Autor: Antonia
8.8
Fê me levou a alguns restaurantes legais e com essas saídas fomos nos tornando íntimas. Numa das noites em que saímos junto com outros congressistas, acabamos em um barzinho divertido com música ao vivo e muita gente. Aos poucos as pessoas que nos acompanhavam foram embora para o hotel e Fê me pediu para ficar, pois me levaria depois. Já estávamos bem altas por causa do vinho e começamos a falar sobre sexo e intimidade. Fê me pareceu muito desinibida, com uma personalidade forte e muito determinada em suas decisões.
Ela trabalhava num cargo de chefia de uma multinacional e disse que era solteira por opção. Fê tinha trinta e poucos anos e estava em ótima forma. Decidimos ir embora e no caminho ela me convidou para conhecer seu apartamento. No carro continuamos falando de sexo, namorados e coisas afins. Em determinado momento ela confessou que já tinha experimentado tudo em matéria de sexo. Surpresa com essa declaração, perguntei se era verdade.
Fê confirmou tudo com naturalidade e disse que já tinha até feito uma loucura: quando estava na Alemanha, ela participou de um filme pornô. Intrigada com a história resolvi ir mais a fundo e perguntei o que ela fez no filme. Fê explicou que era um vídeo de sexo mais pesado com anal, fisting, dupla-penetração e outras coisas. Eu estava incrédula e tinha certeza de que ela estava brincando. Chegamos no apartamento e me surpreendi com o luxo, a beleza e o requinte da minha amiga. Era a cara dela.
Fiz menção de comentar algo mas fui interrompida. Fê perguntou se eu queria mais um pouco de vinho e aceitei. Então ela me levou até a sala de vídeo e disse que queria tomar um banho. Enquanto isso ela colocou um filme e me deixou assistindo. Quando me dei conta era exatamente o filme do qual ela tinha falado. Fiquei vidrada assistindo, mas não a reconhecia em nenhuma cena. Quase todos os atores usavam máscaras.
Vi dupla-penetração e até uma mulher enfiando toda a mão na vagina de outra. Um homem com um pau enorme fez sexo anal na mulher e a deixou com o cu todo aberto. Quando ele tirava o pau outra mulher enfiava a língua lá dentro. As mulheres gemiam muito. Após uns vinte minutos Fê voltou para a sala. Ao me ver petrificada assistindo às cenas, ela perguntou o que eu estava achando. Respondi que parecia uma loucura. Jamais tinha visto cenas assim.
Ela bebeu mais vinho e começou a me dar uma aula sobre sexo. Fê respondia cada pergunta com uma naturalidade que me surpreendia. Perguntei onde ela estava no filme e levei um susto. Ela era exatamente a mulher que agüentou o pau gigantesco no rabo. Ela era a gata do cuzinho arregaçado. Comecei a perguntar muitas outras coisas. Ela foi dizendo que as atrizes faziam lavagem intestinal, usavam plugs anais para dilatar e bastante lubrificante, mas que não doía, era só um questão de se acostumar.
À essa altura eu não agüentava mais ver aquelas cenas pois estava super excitada. Fê perguntou se eu já havia feito sexo anal. Respondi que não pois sempre doeu muito e nunca consegui chegar até o fim. Nessa hora Fê me chamou até o quarto e me mostrou uma coleção de apetrechos de sexo, como vibradores, plugs anais, bolinhas tailandesas e bolas de pompoarismo. Ela ria da minha ingenuidade e inexperiência, mas eu estava adorando tudo e acho que ela também.
Fê pegou um plug anal para dilatação, lubrificou bem e me deu: - Coloca em mim! Segui suas ordens e me posicionei. Ela tirou o roupão e exibiu uma pele muito alva, uma linda bunda e uma xoxota toda depilada. Minha amiga abriu a bunda com as mãos e me disse para introduzir o plug. Encostei o brinquedinho nela e fui metendo. Ele entrou sem problemas: - Quer experimentar?, ela perguntou. Já tonta de vinho e super excitada, disse que sim.
Fê começou a passar um pouco de gel lubrificante na minha bunda, massageando meu cuzinho. Que sensação gostosa... Logo depois enfiou um pequeno plug e deixou. Senti um certo incômodo mas não foi ruim. Aguardamos durante um tempo enquanto conversávamos, até que ela veio atrás mim e pediu para eu ficar de quatro no sofá. Minha amiga retirou o plug lentamente e nisso eu quase gozei. Ela introduziu um plug maior enquanto passava a outra mão na minha boceta, que estava completamente molhada.
Gemi alto e ela riu, dizendo: - Meu deus, você está encharcada... isso é bom! Por mais incrível que parecesse eu estava gostando da experiência. Totalmente sem fôlego sentei no sofá e percebi que ela estava trocando o plug dela por outro maior. Esse devia ter uns quatro centímetros de diâmetro. Perguntei se ela ia agüentar. Mais uma vez fui surpreendida pela resposta: - Já experimentei coisas bem maiores. Passados mais uns vinte minutos ela perguntou se eu queria experimentar uma sensação inédita. - Qual?, perguntei.
Fê me mandou ficar de quatro na poltrona e relaxar. Ela foi tirando o plug do meu cuzinho bem lentamente. Eu apertava o plug e ela dizia para relaxar o ânus. Atendi. Ela ficou um pouco no vai-e-vem e eu quase gozei. Retirado o plug, olhei para minha amiga de relance e a vi lambendo o brinquedo que acabara de tirar de dentro de mim. Sem demora ela separou bem a minha bunda, abriu meu cuzinho arregaçado e introduziu sua língua quente e molhada lá no fundo. Meu Deus, devo ter visto estrelas!
