Hetero Orgias Lesbicas Fetiche BSDM
Melhores contos Envie o seu conto
Buscar
Conto

Título

Autor

Palavra-chave
Ok


Programando um swing – parte 2
Autor: Esposinha dedicada
Tamanho do texto: DiminuirAumentar

8.9

Então, queridos... aconteceu! Cumpri o que prometi para o Marcelo, meu maridão, e me preparei para o swing tão aguardado. Claro que pintou a maior dúvida, o maior medão de tudo dar errado e do ciúme - de ambos os lados – acabar com a brincadeira. Então fui num salão de beleza que tem uma depiladora fantástica. Ela sempre apara os meus pelinhos da virilha e faz um topetinho na xoxota que fica uma graça. Mas como eu queria algo diferente, perguntei o que ela sugeria: - Homem adora boceta careca. Todas as mulheres que deixei carequinhas me disseram que o parceiro pirou de tanto tesão!

Convencida, depilei tudo. A xoxota, o monte de Vênus e até o último pelinho do cuzinho. Era para ficar parecendo uma inocente bocetinha, bonita, lisinha e super-sensível. Antecipei meu prazer imaginando como seria ter uma língua passeando nos meus grandes lábios, pequenos lábios e no grelinho... que coisa louca! Fiquei o dia todo molhada de tesão. Ia ser duro suportar até sábado. Para continuar a história, vou falar da Clara, minha vizinha e amiga. Ela é uma morena pequenininha, tipo mignon, com peitinhos pequenos, coxas grossas e uma bunda ótima.

Clara é meio gordinha, mas muito gostosa. O marido dela, Rubinho, também é um moreno gato, alto e muito simpático. Eles são motivo de fantasia nas nossas transas. Marcelo até já me disse que com o Rubinho eu posso meter à vontade, desde que Clara também participe. Só que a situação sempre ficou nisso, pois nunca falamos nem demonstramos para eles o tesão que sentimos.

Na quinta-feira à tarde, sozinha em casa e com muito calor, fui tomar um banho. Ainda estava meio ensaboada quando a campainha começou a tocar. Era alguém do prédio, pois de fosse de fora o porteiro teria interfonado antes. Não atendi na hora e a pessoa continuou tocando insistentemente. Me enrolei na toalha e fui até o olho mágico. Era a Clara. Abri a porta, ela entrou e ficou meio sem graça por ter interrompido meu banho. Pediu desculpas e disse que voltava depois, mas insisti para ela entrar, afinal já tinha mesmo saído do banheiro e ia apenas me enxugar.

Chamei minha amiga para o quarto e continuei me enxugando. Ela se sentou na minha cama e ficou me olhando. Quando passei a toalha nas pernas, meus seios ficaram nus, com os biquinhos duros e apontando para cima. Notei os olhos da Clara grudados neles, olhando fixamente. Achei natural, pois uma mulher sempre olha os seios da outra quando tem a oportunidade - mas isso me excitou um pouquinho. Enxuguei a bunda e aí ficou visível que minha bocetinha estava depilada.

Os lábios gordinhos, a perfeita rachinha no meio das pernas e o grelinho aparecendo na parte de cima fizeram Clara grudar os olhos em mim. Notei que ela ficou alterada, seus olhos não desviavam e a boca permanecia entreaberta. Então ela falou bem baixinho: - Noooossa.... como você fica linda assim depilada! Ao ouvir o elogio, perguntei: - Gostou?, e me mostrei ainda mais. Gente, eu não sabia o que estava acontecendo. Meu tesão estava a mil e eu só pensava em seduzir a minha amiga. Queria muito ter aquela mulher me chupando.

Me virei de costas para ela, abaixei bem o corpo e mostrei meu cuzinho. Clara chegou mais perto, passou a mão na minha bunda e disse: - Que linda que você é. Essa foi a deixa. Na hora não me agüentei e perguntei se ela não queria que eu a depilasse todinha. Toda dengosa, minha amiga perguntou: - Ah... mas não vai dar muito trabalho? Sorrindo, respondi que ia ser um prazer: - Tire a roupa, deite-se na cama que eu já volto. Vou pegar os acessórios no banheiro.

