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A baixinha no cio
Autor: Tadeu
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7.7

Era mais um dia de jogo da Copa e íamos trabalhar só meio período. Na verdade não havia muito o que fazer. Os projetos estavam todos prontos e por causa do jogo do Brasil à tarde, a loja fecharia ao meio dia. Lá pelas 10h o dono da loja me chamou: - Tadeu, tem uma entrega pertinho da sua casa. Por favor, você poderia acompanhar os rapazes para entregar a nota e receber o cheque? Depois pode ficar por lá mesmo. Embora eu não seja muito ligado em futebol, chegar mais cedo em casa parecia ótimo.

O dia estava muito quente e eu não via a hora de tomar uma bela ducha, pegar uma cervejinha, trabalhar num projeto meu e "ouvir" o jogo pela tevê. Quando cheguei ao local o porteiro nos encaminhou para o elevador de serviço. Subimos até o apartamento e fomos recebidos por uma senhora muito simpática, baixinha e cheinha: - Bom dia, dona Elza, viemos entregar o seu sofá. Gentilmente ela disse para a gente entrar e foi andando na nossa frente.

Quando Elza virou pude notar uma bela bunda enfiada num shortinho discreto, mas revelador, daqueles que abrem embaixo. Colocado o sofá, ela deu uma gorjeta pros rapazes e eu perguntei sobre o cheque. – Poxa, eu não esperava por vocês hoje. Pode esperar um pouquinho enquanto eu preencho? Liberei os rapazes e aguardei. Eles saíram e me disse para ficar à vontade que não ia demorar. Minutos depois e apareceu veio toda envergonhada: - Desculpe-me, mas não estou encontrando o talão. Não sei onde o meu marido deixou.

Respondi que não tinha problema e que eu podia voltar outro dia, mas ela não deixou: - Por favor espere. Olhe, tem uma cervejinha gelada na geladeira e quero que você fique à vontade. Hummm, aquilo me pareceu convidativo. Entrei na cozinha e peguei uma latinha gelada. Fui até a área de serviço e fiquei bebendo enquanto olhava ao redor. Como o calor estava muito forte, abri a torneira da pia e molhei um pouco o rosto. Aproveitei e abri um pouco a camisa pra molhar o peito. Nessa hora vi um balde com umas calcinhas minúsculas dentro do tanque.

Fiquei imaginando aquela bunda mal coberta pelas calcinhas e isso me excitou bastante. Ouvi a voz dela na porta da cozinha: - Pronto, achei o talão. Me virei e pedi desculpas por estar todo molhado. Elza respondeu que não tinha problema e de repente ficou sem graça. Ela parou de falar, começou a gaguejar e me olhou de uma maneira estranha. Aí percebi que ela viu o meu pau duro dentro da calça... já não sabia o que falar. Ela se recompôs e falou: - Acho que preciso de uma cervejinha pra esfriar um pouco.

Elza voltou da cozinha com duas cervejas e quando esticou o braço pude ver seus bicos duros embaixo do top. Voltei a ficar de pau duro. Ela notou e disfarçou: - Só quero pedir uma coisa. Preciso repor as cervejas na geladeira. Você pode segurar a escadinha enquanto eu pego as latas em cima do armário? Respondi que sim e levei a escadinha até lá. Ela subiu se apoiando no meu obro, pegou umas latinhas e me pediu para colocá-las em cima da mesa. Quando olhei pra cima pude ver seus seios por baixo do top e uma parte das polpinhas através da abertura do shortinho.

Senti que ela estava fazendo isso tudo para me provocar e pensei “você vai ver”. Quando Elza estava descendo, balancei um pouco a escadinha e ela se desequilibrou. – Cuidado! – falei. Nisso coloquei as mãos desajeitadamente em sua cintura, agarrando um dos seios “sem querer”. Antes que ela pudesse dizer qualquer coisa, segurei sua cabeça e tasquei um beijo. Elza tentou me empurrar e vi que seus bicos ficaram ainda mais duros. Os braços foram perdendo a força e sua resistência era só nas palavras: - Não... pára... me solta.

Quando nossas línguas se encontraram ela se entregou. Suas coxas estavam encaixadas nas minhas e podia sentir a pressão da xota sobre meu pau. Elza gemia alto num misto de tesão e nervosismo... De repente desceu a mão e começou a acariciar meu pau por cima da calça. Então abriu meu zíper, pôs minha pica pra fora e começou um boquete maravilhoso. Eu estava encostado no armário enquanto ela mamava meu cacete. Elza segurava minhas bolas e abocanhava a cabeça com vontade, apertando os lábios de um jeito gostoso. Nossa, que chupada!

Ela passou a me punhetar devagar apertando bem os dedos em volta do meu pau. A vontade de gozar foi chegando, chegando e esporrei muito. A safada abriu bem a boca e bebeu tudinho... aí me puxou até a sala e falou: - Vamos estrear esse sofá, gostosão! - É comigo mesmo!, respondi. Agarrei Elza pela cintura, coloquei a gata sentada no sofá e tirei seu shortinho. Abri as pernas dela e pude ver uma xota depilada apenas em volta, deixando uma grande quantidade de pêlos no meio. Caí de boca naquela xota faminta e passeei com a língua abrindo espaço entre os pêlos. Deixei o grelo à mostra e comecei a chupar.

A cada lambida ouvia gritinhos de tesão: - Assim... hummm... chupa, tesão! Elza me agarrava pelos cabelos e gemia cada vez mais alto. Prendi seu grelo com os dentes e o deixei todo dentro da boca. Comecei a passar a língua na pontinha do grelo até que senti suas coxas tremerem nas minhas mãos. Enfiei a língua dentro da xana e senti as contrações do gozo intenso que descia e melava tudo. A safada tinha espasmos e empurrava a xota na minha direção: - Tô gozando pra caralhooooo! Fiquei completamente louco, tirei a boca e meti a vara na buceta ensopada.

Depois de uma estocada tirei a pica e a deixei passar a mão no meu pau. Elza estava deliciada com isso e começou a esfregar a pica na xota: - Mete! Então empurrou o cacete pra dentro durante um grunhido alto de fêmea no cio. Ela abraçou minha cintura com as pernas e começou um vai-e-vem violento. Aquela baixinha não via uma vara há muito tempo, que delícia... Até que começou a pedir: - Me xinga! Fala que eu sou sua puta! Isso era demais para mim: - Gosta, né, safada... Gosta de uma vara na xota, vadia! Elza começou a gemer dizendo que ia gozar de novo.

Passei a estocar com vontade, com força para ver se deixava a vadia cansada. Ela gritava e apertava as pernas na minha cintura. Meti cada vez mais rápido e vi que eu estava prestes a gozar: - Mexe, mexe vadia... vai piranha... mexe que eu vou te encher de porra! Rebola no cacete, cadela gostosa! Gozei, gozei pra cacete naquela xana gulosa e quando saí ela caiu de boca na minha vara, sugando toda a baba da trepada. Depois me levou pro banheiro e começamos a sacanagem de novo...

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