Autor: Esposa feliz
9.0
Há uns dois meses meu marido foi designado para fazer uma auditoria na filial de Porto Alegre, por isso ia precisar ficar lá por três dias. Como eu não conhecia a cidade e podia tirar alguns dias de folga, aceitei o convite e fui com ele. Chegamos ao hotel na terça à noite, jantamos e fomos dormir. No dia seguinte Marcelo foi trabalhar e eu fiquei dormindo um pouco mais. Durante o dia passeei pela cidade e conheci umas lojas. Como o Marcelo chegou muito tarde, demos uma transadinha básica e fomos dormir.
Assim se passaram os outros dias. Meu marido percebeu que eu estava entediada e me disse para ter paciência, pois ele estava planejando uma noite maravilhosa e inesquecível no sábado. Finalmente o dia chegou e pudemos passear juntinhos à tarde. Quando a noite caiu, voltamos para o hotel e nos arrumamos para sair. Marcelo disse que iríamos a uma boate e que era para eu ficar “bem bonita”. Por isso coloquei um vestido pretinho de alcinhas, salto alto e nada mais. Marcelo adorou.
Na porta do hotel tomamos um táxi e ele falou alguma coisa no ouvido do taxista, que olhou para mim e sorriu. Não entendi nada, mas não liguei a mínima. Chegando no local, fomos recebidos por um casal de recepcionistas que conferiu nossos nomes em uma lista de reservas. Eles pediram meus documentos para garantir que eu tinha mais de 18 anos... é a tal carinha de menina que tenho. Lá dentro as recepcionistas nos levaram para uma sala enorme, onde tinha o sofá mais longo que eu já vi na vida.
Depois descobri que o lugar se chamava Sofazão por isso. As mulheres explicaram que todos se sentavam juntos para facilitar a intimidade, mas que eu não deveria me assustar pois não seria obrigada a fazer nada que não desejasse. Foi nessa hora que caiu a ficha. Eu estava numa casa de swing! Fiquei puta da vida e falei para o Marcelo que queria ir embora imediatamente. Ele sorriu e disse: - Relaxa, gata. Vamos nos divertir! Ninguém daqui jamais nos viu e nem vai nos ver depois. Se você não gostar a gente vai embora, ok?
Sendo assim, concordei em ficar. No local havia umas mesinhas para duas pessoas e fomos para lá, numa mesa perto da pista. No palco da boate apareceu uma apresentadora dizendo que o show iria começar. As luzes se apagaram, os clientes ficaram na penumbra e um casal entrou para fazer um striptease. Senti meu rosto corar de vergonha, mas confesso que também que senti um calor no meio das pernas... O ambiente era de dar muito tesão e a situação era completamente nova para mim.
Uma loira muito gostosa e um morenão com mais ou menos 1,90m de altura começaram a dançar. Em questão de minutos já estavam quase nus, apenas de sunga e calcinha. A dança era muito sensual e eles davam sinais de que iriam transar. Olhei ao redor e vi casais se beijando. A maioria dos rapazes já estavam com as mãos nos seios das parceiras ou por baixo dos vestidos delas. Num canto isolado uma moça mais afoita pagava um boquete para o namorado.
Marcelo me puxou para perto dele, pegou a minha mão e colocou por baixo da mesa. O safado tinha colocado o pau para fora e me deu para segurar! Ao mesmo tempo ele pegou a alcinha do meu vestido e soltou o lacinho. O vestido cedeu e o meu seio esquerdo apareceu pela metade. Ele começou a morder o meu mamilo, me deixando louca. Por baixo da mesa eu apertava o pau dele, já com vontade de me abaixar e começar um boquete.
No palco, o casal estava nu e começando um lindo 69. Era tudo um tesão imenso! Senti uma mão no meu ombro direito. Olhei e vi um rapaz de pé ao meu lado, apenas de sunga, com o pau duríssimo para fora, apontando para o meu rosto e sugerindo que queria um boquete. Olhei apavorada para o Marcelo, certa de que iria começar ali a terceira guerra mundial, mas não. Marcelo sorriu e disse: - Sirva-se, minha querida, a noite é sua. Faça o que tiver que ser feito e divirta-se!
Na verdade não era isso o que eu queria, mas minha mão foi direto para o pau do rapaz como se estivesse fora do meu comando. Pela primeira vez na vida eu estava com uma vara em cada mão! O cara tinha uma pica enorme, que não era muito comprida mas era grossa. Tão grossa que a minha mão não conseguiu contorná-la por inteiro. Instintivamente larguei o pau do Marcelo e segurei o do rapaz com as duas mãos. Tentei enfiá-lo na boca, mas não deu. Era grosso demais.
Comecei então a lamber aquele senhor caralho de baixo a cima, depois a cabeça, as bolas... lambia, lambia e lambia compulsivamente. Senti meu outro seio ser apalpado, e em poucos segundos já estava com o bico durinho na boca de alguém. Minha buceta estava encharcada. Eu nunca tinha sentido um tesão assim tão imenso. Nesse momento as recepcionistas nos falaram que não poderíamos continuar com a transa ali, então perguntaram se eu não gostaria de ir para a sala ao lado, onde tinha uma cama enorme.
Olhei para o Marcelo e ele já estava de pé, me esperando levantar. Seguimos a moça e fui puxando os meus dois homens pelo pinto. Sentei na beirada da cama, que já estava com uns três casais transando e fazendo sexo oral. O desconhecido me segurou por trás e me colocou de quatro. Ele afastou a minha calcinha para o lado e começou uma chupada maravilhosa na minha bucetinha, lambendo o cuzinho também. Marcelo sorriu e me deu o pau para chupar. Que excitante era pagar um boquete para o meu macho enquanto um outro homem me chupava gostoso...
