Autor: Kelly
8.6
Como dizem os homens, sou linda, imponho respeito e não ando por aí dando bola para eles. Sei o lugar e o momento para tudo, mas quando estou na cama minha cara de safada é insuperável. Sou casada, tenho 32 anos agora e levo uma vida muito boa. Meu marido e eu somos um casal liberal. Ele sabe que estou escrevendo essas histórias e me incentivou a fazer isso. Como toda mulher, fui virgem um dia... Na adolescência comecei a pensar em sexo, a ter desejos e vontades. Tinha uma amiga na escola que já namorava para valer, mas até então eu só havia dado beijinhos e amassos sem maiores conseqüências.
Minha amiga avançadinha já havia perdido a virgindade e me contava o que fazia na cama. Eu só pensava nisso... Assim comecei com um namoradinho, o Rodrigo. Ele era bonito, tinha três anos a mais do que eu e morava perto de casa. Numa noite ficamos sozinhos na casa dele e pude fazer algo que sempre quis: ver o pau dele! Estávamos nos beijando, nos esfregando por cima da roupa e tomei a iniciativa de desafivelar a calça dele e tirar o pau para fora. Como estava duro! Nunca tinha segurado um pau na mão. Foi uma sensação muito intensa sentir o pau duro e saber que ele estava assim por minha causa.
Olhava para ele e via que seu rosto se contorcia de prazer quando eu acariciava a pica com as mãos. Apertei com força, punhetei bastante, mordi a cabeça e dei beijinhos antes de colocar a cabecinha suavemente na boca. Fiz beicinho, parei, perguntei se estava bom e vi a cara de puro prazer. Neste instante percebi todo o poder que é dado às fêmeas: o de causar imenso prazer aos homens. Percebi a vontade dele de colocar todo o pau na minha boca e não me fiz de rogada. Abocanhei com vontade e senti um gosto diferente, uma pequena prova daquilo que me viciaria para sempre: esperma, porra, gozo, chame como quiser.
Fiz movimentos rápidos com a boca, acompanhando com a mão, subindo e descendo, massageando o saco... só parei duas ou três vezes para lamber as bolas. Vi que ele gostava, que era um ponto a ser explorado. Como até o momento este era o primeiro pau que eu via, não sabia se era grande ou pequeno - só depois descobri que era um pau de respeito. Rodrigo era bem dotado e tinha uma pica cabeçuda, comprida, mas nada exagerada. Continuei meu delicioso trabalho. Já estava molhadinha e nunca tinha gozado com um homem.
Meus movimentos foram ficando mais fortes e a respiração mais intensa. Senti o pau inchar dentro da minha boca e Rodrigo não me deixou mais parar o que eu estava fazendo. Percebi que ele ia gozar. Senti um líquido quente, pegajoso e docinho se espalhar na minha boca em jatos abundantes, fortes. Adorei a sensação e hoje fico imaginando como são infelizes as mulheres que têm nojo de sentir uma gozada na boca ou no rosto. O gozo de um homem é algo especial, é uma homenagem que eles nos fazem.
Depois daquele dia comecei a me sentir mais mulher. Rodrigo e eu fomos ousando cada vez mais e passamos a brincar sem roupa. Ele me fez descobrir como era gostoso ser chupada e ficou louco ao me ver peladinha, com os seios durinhos e empinados para cima, a bundinha arrebitada, convidativa e a bucetinha peluda, pedindo para ser beijada. Gozei como nunca na boca do meu namorado, esfregando a bucetinha no rosto dele durante o orgasmo. Só que a penetração, de fato, ainda não tinha acontecido. Ficamos nas brincadeiras por um bom tempo. Foram dois ou três meses de muita chupação, mas o que eu queria mesmo era ser comida...
Conversando com a minha amiga descobri que ela já tinha feito até sexo anal, o que deixava o namorado dela louco. Fiquei impaciente com a idéia. Eu queria muito experimentar uma transa de verdade, mas não estava muito certa de perder a virgindade. Ao menos na frente. Rodrigo então me chamou para ir a um motel. Me preparei toda para esse dia. Estava depiladinha e super cheirosa. Quando meu namorado começou a me chupar, percebi que ele tinha levado um lubrificante. Isso me deixou cheia de vontade... e para aumentar o meu tesão ele não me deixou gozar.
