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Depois de um banho de piscina com a sogra
Autor: não creditado
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8.9

Como pode uma mulher casada e com dois filhos se entregar a um garoto no auge de seu furou sexual? Uma mulher que exalava sensualidade por todos os lados e que poderia ter o homem que desejasse. Aos 37 anos ela tinha um corpo invejável, que ficava ainda mais sensual nos decotes tentadores que costumava usar. Não que eu a achasse muito pra mim, mas poderia escolher homens bem sucedidos e com estabilidade. Além disso ela era mãe de uma amiga que por pouco não virou minha namorada.

Quando fomos apresentados, no primeiro dia em que estive na casa dela, ousei chamá-la de tia, um jeito carinhoso de tratar a mãe da minha amiga. Só que fui logo repelido: - Não sou irmã de nenhum dos seus pais, por isso prefiro que me chame pelo nome: Sônia. Ela disse isso de forma amigável e me tratou muito bem. Com o tempo acabamos virando amigos. Nessa época eu ficava com a Renata, mas nada acontecia além de algumas carícias mais quentes. Então um dia cheguei na casa delas e Renata apareceu de toalha: - Entra, Marcus, nós estamos lá no fundo tomando banho de piscina.

Perguntei onde estava o resto do pessoal, só que não tinha mais ninguém. Renata deixou a toalha cair e exibiu seu belo corpo em um biquíni verde, que estava praticamente enfiado na bundinha malhada. Os seios médios também chamavam minha atenção e nessa hora pensei comigo: - Por que não comi essa garota? A mãe da Renata estava deitada numa bóia inflável, com uma perna dobrada, a outra esticada e uma latinha de cerveja na mão. Sem se mover me cumprimentou: - Oi, Marcus! Já veio preparado pra entrar na piscina? Só não me molha agora pois quero ficar aqui deitatinha por um tempo. Aproveita e me faz um favor. Leva essa latinha e pega outra pra mim no freezer.

Nós não tínhamos cerimônias. Ela sempre estava no meio da nossa turma e conversava normalmente com a gente. Mas era a primeira vez que via a coroa gostosa de biquíni. Era um tesão olhar pra ela. Os peitos fartos mal cabiam nos triângulos do sutiã, que só tampavam os mamilos. Um outro triângulo minúsculo cobria a boceta, que só podia estar aparadinha. Uma tirinha seguia até as costas, mas ainda não dava para contemplar o bumbum, pois Sônia estava sentada. Renata já tinha entrado na piscina e eu fui pegar as latinhas de cerveja.

Apesar do tesão que eu estava sentindo, conseguia agir naturalmente. Voltei da cozinha só de sunga e entrei na piscina. Cheguei perto da mãe da minha amiga pra entregar a latinha e passei os olhos sobre suas coxas. Ela nem percebeu. Entre suas pernas escorriam algumas gotas de água que chegavam na virilha. Imaginei secar cada gotinha com a boca, percorrendo a língua naquelas pernas... mas tive que me conter. Começamos a conversar, rimos bastante e bebemos sem parar. Renata não bebeu, pois mais tarde ia fazer um trabalho de faculdade.

Nessa hora o telefone tocou. Eram as colegas da Renata dizendo que em poucos minutos passariam aqui pra pegá-la. Então ela teria que ir. Apesar deu estar a fim de ficar mais, disse que também iria pra casa e que mais tarde ligaria pra combinarmos alguma coisa à noite. Falei isso só por educação, pois estava louco pra ficar. Ainda bem que a mãe da Renata contestou: - Vocês vão me deixar aqui sozinha? Poxa... vou perder minha companhia de cerveja. Renata então me olhou e disse: - Bom, Marcus, eu vou demorar um pouco por lá, mas se quiser pode ficar fazendo companhia pra minha mãe. Quando voltar a gente vê o que faz.

Respondi que tudo bem, eu ia ficar. Renata saiu, peguei mais duas latinhas e continuei a conversa com a Sônia. Ela desceu da bóia e pude finalmente contemplar sua bunda. Papo vai, papo vem e falei que ia pegar mais uma cerveja. Só que Sônia me interrompeu e disse que eu já tinha ido muitas vezes. Agora ela é que iria. A safada foi andando até a escada da piscina e começou a subir, mostrando seu farto bumbum em um pequeno biquíni. Que bunda! Duas lindas bandas divididas por uma tirinha toda dentro do rabo. Ela saiu, torceu os cabelos compridos e caminhou até o freezer. Foi então que o tesão começou a tomar conta de mim.