Na penumbra do quarto, senti meu vestido ser retirado. Senti mãos diferentes apalparem meus seios e beliscarem os meus mamilos. Senti o pau do Marcelo sair da minha boca e fui beijada deliciosamente por lábios macios. Meu amante do pau grosso tinha acabado de tirar a minha calcinha e estava passando sua deliciosa língua no meu cuzinho. Com os dedos ele abriu caminho na minha buceta e então senti alguma coisa entrando em mim. Era o dedo dele. O estranho meteu um pouquinho, entrou e saiu, brincou mais um pouco e parou.
De repente senti uma coisa enorme pedindo passagem. Era aquele pau grosso! Abri as pernas o máximo que pude para facilitar a entrada, e em duas estocadas senti o pauzão dentro de mim. Nossa, me senti rasgada, dolorida. Como sou pequenininha, minha bucetinha também é... Mas o tesão era tão grande e eu estava tão molhada que na terceira estocada senti o pau tocar o meu útero. Me deu um desespero rápido, mas depois relaxei. Em pouco tempo estava gozando com aquela tora dentro de mim. Gozei, gozei e gozei.
Estava sentindo minha cabeça girar, num pequeno desfalecimento. Acordei rapidamente com a boca de uma menina nos meus peitos. Uma mulher que estava me tocando! Ela me deu um beijo e vi de quem eram aqueles lábios macios que senti antes. Que delícia... Nem me lembrei mais do Marcelo e agarrei a mulher. Começamos a nos beijar enquanto meu amante continuava a meter aquele pauzão na minha bucetona, de tão alargada que estava. Senti o pau pulsar dentro de mim e vi que ele estava gozando.
Senti outro orgasmo chegando e confesso que nunca imaginei que poderia ter orgasmos múltiplos e intensos como esses. Deitei na cama e senti novas mãos passearem pelo meu corpo. Mãos suaves passavam pelas minhas coxas, abriam minha bundinha e brincavam na entrada do meu cuzinho. Na mesma hora o meu instinto de fêmea no cio me fez empinar a bunda, expondo o cuzinho para quem estivesse procurando por ele. Senti uma coisa fria no meu anelzinho e percebi que era um gel.
O meu cuzinho ia entrar na brincadeira... O gel penetrou minhas entranhas e comecei a pedir para ser enrabada. O dedo saiu e senti agora dois dedos forçarem a entrada. Meu cuzinho reclamou um pouquinho, senti dor, os dedos giraram, pararam e saíram, para depois entrarem delicadamente outra vez. Duas mãos afastaram minha bunda e um cacete foi entrando todinho sem dificuldade. Em duas ou três estocadas ele entrou inteiro, o que doeu demais. Tentei fugir, mas as mãos me seguraram no lugar e o cacete parou de forçar a entrada.
Uma mulher chupava os meus peitos quando um senhor se aproximou e me deu o pau para chupar. Não me fiz de rogada e caí de boca na vara, que não era tão grande e entrou até o talo na minha boca. O homem que estava comendo o meu cu parou um pouco para que eu me acostumasse com a grossura da vara. Comecei a rebolar e meu sodomizador entendeu o que eu queria. Ele começou a fuder meu cu furiosamente, estocando com vontade e atolando cada vez mais a pica no meu rabinho.
Senti as mãos me puxarem para trás. Eu estava de quatro e fiquei de joelhos. O homem me puxou ainda mais para trás e fiquei deitada de costas sobre ele, com o pau enterrado na minha bundinha. A mulher que chupava os meus peitos se abaixou e começou a lamber o meu grelinho. Ela enfiava dois dedos na minha bucetinha e me chamava de puta, de vadia, dizendo que eu era tão vagabunda que tinha que dar para todo mundo. Eu estava louca de tesão e só conseguia responder que sim, que queria dar muito e ficar arrombada.
O senhor que tinha me dado o pau para chupar se aproximou e começou a penetrar minha bucetinha. Eu gritei, falei que não agüentaria dois paus dentro de mim ao mesmo tempo, mas nesse momento ouvi uma voz conhecida no meu ouvido, bem suave, que dizia: - Agüenta sim, gata. Relaxa e abre as pernas que você vai gozar com três pau enterrados nos buracos. Nessa hora Marcelo passou uma perna por cima de mim e enfiou a pica na minha boca. Comecei a gozar no mesmo instante.
Senti os paus latejarem dentro de mim, anunciando o gozo, e então a pica deliciosa do meu marido começou a despejar um litro de porra na minha garganta. Eu estava me sentindo uma puta de verdade e engoli tudo sem desperdiçar quase nada. Eu já estava exausta e com o corpo doendo, então ficamos mais uma hora e fomos embora. Só que antes disso andamos nus pela casa, sentindo a sensualidade de caminhar pelado entre pessoas também peladas. Passei a mão em vários paus e bundas e fui bolinada por todos.
Voltamos para o hotel, tomamos um banho delicioso na jacuzzi da suíte, e quando fui para o quarto o meu marido colocou a máquina fotográfica dele ligada ao aparelho de TV, para assistirmos aos filminhos que ele fez da minha bocetinha e do meu cuzinho recebendo todas aquelas picas. Foi aí que eu vi que dei para mais de dez pessoas! Eles fizeram fila para comer a minha bocetinha enquanto outra fila se formava para receber o meu boquete.
Todas as mulheres presentes chuparam os meus peitos e brincaram com a minha bocetinha. Hoje ainda sentimos o maior tesão ao ver esses filmes, e por mais que eu tente não consigo ver o rosto de ninguém. Foi como Marcelo falou: ninguém nunca nos viu antes, nem nos verá depois. Aquela noite foi realmente uma maravilhosa surpresa. Eu adoro meu maridão! Beijos a todos.