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Mãe de sereiazinha, sereia é!
Autor: Ronaldão
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8.6

Meu nome é Ronaldo, tenho 26 anos e namoro a Larissa, de 23. Minha gata é loira, tem 1,68m de altura, 57 quilos e seios maravilhosos, redondinhos... um espetáculo de garota, daquelas que dão orgulho de sair para passear. Ela ainda tem cintura fina e uma bunda super arrebitada. Larissa teve a quem puxar, pois sua mãe é maravilhosa. Júlia é uma coroa de 42 anos que está separada há cinco. Tenho fetiche por mulheres de saias rodadas e seios enormes.

Costumo passar o final de semana no apartamento da minha namorada, aqui mesmo em São Paulo, e não gosto de transar com a Larissa em casa por respeito à mãe dela. Aliás, tenho que dizer que as duas parecem irmãs. Sei que são confidentes, então Júlia deve saber das belas cavalgadas de sua filha quando saimos para passear. Isso não me incomoda, muito pelo contrário. Gosto de saber que essa troca de confidências existe..

Num belo sábado minha namorada foi trabalhar. Meus pais tinham viajado e eu também estava sozinho, então passei a noite de sexta na casa das musas. Na hora do almoço Júlia me pediu para ficar e almoçar, pois ela não queria comer sozinha. Decidimos ir no Shopping Anália Franco, que fica bem próximo à casa delas. Quando Júlia foi trocar de roupa, acabou deixando a porta do quatro aberta. Do corredor eu conseguia vê-la refletida no espelho.

Eu não queria olhar, mas meu instinto masculino falou mais alto e quase comi minha sogra com os olhos. Ela ainda colocou uma saia rodada azul-bebê e uma blusinha branca... exatamente do jeito que eu gosto, boa demais. Pronto, meu pau ficou duro na mesma hora. Não pude agüentar e resolvi investir na sogra. Passei pelo corredor, entrei no quarto e dei uma bela encoxada na Júlia. Segurei a cintura dela e perguntei ao pé do ouvido onde iríamos almoçar.

- Em qualquer lanchonete do shopping, ela respondeu. Então colocou a sandália na minha frente e empinou aquele bundão. Não sei o que me deu, mas respondi na mesma hora sem pensar: - Do jeito que eu estou hoje, se sua filha estivesse aqui você iria almoçar sozinha. Minha vontade é comer outra coisa. Júlia sorriu maliciosamente e falou: - Minha filha me contou algumas coisas muito interessantes sobre você. Depois disso cheguei junto, dei um beijo no rosto dela e mudei de assunto, dizendo que não queria ser o responsável pelo nosso deslize.

A safada respondeu que estava achando bom, então não me agüentei e fui para cima dela. Júlia virou o pescoço, completamente entregue, e caí de boca, lambendo e mordendo bem de leve. Fui levantando a saia dela e com os dedos percebi que a calcinha estava toda melada de tesão. Meti a mão e num puxão arranquei aquela pequena peça de roupa. Comecei a esfregar a bermuda na bunda da Júlia, deixando que ela sentisse minha potência dura.

Encostei dois dedos no grelo da coroa e arranquei um suspiro. Passei a dedilhar a bela buceta molhada, metendo um dedo, depois dois e arrancando mais suspiros. Júlia se abaixou e começou a chupar a minha rola. Ela já estava sem saia, apenas com a blusa cobrindo parte dos apetitosos seios. Júlia me chupou por uns dez minutos, lambendo, metendo minha pica na garganta, chupando só a cabeça, outras horas ajudando com as mãos e me levando à loucura.

Com tantos estímulos acabei gozando e melei todo o rosto da minha sogra. A danada engoliu o que dava, ficou com os cabelos sujos de leite e se levantou. Tirei a blusa dela e vi saltar aquele belo par de seios. Nossa, que tetas fantásticas! Chupei, lambi e brinquei muito com as tetas. Meu pau já estava duro de novo e nos deitamos no sofá. A gostosa abriu as pernas e me puxou para perto, então mandei a rola para dentro daquela buceta. Ela gemia e gritava pra eu enfiar com força, pois fazia tempo que a coroa não dava com tanto gosto.

- Vai, me come! Quero gozar, me faz sua puta..., Júlia gritou e gemeu alto por muito tempo. Continuei metendo sem dó, dando estocadas fortes e só parei depois que ela gozou. A cada estocada ela apertava a bucetinha e me fazia delirar. Quando minha sogra gozou senti minha pica ficar toda molhada. Ela deu uma gozada que parecia uma verdadeira enxurrada, pedindo para eu não parar pois ela tinha orgasmos múltiplos que nem minha namorada.

Passei a ficar por baixo e ela começou a cavalgar na minha rola, rebolando e mexendo bastante o quadril. Gozei mais uma vez, só que agora foi dentro da buceta quente e maltratada da Júlia. Fomos tomar banho e ela ainda me pagou um boquetinho no chuveiro. Quando saímos do banheiro não agüentei e mandei minha sogra deitar no chão. Fiquei ajoelhado e comecei a chupar aquela buceta até deixá-la encharcada de novo... e toma-lhe, toma-lhe, toma-lhe, toma-lhe língua!

E assim fiz Júlia revirar os olhos uma última vez. Já não agüentava mais quando paramos, tomamos outro banho... e aí caiu a ficha do que tínhamos acabado de fazer. Ficamos até com vergonha um do outro, mas só nas primeiras horas. Depois desse dia, pelo menos uma vez por mês eu minha bela sogra-sereia nos pegávamos de jeito para saciar todo esse fogo com muito sexo.

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