Autor: Loca bucetuda
8.8
Depois dessa aula era a de Educação Física. Começamos a correr e o professor, nada discreto, ficava me encarando sem parar. Ele olhava fixamente para os meus peitos e para a minha bunda. Terminada a aula, todos fomos embora e ele falou que queria conversar comigo. Quando não havia mais ninguém ele falou para eu entrar no banheiro dos professores. Fui até lá, ele me seguiu e perguntou se eu já tinha transado alguma vez. Respondi que não e meu professor não acreditou. Insisti que era verdade e ele perguntou: - Quer aprender? Eu simplesmente sorri. – Então eu vou te ensinar.
Ele trancou a porta do vestiário e veio na minha direção. Antes que eu falasse qualquer coisa, colou a boca na minha e me beijou como eu nunca tinha sido beijada. Parecia que eu tinha feito aquilo a vida toda... Suguei os lábios dele e a língua num frenesi louco. Meu professor me pegou pela cintura e sem dizer uma só palavra me colocou de pé na bancada. Então abriu minhas pernas e expôs minha. Ele abriu minha xoxota com os dedos e ficou acariciando. Recostei-me na parede, fechei os olhos e experimentei a sensação mais deliciosa do mundo.
Finalmente tinha um homem mexendo na minha buceta, coisa que sonhei durante anos. Nem me dei conta de quanto tempo se passou, até que senti uma coisa macia, quente e úmida no meu grelo. Quando abri os olhos ele estava me lambendo suavemente e metendo a língua na minha buceta. O gostosão meteu dois dedos em mim e gozei mordendo a mão para não gritar. Gozei como nunca imaginei que poderia gozar. Quando terminei, voltei à realidade e automaticamente me afastei dele. Nós estávamos adorando a situação, mas apreensivos.
- Que coisa gostosa você fez comigo... nunca experimentei nada parecido.
- Você não sabe o quanto eu lutei para que isso não acontecesse, mas você me deixa louco! Ai, se alguém nos pegar aqui eu perco o emprego...
- Olha só, você não fez nada que eu não quisesse. Além disso eu te provoquei o tempo todo. - Seu cheiro, seu gosto, seus movimentos...
- Queria dizer que você foi o meu primeiro homem. O primeiro que me tocou desse jeito.
- Eu quero mais, mas tenho certeza de que devemos parar por aqui.
- Não! Eu quero aprender a dar o máximo de prazer a um homem e a tirar o máximo de prazer dele... e só você pode me ensinar.
- Você já pensou na enrascada em que estou me metendo?
- Ninguém nunca precisa saber... você me quer?
- Se eu te quero? Eu te desejo tanto que me sinto culpado por isso.
- Só precisamos ser discretos e cuidadosos que ninguém nunca saberá. Quer me ajudar ou vou ter que procurar outro homem?
Rendido aos meus apelos ele concordou e me pediu para sair do vestiário, pois queria se masturbar. Pedi para eu fazer nele, queria bater uma punheta, mas ele não deixou. Disse que teríamos muito tempo pela frente. Saí às escondidas. Eu estava realizada, gozada e com a buceta ainda melada do meu gozo. Apenas uma coisa me frustrava: eu queria ter visto o pau dele, ao menos tocado, mas ele percebeu minha ânsia e negou. O jogo estava invertido. Agora ele oferecia a pica sem que eu pudesse tocar. Ri da ironia das coisas enquanto ia para casa.
Eu tinha conseguido seduzir o meu primeiro homem. Estava felicíssima, radiante, vitoriosa! Agora me sentia uma mulher, sabia que um homem me desejava. De repente percebi a força que eu tinha no meio das pernas. Vi o que um homem era capaz de fazer quando desejava uma buceta. E nessa hora minha buceta se tornou a coisa mais importante do mundo para mim. Dei uma palmadinha nela sobre a calça e falei: - Preciso cuidar muito bem de você, amiga. Nós duas ainda faremos muito mais que isso.
A partir desse dia aprendi que minha buceta podia abrir muitas portas e me fazer muito feliz. E é claro que esse foi apenas o primeiro contato com o meu professor. No dia seguinte já nos olhávamos com certa cumplicidade. Aproveitei um momento e falei que ia vê-lo no final da aula, no vestiário. Ele foi taxativo: - Aqui na academia nunca mais. Liga pra minha casa hoje à tarde e a gente se fala. Então me deu o número do telefone e me dispensou. À tarde, ansiosa, liguei para ele. Acho que ele estava bem ansioso, pois atendeu ao primeiro toque.
