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Maria Boqueteira 1
Autor: Cristina
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8.6

Não pude evitar de colocar a boca naquele pau. O garoto tinha 18 anos e estava dirigindo o carro do pai enquanto eu batia uma punhetinha. Ele então estacionou e disse: - Me paga um boquete. Relutei, mas seus olhos imploravam. Eu, com 28 anos, 1,72m de altura e bumbum empinado, sabia que era o tesão do cursinho e que todos os rapazes me desejavam. Aquele garoto vivia me dizendo que dia sim, dia não, socava uma por mim. Por isso saímos naquele fim de tarde, para que eu mesma fizesse o "trabalho".

Trinta segundos depois de colocar os lábios na cabeça do pau dele eu já senti as golfadas, mas tenho que dizer que foi bom. Achei a porra um tanto ralinha, sem gosto e bem pouquinha. Ele ficou enlouquecido quando virei o rosto melado de esperma e sorri. Uma semana depois o rapaz já me dizia: - Cris, agora não bato dia sim, dia não. Bato todos os dias. E começamos a repetir a história. Eu, sem namorado, curtia dar prazer ao Fabiano. Fizemos no cinema, no banheiro do curso, no carro... Sempre era eu chupando e ele gozando.

Às vezes era só na punheta mesmo. No cinema eu não gostava muito porque não podia me ajoelhar, e para não nos sujarmos eu engolia a porra toda. Obviamente essa história se espalhou pelo curso. Um dia um amigo dele quis me conhecer e saber se eu era tão boa mesmo. Levei o garoto até o banheiro, fiquei de joelhos, baixei o abrigo e meti a cara. Era um pau de respeito aquele. Fui indo, vindo e olhando para a carinha transtornada de prazer. Lambia as bolas, o saco e dizia: - Me dá essa porra que está aí. (isso enlouquece os homens, falar da porra, do esperma). E ele me deu.

O primeiro jato foi no meu lábio. Punhetei o pau e veio o segundo jato, ainda mais grosso, na minha face esquerda. E outro na testa. Lambi os pingos e engoli tudo. Ele arfou de prazer e só soltou um: - Você é craque mesmo. Eu estava com porra até nos cabelos. Comecei a gostar da brincadeira, então cheguei em casa e gastei os dedos me masturbando, lembrando daqueles rostos e gemidos. Eu tinha virado a Maria Boqueteira do curso. Os colegas passaram a me oferecer carona a fim de uma gozadinha, mas não era sempre que rolava.

Uma vez me encantei com as pernas de um loirinho. Era uma sexta-feira, eu estava na parada do ônibus e ele encostou falando que me levaria em casa. No caminho surgiu o papo. Ele era gostoso, forte, musculoso, bonitinho e quando tocou no assunto eu nem esperei: - Tô muito a fim de ti, pára o carro e vamos brincar. Ele nem tinha estacionado e eu já estava mamando. Pau pequeno, mas grossão e cabeçudo, bom de chupar. Honesto, ele me avisou: - Pára que eu vou gozar!

Olhei para ele e respondi: - Então vem, mas vem com tudo. Solta toda esta porra quente na minha boca e me lambuza a cara. Foi uma acabada e tanto aquela. Não parava de sair porra bem branquinha e grossa da pica do garoto. Por mais que eu tenha engolido tudo, ficou um pouco nos pentelhos dele, mas eu chupei também. Ele perguntou se eu queria dinheiro e respondi que não era garota de programa. Gostava de chupar e pronto.

Um dia fui até a casa do Fabiano e ele não estava. Encontrei o pai dele, que perguntou se eu era a "tal amiga" do filho. Fiquei constrangida, mas já sabia o que ele queria: - Quer me conhecer melhor?, perguntei. E assim iniciei o bem-bom. Ele ficou de pé e eu de joelhos numa sala de TV, enquanto rolava uma novela das antigas. Abri a bragueta da calça de brim e trabalhei. Chupei, chupei, chupei mas não conseguia deixar bem duro. Não podia ver os olhos dele pois a barriga atrapalhava.

