Autor: Bárbara
8.4
O movimento é pequeno e permite que nós tenhamos um pouco de privacidade - além do perigo, ingrediente indispensável para um romance secreto. Logo que nos encontramos ele começa a me beijar lentamente, de um jeito muito sensual. Suas mãos brincam com os bicos dos meus seios, que já estão duros de tanto tesão. Me encosto e sinto seu pau duro latejar. Esfrego a boceta sobre o volume da sua calça e fico ainda mais excitada. Quero que você me coma aqui mesmo, já não me importo com o risco de alguém aparecer.
Continuamos nos beijando loucamente e ele levanta o meu vestido, afastando minha calcinha para o lado. Sinto seus dedos invadirem minha xoxota melada, abrindo passagem por dentro de mim. Quase gozo. Está difícil controlar. Ele me empurra contra a parede com força e enfia os dedos bem fundo. Quero sentir o gosto de seu cacete na minha boca. Ajoelho no chão, abro o zíper da sua calça, seguro o seu pau e o coloco inteiro na boca. Engulo cada centímetro até sentir a pica arregaçar minha garganta. Você geme descontrolado.
O barulho de alguém subindo as escadas nos faz voltar à realidade. Me arrumo rapidamente mas deixo a calcinha no seu bolso, como lembrança. Ao longo do dia desfilo várias vezes em frente à sua sala. Você sabe que eu não estou vestindo nada por baixo da roupa e coloca a mão no bolso, pegando a calcinha que está com o meu cheiro. Olho para você e vejo um sorriso em seu rosto. Você cheira a minha calcinha e a guarda no bolso discretamente. O dia de trabalho já estava no fim.
Alguns funcionários começaram a deixar os escritório. Não combinamos nada, mas cada um continua concentrado no trabalho. Quando a última pessoa se despede, o telefone da minha sala toca. Você me pede para trancar a porta principal da empresa e me manda caminhar até a sala de reuniões. Meu coração dispara. Há muito tempo não ficamos sozinhos e eu morro de saudade dos seus beijos. Finjo que não entendi o convite implícito na ordem e vou encontrá-lo com um bloco de anotações nas mãos.
Você me olha fixamente e me pede para tirar toda a roupa. Não digo mais nada e me posiciono em frente à sua cadeira. Começo a me despir enquanto você acompanha cada movimento. Fico nua, apenas com os sapatos de salto. Você estende a mão até minha xoxota e começa a acariciá-la. Protesto e você me cala com um beijo agressivo, punitivo. Fico quieta e você levanta a minha perna. Sinto um arrepio delicioso. Esse é um jogo perigoso, pois alguém pode voltar no escritório e me pegar nua.
Sempre me orgulhei por ser profissional ao extremo e essa situação é inusitada para mim. Você me olha nos olhos e enfia dois dedos na minha bocetinha, que já está molhada. Dou um gemido em resposta e começo a rebolar na sua mão. Você passa a língua nos meus seios e depois chupa cada mamilo vorazmente. Não agüento o tesão e passo a me masturbar em pé, na sua frente. O movimento dos seus dedos dentro de mim são cada vez mais profundos e o orgasmo vai chegando em ondas deliciosas.
Grito que vou gozar e você continuou me chupando, mordendo e dando tapinhas no meu bumbum. A essa altura já estou falando um monte de sacanagens. Você percebe que começo a estremecer e minha bocetinha contrai, apertando seus dedos. Você me deita sobre a mesa e cai de boca na minha xoxota. Minhas pernas estão completamente abertas, trêmulas e fico ligeiramente constrangida com a posição. Você fica na minha frente e diz que só vai brincar um pouquinho.
Abre o zíper da calça e me mostra esse pau lindo, grosso e muito duro. Começo a esfregá-lo em mim, mas sem introduzi-lo. Imploro para ser fodida com força, mas você continua a brincar, colocando a cabecinha e tirando em seguida, enquanto fala que eu sou sua putinha. Então fico de quatro e empino o bumbum na sua frente. Com uma só estocada você mete o cacete bem fundo, enquanto segura meu quadril e me abre ainda mais para a penetração. Apesar de estar bem molhada, sinto uma dor enorme.
Não estou acostumada com uma pica tão grande e começo a me mover lentamente, para ver se me acostumo. Sinto seu pau me abrir inteira, entrando e saindo sem dó. Peço para você colocar tudo, para me arrombar, quero ficar arregaçada. Você me obedece prontamente. Logo chego a outro orgasmo, murmurando obscenidades. Você sai de dentro de mim e diz que nossa brincadeirinha acabou, me dispensando sem explicações. Olho para o volume do seu pau e começo a massageá-lo gentilmente.
Peço que me deixe chupá-lo só um pouquinho. Você assente e segura minha cabeça, levando-a até a sua pica. Uso todo o meu conhecimento em boquete para fazê-lo gozar. Passo a língua lentamente por toda a extensão do seu pau e brinco com a cabecinha até você ficar impaciente. Então coloco tudo na boca, até o talo, enquanto minha língua continua a se mover de um lado para o outro. Você me segura pelos cabelos e empurra sua pica fundo na minha garganta. Estou adorando ser dominada dessa maneira, por isso toco seus testículos e passo a língua no meio deles.
Você suspira e diz que eu sou muito sacana, que estou te levando à loucura. Volto a chupar sua vara, sugando, lambendo e me movimentando até sentir o leite quente e amargo escorrer pela minha boca. Engulo tudo e passo a língua nas últimas gotas de sêmen que estão no meu rosto. Pego minhas coisas e me visto em outra sala, enquanto você se recupera. Pergunto se estou liberada e você diz que por hoje sim, mas que me quer sempre à disposição para quando precisar.