Quando voltei com os apetrechos na mão, Clara estava deitada atravessada na cama, usando apenas uma blusinha. Deliciosamente nua. Eu também estava toda nua. Apanhei uma calcinha minúscula no armário e vesti. Como fazia calor, aproveitei para ficar sem blusa. Minha amiga estava completamente hipnotizada pelos meus seios. Pedi a Clarinha para abrir as pernas e me sentei no meio. Com a tesourinha fui aparando os pelinhos maiores, ajudando com a outra mão. Algumas vezes ‘acidentalmente’, deixava meu dedo escorregar no grelinho dela, outras vezes escorregava para dentro da rachinha.

Percebi que meu dedo voltou molhado e que Clara fechou os olhos, gemendo bem baixinho. Demorei uns 15 minutos ali, nesse trabalho insano, enquanto minha amiga ronronava como uma gata no cio. Quando terminei, perguntei: - Clarinha, no cuzinho também, não é? Ela abriu os olhos e sem falar nada ficou de costas na cama, com o rabinho para cima: - Abre as pernas e empina a bundinha para ficar mais fácil!, completei. Imediatamente percebi por que ela se chamava Clara. Tinha um cuzinho lindo e todo cor-de-rosa...

Ela estava tão excitada que escorria um mel da bocetinha. Quando terminei não havia mais nenhum pelinho na área de lazer. Tudo lisinho, muito lindo. Falei que havia acabado, mas ela não se moveu. Ficou na mesma posição, pernas ligeiramente entreabertas, bundinha separada e boceta piscando de tesão. Não resisti e resolvi atacar: - Vamos ver se ficou gostoso. E então recebi a melhor resposta do mundo: - Vamos sim... Foi a senha de liberação! Enfiei o rosto entra as pernas da minha amiga e beijei aquela boceta linda como se beija uma boca.

Dei um chupão fantástico e ouvi Clara gemendo. Continuei chupando e ela rapidamente pediu: - Me fode, me come, me faz gozar que eu não agüento mais! A gostosa tirou a blusinha e seus peitos pularam para fora. Clara tinha auréolas grandes e rosadas, bicos duros e uma marquinha de biquíni fantástica! Tirei minha calcinha e começamos a nos beijar, roçando nossas línguas com muito tesão. Sentia as mãos dela percorrerem meu corpo, subindo pelas costas, descendo pela bunda... Deitamos na cama e nos posicionamos para um delicioso 69.

Era nossa primeira vez transando com outra mulher, mas fizemos tudo como se fôssemos veteranas. Afastei os grandes lábios da boceta dela e enfiei a língua lá dentro. Clara fez o mesmo comigo. Senti a ponta da língua acariciar meu grelinho e quase fui à loucura. Então senti dois dedos penetrarem minha bucetinha, enquanto outro dedo entrava devagar, mas decididamente, no meu cuzinho. Fiz o mesmo com ela, e aumentamos a velocidade dos movimentos como se tivéssemos combinado. O prazer foi aumentando, aumentando e começamos a gozar gritando.

Foi um orgasmo longo, elétrico e nossas pernas ficaram bambas. A vista turvou, a cabeça girou... nossa! Continuamos deitadas e passamos a nos beijar muito. Minha amiga pediu para mamar meus seios e fiz o mesmo com ela. Clara abriu minhas pernas, me fez ficar na posição de frango assado, com a boceta toda aberta, e começou a esfregar os bicos dos seios no meu grelo. Gozei de novo. Resolvi fazer o mesmo com ela, que também gozou. Entre gemidos escandalosos, Clara confessou que nunca havia gozado assim.

Nos beijamos e minha amiga fez questão de dizer que eu ia ter que meter sempre com ela, porque eu era deliciosa... E assim nós duas ficamos nos curtindo, chupando os seios uma da outra por não sei quanto tempo. Quando já estávamos relaxadas, Clara levantou e disse que precisava ir embora: - Vou meter com meu marido hoje pensando em você. Faça a mesma coisa comigo. À noite aconteceu uma verdadeira orgia, mas cada uma em sua cama. Nossos maridos não entenderam de onde tiramos tanto tesão... E o swing? Aconteceu sim, mas isso é outra história.

Imprimir
Comentários
Dê sua nota
Ok




© 2009 Sexy Hot. Todos os direitos reservados.