Autor: Karlia
8.6
Nas férias do mês de julho, minha mãe me forçou a participar de um acampamento, onde conheceria e faria vários amigos. Não queria ir, deveria ser uma chatice, com mauricinhos e patricinhas xaropes, mas a insistência foi tanto que aceitei. Uma semana no meio do mato, que graça tem isso?
Chegou a segunda-feira e logo cedo partimos num ônibus de turismo, chegando lá fomos apresentados ao monitor, um rapaz de uns 20 anos, alto, forte, muito bonito que logo arrancou suspiros das meninas. Éramos em 15 meninas e 15 meninos, armamos as barracas e ficamos em grupo de 2 em cada barraca, fiquei com uma patricinha idiota, cheia de querer, magrinha, nem corpo formado tinha, uma chatinha.
Durante o dia fizemos várias coisas, gincanas, competições, etc. Chegando à noite, ouvimos música, dançamos e aí veio a ordem para nos recolhermos nas barracas. Entrei em meu saco de dormir, não conseguia dormir, ouvia trovões e relâmpagos, com certeza choveria à noite, comecei a ficar com medo.
Daqui a uma hora mais ou menos e começou uma chuvinha fina, vagarosa, foi aí que percebi alguém entrar na barraca, era um menino que abraçou aquela patricinha boba e começaram a se despir. Não queria presenciar aquilo, sai, e procurei algum lugar pra me abrigar, foi quando percebi o monitor colocando um lampião, pois a chuva apagaria a fogueira. Ele veio a meu encontro e perguntou-me o que fazia ali, não querendo delatar aquela bestinha da minha barraca, disse-lhe que estava com medo. Ele pegou seu longo casaco, me cobriu, e me levou até sua barraca e disse para ficar lá, me tranqüilizou dizendo que não precisaria ter medo, ele me protegeria e que teria respeito por mim.
Deitamos ali, um próximo do outro, sentia a quentura de seu corpo forte, comecei a me excitar com aquilo, e sem eu querer o destino me ajudou, de repente ouve um relâmpago e um trovão forte, virei e abracei ele com medo e comecei a chorar. O monitor me apertou contra seu corpo com força e pediu calma. Nossos rostos estavam próximos, nossas bocas a poucos centímetros, e não agüentei colei minha boca na dele e beijei. Aos poucos o gato se entregou, e colou sua boca a minha, sentia sua língua em minha boca, uma delicia!!!
Minha bucetinha doía e latejava de tesão, estava encharcada a safadinha da xaninha, meu coração pulsava nela. Senti que ele estava excitado, pois senti o volume de seu pau querendo arrebentar sua bermuda encostando em minha perna. Eu estava louca de excitação, ele beijou meu pescocinho e tirou minha blusinha, meus peitinhos saltaram para fora, ele muito carinhosamente começou a mamar, desceu sua mão grande e forte e retirou meu shortinho-doll, estava sem calcinha, começou a alisar minha bucetinha que estava molhadinha, enfiou a pontinha do dedo e começou a me masturbar, que delicia, eu gemia alto sem medo de alguém ouvir, pois a chuva aumentara.
Ele começou, então, a descer sua língua em minha barriga, meu umbigo e minha bucetinha, enfiava a língua em minha xana, lambia e chupava. Parecia mestre nisso. Estava sentindo um tesão enorme, ele sentindo minha excitação, molhou o dedo menor e mais fino em minha bucetinha, apontou para meu cuzinho virgem e começou a enfiar vagarosamente, foi deslizando e, em pouco, meu cú abocanhou aquele dedo gostoso. Sentia ele mexer lá dentro, não agüentei mais, meus olhinhos viraram e gozei por dois minutos sem parar, enchi a boca daquele monitor tesudo com meu melzinho. Ele chupou tudo e beijou meu cú aberto.
Ai, de repente, voltou-se até mim e me beijou e disse para dormirmos que as coisas já tinham ido longe demais. Para mim não, queria fazer aquele gato sentir prazer também, tirei sua camiseta. Era forte, seu tórax era musculoso, mordisquei os bicos de sua teta e causei arrepios, ele me chamou de safadinha. Fiz o mesmo caminho que ele, fui beijando sua barriga sarada, musculosa, e tirei sua bermuda, seu pau saltou para fora batendo em meu rosto.
Um pau duro, grosso e comprido. Era enorme aquela pica, não medi, mas deveria ter uns 25cm. Arregacei a glande de seu pau, era uma cabeçona grossa, vermelha, bem mais grossa que seu pau, abri o máximo a boca e abocanhei, fui até a metade e voltei, pois encostara em minha garganta, comecei a mamar e chupar e passava minha língua em toda base daquela tora, não demorou muito senti sua respiração aumentar e jatos intermináveis de esperma bateram em minha garganta, encheu minha boca, engoli tudo, e sequei seu pau.
Ele estava exausto, deitei sobre ele e beijei-o dizendo que ele era meu tesão, meu homem, foi ai que aconteceu o que não esperava: seu pau voltou a ficar duro e encostou na portinha de minha xaninha, comecei a sentir um friozinho na barriga. Agora beijava-o com mais calor, comecei a rebolar naquela picona que começou a abrir caminho, entrou aquela cabeçona rebentando meu hímen e meu cabaço, não conseguia sentir dor, pois meu tesão superava isso, ele com pequenos movimentos começou a fazer um entra e sai, abri minhas pernas e entrou tudo, senti quando bateu no fundo de minha bucetinha.
Eu em cima dele, ele me abraçou forte com seus braços, e começou a meter forte, meu corpo arrepiou-se e quando senti esguichos de porra quente estourarem em meu útero, tive a melhor sensação de minha vida. Que gostoso! Demos um tempo e voltamos a sacanagem. Disse que eu era só sua, que fizesse o que quisesse comigo. O gostoso desceu e começou a lamber e beijar meu cuzinho. Enfiou um dedo, agora o mais grosso, e começou a lamber minha bucetinha. O fogo acendeu em mim.
Ele abriu o máximo minha perna, meu joelho chegou em meu pescoço, apontou seu pau na entrada de meu ânus e foi metendo. Entrou a cabeçona, dei um gritinho de dor. Ele perguntou se queria que tirasse a picona dali, eu falei que poderia socar tudo de uma vez, pois queria ser toda dele. Seu pau passou por meu cuzinho e foi abrindo caminho, passou por meu esfíncter dilatando-o e chegou ao fundo de meu canal anal.
O gato deitou sobre mim com seu corpo pesado, suado e gostoso. Eu ali com as pernas arreganhadas ao máximo. O safado chegou até minha boca e beijou-me, sua respiração estava esbofada, seu hálito quente e gostoso. Começou então a meter com força e rápido, um entra e sai frenético, não acreditei no que estava acontecendo, comecei a gozar pelo cú, jamais pude imaginar que sentiria prazer pelo meu cuzinho, senti arrepios correrem por minha espinha indo do pescoço até o reguinho de meu cú. Tive o primeiro orgasmo da minha vida! Quando senti seu esperma quente estourar no fundo de meu cú, quase desmaiei de prazer, eram jatos intermináveis.
Dormimos abraçadinhos o resto da noite e antes de amanhecer o gostoso me acordou para que eu voltasse para minha barraca. Aqueles dois babacas estavam lá abraçados e dormindo, estavam tão entusiasmados que nem notaram minha ausência. Não preciso nem dizer que transei o resto da semana, todos os dias no meio do mato, com meu monitor gostosão. Com certeza se todas as mulheres perdessem sua virgindade como perdi a minha seriam mais felizes.