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Professor de línguas estrangeiras
Autor: B.braz
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7.2

Oi! Eu sou a Binty, tenho 34 anos, sou morena clara, tenho cabelos avermelhados, boca carnuda, seios fartos, coxas grossas e um bumbum redondinho. Faço o tipo gostosona. Hoje vou contar uma aventura que marcou a minha vida. Sempre fui muito ativa, então apesar de ter um emprego, costumo estudar assuntos de outras áreas, sempre voltada para o bem-estar humano. No fim do ano passado aproveitei as férias para fazer um curso de massagem, incentivada pela minha amiga Janaína, que organizou o evento.

Como sou muito alegre e comunicativa, logo me enturmei com todos. Éramos oito alunos, sendo apenas dois homens: o Omar, um moreno claro de 36 anos e o Leandro, um negro alto de 38 anos, ambos estudantes de Educação Física. Passada a primeira etapa do curso, não víamos a hora de voltar a nos reunir e concluir as aulas. Quando a segunda etapa começou, fizemos nossa prece inicial, mentalizações, cantamos mantras, aprendemos mais um pouco da massagem e almoçamos por lá mesmo.

Após o almoço ficamos conversando e resolvi cumprimentar os rapazes, pois quando cheguei a aula já tinha começado. Quando fui abraçar o Leandro, ele me repeliu com palavras, dizendo para eu não chegar perto. Levei um susto, arregalei os olhos e perguntei o motivo. - É que você pega fogo!, ele respondeu. Ai... na mesma hora fiquei em chamas. Imagine aquele negro delicioso me desejando? Era um sonho e ao mesmo tempo um pesadelo! Afinal, estávamos atados ao curso, mas eu não sabia nada sobre a vida pessoal dele.

Só que comentários sempre acontecem e uma colega falou que ele tinha uma namorada muito bonita. Quem disse que eu estava interessada em saber? Já tinha caído em tentação e não tinha mais escapatória. Aliás, essa aura de “coisa proibida” não aplacava nossos desejos, ouso dizer que nos deixava mais acesos! A partir deste momento meu curso virou um inferno, pois era um tesão recíproco sem que pudéssemos extravasar. Ele começou a me chamar mais vezes para fazer dupla nos exercícios, com a desculpa de que ele estava realmente precisando de massagem.

Quando faço massagem fico altamente concentrada, mas com ele isso não acontecia. Leandro olhava para os lados para ter certeza de que ninguém estava nos vendo e me apertava mais perto da virilha, ao lado dos meus seios e em todos os lugares que podiam me provocar. Isso sempre com uma cara de desejo que me enlouquecia. Eu estava sendo descaradamente desejada por um homem que eu também desejava, o que fazia o meu tesão ser maior ainda. Apesar de ser muito sexual, não estou acostumada a esse tipo de investidas.

Passei a chegar em casa tensa, exausta, com dor no baixo ventre de tanto tesão acumulado. Antes de dormir me acabava de tanto me masturbar, pensando naquele homem delicioso, de lábios carnudos. E no dia seguinte começava tudo de novo. No final do curso tentei evitá-lo um pouco, pois não agüentava mais essa tensão. A aula final foi descontraída, pois teve a nossa despedida. Todos nós trocamos números de telefones e e-mails, mas quando pedi o dele fui surpreendida: - Você jura que vai me ligar?

Eu quase desmaiei, mas consegui me conter: - Claro! Vamos marcar de reunir a turma de novo para não perdermos o contato. Bom, o almoço terminou, nos despedimos e cada um seguiu seu rumo. Passados alguns dias, liguei para vários colegas para desejar um feliz Natal e liguei também para o Leandro. Combinamos que eu lhe faria uma massagem. Coloquei uma bermuda de lycra, uma blusinha e fiquei esperando por ele. Leandro chegou e fomos até o meu quarto, onde improvisei um colchão no chão.

Estava um calor insuportável, ele tirou a camisa e eu liguei o ventilador. Comecei a massagem pelos pés do meu delicioso homem e passamos a conversar “inocentemente”. Eu fugia dos olhares dele e ao mesmo tempo fazia a massagem com todo o espírito da coisa. A conversa foi esquentando e pela primeira vez que falamos explicitamente sobre nossos desejos. Leandro passou aqueles braços musculosos em volta da minha cintura e começou a me beijar. Correspondi aos beijos e acariciei aquele peitoral que tanto me fez sonhar.

Ele me acariciava e beijava por onde passava, sem frescura, decidido como um homem que conhece a mulher que tem nos braços. Leandro tirou minha blusa, meu sutiã, pegou os meus seios e os beijou, apalpando cada centímetro. Eu estava deliciada e me deixei ser tocada, pois há muito esperava por isso. Então ele chegou no meu clitóris, olhou com tesão para mim e se afundou entre as minhas pernas, me chupando, lambendo e me deixando louca de prazer. Tentei acariciá-lo, mas ele levantou minhas pernas lá no alto e continuou a me chupar. Eu estava completamente dominada.

Leandro me chupava de leve, de repente com mais força, aí passava a barba pela minha buceta e me penetrava com os dedos. Ele meteu dois dedos e começou um vai-e-vem maravilhoso. Com a outra mão segurava o meu bumbum, acariciando meu cuzinho e dando voltas nele, me fazendo ter vontade de ser possuída por todos os lados. Passei a gemer intensamente e ele percebeu que eu ia gozar. Leandro intensificou as carícias e comecei a ter um orgasmo atrás do outro. Não agüentava mais e o joguei no colchão.

Tirei o calção dele, beijei sua boca, acariciei seus braços e fui descendo até chegar no pau. Passei a língua de leve pela cabeça, molhei a pica toda com a minha boca e comecei a chupá-lo. Segurei o saco e o engoli inteiro. Enfiei o pau bem fundo da garganta e percebi que ele estava gemendo muito de prazer. Só que Leandro não me deixou ficar ali por muito tempo e me jogou no colchão. Ele colocou meus és sobre seus ombro e me penetrou com força. Nossos gostos e corpos estavam misturados num só.

A cada estocada eu gemia mais e mais, pois era muito tesão reprimido. Gozei de novo e já estava sem forças. Ele tirou o pau de dentro e gozou na minha barriga, caindo exausto ao meu lado. Descansamos um pouco, conversamos mais um tanto e quando me dei conta Leandro estava me chupando mais uma vez. Fizemos outro sexo selvagem após e gozei loucamente de novo. Rimos muito da nossa travessura matutina, nos recompusemos e voltamos à nossa vida normal. Era como se nada tivesse acontecido.

Entre as minhas amigas ele ficou conhecido como o “professor de línguas estrangeiras”, rs. Desejei que todas elas tivessem a chance de conhecer um homem com tanta habilidade oral, algo difícil de encontrar. Depois disso demorou um pouco até conseguirmos repetir nossa aventura, mas essa história fica para uma outra oportunidade. Um beijo gostoso e foi um prazer escrever para vocês!

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