Autor: Ritinha RS
8.6
Ouvindo isso tudo me bateu uma curiosidade louca de saber como era a vida delas. Meus amigos saíram dali e seguimos para uma boate da moda. No caminho começamos um papo-cabeça, discutindo se a gente tem escolha de fazer o que quiser da vida ou se a necessidade pode mudar todos os planos. Passei a noite com isso na cabeça, sem conseguir pensar em mais nada. Como é ser uma prostituta e passar as noites dando para se sustentar?
De tanto pensar, numa noite chuvosa dessas resolvi dar uma volta sozinha pela Avenida Farrapos. Estacionei o carro e saí caminhando pela rua, ouvindo piadinhas de todos que passavam. Mas nesta noite não tive coragem... Só que eu sabia que era só uma questão de tempo. Continuei andando e fiquei excitada ao ver vários carros pararem para falar comigo, homens me chamando de gostosa e de vadia. Ao mesmo tempo as prostitutas olhavam para mim sem entender direito. Elas devem saber quem trabalha lá todo dia e quem é nova no pedaço.
Continuei com essa idéia fixa na cabeça e umas semanas depois tomei coragem. Aproveitei que era domingo e que o tempo estava ruim, pois achei que poucas pessoas sairiam de casa à noite. Coloquei uma saia justa e bem curtinha, raspei a xotinha e coloquei uma blusa de seda sem sutiã. Com o vento gelado os meus peitos redondos ficaram com os bicos bem duros, chamando a atenção. Coloquei uma maquiagem mais forte, uns brincos grandes e parti.
Parei em uma esquina e esperei. Não demorou muito até chegar o primeiro homem perguntando meu preço. Falei que sexo oral era dez Reais. O cara disse que já voltava e não apareceu mais. Assim foram vários, até que chegou um negão. O homem parou o carro ao meu lado, abriu a porta e me mandou entrar. Falou que queria um oral. Antes que eu dissesse o preço ele puxou dez Reais e me deu. Então abriu a calça e botou uma pica enorme para fora.
Ele tinha um pau enorme, grosso e já estava duro. Fiquei olhando incrédula e o negão segurou minha cabeça, empurrando até a minha boca encostar na pica. Comecei a pagar o boquete com dificuldade, pois o instrumento do sujeito mal cabia na minha boca. Não conseguia fazer muita coisa. Abri o máximo que consegui e meti o pau lá dentro. Fui fazendo o movimento de cima pra baixo e enfiando o pau garganta adentro.
Cada vez que o pau entrava fundo eu me engasgava e o sujeito ria. A pica ficava mais molhada e eu ia gostando mais e mais. O problema é que tenho alma de puta... Ele passou a forçar minha cabeça para baixo, me chamando de cachorra. Dizia que só puta de verdade sabia chupar uma jeba, pagar um boquete com classe. De repente o negão meteu com força e fiquei entalada. Por um instante perdi o ar com aquela coisa enorme enfiada na garganta.
Me engasguei e comecei a tossir, mas o homem nem deu trégua. Segurou minha cabeça e meteu novamente o pau na minha boca. Disse para eu só parar quando ele gozasse. Tentei falar alguma coisa mas ele não deixou. Falou que queria me ver pagando boquete só com a boca, sem usar as mãos. Ele estava gostando de me ver engasgada. O pau dele tinha um cheiro que me deixava ainda mais excitada. Eu estava ensopada de tesão e louca para dar para o negão, mas me controlei.
Chupei o sujeito com vontade durante uns quinze minutos. Ele levantou a minha cabeça e disse que se eu o deixasse gozar na minha boca me dava mais dez Reais. Peguei o dinheiro e voltei ao trabalho. Em pouco tempo o negão esporrou na minha garganta. Ele tirou a camisinha bem na hora e gozou como um cavalo. Era muita porra e tinha um gosto forte, mas bom. Engoli tudo e o cara me mandou abrir a boca para conferir.
Abri, coloquei a língua pra fora e mostrei que estava tudo limpinho. Terminei de limpar a pica dele com a boca, agradeci e pedi para ele me levar de volta ao ponto. Quando o negão me largou, disse que ia terminar o plantão às 3:30h da manhã e que se rolasse um descontinho poderíamos continuar a brincadeira. Depois dele rolaram três boquetes e eu estava ficando cada vez mais excitada. Queria levar ferro mesmo.
Decidi que daria para o próximo cara. Um homem encostou e me perguntou o preço: - Dez pra oral, vinte o oral completo e quarenta a foda. Ele respondeu que queria um oralzinho, então levantei a saia e mostrei minha xota toda depilada. O cara foi à loucura mas falou que não tinha dinheiro para me foder. Depois insistiu que queria um boquete e me mandou entrar no carro. Primeiro fiz o boquete, cuspindo no pau para molhar e fazendo movimentos enquanto sugava.