Combinei de ir ao apartamento dele na quinta-feira, às 15h, lembrando de tomar os seguintes cuidados: entraria no prédio usando óculos escuros e subiria pelas escadas para que ninguém nos associasse. Embora eu fosse jovem, já era uma moça feita quase como sou hoje. Já tinha altura e corpo definidos. Dei uma desculpa em casa, dizendo que tinha um trabalho de grupo, e fui ver meu homem. Quando toquei a campainha ele imediatamente abriu a porta e entrei. Ri e disse que já tinha verificado, não havia mesmo ninguém. Meu professor de ginástica também foi meu mestre em dissimulação!
Logo começamos a nos beijar e falei que estava pronta para o primeiro aprendizado. Pedi que antes de qualquer coisa ele chupasse a minha xoxota. Primeira aula, ele respondeu: - Nunca fale xoxota, xereca ou essas palavras sem graça. Diga sempre “buceta”. Você tem uma buceta maravilhosa, gostosa e tesuda para ser tratada assim. Jamais admita que se refiram a ela de outro modo, ou mesmo "bucetinha". Gostei dessa observação e me senti importante, poderosa, então pedi: - Chupe a minha BUCETA antes de começarmos as aulas.
Satisfeito, ele me sentou no sofá da sala e tirou minha calcinha lentamente. Antes de chupar ainda brincou com o meu grelo, que era pequenino. Depois mergulhou a cabeça entre as minhas pernas e ficou saboreando minha bucetinha (digo, buceta!) de virgem com toda dedicação. Tive um orgasmo. Ele explicou que eu precisava aprender a me segurar para poder saborear mais a brincadeira, mas que eu estava indo muito bem. Aí chegou o momento mais esperado. Finalmente eu veria uma pica de verdade na minha frente! E foi em câmera lenta que ele mostrou o pau para mim.
Meu professor se sentou no sofá onde eu estava e exibiu aquela vara dura e pulsante bem na frente dos meus olhos. Eu estava fascinada com aquela coisa linda e hoje eu sei que, de fato, ele tinha um pau grande. Ele me colocou de joelhos numa almofada e começou a me ensinar. Falou da sensibilidade do pau, principalmente das bolas. Mostrou- me como deveria acariciar o saco, de preferência com saliva. Mostrou-me a pica intumescida e disse como eu deveria lamber.
Finalmente se deteve à cabeça, na fenda. Enquanto falava, acariciava o pau sem me deixar tocar. Explicou que eu deveria tomar cuidado para nunca esbarrar com os dentes na cabeça da pica, pois poderia incomodar ou mesmo machucar. Terminada a parte didática, eu já estava pronta para praticar. Primeiro foram as mãos, quando ele me ensinou a bater punheta. Só que eu estava louca mesmo era que chegasse o momento do sexo oral, para poder chupar aquela pica bonita. Demorou, mas enfim pude lamber o saco, a vara e exercitar os tais movimentos circulares com a língua.
Enquanto isso meu professor safado se deliciava... Quando pude chupar a piroca de verdade gozei novamente, mas continuei chupando. Suguei com força, mas ele pedia calma. Dizia que eu não devia fazê-lo gozar já. Por isso eu maneirava nas chupadas, depois acelerava de novo e novamente o tesão latejava na minha buceta. Pedi para fazermos juntos e fomos para a cama dele. Foi meu primeiro 69. Que coisa deliciosa, maravilhosa, espetacular! Ficamos nos chupando até gozarmos. Nem por uma vez esbarrei os dentes no pau dele ou senti ânsia de vômito, mesmo quando ele forçou, de propósito, a pica na minha garganta.
Mas o que me deixou feliz foi ver a cara de satisfação do meu professor quando ele gozou e eu deixei que a porra escorresse lentamente pela minha boca. Ele ficou encantado, fascinado comigo. E eu estava muito orgulhosa e satisfeita com o que tinha aprendido nos livros e revistas. Perguntei quando ele ia meter o pau na minha buceta. Ele respondeu que nunca, pois não ia tirar minha virgindade – mas eu ia ter muito prazer com ele. Aceitei a princípio, sabendo que ele ia querer comer a minha buceta sem que eu precisasse oferecê-la.
No dia seguinte tive aula com ele. E assim, entre olhares e insinuações sutis da minha buceta através da malha, o tempo de aula acabou. Fiquei enrolando no vestiário das mulheres até que a última menina saísse e me esgueirei em segredo para o vestiário dos professores, onde tudo começou. Lá o encontrei saindo do chuveiro, com o pau à mostra. Antes que ele dissesse qualquer coisa eu já estava mamando aquele caralho gostoso. O tesão foi tanto que ele não teve forças para evitar. Fomos para os fundos do banheiro, para a bancada de mármore.
Eu estava pagando um boquete sacana quando ele gozou, e ainda com porra na boca eu o beijei e enfiei a língua na boca do meu homem. O professor meteu os dedos em mim e me masturbou até que eu gozasse. Saí do vestiário com a buceta meio dolorida, mas melada de satisfação. Éramos discretos e ninguém percebeu nada. Isso foi o melhor início que podíamos ter...