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Minha professora de sexo
Autor: Marco
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8.9

Tenho 40 anos e estou separado atualmente, após um casamento de 16 anos. Vira e mexe fico lembrando da minha adolescência, da época em que conheci a Cíntia. Ela se mudou para o meu prédio quando eu era bem pequeno e desde então meus colegas e eu passamos a imaginar mil coisas com ela e com outras meninas mais velhas, que normalmente nunca dariam bola para a gente.

Quando eu tinha 18 anos, gostava de fazer natação e atletismo no colégio. Também fazia artes marciais, o que me destacava dos outros garotos pois tinha um corpo bem definido. Cíntia era dois anos mais velha do que eu, uma loura exuberante de cabelos longos, corpo perfeito e dona de maravilhosos seios. Além disso ela tinha uma cintura fininha, uma bunda proporcional ao corpo e coxas grossas, uma verdadeira Vênus!

Eu namorava a prima dela, chamada Deise, que também era muito bonita. Descrevê-la seria fazer uma cópia da Cíntia, mantidas as devidas proporções. Deise morava no prédio ao lado do meu e sempre que dava ficávamos no maior sarro. Durante o verão costumávamos freqüentar a praia do Recreio dos Bandeirantes, e íamos de carona com a Cíntia e o namorado dela, que tinha carro. Num dia em especial acabei ficando a sós com a Cíntia na praia.

Conversamos sobre várias coisas e o papo foi rolando de um jeito que ela acabou tocando num assunto que me interessava muito. Cíntia comentou que sua prima já não estava mais agüentando ficar só no sarro comigo, pois apesar de ser virgem e ter medo de transar, sempre ficava com muito tesão. Foi aí que, para meu espanto, Cíntia começou a me falar como eu deveria agir. Combinamos de continuar o papo depois porque nossos acompanhantes estavam voltando do mar.

Fomos para casa e me despedi da Deise, que teria que passar a noite estudando e não me veria mais hoje. Como a Cíntia morava um andar acima do meu, lá pelas 19:30h ela apareceu na minha casa falando que precisava usar o telefone, pois o dela estava com defeito. Eu estava assistindo tevê no sofá da sala e ela se sentou ao meu lado. Mal tive tempo de puxar algum assunto e a gata já foi dizendo: - Lembra da conversa tivemos na praia?

Respondi que sim, então ela me deu um beijo maravilhoso com aqueles lábios carnudos. Sua boca era uma delícia e a situação foi ficando quente. Cíntia continuou me beijando e foi alisando o meu corpo, passando a mão pelo meu peitoral e explorando minhas coxas. Aí ela parou por um momento e disse: - Sei que você costuma comer as putinhas do colégio, mas quero saber se você consegue realmente dar prazer a uma mulher.

A gostosa não me deixou dizer mais nada me beijou mais uma vez, agora passando a mão no meu pau, que já estava duro e completamente para fora do short. Cíntia se levantou e me puxou pela mão, indo em direção ao quarto. Ela me mandou tirar sua roupa bem devagar e alisar seu corpo enquanto fazia isso. Nossa, eu mal podia acreditar no que estava acontecendo... aquele furacão estava louco para me dar! Comecei a tirar a blusa da gata bem lentamente, procurando seguir suas instruções.

- Muito bem, muito bem mesmo. Agora não se precipite e comece a chupar os meus seios. Enquanto você chupa um, use as mãos no outro, explicou Cíntia. Eu já estava bem acostumado com isso, afinal o máximo que conseguia ir com a prima dela era chupar os seios e passar a mão na bocetinha – mas apenas por cima da calcinha. - Agora tire a minha blusa, suspenda a minha saia e me acaricie. Comecei a fazer o que ela me pediu e tirei um gemido de prazer daquela mulher. Isto me deixou com o pau ainda mais duro.

Cíntia passou a alisar a minha pica com a mão aberta para cima e para baixo, então fechou a mão e começou a tocar uma punheta bem devagar. Eu já estava enfiando o dedo naquela gruta molhada quando a gata me disse: - Nossa, você precisa ir com bastante calma com a Deise. O seu pau é grande e não sei se ela vai agüentar. Dito isso, ela se abaixou e abocanhou o meu pau, começando um boquete esplendoroso e enfiando o meu pau até o fundo da garganta.

A gata só parou o trabalho para mostrar onde eu deveria esfregar o dedo - no grelinho, é claro! Obedeci, mas não conseguir me conter por muito tempo apenas no grelo, pois era impossível não meter o dedo naquela buça encharcada. Então Cíntia me disse para chupar sua xaninha. Me ajoelhei e caí de boca nela, seguindo algumas instruções. Alguns minutos depois pude sentir o gozo da gata na minha boca. Na mesma hora ela começou a gemer alto e soltar uns gritinhos de prazer.

