Autor: Kelly
7.2
Depois o homem foi embora e fiquei escutando o meu tio conversar com a minha tia, falando que não tinha como pagar a dívida e que estava totalmente sem saída. Então eles saíram para algum lugar e fiquei sozinha em casa, pensando no que podia fazer pra ajudar. Nesse momento encontrei o cartão do homem em cima da mesa da sala. Anotei o telefone, peguei o endereço e como já era tarde fui dormir, mas fiquei pensando no que iria fazer.
No dia seguinte resolvi ir até o endereço do cartão. Quando cheguei no local vi que era uma empresa de grande porte. Perguntei pelo Carlos (era o nome dele) e a recepcionista me falou para aguardar. Fui levada até uma sala de espera muito grande, com o ar-condicionado forte que me deixou com frio. Logo outra mulher me chamou e me levou até a sala do sujeito. Quando entrei, Carlos pediu para a secretária não interromper a nossa conversa e mandou que ela fechasse a porta. Nesse momento tremi de medo.
Quando ficamos sozinhos ele voltou a me comer com os olhos e pediu para eu falar o que queria. Como neste dia estava muito calor, fui vestida com uma blusinha fina e uma saia curta. O homem não parava de olhar os meus seios. Sentei e comecei a pedir para ele não tirar o meu tio da casa, pois em breve estaríamos com o dinheiro. Era só esperar um pouco, ter um pouco de paciência. Infelizmente Carlos foi irredutível na decisão.
Entrei em desespero e falei que faria tudo o que ele quisesse. Então o homem me olhou e perguntou: - Tudo mesmo? Sem alternativa, disse que faria qualquer coisa, desde que ele não tirasse os meus tios de lá. Carlos ficou ainda mais sério e respondeu que se eu fizesse tudo que ele mandasse meu tio estaria liberado. Fiquei feliz e agradeci. Nessa hora ele se levantou e caminhou na minha direção. O sujeito era enorme... tinha cerca de 1,90m de altura e era muito forte.
Fiquei ainda mais assustada quando percebi que eu era uma menina perto dele, no alto dos meus 1,60m e com apenas 55kg. Carlos chegou na minha frente, pegou minha mão e a levou até seu pau por cima da calça. Ele tinha um pau enorme e isso foi o suficiente para me deixar em pânico. O homem tirou o pau para fora e me mandou chupar. Quando comecei a chupar, percebi que a pica mal cabia na minha boca. Ele me mandou abrir ainda mais a boca e começou a forçar a pica lá dentro.
O pau estava duro feito uma rocha e era tão grande que eu não conseguia fazer qualquer movimento. Tentei chupar e senti o pau dele ficar ainda maior e mais grosso. Não acreditava no tamanho daquele monstro. Mesmo segurando com as duas mãos sobrava uns de 20cm de pau fora da minha boca. Estava aterrorizada. Nunca tinha visto nada desse tamanho e minha experiência sexual se resumia a apenas três transas.
Resolvi parar de chupá-lo e comecei a bater uma punheta, mas ele segurou minhas mãos, me mandou abrir a boca e meteu o pau com muita força. Cheguei a engasgar e comecei a tossir, então Carlos falou que aquilo era só um aperitivo, dizendo que era bom eu me acostumar pois ainda ia beber muita porra. Não acreditava no que estava ouvindo e continuei a fazer o boquete. Depois de muito tempo chupando ele disse que ia gozar.
Tirei o cacete da boca e pedi pra ele gozar no meus seios, mas Carlos foi cruel. Ele disse que se eu não bebesse todo o leite o nosso trato terminaria ali. Eu não tinha outra saída e abri a boca. Em poucos segundos a minha garganta estava cheia de porra, com um gosto forte e ruim. Era tanta porra que chegou a escorrer pelo queixo, mas ele me obrigou a engolir tudo e lamber os dedos até não sobrar nenhuma gota de leite. Nunca bebi tanta porra na minha vida.
Carlos guardou o pau, chamou a secretária e falou para ela me levar até seu carro, no estacionamento. Esperei um pouco e o homem apareceu. Depois de trancar a porta, levantar a minha saia e colocar a mão na minha buceta, ele falou que iria me levar para uma chácara. No caminho eu sentia suas mãos explorarem minha bucetinha sem nenhuma cerimônia, como se eu pertencesse a ele. Carlos enfiava um dedo, depois dois, e assim ia me abrindo toda.
Ainda estava com medo e fiquei muito puta quando ele comentou que eu estava toda melada. Não queria dar de jeito nenhum para esse homem e não sei por que estava molhada... não fazia sentido. Senti os dedos saírem da minha xota e chegarem na minha bunda. Sem dizer nada, Carlos meteu um dedo no meu cuzinho com força e doeu. Eu nunca tinha feito nada lá atrás, porque sempre que tentei doeu e eu não agüentei. Pedi para ele parar, mas Carlos não quis saber e enfiou o segundo dedo.
Nessa hora eu tentei fugir, mas ele agarrou os meus cabelos e disse que estaria tudo perdido caso eu ousasse desistir. Eu já estava gritando, e quanto mais eu gritava mais ele enfiava. Carlos ria muito ao me ver desesperada, me chamando de putinha barata. Não demorou muito e chegamos na chácara. Minha bucetinha e meu cuzinho já estavam ardidos e eu não queria fazer mais nada. Antes de falar que eu queria ir embora, ele segurou minha cabeça e me mandou ajoelhar.
Obedeci e ele me empurrou contra sua pica, que já estava dura de novo. Comecei a chupá-lo, mas ele segurava minha cabeça com força e metia o pau fundo na minha garganta, me fazendo engasgar com aquele mastro. A cada estocada ele me deixava mais tempo entalada na pica, sem conseguir respirar direito. Quando percebia que eu estava sem ar, Carlos ria alto. Ele continuou fazendo isso durante mais tempo e eu já não estava me sentindo muito bem.
