Autor: Paulo
8.1
Cheguei no Brasil e descobri que a Ana tinha ido acompanhar a avó num tratamento fora da cidade. Elas iam passar uma semana por lá. A essa altura eu já estava quase gozando só de vontade de fuder. Visitei a família dela, que me recebeu com muita alegria. No dia seguinte convidei minha cunhada pra ir num barzinho muito movimentado, que fica na beira do rio Araguaia. Quase não consegui disfarçar o tesão que estava sentindo por ela. Chegamos no bar e encontramos alguns amigos. Conversa vai, conversa vem e minha cunhada passou a segurar minha mão.
No meio da conversa virei para falar com ela e sem querer nossas bocas se encontraram. Levamos na esportiva e rimos. Nessa hora começou a rolar um som legal, um rastapé daqueles bem gostosos. Ela me chamou para dançar e aceitei. A música estava muito alta e por isso tínhamos que falar de pertinho no ouvido. Foi aí que nossas bocas se encontraram outra vez. Falei que não luto contra o destino e aproveitei para dar um beijo daqueles nela. Ficamos nos agarrando por um tempo e fomos para o carro.
Minha cunhada estava louca de tesão, completamente descontrolada: - Hoje descubro por que minha irmã te esperou durante um ano... e logo voou no meu zíper. A gata abriu minha calça, tirou minha rola pra fora e foi beijando, chupando minha pica com vontade. Comecei a passar o dedo no grelinho dela e acelerei o carro em direção a um motel. Ela foi me chupando durante todo o caminho, me deixando louco. Mal podia esperar pra enfiar tudo nela sem cerimônia alguma.
Fechamos a porta e comecei a arrancar a roupa da safada, que ficava repetindo que era minha. Coloquei minha cunhada de quatro e mandei ela gemer alto igual a uma puta de verdade. Fui metendo com força de todos os jeitos possíveis, até que ela gozou na minha vara: - Nossa, ninguém nunca me fez gozar assim tão gostoso... Depois de ouvir essa maravilha perguntei se eu ia ganhar algum prêmio pela performance. E não é que a cadelinha respondeu? – Escolhe o que você quiser!, ela disse.
Olhei pra aquele cuzinho e quase gozei na hora. Coloquei a gata de bruços, ajeitei uma almofada embaixo de quadril dela e comecei a meter lentamente. Quando minha cunhada fechou os olhinhos pensei que não fosse agüentar. Meu pau estava mais grosso do que nunca, então cuspi bem naquele buraquinho e mandei um dedo primeiro, para ela relaxar e se acostumar. Fui metendo com calma enquanto a safada gemia. Quando a pica já estava na metade minha cunhada ficou muda. Era o momento mais difícil.
O silêncio tomou conta do quarto e ela falou que estava doendo, mas que queria continuar. Fui metendo mais rápido, enfiando, tirando e rapidamente e encharquei o rabo dela de porra. Depois tomamos banho e fomos embora. Durante a noite mal consegui dormir pensando na foda maravilhosa que tive. Aí fiquei com vontade de comer a minha sogra também, uma coroa enxuta de 40 anos e solteira. Só que eu tinha menos de uma semana para conseguir essa façanha.
Já estava quase desistindo quando minha sogra programou um churrasco para o fim de semana – eram os últimos dias que eu tinha antes da minha gata voltar. A família se reuniu e passamos o dia todo bebendo, numa alegria contagiante. A tarde chegou ao fim e as pessoas foram saindo aos poucos. Estávamos todos bêbados e minha cunhada precisou sair para levar a tia até a casa dela, pois a mulher estava passando mal. Nessa hora o meu pau acordou e passei a olhar de um jeito diferente para a minha coroa preferida.
Fomos para a sala e continuamos bebendo, conversando e rindo. Todas as vezes em que ela se ajeitava no sofá acabava me deixando ver sua calcinha vermelha. Era uma peça minúscula, fininha e enfiada bem no meio da xana. Tirei a camisa e recebi um elogio. A coroa falou que ia tomar um banho e me disse para ficar à vontade. Na volta ela fez questão de passar na minha frente só de toalha. Meu pau tremia de tesão e eu só conseguia pensar naquelas coxas grossas. Falei que também ia tomar um banho, liguei o chuveiro e fiquei pensando numa maneira de comer minha sogra.
Então tive uma idéia e gritei, pedindo ajuda para esquentar a água, pois estava gelada. Lu respondeu que era só abrir a torneira, mas falei que não estava funcionando. Ela apareceu no banheiro com um shortinho que mostrava metade da bunda e com uma blusa sem sutiã. Pensei “é agora ou nunca” e na malícia encostei o peitoral no braço dela. Minha sogra levou um susto e olhou para baixo. Então pôde ver minha pica dura e apontada para ela. Nessa hora grudei minha boca na dela e começamos a nos pegar.
Me ajoelhei e passei a chupar aquela buceta depiladinha, lambendo o grelo até ela estremecer. Passei o dedo no cuzinho dela e pude sentir a coroa ficando arrepiada: - Posso trocar de lugar com você? Estou louca pra engolir o seu cacete. Ela abaixou minha cueca e abocanhou meu pau como se fosse a única pica do mundo. Ela me chupou, lambeu minhas bolas e ficou chupando até eu gozar. Esporrei loucamente na boca da cadelinha, que engoliu tudo e falou que nunca tinha provado um esperma tão gostoso.
Fomos para a cama e ela me deu um chá de buceta. Meu pau já estava duro outra vez e ela começou a cavalgar em mim. Ela sussurrava gostoso enquanto falava sacanagens: - Nossa, que pau grosso! Enche minha bucetona, vai! E fui metendo naquela xota enorme e carnudona, que parecia que ia engolir meu pau. Senti que ela ia gozar. A coroa subia e descia com tanta força que chegava a doer, mas aquilo me levava à loucura. Coloquei ela de quatro e sem avisar meti no rabinho. Era um respeitável cu que arrombei com força, arrancando gritos de tesão.
Eu tirava e enfiava a pica sem pena, até que gozei dentro do buraco dela. Então pensei sozinho “missão cumprida, comi o cu da família toda”. Passamos o resto da noite juntos. Muito sabiamente minha sogra ligou para a filha e disse para ela não voltar da casa da tia pois já era tarde. No dia seguinte vivemos como se nada tivesse acontecido e quando nos cruzávamos, a coroa falava toda sacana: - Vai encarar a velha de novo? Eu só conseguia dar um sorriso...