Cíntia se levantou, deixou a saia cair no chão, tirou o meu short de uma vez só e começou a bater com o meu pau na cara, dizendo que queria levar uma surra de pica. Então abriu a boca e foi me chupando, enfiando a pica bem devagar na boca. Não demorou e eu já estava pronto para gozar, então a gostosa tirou o pau da boca, começou uma bela punheta e disse que era para eu esporrar no seu rosto. O gozo veio e não foi pouco, pois Cíntia ficou com a cara, o cabelo e os seios cobertos de porra.

A gata espalhou toda a porra pelo corpo todo enquanto me olhava nos olhos. Depois tomamos um banho juntos e rolou mais esfregação, mais sarro e ganhei outro boquete. Voltamos para o quarto e Cíntia se deitou, dizendo: - Vem aqui, gostosão... quero sentir a sua língua na minha xaninha! Eu tinha pouca experiência nisso, mas a prática leva à perfeição e Cíntia gozou outra vez na minha boca. Nos beijamos com vontade e ela sentiu seu próprio gosto em mim.

Nem deu tempo para eu me deliciar naqueles seios, pois a gata foi logo colocando a pica na portinha da boceta. Ela estava bem lubrificada e disse para eu meter devagar. Quando comecei a meter ela me pediu para enfiar ainda mais devagar, pois estava se acostumando com a grossura do meu pau. Fui metendo e tirando, metendo e tirando... e quando nos demos conta eu já estava estocando bem forte e ela fincava as unhas nas minhas costas, gemendo gostoso no meu ouvido.

Cíntia entrelaçou as pernas no meu quadril e começou a rebolar: - Me fode, seu puto! Mete com força! Ela rebolava e gritava muito, até que vi a gata gozar com o meu pau dentro. Pude sentir o momento exato do orgasmo, pois a bucetinha dela ficou ainda mais apertada por uns instantes e depois ficou absurdamente molhada, encharcada. Ela apertou minhas costas com as pernas e disse - Goza dentro de mim... quero toda essa porra me enchendo.

Aumentamos o ritmo e comecei gozar. Que delícia... Ela me apertou com força e quando sentiu minhas contrações dentro da bucetinha rebolou mais ainda. Caímos cansados na cama e continuei de pau duro dentro dela. Depois de alguns segundos Cíntia se refez e percebeu isso, então tirou minha pica da xotinha e falou: - Você me obedeceu direitinho e conseguiu me fazer gozar. Agora vem receber seu prêmio. Não pude acreditar quando vi a gata de quatro empinando bem a bunda.

Me ajoelhei atrás dela e posicionei a pica na entrada do cuzinho. Fui forçando, forçando e quando já estava com a cabeça na portinha ela falou: - Põe devagar. Aí dói! Não precisamos de creme pois ela já estava bem lubrificada. Fui tentando meter mas era difícil, extremamente apertado. Comecei a meter um pouquinho e tirar, meter mais um pouquinho e tirar... até conseguir botar tudo lá dentro. Quando minha pica entrou a gata ficou louca! Cíntia me xingava, gritava e mexia a cabeça, que estava atolada no travesseiro.

Quanto mais eu bombava naquele cuzinho, mais louca ela ficava. Minha vizinha começou a falar coisas desconexas, dizendo que era muito bom tomar no cu e jogando a bunda para trás para eu conseguir meter mais fundo. Continuamos nessa putaria durante um bom tempo, eu metendo sem dó, esfolando aquele rabinho e ela gritando, dizendo que queria mais e mais. Pude senti-la gozar mais uma vez com a minha tora enterrada na bunda.

Cíntia esticou o braço para trás e cravou a mão na minha bunda, forçando o meu corpo para frente e gritando: - Goza logo, assim você me mata! Foi só ela falar que explodi num gozo fantástico dentro daquele rabo. Depois dessa orgia tomamos outro banho, nos vestimos e voltamos para a sala. Foi quando ela disse que eu já estava pronto e que havia me formado com louvor. Agora eu podia tirar o cabaço da minha namorada.

Bem, depois de uns meses finalmente tirei o cabacinho da Deise. Eu e Cíntia continuamos nos encontrando e só paramos quando ela foi trabalhar em Minas Gerais. Hoje ela já deve estar casada, mas nunca abriu mão das nossas escapadas quando vinha passar uns dias no Rio. Já não nos vemos há três anos, por isso escrevo esse conto na esperança de que ela leia e saiba que eu nunca a esqueci.

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