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Mestre na arte das bucetas
Autor: Luana
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8.4

Meu nome é Luana, tenho 29 anos e moro numa bucólica cidade do interior paulista onde todos se conhecem. Eu tinha terminado um relacionamento de cinco anos com um cara de uma cidade vizinha, que fisicamente era tudo de bom (meu grande sonho de consumo) mas entre quatro paredes ele era um desastre, um dos piores caras com quem já transei. Ele era egoísta e não fazia muitas coisas para me agradar. Também gozava rápido demais e dizia que era porque não conseguia se controlar diante da minha gostosura.

Eu sou a típica mulher que não pode ficar sozinha, senão acabo me pervertendo, bebendo e me vulgarizando, ficando falada pois chamo muito a atenção das pessoas. Bem, logo que o meu relacionamento acabou comecei a sair com o Beto. Lá pela terceira ou quarta vez em que nos encontramos resolvi transar com ele, afinal, já não estava agüentando mais de tesão. E que surpresa boa eu tive... Beto era fantástico na cama, uma verdadeira delícia! Só que ele morava em São Paulo, então nos víamos apenas nos finais de semana.

Depois de uma semana inteira sem pica, quando nos encontrávamos era uma meteção total. A gente só pensava em transar e ele me comia em todos os lugares da casa. Mas domingo à noite Beto tinha que partir. O problema é que eu ficava incendiada, pois –quando a gente começa a transar não pára. Quanto mais eu dava, mais eu queria dar. Então num domingo, quando ele foi embora, combinei de sair com algumas amigas. Era dia de pagode num barzinho que sempre estava cheio. Eu havia trepado muito o domingo inteiro e estava com a buceta inchada.

Quando cheguei no lugar vi o Murilo, um cara que conheci criança. Hoje ele está com 22 anos. Eu já sabia de umas histórias sobre ele que me intrigavam muito. Havia boatos de que ele dava cinco sem parar, que gozava e continuava assim mesmo. E isso mexeu muito com a minha imaginação. Além de tudo ele é maravilhoso, o cara mais lindo da cidade, mas também mora em São Paulo e só vem nos finais de semana. Fui até ele e começamos a conversar.

Murilo me contou que estava namorando e que era sério, pois estavam morando juntos. Depois explicou que ela tinha ficado em São Paulo, pois dessa vez ele veio sozinho para ver a família. Durante a conversa ficamos nos olhando, eu pra boca dele e ele para a minha. Depois de uma meia hora de papo a gente começou a falar coisas mais quentes e combinamos de sair. Saí na frente e depois de uns dez minutos ele saiu também. Quando chegou em frente à minha casa ele me telefonou e abri a porta.

Murilo mal ele entrou pelo portão e já começou a me beijar insaciavelmente. Demoramos quase meia hora para subir as escadas, pois estávamos num amasso louco e não conseguíamos parar de nos acariciar. Estava muito bom. Fomos pro quarto e ele me colocou cuidadosamente na cama. Ele tirou a minha blusa, meu sutiã e foi descendo com a boca até chegar nos meus mamilos. Que boca gostosa... Ele chupava os meus peitos de um jeito diferente. Aí tirou minhas botas e minha calça jeans.

Murilo me deixou só de calcinha e não encostou nela. Ele começou a descer aquela boca gostosa dos meus peitos até o umbigo. Enquanto isso roçava o joelho na minha buceta. Eu já estava com as pernas arreganhadas, como se dissesse “Chupe logo a minha buceta!”. Mas ele estava com a maior calma. E assim chegou nos meus pés. O gato começou a beijá-los, chupando cada dedo, lambendo a parte de baixo e subindo devagarinho. Quando chegou nas minhas coxas eu já estava gritando de tesão.

