Autor: Valéria
9.1
A todo custo o Manga tentava me traçar, mas eu tinha muito medo. E mais do que me comer, ele era louco pela minha bundinha, tão durinha e cuidada durante horas de malhação. Desde os tempos de colégio eu sou o fascínio da gurizada. Ao mesmo tempo em que morria de medo, era louca para sentir todo aquele troço dentro de mim - ou melhor, parte dele, né? Volta e meia eu saía com alguns namoradinhos e ficava com pena ao comparar com os 34 centímetros do Manga. Como o rapaz era magro e sem barriga, o "negócio" ficava ainda maior.
Nossos amassos eram quentes. Ele botava nas minhas coxas, fazia um bom vai-e-vem, depois cansava e gozava ali mesmo. Eu podia sentir o leite quente escorrendo entre as minhas pernas. Manga também delirava com as minhas espanholas e enchia os meus seios de porra... mas sempre acabava respingando no rosto. Só que o maior tesão para ele eram as mamadas que eu proporcionava. Às vezes chupava dentro do carro, outras vezes no sofá do meu apê. Eu era generosa nos boquetes. Caprichava, chupava o saco, lambia as bolas e engolia o que dava daquele negócio.
Ele se contorcia de prazer, gemia, segurava minha cabeça e dizia que eu era única. Depois detonava umas acabadas por todo o meu rosto. Alguns dias eu resolvia dar regalito de luxo e engolia seu leitinho sempre quente. Nessas horas o Manga dava gargalhadas de prazer. Aí resolvi conquistar de vez o meu "cavalo", que era como eu o chamava durante nossos tórridos momentos. Num sábado de tarde o amasso começou no sofá, ele me segurou com força, beijou meu pescoço e levou minha mão até o mastro. Ajoelhei e coloquei a boca naquela tora.
A cabeça já tava vermelhona, mas seu pau ainda não estava totalmente duro. Passei a chupar o saco, as bolas e fiquei um bom tempo lá embaixo, passando a língua e molhando o máximo que podia. Percebi o quanto estava deixando o meu gato transtornado. Bati com a pica no meu rosto, lambi muito bem, passei a língua na fendinha e fiz meu homem suspirar de prazer. Manga se retorcia de tanto tesão. Nesse momento anunciei que queria dar o rabinho. O cara quase gozou e me pediu para parar com a mamada, mas não obedeci.
Intensifiquei o ritmo, pois queria deixar o Manga quase gozando antes de meter. Fiquei de quatro, empinei meu desejado traseiro e o gato passou a lamber minha bundinha. Ele chegou no buraquinho e deu várias linguadas, introduzindo com carinho um dedo, depois outro e me fazendo acostumar com a pressão. Aí fez alguns movimentos circulares e ficou roçando a benga bem na porta de entrada. Ele empurrou aquela jeba toda besuntada de gel e colocando apenas a cabeça. Ardeu, mas estava ótimo. Manga empurrou mais e atolou pelo menos 7cm de pau no meu rabo.
Mordi o lábio de dor, mas estava bom demais. Comecei a rebolar bem de leve e vi que o garanhão gostou. Pedi mais pau no rabo. Manga me segurou com força pela cintura e cravou. Não tínhamos nem chegado na metade da pica e eu já estava entalada. Resolvi mostrar as minhas habilidades no sexo anal e relaxei. Deixei ele comandar o ritmo e me senti apertada, é verdade, mas estava muito gostoso. Manga me chamava de puta, rabuda, vagabunda e às vezes era bem bagaceiro: - Tô comendo seu rabo, piranha! Olha pra trás que a sua bunda agora é minha!
Manga estava sedento, babando... ele me agarrava e cravava carne contra carne, o pau dele na minha bunda e eu de quatro, com a calcinha fio-dental puxada para o lado. De repente senti que ele perdeu o controle da situação. O gozo viria em um ou dois minutos. Pedi para ele ficar parado e passei a controlar o vai-e-vem, jogando meu traseiro para trás. Quase deixava a cabeça sair do buraquinho, mas quando estava quase lá eu bandeava de novo, jogando meu bundão para trás e engolindo aquela vara. Eu sabia ser sacana como ele.
- Bota no meu rabo! Traça esta bundinha que depois eu sei que tu vais contar pra todo mundo da firma. Crava, vai, mete mais um pouquinho. – eu estava fora de mim. - E a tua porrinha, vem quando? - perguntei. Pronto. Segundos me separavam da glória de ver o meu macho esporrando lá dentro, no fundo do meu rabo. Eu sabia que seriam momentos inesquecíveis e estava ansiosa. Sorrindo olhei para trás e vi um rosto cheio de prazer, feliz pois não esperava uma tarde tão agradável. Intensifiquei o ritmo. Ele apenas esperava o momento.
- Goza bem no fundinho do meu rabo! Derrama teu leitinho quente lá dentro! – como era bom provocar o meu homem... Só escutei aquele “Ahhhh... tomaaa, sua puuu-taaa!!!” Foi tão forte que senti o pau dele inchar ainda mais e preencher o meu rabo com porra. Muita porra. Ele não parava de ejacular. Quando tirou o mastro de dentro de mim fiz questão de olhar. O pau estava vermelho e todo melecado. Um cheiro de sexo invadiu o meu apê. Beijei meu garanhão na boca, passei a mão no saco e fiz uma carinhosa massagem. Então descansamos. Ali nasceu uma fantástica relação.