Autor: Roberta
9.0
Desse jeito o gostosão foi me conduzindo de volta à cama, onde estava o Marcelo com sua vara enorme e endurecida. Lembrei que não tinha experimentado aquele monstro e pedi para ele me comer. O garoto era ousado e começou a lamber o meu cuzinho também. Apesar de achar a sensação maravilhosa, coloquei o cacete dele para o lado e disse: - Aí, não! Marcelo obedeceu e continuou a acariciar minha boceta com a língua. Eu não agüentava mais e antes que Alfredo gozasse, quase supliquei para que me fodesse também.
Pedi para ele deitar por cima, para controlar a invasão daquela monstruosidade. Encostei na cabeça daquele pau maravilhoso e fui atolando aquilo dentro de mim, centímetro por centímetro. Era tão grande que, quando acabei de encaixá-lo, me senti totalmente impotente. Alfredo também parecia muito excitado e colocou as mãos na minha cintura, forçando os movimentos lentamente. Apesar de ser comprido em excesso, era delicioso sentir aquela pica rasgando as paredes da minha xotinha.
O garanhão então começou a me puxar com força. Ele não resistiu por muito tempo e esporrou absurdamente na minha boceta esfolada. Era como um anestésico que se espalhava e aliviava a minha dor. Saí de cima do Alfredo e vi o Marcelo com o pau na mão, tocando uma punheta. Ignorei o tesão que aquilo me dava e fui para a sala, determinada a ir embora. Chegando lá dei de cara com o Fernando e outros dois amigos do bar, o César e o João. Aquilo estava fugindo do meu controle. Pedi o meu vestido, que estava com o César, mas eles me fizeram de boba e ficaram jogando minhas roupas uns para os outros.
João, o mais feio de todos, disse: - Dá uma chupadinha aqui e a gente devolve seu vestido. Fiquei puta com isso, mas como todos tinham sido muito gentis até ali, resolvi entrar na brincadeira. Tirei a calça dos três e fiquei maravilhada. César tinha um pau pequeno e João era o mais bem dotado de todos. Comecei então pelo César, que apesar do tamanho era extremamente saboroso. Enquanto lambia a cabeça do cacete dele ouvia um gemido tão gostoso que me fazia ter mais vontade de continuar.
Em seguida tentei colocar o pau do João na boca, mas percebi que se o abocanhasse inteiro ficaria sufocada. Então resolvi bater uma punhetinha para os dois. César entalou sua pica na minha boca, fodendo como se fosse uma boceta. Eu abria um pouquinho para não machucá-lo e me deliciava com o vai-e-vem. Em pouco tempo ele gritou que ia gozar, e aproveitei o momento para realizar o meu maior fetiche: - Quero que vocês todos gozem na minha boca!
Mal abocanhei o pau do César e ele soltou um jato de porra direto na minha garganta. Sem engolir, coloquei a pica do Celso na boca e recebi outro esguicho de esperma. Era muita porra quente que eu tinha que engolir e um monte de esperma ainda escorria pelos cantos da minha boca. João puxou minha cabeça para trás, pôs o pau na entrada da minha boca e disse: - Engole mais, sua piranha. Ele gozou e engoli tudo, saboreando cada gota daquilo que experimentara pela primeira vez um dia antes.
Eu tinha noção de que agora era a piranha desses rapazes e comecei a ficar com medo de que eles abusassem de mim. Até ali tinha feito tudo por tesão, vontade de descobrir as maravilhas do sexo que meus namorados nunca conseguiram me mostrar, mas as coisas já tinham perdido o rumo. João me deu as roupas e me vesti depressa. Me despedi rapidamente e fui saindo, mas Tomás ficou parado na porta e me segurou: - Acho que você quer dar mais umazinha.
Eu olhei para ele, achando que era brincadeira, e respondi: - Não vai dar, minha mãe deve estar preocupada. A gente se esbarra lá no bar. Na verdade eu ainda estava excitadíssima e resolvi beijá-lo. Sua língua era mesmo muito quente, mas eu precisava ir embora. Porém ele não me soltava e passou a apertar minha bunda. Marcelo me segurou pelos braços com muita força e César se aproximou. Ele começou a tirar minha roupa vagarosamente, aproveitando para beijar cada pedacinho do meu corpo. Eu tremia, mas não conseguia controlar o tesão que aquilo me dava.
Finalmente o garoto arrancou minha calcinha e os dois me jogaram no chão. Os rapazes me cercaram e senti um misto de excitação incontrolável e pavor. Alfredo e César se adiantaram e me mandaram pagar um boquete. Segurei o pau do Alfredo, que latejava sem parar, e coloquei todo na boca. César encostou a pica dele no meu rosto e foi esfregando, batendo com o pau na minha cara. Tomás me mandou ficar debruçada em uma poltrona e arrebitar o traseiro. Tremendo, obedeci.
