Autor: Titio
8.6
Assim a minha gata viajou enquanto eu e meu compadre ficamos com as duas garotas em casa - no maior respeito, é claro. No dia do reveillon eu estava tomando banho e vi um vulto do lado de fora do box. Percebi que era a amiga da Sônia. Terminei de me arrumar e saí com o Cláudio para comprar champanhe, trufas... essas coisas. Quando voltamos as duas estavam tomando sol. Não demos bola e colocamos a cerveja para gelar. Fizemos umas batidas de maracujá e fomos para a piscina.
Quando chegamos as garotas estavam de topless. Fiquei surpreso, mas disse que aquilo não era novidade para nós, dois marmanjos de 33 anos. Elas saíram da água... e que loucura aquelas tetinhas maravihosas! A situação só melhorou quando as safadas pediram para a gente passar bronzeador. Fizemos esse favor e aproveitamos para puxar papo. Depois de algumas batidas a conversa evoluiu para o lado sexual. Os olhos delas brilhavam com o que contávamos, até que acabou a bebida e o Cláudio se ofereceu para comprar mais vodka.
Antes de sair ele perguntou se a minha enteada não queria acompanhá-lo e ela foi. Mal eles saíram e pedi para Sueli passar protetor solar em mim. Ela atendeu e quando estava passando a mão pela minha coxa viu o meu pau totalmente ereto por baixo da sunga. A garota olhou para mim e disse que era virgem, que nunca tinha visto uma rola na vida. Falei para ela ficar à vontade e Sueli tirou o meu pau para fora. Ela ficou olhando, acariciando com a mão, até que falei: - Beija a minha pica. A menina começou a beijá-la e logo depois já estava chupando bem gulosa a minha vara dura.
Deixei ela chupar um pouco, então dei um beijo bem sacana na ninfeta. Fui passando a mão por aquele corpinho macio, pelo rabo delicioso e chupei as tetinhas dela, descendo até a xaninha intocada. Sueli estava molhadinha, ensopada, já escorrendo pelas coxas. Chupei até a gostosinha quase desmaiar, dizendo que estava com as pernas bambas. Ela olhou com cara de pidona e disse: - Quero sentir sua rola em mim. Mandei a gata virar, pois toda mulher deve perder o cabaço como se fosse uma cadela.
Sueli ficou de costas e aproveitei para chupar sua bucetinha até encharcar de novo. Enfiei um dedo, depois outro e fiz movimentos circulares. Ela gemia gostoso e senti a xotinha apertar os meus dedos num início de orgasmo. Tirei os dedos e coloquei a cabeça da rola na entradinha da buça. Segurei o quadril da garota e meti tudo de uma vez. Ela gritou, gemeu e disse que estava doendo, então comecei a fuder aquele buraquinho lentamente. Meti gostoso por um tempo, fazendo a gata se acostumar com a minha vara e aumentei o ritmo até gozar.
Depois de comer a ninfeta fomos tomar banho. Cláudio e Sônia chegaram em seguida e meu amigo falou que ia dormir, pois estava com a cabeça doendo. Nessa hora veio a segunda surpresa. Sônia virou para mim e disse: - Pô, tio, eu deixo vocês aqui sozinhos e quando volto estão do mesmo jeito? Não rolou nem um beijinho? Então Sueli olhou para a minha enteada, apontando para o meio das pernas e disse: - Rolou sim! As duas finalizaram com um beijo de língua. Aquilo estava ótimo, mas pedi para Sônia não comentar nada com a mãe dela.
A safada concordou, mas antes falou para mim: - Só que isso tem um preço. Então me deu um beijo e foi descendo com a boca até a minha rola. Sônia falou que a amiga tinha me elogiado tanto que queria experimentar, além disso já tinha me visto comendo a mãe dela várias vezes e eu era muito gostoso na cama. Ouvido aquilo me levantei, despi as duas e mandei as ninfetas mamarem a minha rola até eu gozar. Elas atenderam e eu logo estava encharcando aquelas duas boquinhas com muita porra.
Coloquei as vadiazinhas de quatro e fui revezando na buceta de cada uma, metendo com força para elas sentirem minha rola bem fundo. Quando vi que as duas tinham gozado, abri bem a bunda da minha enteada e fui melando o cuzinho dela. Fiz o mesmo com a amiguinha e aproveitei para meter um dedo. Fiz as gatinhas se acostumarem com os meus dedos e passei a meter a pica naqueles buraquinho mínimos, arrancando gritos e gemidos. Enquanto metia a pica numa, usava os dedos na xota da outra, deixando as meninas loucas de tesão.
A vontade de gozar foi aumentando e juntei as duas bundinhas numa visão do paraíso. Bati uma até que esporrei naquelas bundas fantásticas. As gatas ainda deram um beijo de língua enquanto olhavam para mim. Depois da orgia nós nos vestimos e deitamos na rede na varanda. Cláudio acordou, viu a cena e não falou nada. O reveillon esquentou mais ainda quando colocamos o Cláudio na farra, o que acabou proporcionando uma bela DP nas duas, mas isso é outra história. Até hoje como a minha enteadinha sem a mãe dela saber, é claro.