Que delícia, eu estava gostando demais daquilo para esconder tesão que sentia. Curtir cada segundo da cena e percebi que meu pau começou a crescer dentro da sunga. Logo ela voltou e tive que conter meus pensamentos. Continuamos a beber e veio a primeira pergunta: - O que aconteceu para você e a Renata não darem certo, já que são tão amigos? Respondi que tinha sido um erro, pois ficamos amigos demais com desejo de menos. Expliquei que talvez fosse o fato deu estar acostumado a me envolver com mulheres mais velhas.

Ela olhou pra mim e sorriu: - Safado você, né? Ainda bem que respeitou a minha filha, pois ela conta tudo pra mim. Sei que vocês tentaram algo mais sério e a Renata achou que ainda não estava pronta. Não sei como você conseguiu se segurar... Depois disso achei que já estava na hora da próxima cerveja. Sônia aproveitou e me pediu para trazer o som e colocar uma música. Foi o que fiz. Coloquei um cd animado e comecei a dançar. Sônia saiu da piscina, pegou a latinha e também começou a dançar. Estávamos meio bêbados e rolava um clima de tensão no ar.

Foi aí que a tortura começou. Ela estava a poucos centímetros do meu rosto, só de biquíni, rebolando pra lá e pra cá. Eu tinha que evitar olhar demais ou ia ficar de pau duro. Os peitos balançavam conforme ela dançava e estavam me tirando do sério. Eu me perdi de vez quando ela disse: - Coloca um forró e vamos dançar! A música mal começou e ela já veio me abraçando. Apertei a coroa contra o meu corpo, mão na cintura, coxas entrelaçadas e começamos a dançar. Sentia o biquíni molhado roçando sobre a minha sunga. Não conseguia mais evitar o tesão.

Minha pica começou a crescer e pensei “estou ferrado”. Tinha certeza de que ela ia perceber e se incomodar, mas não foi o que aconteceu. Meu pau foi crescendo e passou a roçar entre as pernas da coroa. Ela continuava normal, como se nada tivesse acontecendo. Então comecei a curtir, a apertar mais o corpo dela e enfiar gostoso a minha perna no meio das coxas dela, sentindo a boceta por cima do biquíni. Dançamos agarradinhos e com nossos rostos colados. Sentia a respiração dela no meu ouvido. Não trocamos uma palavra, apenas curtimos a dança que estava virando uma esfregação.

Deixei minha mão escorregar sorrateiramente até a bunda da Sônia. Ela não reagiu, por isso comecei a apalpar. Enquanto isso eu roçava os lábios pelo rosto dela. Nossas bocas se encontraram num beijo gostoso. Começamos um amasso sério, com carícias mais explícitas. A safada ergueu a coxa sobre a minha cintura e meus dedos cravaram no quadril dela, juntando nossos corpos. Estávamos tomados pelo desejo de toda aquela situação proibida. Sentia aqueles seios enormes pressionarem meu tórax. As mãos dela desceram pelas minhas costas e me arranharam levemente, entrando na minha sunga e acariciando minha bunda.

Desamarrei o sutiã do biquíni dela e caí de boca naqueles seios fartos. Sônia gemia de um jeito delicioso. Virei a coroa de costas pra mim e esfreguei meu pau na bunda dela, que agora estava toda empinada, olhando para mim. Fui descendo e lambendo cada centímetro de pele até chegar naquele traseiro. Dava para ver os pelinhos dela se arrepiarem com o contato da minha língua. Afastei biquíni e pude me deslumbrar com uma boceta molhada, pronta para receber minha pica. Comecei a chupar, a lamber, a explorar a buceta com a boca, atiçando o grelinho e metendo a língua lá dentro.