O homem gemia gostoso e tinha um pau bom. Eu estava minuto mais molhada a cada minuto e ele falava para mim: - Usa essas mãos, isso... usa essa boca gostosa. Hum... e eu delirando com a situação. Continuei chupando e fazendo minha boca parecer uma boceta, fazendo tudo o que sempre vi nos filmes pornôs. Quando o homem estava para gozar parei o boquete e perguntei se ele estava a fim de meter, porque eu estava com a xota queimando.
O cara veio para cima de mim como um monstro e o pau dele cresceu mais ainda. Abri as pernas e ele me chupou. O sujeito mordia a minha xotinha e lambia meu cuzinho sem nenhuma frescura porque achava que eu era uma puta. Ele foi logo metendo um dedo no meu rabo e me arrancou um suspiro. Depois já meteu três dedos na minha buceta, me preparando com as mãos. Eu estava adorando tudo e já quase gozando, então pedi pra ele meter.
Nossa, o cara me fudeu muito! Ele maltratou minha bucetinha bombeando sem dó, metendo com tanta força que eu dava uns gritos altos. Podia sentir suas bolas baterem na minha xota. Ele me segurou pelo ombro e me imobilizou, metendo durante um bom tempo com força e bem rápido. Comecei a gozar e ele aumentou ainda mais o ritmo. Quando terminei ele me mandou chupá-lo e gozou na minha cara, deixando o meu rosto todo sujo.
O cara ficou ferrado na hora e precisou se recostar no banco do carro para voltar a si. Sei lá quanto tempo fiquei nesse aí, mas já tinha valido a noite. Ele me largou no ponto e foi embora. Eu estava ajeitando a minha saia e colocando a blusa no lugar quando ouvi uma buzina. Era o negão! Fiquei pensando se valeria a pena. Fui falar com ele e o cara perguntou se rolaria um desconto para o programa. Respondi que sim. Por vinte estava resolvido.
Pude ver um belo sorriso negro e um certo ar de satisfação nele. O sujeito era o primeiro negro de minha vida, e pelo visto adorava uma loirinha como eu. Quando entrei no carro ele começou a me beijar e o clima foi esquentando ali mesmo. Ele meteu a mão entre as minhas coxas e sentiu minha buceta toda molhada. Então me olhou e sorriu de um jeito safado: - Isso é porque eu ainda não te comi. Você nunca vai esquecer essa pica negra.
O cara enfiou os dedos dentro da minha calcinha e rapidinho achou meu grelo. Eu já estava a ponto de gozar. O negão me disse para tirar a calcinha, e quando ele viu minha xota peladinha quase enlouqueceu. O sujeito dirigiu até uma rua escura e foi me dedando no caminho, me preparando para receber o mastro. O negão colocou meu banco para trás e me chupou por um bom tempo. Enquanto chupava enfiava dois dedos no meu buraquinho.
Ele me chupou muito e depois chupei aquele belíssimo pau. O cara gostava de saber que eu estava engasgada, então fiz tudo para deixá-lo satisfeito. Enfiei a pica o mais fundo que pude, me engasguei, enfiei mais, engoli o pau inteiro, meti mais e quando estava em ponto de bala, falei: - Mete na minha xota! Ele se posicionou e colocou o mastro na entradinha. Então foi enfiando devagar e vendo a minha reação. Fui gemendo a cada centímetro que entrava, e ele ficava amarradão com tudo isso.
O negão foi metendo com calma... devagar... e de repente meteu de uma vez só. Dei um grito muito alto e ele riu. Nossa, quase vi estrelas. Ele meteu sem pena e começou a estocar. O sujeito ficou metendo por muito tempo e eu gozei logo em seguida. Ele parecia uma máquina que não gozava nunca. Então me colocou de quatro e enfiou na minha buceta. Nessa posição as estocadas iam ainda mais fundo, me deixando dolorida. Tentava não gritar mas era impossível. A pica era grande demais.
Gozei pela segunda vez e ele disse que ejacular. Ele me mandou deitar de costas e tirou o pau de dentro. Então se ajoelhou em cima de mim e esporrou na minha cara. Fiquei com o rosto coberto de leite, porra nos cabelos e nos olhos. Ele fez questão de espalhar a porra ainda mais no meu rosto, dizendo: - Loirinhas têm que ser tratadas assim. Eu não tinha como me limpar e usei a blusa. Quando voltei para o ponto estava sem condições de fazer mais nada, então fui correndo para o meu carro.
Dei partida e voltei para casa. No caminho percebi que estava sem calcinha. O filho da puta ficou com a minha tanguinha e não disse nada, tarado! Depois dessa noite voltei algumas vezes para o ponto, mas na maioria delas dei de graça. Gosto de ser vadia e os homens me comem muito melhor assim. Ainda estou dando para o negão, só que agora já contei para ele que não sou prostituta. Amor de pica, sabe como é...