Num determinado momento o Rodrigo me virou de bruços e me pôs de quatro. Senti sua língua num lugar onde até então eu não tinha brincado. Ele passou a morder minha bunda e vi que aquilo o deixava com um tesão louco, quase animal. Então abriu minhas nádegas com as mãos e expôs meu cuzinho de um jeito que ninguém tinha feito. No início confesso que fiquei com um pouquinho de vergonha, mas foi só um pouquinho.... pois aí relaxei e me deixei levar. Rodrigo alternava chupadas no meu cuzinho e lambidas na minha bucetinha.
Olhei para trás e vi que seu pau estava latejando de tesão. Ele realmente ia me comer... Rodrigo parou de me chupar, passou um pouco de lubrificante na mão e começou a colocar, de maneira suave, um dos dedos no meu buraquinho. Senti uma coisa estranha, mas conforme fui relaxando e ele foi movimentando o dedo, comecei a gostar. Meu namorado me deixou bem à vontade e bem abertinha, para que pudesse fazer comigo aquilo que iria acontecer tantas vezes desde então: pôr a cabeça do pau, bem lubrificada, na entradinha do meu cu, para depois forçar a entrada de uma maneira firme e gentil.
Rodrigo foi muito hábil e soube me comer direitinho. Enquanto eu me acostumava com a pica na bundinha ele mordia meu pescoço, lambendo minhas orelhas suavemente e apertando meus seios. Senti seu hálito quente na minha nuca. Senti seu pau entrando inteiro no meu cuzinho, o que lhe causava muito prazer. Ele estava curtindo tanto quanto eu. Finalmente meu namorado passou a se movimentar suavemente, indo e vindo no meu rabo. Depois as estocadas foram ficando intensas e ele passou a urrar. Eu agüentava firme.
Confesso que senti dor e desconforto, mas essa dor não foi constante. Num certo ponto ela desapareceu por completo e ficou só aquela sensação, sensação que nós mulheres sabemos bem como é... uma dorzinha que não incomoda, deliciosamente safada e gostosa, aquela mesma sensação que vai te fazer gozar como nunca. E foi o que aconteceu. Percebi que minha bucetinha estava encharcada, eu estava muito excitada e gozei de uma maneira diferente. Gozei com o cuzinho e foi muito bom.
Nessa hora entendi o que minha amiga tinha falado. Gozar dando a bundinha é muito mais intenso, muito mais prazeroso. Eu estava de quatro, jogada na cama e Rodrigo me estocava com mais vigor. Ele tirou o pau do meu cuzinho - nunca tinha visto aquela pica tão dura - e gozou em cima das minhas costas, esguichando uma quantidade absurda de porra. Nossa, como adorei isso! O leite estava quentinho e voôu até a minha nuca, escorrendo pelas costas e manchando todo o lençol.
Fiquei pensando sobre a minha primeira vez. Percebi que apesar de ter me sentido invadida, com a intimidade violada, foi uma sensação deliciosa. Desde esse dia quando sinto tesão não é só na bucetinha. Sinto uma vontade louca de ter um pau duro entrando no meu rabo. Posso dizer que fui muito bem iniciada nesses prazeres. Meu namoradinho foi muito carinhoso comigo e não forçou a barra. Por causa dele descobri que os homens dividem as mulheres em dois grupos: as que praticam sexo anal e as que não praticam. E sem sombras de dúvidas eles preferem o primeiro grupo.
Posso dizer que realmente aprendi a sentar num pau e a enterrá-lo na minha bundinha. Aprendi a rebolar com a pica do Rodrigo atolada no meu cu e depois, com o passar do tempo, rebolei cheia de vontade em outros paus. Passei a usar roupas ainda mais sensuais, calças apertadas, mini-saias e shorts minúsculos. Na praia ou na piscina caprichava nos biquínis e escolhia aqueles que eu sabia que iam deixar os homens (jovens e coroas) babando, morrendo de vontade. E olha que eu estava apenas no início das minhas aventuras sexuais...