Senti seu caralho encostar no meu rabo. Já estava aterrorizada, rezando para ele não meter no meu cuzinho. Ele baixou o cacete até a entrada da minha boceta e sem avisar enfiou o pau inteiro de uma só vez. Eu urrei de dor. Era uma pica grande eu já estava toda esfolada, completamente ardida. Tomás devia estar muito excitado com aquilo tudo pois estava descontrolado, me arrombando sem piedade. Sua ânsia era tamanha que me deixou excitada também. Quando eu estava começando a me deliciar com seu mastro, ele gozou.
O garoto esporrou tanto que alagou a minha boceta com uma quantidade sem fim de esperma. Percebi que ainda estava louca para dar e pedi: - Quero experimentar cada um de vocês... Todos se apresentaram e escolhi o César, que por ter o menor cacete não me machucaria. Ele se deitou no chão e eu montei naquele pauzinho, cavalgando bem devagar. Os outros avançaram sobre mim e ficaram chupando os meus seios, tentando colocar seus paus na minha boca. Aquilo foi se tornando delicioso, a sensação de ser chupada e fodida ao mesmo tempo era incrível.
César bombeava com vontade em mim, enquanto eu gozava sem parar. Não sabia se estava sendo currada, mas era fantástico. No meio do prazer senti um esguicho no rosto. Era o Celso, que tinha acabado de esporrar. Em seguida o César gozou. Aquele pau pequeno tinha bastante porra e deixou a minha boceta ainda mais melada de leite. Depois disso fiquei pensando no que mais eles fariam comigo, pois já eu devia ter experimentado quase tudo. Alfredo me mandou deitar de bruços no chão e obedeci, esgotada.
Ele foi me beijando nas costas e desceu até a minha bunda: - Olhem essa bundinha redonda e empinada. Todos riram e ele continuou beijando, afastando minhas pernas com uma mão. Senti sua língua no meu cu e disse novamente: - Aí, não! Ele continuou lambendo e respondeu: - Aqui sim. Fechei os olhos e fiquei sentindo a língua quente forçar o meu cuzinho, que devia estar piscando loucamente. Era muito gostoso e comecei a imaginar um cacete pulsando lá dentro. Alfredo encostou um dedo na entradinha e foi forçando, me fazendo gemer.
Ele enfiou o dedo inteiro, mexendo lá dentro e perguntou: - Você quer dar o cuzinho? Não resisti e confessei: - Sim, mas para o César... senão vai me machucar. Alfredo tirou o dedo e num instante senti a cabeça de um pau forçar a entrada. Por instinto fechei as pernas, mas alguém as afastou novamente. Eu ia mesmo perder a virgindade. César encostou a cabeça do caralho e foi forçando com cuidado. Meu rabinho estava bastante dilatado pelas carícias do Alfredo, mas senti uma pequena dor quando o membro começou a entrar.
O pau do César estava quente e latejava dentro do meu cu. Sentia que ia gozar em pouco tempo. Ele começou a meter mais e mais rápido, rompendo minhas pregas e alargando o meu cu. Eu apenas gemia, de olhos fechados, sentindo aquele pau que me invadia. Ele enfiou cada vez mais rápido, me deixando toda arrombada. Não pude suportar e gozei intensamente. César não parava, continuava esfolando meu rabinho impiedosamente. Quando começou a arder muito eu pedi: - Goza no meu cuzinho, me dá sua porra quentinha.
Ele perdeu o controle e passou a estocar com violência. César gritava como um maluco e logo gozou. E eu aproveitei. A sensação daquele líquido viscoso no rabo era alucinante... Quando o garoto tirou o pau do meu cu foi um alívio, mas no fundo eu queria mais. Achei estranho pois continuavam segurando as minhas pernas. Eram o Alfredo e o Fernando. César segurou meus braços com firmeza e senti um calafrio. O cacete do João encostou no meu cuzinho ainda arregaçado.
Comecei a gritar pedindo para eles não fazerem isso, mas ninguém me ouviu. Nem a porra do César ajudou a diminuir os estragos daquela vara anormal. Meu rabo ardia muito e eu não conseguia parar de gritar. A minha sorte foi que o filho da mãe gozou rápido. Assim que ele terminou, saí correndo, peguei minha roupa e fui embora. Com dificuldade consegui me vestir. Fernando foi atrás de mim e me levou para casa. No caminho fiquei pensando no que tinha acontecido, uma aventura louca mas maravilhosa. Estou até pensando em procurá-los de novo.