Meu rosto estava bem no meio daquele rabo, que eu abria com as mãos e deixava todo arregaçado. Lambi ao redor do cuzinho e ela gemeu como louca. Aumentei o prazer que a safada sentia ao meter dois dedos na buceta dela. Eles saíram bem melados, denunciando que meus carinhos estavam agradando. Sônia então se ajoelhou e passou a beijar minha barriga, deslizando as mãos pelas minhas costas até apertar minha bunda. Ela abocanhou meu pau por cima da sunga e ficou fazendo uma massagem gostosa. Com a língua foi deslizando pela minha virilha, me torturando enquanto beijava minhas coxas.

Finalmente ela abaixou minha sunga e liberou meu cacete, que logo foi coberto por lábios sedentos. Sônia colocava toda a pica na boca e depois esfregava nas bochechas, ficando com o rosto todo lambuzado. Ela deixou meu pau completamente babado, um tesão. Aí me chupou por um bom tempo e se sentou na mesa. A gostosa abriu as pernas e me chamou: - Você está me deixando louca... acaba de vez comigo! Puxei a gata para perto, fazendo com que ela deitasse na mesa como um frango assado pronto pra ser comido. Rocei a cabeça da pica entre os lábios vaginais e encostei na entradinha.

Aos poucos fui metendo e abrindo espaço naquela carne úmida. Enfiei até sentir meu saco roçando no rabinho dela. Comecei os movimentos de vai e vem fazendo a coroa gemer sem parar: - Seu puto gostoso, safado, tarado! Aquilo me incentivou e passei a meter com mais e mais força. Os seios dela subiam e desciam no ritmo das estocadas. Esta posição fazia a penetração ser bem profunda. Eu estava com o pau super duro e me controlando para não gozar. Sônia subiu na mesa e ficou de quatro. Segurei o quadril dela e pincelei meu pau no rego. Imagine a minha surpresa quando ela começou a falar: - Aí! Mete aí, quero que você coma o meu cu!

Não acreditei que a mãe da minha amiga adorava levar no cuzinho. Tentei penetrar, mas foi difícil, pois não passava nem a cabecinha. Passei a língua, deixei o rabinho dela todo babado e fui forçando a entrada. Sônia já estava gritando com o meu pau todo dentro. Fui metendo com vontade enquanto a coroa urrava de prazer. Ela começou a tremer e a gemer mais alto num gozo fenomenal, metendo os dedos na buceta para aumentar o prazer. Passeia a bombar mais rápido, entrando e saindo dentro daquele cu gostoso. Não agüentei mais e gozei dentro do rabo da mãe da minha amiga. Como eu jorrei porra!

Meu leite escorria entre as pernas da safada até chegar na buceta. Com os dedos ela pegou um pouco de esperma e lambeu tudo. Ficamos nessa sacanagem gostosa por um tempo. Esfreguei o pau melado até espalhar bem meu gozo na bundinha redonda. Logo meu pau já estava duro, pronto para gozar novamente. Ela percebeu que eu queria mais e foi a minha vez de deitar na mesa. Fiquei com a vara em riste, pronta pra ser engolida. Ela veio abaixando a bunda até tocar a boceta na cabeça do meu pau. Com uma mão agarrou minha pica e com a outra abriu os lábios da xota.

Fui entrando enquanto olhava aquela escultura que subia e descia sem parar. Podia ver meu pau sumindo dentro dela. Sônia fodia muito gostoso, esfolando meu pau com sua xoxota apertadinha. Reclinei meu corpo e encostei o tórax em suas costas. Mudamos de posição e passei a mamar naqueles peitos. Chupei e mordi os mamilos bem de leve, deixando a gata toda arrepiada. Nossos corpos suavam. E assim, com a boca nos peitões e a gostosa cavalgando em mim, gozei mais uma vez. Minha porra escorreu e acabou melando meu saco.

Nos beijamos e caímos deitados na mesa, abraçados. Nossos corpos estavam saciados pela loucura que aprontamos. Combinamos que seríamos discreto para ninguém desconfiar e selamos nossa cumplicidade. Peguei mais duas cervejas, entramos na ducha pra tirar o suor do corpo e pulamos pelados na piscina. Renata chegou bem depois e não percebeu nada. Só tirou um sarrinho de mim pois eu estava lerdo “por causa do álcool”. Ela nem sabia que o motivo da destruição era a foda alucinante que experimentei com sua mamãezinha...

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