Autor: Antonia
8.0
Quando jovem, eu havia tido algumas experiências com rapazes, mas como ativo e foi meio sem graça. Hoje tenho 40 anos e sou casado com uma mulher especial de 30 anos, 1,55 m, 57 kg e muito atraente.
Logo depois que conheci minha esposa, nas nossas transas sempre muito doidas, ela me confessou que adorava ver dois homens transando e me obrigou a confessar minhas antigas experiências. A partir daí nossas transas começaram a ter um homem entre nós em pensamento, com isso ela foi reacendendo em mim os antigos desejos.
Foi quando, não agüentando mais, decidimos que um amigo nosso, que sempre teve um jeitinho “delicado”, seria a nossa vítima. Uma noite, após algumas cervejas em um bar, começamos o ataque e dissemos a ele nossas fantasias. Ele tremia todo de excitação e tesão, porém nada aconteceu naquele dia e fomos todos para casa.
A partir de então nossas conversas por telefone sempre acabavam neste assunto e num desses dias, sem mais agüentar, nosso amigo disse que no sábado era seu aniversario. Íamos sair num grupo de amigos para comemorarmos e depois disso ele queria estar com a gente. Seria seu presente de aniversário.
Para encurtar, quando saímos do Karaoke estávamos altos e cheios de tesão e mal podíamos esperar chegar em casa. A partir daí comecei a beijar minha Linda (nome fictício) e ela a pegar no meu pau. Roberto (vamos chamá-lo assim) no banco de trás e de pica dura só observava e esperava sua vez.
Linda caiu de boca na minha pica e os quinze minutos até em casa foram só sacanagem. Quando chegamos, já fomos tirando nossas roupas e ficamos somente de roupas íntimas. Foi quando minha mulher foi até o banheiro tomar um banho. Aí ficamos só nos dois de cuecas, então não resisti e comecei a acariciar a pica do Rô.
A principio por cima da cueca, logo depois estava com ela na mão e finalmente na boca. Me deliciava com aquela pica que era muito gostosa. Eu chupava com prazer e sentia todo o gosto do tesão do meu homem na minha boca. Logo estávamos num delicioso 69 e foi quando Linda voltou e nos pegou naquela situação.
Ela adorou tanto que começou a se tocar e logo estava melada. Percebendo isto, peguei a mão do Rô e pus na boceta da Linda. Falei para ele sentir minha esposinha gostosa, então ele largou minha pica e caiu de boca na bocetinha da Linda. Ela rebolava e gemia como só ela consegue, enquanto isso eu matava minha sede com aquela deliciosa pica na boca.
A partir daí alternávamos eu e o Rô comendo minha mulher e chupando-nos um ao outro, mas o melhor estava por vir. Em certo momento eu e a Linda estávamos juntos chupando a pica do Rô, então ela falou: “Está na hora, meu viadinho. Quero ver você com esta pica enterrada no cu”.
Tremi. Porém, quem quer algo tem que ir para cima, então fui. Ele deitado com a pica ereta. Eu passei um creme nela e no meu cu e fui sentando nela. Meu cu, ainda virgem, a não ser pôr um consolo pequeno que minha mulher comprou para me comer, ia engolindo vagarosamente aquela coisa deliciosa até que senti ela todinha dentro de mim.
Estava delirante e rebolava feito doido, orgulhoso por agüentar aquele mastro que havia acabado de comer a minha esposa. Nesta hora olhei para a Linda e ela estava com seu consolo amarrado na cintura e veio pro nosso lado. Se ajeitou atras do Roberto e enfiou tudinho no seu cu, que era pequeno demais e, por isso, ele não agüentou muito tempo. Mas foi o suficiente para a Linda gozar como louca no cu dele.
Daí ele partiu para cima de mim talvez para descontar em mim sua dor. Me colocou na posição de frango assado e enterrou sua rola inteirinha dentro de mim e estocava com vontade e gosto. Foi quando me aconteceu algo incrível. Vejam a situação: eu deitado de costas com o Rô dentro de mim, cruzando minhas pernas na sua cintura e ele com o peso do seu corpo jogado sobre mim e pressionando minha pica com a sua barriga.
Me senti a própria puta, não agüentei mais e gozei muito como nunca. Rolou muito mais aquela noite e em outras noites, mas meu “cabacinho” quebrado e aquela gozada me deixaram muito feliz. Agradeço ao meu amor por ter realizado meus três maiores sonhos, “comer minha mulher como homem, vê-la nos braços de outro como um corno e dar o cu como um viadinho”.