Fui pra punheta e então usei minha poderosa arma: passei a dizer coisas sacanas para o coroa. Na minhas mão tinha um pau bem grande (acho que uns 24cm) e grosso, que punhetei gostoso. Com a mão esquerda passei a massagear as bolas e o saco. Nesse momento comecei a usar as palavras mágicas: - Me dá esperma, quero seu leite. Esporra na minha cara, vem, vem! Vou te chupar todo... Pronto. O pau do velho ficou uma flecha. Passei a chupar, chupar, chupar sem parar. Aí senti que vinha.

O pau rosado deu uma última inchada... e soltou tudo. A primeira golfada foi como um risco no meu rosto, da testa ao queixo. Esperma quente. A segunda também veio na cara, e mais uma do outro lado respingando nos meus cabelos loiros. A porra era grossa, melequenta e com um cheiro forte. Eu puxava com a mão para dentro da minha boca e ele ia ficando louco. Mamei ainda uns pingos que saíram do buraquinho, enquanto o pau já estava amolecendo. Também passei a chupá-lo toda semana. Era bom engolir aquela porra.

Aos poucos descobri que o velho não se satisfazia com a esposa, que tinha horror a este tipo de coisa. Numa outra vez ele tentou me traçar, mas recusei. Feliz da vida, ele falou: - Tá bom, tá bom... e entendeu. Eu gostava de chupá-lo porque, ao contrário do filho, suas esporradas eram generosas, fartas e se espalhavam pelo meu rosto. Ele ficava transtornado, sentia um prazer indescritível. Nesse mesmo dia eu também chupei o Fabiano, que chegou em casa e queria comer minha bundinha. Respondi que não e troquei por uma acabada nos meus peitos. Senti que ele estava desconfiado de algo.

Fomos para o quarto e o rapaz bateu, bateu e bateu até ejacular. Deixei ele bater punheta enquanto eu ficava de bruços com um fio dental enfiado. O guri surtou e gozou muito. Eu sabia que a minha bunda durinha era boa, mas não imaginava tudo isso. Fabiano gostou tanto que meia hora depois já estava duro, querendo bater outra em cima de mim. Nessa hora eu pedi para mamar. Ele literalmente comeu minha boca enquanto eu estava sentada na ponta da cama e ele de pé.

Abri a boca tudo que podia e o puxei com as duas mãos para o pau entrar inteiro na minha garganta. Ele gozou e não sobrou nada. Nenhuma gota. Saiu sequinho, sequinho. Foi ótimo aquilo! Tempos depois surgiu outro amigo do Fabiano, esse do futebol. Negro, lindo de rosto, pernas grossas e grandão. O rapaz me emparedou numa festa e perguntou se também tinha pra ele. Entramos num quarto, ele de costas pra porta e fui trabalhar. Era um pau cheiroso de quase 30 cm.

Ele queria me comer de todo jeito e pediu para ver a minha bundinha. Falei que não. Era boquete ou nada. É claro que você sabe qual foi a escolha, né? Como era muito grande, eu tinha que bater punheta e chupar ao mesmo tempo. Olhei pra cima e vi o negão de boca aberta, babando e dizendo: - Vai, vai, vai!, e com a mão ele espremeu meu rosto contra o pau. Senti que ele ia se acabar e que queria que eu engolisse. Foi o que fiz. Um jato no céu da boca, outro no fundo da garganta e aquele gosto bom na língua.

Tirei a pica da boca e esparramei o resto do leite pelo rosto. Quanta porra! Vi que ele gostou muito, mas disse que queria mesmo era o meu traseiro. Não cedi e fomos embora. O casinho com o Fabiano durou um ano. Com seu pai foram alguns meses. Hoje, 15 anos depois dessas aventuras, eu estou bem casada e calma. Chupo muito o meu maridão e para ele entreguei todo o meu corpo. Fazemos sexo anal quase sempre. Vou terminar o relato por aqui pois ele está lá na sala me esperando para um boquetinho gostoso...

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