Minha buceta latejava tanto que eu tinha a impressão de que ia explodir. Foi quando ele puxou minha calcinha para o lado e acendeu a luz. Então falou: - Eu gosto de ver. Nem acredito que estou vendo essa buceta que sempre desejei tão de perto. Nunca vou me esquecer disso. Eu sinto muito tesão por essas besteiras que a gente fala durante o sexo. Ele passou a mão pelo meu clitóris e enfiou o dedo na minha buceta, alternando entre os dois. Não precisou molhar nada pois eu já estava ensopada. E gozei muito rápido.

Murilo segurava meu grelinho com o polegar e o dedo indicador, me masturbando como se o clitóris fosse um pau, pra baixo e pra cima. O gostosão passou a me chupar deliciosamente, metendo dois dedos enquanto fazia isso. Então meteu o terceiro dedo e passou a me masturbar com mais força, metendo com vontade. Eu urrava... era uma gritaria só. Tenho vergonha de pensar que algum vizinho pode ter ouvido. Não sei dizer por quanto tempo ficamos nisso. Foi quando ele se afastou um pouco e disse: - Deixa eu ver agora.

O garanhão enfiou os dedos na minha buceta e a abriu como se estivesse me examinando. Ele ficou olhando por alguns segundos e falou: - Nossa, eu tenho muita tara em ver buceta, ainda mais uma buceta tão linda e rosadinha como a sua. Foi aí que comecei a provocá-lo mais. Então abri as pernas e comecei a me masturbar. Fiquei com a buceta praticamente na cara dele. E Murilo não tinha olhos para mais nada. Depois de me chupar mais e me dedar bastante, finalmente começamos a brincadeira.

Murilo me pegou pelo quadril e esfregou minha buceta na cara dele, metendo o nariz dentro de mim. Bastou isso para eu gozar. Ele metia os dedos na minha xana e depois chupava cada um deles, saboreando o que vinha das minhas entranhas como se fosse o alimento mais gostoso do mundo. Foi quando o interrompi e fui “direto ao assunto”. Arranquei a calça dele e fiquei com uma vontade inexplicável de chupar aquela pica. Fiz questão de tentar dar a ele o mesmo tesão que ela havia me dado.

Chupei, chupei e chupei com uma vontade incrível. Fiquei só na cabecinha e depois meti a pica toda na boca. Na verdade engoli o que deu, pois esse foi o maior caralho que já vi na minha vida, tipo esses de filme pornô. Não consegui acreditar no que estava na minha frente. Murilo me puxou pelas pernas para fazer um 69. Eu estava com a buceta dolorida e já não sabia se ia agüentar aquela pica. Nessa hora vi que ele estava com uma máquina fotográfica, tirando fotos da minha buceta. Puta que o pariu!

Como é que um cara sabia mexer tanto assim com a cabeça de uma mulher? Como conseguia fazer coisas tão estimulantes? Aquilo foi o maior afrodisíaco que tive. Não sei nem se estava conseguindo chupar aquela pica direito de tanto tesão que sentia. Ele continuava tirando fotos. De repente senti um jato quente na minha garganta. Engoli tudinho com muito prazer e Murilo nem viu a cor daquele sêmen. Aí ele me virou e começou a me comer de quatro. Que delícia...

Eu gemia, gritava e me contorcia toda enquanto aquela pica gigante me arregaçava: - Seu pau é muito grande! Chega a doer... Mas a verdade é que era muito bom sentir o pau entrando lá fundo, me deixando completamente arrombada. Murilo meteu com vontade durante muito, muito tempo, até eu pedir pelo amor de deus para ele parar. Já não conseguia mais andar e minhas pernas doíam muito. E o cara não parava nunca. Eu estava sem forças, jogada na cama e ele ali, metendo como se não estivéssemos fazendo isso há horas.

Finalmente Murilo gozou e eu pude descansar. Caí no sono em seguida, mas às 5h da manhã ele me acordou querendo mais. Não acreditei quando o pau entrou em mim, pois achava que nunca mais ia conseguir foder na vida. Isso aconteceu há uns seis meses. Hoje eu estou namorando sério com um outro cara, mas nunca vou conseguir esquecer o Murilo. Ele é mestre na arte das bucetas...

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