui é pra traçar a tua esposa que tá carente. Contigo é só um regalito." Minha mulher estava atenta, agora um tanto mais surpresa com a situação. Acho que a ficha estava caindo. Pedro continuou sentado e eu fiquei em pé, de costas para ele.
Fui descendo, encaixando bem devagar, rebolando e sentido um prazer imenso. Senti a cabeçorra na portinha do meu ânus. Ele forçou um pouquinho para baixo e entraram dois, talvez três centímetros. Gostei. Pedro forçou mais. Desta vez a cabeçorra me invadiu. Eu estava sendo comido e estava gostando muito. Rebolei lentamente. Meu cuzinho piscava, denunciando o prazer. "Tá gostando, né? Tá gostando de levar no rabo!", ele brincava. "Não te preocupa que não és o primeiro da firma que perde o cabaço comigo!" Putz, o cara era bom mesmo.
"Pode piscar, aperta minha pica que eu gosto.", ele disse. E relaxei. Entraram mais alguns centímetros. Meu cú ardia mas o prazer era descomunal. Lentamente ele iniciou um vai-e-vem. Não sei de onde tirou forças. Era macho mesmo, o cara. E seu pau continuava duro, as veias saltando pelos lados. Eu já estava pensando na gozada. Como seria? Lá dentro ou na minha cara? Tudo aquilo aumentava meu tesão. Ficava imaginando a acabada no meu rosto, aquela porra quente. Eu poderia engolir? Pensei coisas que as mulheres devem pensar quando transam conosco.
Pedro me pediu para ficar de quatro. Ele entrou em mim e acelerou os movimentos. Percebi que se preparava para o despejo de esperma. Pelo visto, seria dentro de mim. Meu pau estava duro e eu batia uma. Minha mulher deu uma força. Ficou embaixo de mim chupando a ponta do meu pau. Que momento! Como era bom! Quanto tempo perdi no papai-e-mamãe... Pedro era mais decidido que eu: "Olha só, Léo, eu poupei a tua mulher e não me acabei no cuzinho dela. Mas tu vai levar porra aqui, que é para aprender a dar o cú bem direitinho. E se fores bem comportado, outro dia ganhará leite na boquinha".
Nossa... como foi bom ouvir aquilo e saber que haveria outro dia. "Vou dar umas estocadas bem fortes pra terminar de alargar isso aqui. Tu agüenta aí! Agora sua bunda tem dono e vou ensinar esse negócio de dar o fiofó.”, disse sério, e continuou o discurso que só aumentava o meu tesão: "O bom da gozada aqui dentro é colocar a cabeça lá no fundo, no reto do cara. Daí você sente minhas golfadas de esperma. E pode piscar o cuzinho à vontade!" Quando terminou de falar isso eu me acabei, enchendo a cara da minha mulher de porra.
Pedro aumentou o ritmo, a força e empurrou ainda mais a jeba no meu rabo. Me apertou no quadril e soltou um "ãããhhh" bem seco. Disse ainda um "toma!" e aí senti as golfadas. Minha bunda ficou toda esporrada, assim como a cara da minha mulher. Foi ma-ravi-lho-so. Até hoje ele vai lá em casa e, juntos, traçamos a Ana. Agora tenho minhas festinhas liberadas. O que ela não sabe é que até hoje mantenho essa intimidade com o nosso "amigo". Chupo o pau dele com freqüência para beber o leitinho e aproveito sua tara anal: Pedro continua mandando ferro no meu cu.