Autor: Loren
7.2
Ele me deu uma olhadinha bem safada e começou a bater uma punheta especialmente pra mim. Todo mundo do ônibus estava dormindo e eu fiquei desesperada pra abocanhar aquela vara enorme. Já tava quase pulando em cima dele, então fui para o banheiro do ônibus e ele veio atrás. Só que lá dentro nem dá pra meter direito porque balança demais. Mesmo assim metemos muito gostoso. Ele me fodeu com vontade, socando fundo aquele pau gostoso e grosso. Minha xana ficou toda feliz. Voltamos para os bancos e ficamos quietinhos até o fim da viagem.
Assim que cheguei na praia tive uma verdadeira visão: um homem bronzeado, lindo, com barriga de tanquinho e costas largas, parecido com o ator Marcos Palmeira. O cara me devorou com os olhos e me deixou ensopada, sendo que eu não posso ver homem que já quero dar. Entrei no mar e ele veio atrás. O sujeito começou a se esfregar em mim, passando a mão no meu corpo inteiro sem dizer uma palavra. Ele socou minha mão no pau dele, que conseguia ser maior do que o do carinha do ônibus. Era simplesmente enorme, grosso e cabeçudo. Nunca vi pica tão grande e acho que nunca mais verei.
Bati uma pra ele só que o gato não quis gozar e saiu de perto. Fiquei decepcionada mas não fui atrás. Nesse mesmo instante o carinha do ônibus chegou perto de mim e foi tirando minha calcinha. Metemos ali mesmo no mar. Depois que terminamos eu me apresentei e descobri que o nome dele é Luciano. No dia seguinte encontrei o pauzudo de novo na praia e ele me chamou pra dar uma volta. É lógico que fui. Ele me levou para um apartamento e já nas escadas começamos os amassos. Como ele beijava bem!
Quando entramos vi um amigo dele. Fiquei assustada pois nunca tinha dado pra dois ao mesmo tempo. Ele me levou direto pro banheiro, ligou o chuveiro e tirou a sunga. Fiquei encantada, que pau lindo. Não agüentei e caí de boca. Chupei muito, soquei o pau dele fundo na garganta, chupei as bolas, lambi o cacete inteiro, punhetei com toda força e mais uma vez ele não quis gozar. O dotadão me levantou, tirou meu biquíni e começou a me lamber. Depois me deitou no chão do banheiro e lambeu minha xota. Que língua gostosa...
Ele começou a dar sinais de que ia me foder e fiquei apavorada, pois não queria sentir dor. O pau dele era muito grande mesmo, de verdade. O garanhão percebeu que eu gostava de pressão e meteu com força, mas o pau nem entrou todo. Doeu bastante, mas eu estava tão excitada que foi bom. Ele forçou mais um pouco e conseguiu meter tudo do jeitinho que eu gosto. Socou lá no fundo e me fez ver estrelas... que delícia sentir aquele pau gigantesco me rasgando! Eu podia sentir cada centímetro de pica atolado no meu buraquinho.
Mudamos várias vezes de posição, até que o amigo dele entrou no banheiro de mastro em pé. Ele não falou nada, se aproximou da gente e socou a pica na minha boca. Logo imaginei que ele fosse foder o meu rabinho, já que eu estava por cima, mas para meu total espanto ele me tirou de cima do amigo e começou a chupar o pau dele. Nunca tinha visto nada igual. Acho difícil uma mulher conseguir pagar um boquete tão bem quanto aquele cara. A cena era muito depravada e eu adorei. Quis participar e sentei na cara do dotadão, que começou a me chupar.
O amigo passou a enfiar os dedos no meu cu e gozei daquele jeito mesmo, deixando a mão dele toda melada. O gostosão me mandou sentar em seu pau enorme e rebolar. Obedeci. Já estava enlouquecendo quando o amigo dele me empurrou um pouco para frente e encaixou a pica no meu rabo. O pau dele foi entrando com dificuldade, mas como adoro sexo anal segurei a dor como uma profissional. Fizemos DP e eles me foderam por muito, mas muito tempo. Eu só conseguia gemer alto de prazer. O dotadão gozou umas quatro vezes sem amolecer e o amigo dele arregou na segunda.
Ficamos metendo a tarde inteira, hora na xana, hora no cu. Gozei várias vezes e aprendi algumas posições novas. Já tava cansada e toda ardida, mas minha xota tem vontade própria e pedia cada vez mais. Fodemos por mais um bom tempo, pois o garanhão era incansável. Como já estava tarde, decidi ir embora. Quase não consegui andar de tão ardida que estava. No outro dia fui de novo à praia, e dessa vez o dotadão chegou deitando por cima de mim e me beijando. Ele nem se importou com a presença do Luciano e aproveitou para saber se ele também queria me foder.
Não estava acreditando que aqueles dois homens iam me comer. E lá fomos nós até o apartamento, para mais uma tarde de sexo incandescido. Só que dessa vez a sacanagem foi a quatro. Com certeza essa foi a melhor viagem da minha vida e com toda a certeza do mundo a melhor transa. Voltei várias vezes ao Guarujá atrás de novas aventuras, só que nunca mais encontrei nenhum dos rapazes.