Hetero Orgias Lesbicas Fetiche BSDM
Melhores contos Envie o seu conto
Buscar
Conto

Título

Autor

Palavra-chave
Ok


Eu, minha esposa e meu amigo
Autor: Fernando
Tamanho do texto: DiminuirAumentar

9.1

Bem, somos casados há 12 anos e temos uma vida muito boa em todos os sentidos. De uns cinco anos pra cá tenho tido a fantasia de ver minha esposa trepando com outro. Em nossas transas sempre imagino que ela está sentada em um cacete enorme ou de quatro. Falamos disso e gozamos muito, mas nunca fomos além. Até que uma noite estávamos transando quando ela perguntou: - Você realmente quer me ver transando com outro? Respondi que sim. Ela me beijou e disse: - Vou realizar a sua fantasia, meu amor. Fiquei com tanto tesão que gozei na hora.

Quando quis saber quem seria essa terceira pessoa, ela desconversou: - Amanhã te falo, vamos dormir agora. Na verdade nem dormi direito. Passei a noite imaginando como seria maravilhoso. No dia seguinte ela preparou um belo café da manhã e disse: - Sabe seu amigo Roberto? Então... é com ele que eu quero. Tudo bem para você? Falei que sim e perguntei a razão da escolha. – É porque ele tem um puta tesão em mim. O Roberto me cantou várias vezes e eu já fiquei com vontade de dar pra ele.

Após ouvir isso o meu pau ficou latejando. Agora era só combinar. Depois de uns dois dias marquei de tomar umas cervejas com ele. No fim do bate-papo fui direto ao assunto e Roberto ficou todo nervoso. Depois topou, me chamando de louco. É claro que ele ia topar! Minha esposa é uma mulher que chama a atenção por onde passa. Ela tem belas curvas e uma bunda absurdamente gostosa, além da cintura fina e dos pezinhos perfeitos. Marcamos dele ir lá em casa sábado à noite para comer uns petiscos e beber muito whisky.

Roberto estava nervoso quando chegou e Claudia também. Só que após alguns copos de whisky tudo se acertou. Falei para eles irem até a sala e ficarem uns dez minutos a sós, pois depois eu os encontraria. Passados 15 minutos fui até lá ver o que estava rolando e acompanhei uma cena super tesuda. Claudia estava só de calcinha e sandálias beijando o Roberto, que ainda estava totalmente vestido. Ele passava as mãos em todo o corpo dela com muito tesão. O beijo era bem melado.

Claudia começou a lamber o rosto dele, se esfregando no meu amigo até sentir a pica dura, pulando para fora da calça (um pau bem maior que o meu). O cacete já estava todo melado e ela começou a tocar uma punheta. Roberto estava alucinado com a minha mulher e eu não conseguia me mexer, com a pica dura na mão. Claudia olhou para mim e disse: - Está gostando, meu corninho? Era isso o que você queria? Em seguida ela começou a chupar aquele cacetão, batendo punheta ao mesmo tempo.

Claudia alternava movimentos lentos e rápidos, completamente deliciada com o meu amigo, aí ficou em pé e tirou a calcinha. Roberto apenas ergueu o pau e mandou ela se aproximar. A safada prontamente atendeu e sentou na pica. Do lugar que eu estava pude ver aquela boceta ser invadida por um pau grosso. Que tesão senti ao observá-la gemendo e trepando com tanta vontade... Nesse momento tirei a roupa e fui até eles. Comecei a lamber aquele pé maravilhoso, macio e branquinho. Os pezinhos dela ficavam balançando no ritmo da trepada, às vezes batendo na minha cara com força.

Então me levantei e tirei o pau do Roberto de dentro da minha mulher. Fiquei em pé atrás dela e comecei a socar. Nossa, como ela estava molhada... Para minha surpresa, Claudia falou: - Fernando, hoje você só vai olhar. Quero que você me veja gozando nesse pau enorme, então fica aí sentado. Minha esposa estava muita vadia, toda disposta em cima daquela vara. Ela virou de ladinho, me chamou e começou a bater punheta para mim. Enquanto isso eu acompanhava o pau enorme entrar e sair daquela boceta raspada.

Claudia estava toda suada, gemendo loucamente e começou a pegar no meu pau com força. Eu estava curvado e fui chegando cada vez mais perto da boceta dela. O pau do Roberto estava muito melado e a boceta praticamente jorrava. O bundão da Claudia também balançava com as socadas, aí não me agüentei e falei bem alto: - Sai daí, Roberto. Vai lá na cadeira que eu vou fodê-la agora! Peguei minha mulher pela cintura e meti a pica toda. Com o dedo comecei a foder o rabo dela sem dó. Roberto não obedeceu e veio até a cama para receber uma chupeta.

Claudia gritava e rebolava muito. Como a cadelinha rebola bem, tirei o pau da boceta e meti no cu de uma só vez (sendo que ela nunca tinha dado o cuzinho). Ela deu um grito e disse: - Seu filho da puta! Agora fode esse cu que eu estou sentindo o maior tesão da minha vida! Minha mulher caiu de boca na jeba do Roberto e eu fiquei socando no rabo. Ela começou a tremer e já não conseguia ficar de quatro pois as pernas estavam bambas. Olhei para o Roberto e mandei ele meter o pau na boceta da vadia para dar apoio.

Claudia tentou recuar: - Vocês estão loucos! Eu não vou agüentar dois cacetes. - Vai sim, meu bem!, respondi cinicamente. Então Roberto começou a meter nela. Minha esposa ficou muda enquanto os dois cassetes entravam e saíam sem parar. Em pouco tempo ela começou a gemer muito alto: - Eu já gozei muitas vezes e não agüento mais... Ah! Ela estava tão molhada que escorria pelas coxas.

Tirei o pau do cu e deitei na cama. Roberto deitou ao meu lado e Claudia começou a bater uma bela punheta para a gente. Ela lambia a minha vara e depois chupava o meu amigo, trocando as lambidas. Então se ajoelhou na cama e continuou com a punheta. Roberto estava delirando de prazer e olhava sem parar para a bunda dela: - Fernando, sua esposa é demais! Como você pode querer dividir isso? Enquanto falávamos Claudia continuava chupando e punhetado o meu amigo.

Ela olhou para ele e riu, aumentando a pressão nos movimentos. Roberto não agüentou e gozou jatos e mais jatos de porra. Depois de se esbaldar, minha esposa virou para mim e disse que agora era a minha vez. Com uma das mãos ela esfregava só a cabeça e com a outra fazia movimentos para cima e para baixo no corpo do cacete, sempre cuspindo na minha pica. Roberto deitou a Claudia de lado e socou a rola novamente de ladinho.

Ela chegou a perder o controle, mas retornou ao ritmo e babou no meu cassete todo. Não consegui mais segurar e gozei como nunca. Minha porra chegou a voar na parede e tomei, literalmente, um banho de porra. Essa foi a foda mais intensa da minha vida. Após esse episódio nunca mais nos aventuramos em nada parecido. Conversamos muito a respeito e chegamos à conclusão de que por enquanto não precisamos repetir a dose para não cair na mesmice.

Imprimir
Comentários
Dê sua nota
Ok




© 2009 Sexy Hot. Todos os direitos reservados.