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O sonho de comer a mãe do meu amigo
Autor: Diogo
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7.9

Meu nome é Diogo, tenho 19 anos e a minha história começa quando eu era mais novo. Meu amigo tem uma mãe bem gostosa, com tetas enormes e biquinhos rosinhas, além da bundinha redonda e muito convidativa. Ela tem 41 anos e é muito melhor do que muitas garotas por aí. Eu fui praticamente criado com esse amigo e desde que comecei a me interessar por mulheres passei a sentir um tesão enorme por ela. A coroa é separada há muito tempo e sempre foi muito safada. Várias vezes a ouvi conversar com as amigas e dizer que gostava muito de pau.

Uma vez a flagrei falando com a vizinha que não estava mais agüentando de vontade de dar. Meu amigo vigiava muito a mãe dele e não a deixava se relacionar com ninguém. Por isso ela dificilmente conseguia algum homem. O meu tesão por ela sempre foi enorme e a coisa esquentou ainda vez mais pois a coroa sempre me viu como um garoto, então desfilava na minha frente de baby doll e não fechava a porta quando trocava de roupa. Eu sempre dava uma de inocente e tentava olhar para os peitos dela ou para a bucetinha. Então eu cresci e esse tesão continuou muito forte.

Há mais ou menos um ano estávamos na casa dela fazendo um churrasco. Meu amigo não estava pois tinha viajado para jogar futebol com o time dele. Então ficamos um pouco bêbados e uma mulher derrubou cerveja na minha roupa. Fui ao banheiro me lavar. Quando estava na pia a mãe gostosa do meu amigo entrou no banheiro e disse que precisava fazer xixi. Não respondi nada e ela viu que eu não estava em condições de sair do banheiro naquele instante. A coroa entrou assim mesmo e falou para eu não olhar para trás.

Meu coração começou a bater a mil e fiquei fingindo que estava me secando. Na verdade fiquei olhando pelo espelho e pude ver que sua bucetinha só tinha cabelo em cima. Fiquei louco ao saber que aquela gostosa estava peladinha ali atrás de mim. Não sabia o que fazer. Nessa hora me enchi de coragem e me virei pra ela: - Que isso, menino!, gritou a safada. Não liguei para o espanto dela e me aproximei. Disse que a achava muito gostosa e que sempre senti muito tesão por ela. Completei falando que não a deixaria sair do banheiro sem antes passar a mão naquela bucetinha.

Pensei que ela fosse gritar, mas para minha surpresa abaixou a calcinha e arreganhou aquela bucetinha rosa pra mim, mostrando um grelinho lindo e uma xota carnuda: - Você sabe há quanto tempo eu não transo? Fui literalmente à loucura e caí de boca naquela bucetinha linda. A coroa começou a gemer feito uma cadela e colocou a minha mão nos peitinhos, que estavam com os bicos duros. Não pensei em mais nada e com a outra mão atolei os dedos na buceta. Ficamos naquela sacanagem por uns minutos até ela gozar.

Então me levantei, tirei o pau pra fora e ela começou a me punhetar devagar. A safada se ajoelhou e colocou minha vara na boca, chupando insaciavelmente a minha rola dura. Ela chupava de um jeito diferente e com muita vontade, lambuzando a pica com saliva e apertando a boquinha na minha cabeça. Quase gozei na cara dela, mas antes precisava comê-la. Coloquei a gostosa de costas, com os braços na parede, e disse para ela empinar o rabinho. Esfreguei meu pau na entradinha da buceta e do cu dela e senti que ela estava arrepiada de tesão.

Eu estava disposto a fazê-la gemer muito, por isso tomei um pouco de distância, mirei bem e meti tudo na buceta de uma só vez. Ela gritou como cachorra enquanto eu a fodia com força. Minhas mãos seguraram aquelas tetas lindas e as apertavam como nunca. A mãe do meu amigo rebolava de prazer e se contorcia, pedindo para ser arrombada. Passei a fuder o mais forte e rápido que podia. Ela mordeu uma toalha para não gritar. Arregacei buceta de tal forma que suas pernas chegaram a sair do chão.

A cachorra me pediu para parar e se virou de frente. Pegou meu pau e me punhetou bem, encaixando a pica na xaninha molhada. Ela forçava o meu corpo contra o dela e eu só arregaçava aquele bundão. Coloquei dois dedos no cu da coroa e ela gritou que ia gozar. Não deu outra. Ela chegou ao orgasmo e gritou feito uma puta. Depois desmontou no meu pau e chupou minha pica molhada de buceta. A gata chupou tão gostoso que esporrei na cara mesmo. Ela ficou brincando com a porra e engoliu o que pôde.

Nós saímos do banheiro e acho que ninguém percebeu. Daquele dia em diante passei a roçar o pau nela e apertar sua teta sempre que podia. Às vezes pedia água para o meu amigo e enquanto ele estava na cozinha ela caía de boca no meu pau. Durante um bom tempo a comi quase diariamente e de várias formas diferentes. Depois vou contar com detalhes as outras fodas que tivemos e como eu ainda traço essa gostosa até hoje.

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