O homem tirou o pau da minha boca, me levantou, arrancou a minha roupa sem nenhum cuidado e me colocou no colo, sentada no pau dele. Aquele cacete entrou rasgando, doendo. Ele segurava os meus ombros e forçava para baixo, me enterrando ainda mais na pica. O pau dele travou, parou de entrar em mim e ainda tinha mais da metade pra fora. Não sei como agüentei aquela pica inteira dentro da buceta. Achei que o pau fosse sair pela minha boca.
Eu gemia alto de dor, mas como estávamos num local afastado ele nem ligou e continuou enfiando sem dó, até que gozou dentro de mim. Os jatos de porra me encheram por dentro e quando levantei senti o leite escorrer pelas minhas coxas. Falei que queria ir embora, afinal já tinha feito tudo o que ele mandou. Carlos apenas riu e disse: - Você só vai embora depois que eu comer o seu cu! Pedi para ele não fazer isso pois iria doer, mas ouvi apenas uma frase curta e seca: - Pode ir, mas seu tio continua me devendo os aluguéis.
Atônita, não consegui sair do lugar. Ele olhou para mim e me mandou tomar um banho rápido. Disse que eu também tinha que me depilar toda e lavar bem meu rabo, pois ele ia me arrombar por algumas horas. Entrei no banheiro e fiz tudo o que ele mandou, sendo sempre observada. Quando ia me vestir, Carlos entrou no banheiro, me pegou no colo e me levou para a cama. Ele abriu bem as minhas pernas e começou a chupar minha buchinha, meu cuzinho e meus seios.
Ele chupava o meu grelo com tanta forca que parecia que ia arrancar, mas mesmo assim eu já estava ensopada de novo. Achei que fosse enlouquecer. Estava morrendo de medo do que ele faria comigo e ao mesmo tempo estava muito excitada. O pior é que eu sabia que ele não queria me dar prazer. Carlos me deixou molhada só para poder meter mais fácil. Nesse momento ele me colocou de quatro e começou a passar um gel lubrificante no meu cuzinho.
Senti a cabeça do pau tentando entrar e abracei o travesseiro. A pica foi entrando, me esfolando e dei um grito alto, só que mesmo assim ele continuou metendo. Carlos foi enfiando, enfiando... e quando pedi pra ele parar só tinha entrado metade da pica. Ainda faltava o resto todo. Aquilo não acabava e ele continuou enfiando. De repente senti uma estocada maior, uma dor dilacerante e as bolas encostando na minha bunda. Não sei como aquele pau coube no meu cuzinho.
Eu nem conseguia me mexer e parecia que tinha sido cortada ao meio. Carlos começou a meter e tirar sem dó. Cada vez que ele tirava parecia que as minhas entranhas viriam junto, e isso me deixava toda arrepiada. Ele ficou uns vinte minutos me comendo, até que tirou o pau ainda sem gozar. Senti um alívio e agradeci, mas Carlos falou que ainda tinha uma surpresa pra mim. Primeiro me mandou pagar um boquete. Fiquei com muito nojo, pois o pau tinha acabado de sair do meu cu, mas chupei.
Ele me deixou de quatro, toda arrombada, e foi até a cozinha. Em pouco tempo voltou com uma taça cheia de champanhe e leite condensado. Falei que não bebia, mas ele disse que não era pra mim. Não entendi e perguntei novamente, então ele falou que iria realizar sua maior fantasia sexual. Depois que tudo terminasse eu teria pago a dívida do meu tio. Carlos abriu minha bunda com as mãos e enfiou o pau inteiro no meu cuzinho, então ficou metendo.
Quando ele tirou o pau do meu rabo, disse que eu ficaria orgulhosa do tamanho do buraco que ele tinha feito. Nessa hora senti um líquido gelado entrando em mim, e quando olhei para trás vi o homem derramando a champanhe dentro do meu cu. Carlos foi bem claro ao dizer que se eu me mexesse iria apanhar. Fiquei quieta, sem fazer movimento algum. Sentia a champanhe encher meu cuzinho e ardia um pouco... Depois ele pegou o leite condensado e começou a derramar também no meu rabo.
Ele pegou a taça, colocou embaixo do meu cuzinho e pediu pra eu soltar tudo lá dentro. Carlos deixou a taça em uma mesa e veio na minha direção, enfiando novamente aquela vara no meu rabo. Ele passou a me comer com muita, muita força enquanto puxava os meus cabelos. Era tanta pressão que comecei a gritar. Tinha que me agarrar na cama para não ser jogada longe. Depois de uns quinze minutos ele falou que ia gozar no meu cu.
Senti a porra inundar o meu rabinho e Carlos me mandou ficar quietinha. Ele pegou a taça, colocou embaixo do meu cu e me disse para soltar toda a porra lá dentro. Dessa vez o copo ficou cheio. Caí na cama morta de tanto dar, mas ele me pegou, me colocou sentada e encostou a taça na minha boca: - Bebe tudo! Tive que engolir toda aquela mistura de champanhe, leite condensado e porra até a última gota.
Carlos me mandou abrir a boca para ver se eu tinha tomado tudo, e depois de conferir me mandou limpar a pica dele com a língua, pois não queria ver mais nenhum rastro de puta barata na casa dele. Ele me mandou colocar a roupa e disse que já estava cansado de mim, então finalmente confirmou que a dívida estava paga. Voltamos em silêncio no carro e fui deixada em casa. Estava tão cansada que dormi até o dia seguinte.