Não me contive e gemi como nunca. Ela ficou ali brincando por mais de meia hora com o meu rabo e eu gozei diversas vezes. Foi maravilhoso ter aquela língua gostosa circulando dentro de mim. Ouvia os gemidos dela, dizendo que o meu cuzinho era uma delícia. Quando a Fê parou, sentei e a olhei sem vergonha alguma. Acho que era o vinho ou a forma como me tratara. Empurrei minha amiga para a cama e repeti tudo o que ela havia feito em mim. Ela deixou o cuzinho bem aberto e eu introduzi a língua lá dentro.
Fernanda deu um gemido forte. Adorei o gostinho salgado daquele rabo gostoso... Ela ficou gemendo e dizendo que eu era maravilhosa, pedindo para eu não parar. Jamais imaginei que poderia fazer tal coisa, mas perdi meus falsos pudores. Não via aquilo como uma perversão, mas como alguém que queria sentir prazer. Estávamos loucas de tesão e fomos para a cama. Começamos a nos beijar e eu passei a mão nos seios dela.
Que coisa boa ter acesso ao corpo de uma mulher... uma pele macia, lisa e gostosa. Fizemos um 69 e fui explorando aos poucos cada centímetro daquela boceta. Por incrível que pareça não senti nojo algum. Pelo contrário, estava adorando tudo. Usamos vibradores de vários tipos, bolas tailandesas, queria experimentar tudo o que estava na minha frente. Já estávamos exaustas e ficamos apenas nos beijando. No dia seguinte tomamos banho juntas. Senti algo estranho pois não estávamos com tanta intimidade, como se a noite anterior não tivesse acontecido.
Na hora de nos vestirmos ela pegou um dos maiores plugs anais e me pediu para colocá-lo. Achei que era nela, mas ela disse que era para mim. Fê me pediu para virar de quatro, lubrificou meu cuzinho e enfiou. Doeu só um pouquinho, mas passou. Ela disse que usaria o de seis centímetros. Não acreditei quando vi, mas ela enfiou o plug naturalmente: - Pronto. Ficaremos o dia todo com eles. Quero te mostrar outra coisa hoje à noite. Logo em seguida eu já estava acostumada com o plug.
Nossos casacos escondiam qualquer coisa. Fiquei impressionada com a rapidez que meu corpo se adaptou ao objeto. A noite chegou, saímos do seminário e fomos direto para o apartamento dela. A Fê me puxou para o banheiro e disse que eu teria que forçar um pouco para tirar. Doeu um pouco, mas o plug acabou saindo. Minha mestra disse que precisaríamos fazer uma lavagem intestinal para concluir o que ela tinha em mente. Achei meio estranho, mas atendi.
Tomamos banho, fomos para a sala de tevê e começamos a ver um filme só de mulheres. No início não havia nada de diferente, mas a cena estava muito excitante. Uma atriz lambia a boceta da outra, que gemia e agarrava a amiga pelos cabelos. Então elas começaram a fazer algo que eu jamais vira. Uma das mulheres meteu a mão inteira – até o punho - no cuzinho da outra. Fiquei mais uma vez petrificada e excitada, imaginando o que a Fê estava planejando fazer comigo.
A essa altura já estávamos bastante excitadas e juntinhas no sofá só assistindo. Senti os dedos ágeis da Fê penetrarem lentamente minha boceta molhada. Eles iam entrando sem esforço, invadindo meu buraco com vontade e com carinho. Extasiada, perguntei o que ela pretendia fazer comigo. - Vou te dar prazer..., Fê respondeu. Ela apanhou um pouco de lubrificante, passou em toda sua mão e introduziu quatro dedos na minha xoxota. Primeiro entrou um, depois dois, três e então o quarto dedo.
Quando eu estava quase gozando ela parou e me pediu para ficar de quatro. Meu coração disparou quando imaginei o que estava para acontecer. Eu estava com medo pois nunca tinha sentido nada tão grande no meu buraquinho, mas a Fê era tão tesuda, tão gostosa e tão sacana que eu tinha que fazer isso! Não podia parar agora. Ela lubrificou o meu cuzinho e começou uma deliciosa massagem no esfíncter. Introduziu os dedos bem lentamente e começou um vai-e-vêm gostoso.
Fê parava por uns instantes e colocava a língua dentro de mim. Ela ia forçando até a língua entrar quase inteira no meu rabo, que sensação boa... Acabei gozando na hora e gemi bem alto. A Fê riu e disse que o melhor viria agora. Quando percebi já tinha três dedos enfiados no rabo, enquanto ela me dizia para rebolar gostoso. Fui mexendo o quadril e senti o quarto dedo entrar em mim. Agora faltava pouco. Ela forçou mais um pouco e senti que algo não entrava de jeito nenhum.
Senti um pouco de dor e reclamei, mas a Fê passou a mão nos meus cabelos e disse para eu agüentar mais um pouco. A dor aumentou e pensei em desistir, mas ela passou a esfregar um dedo no meu grelo e fui tomada por um prazer incontrolável. Nesse momento a mão da Fê entrou inteira no meu rabo. Não consegui acreditar. Ela foi mexendo o punho, que mal saía do lugar pois estava enterrado em mim. Esse leve movimento me deixou ainda mais enlouquecida de tesão. Nunca havia sentido nada tão forte e gozei outra vez.
Já estava completamente sem forças, então a Fê parou, fez um carinho no meu rosto e perguntou o que eu tinha achado. Respondi que ela era maluca, mas maravilhosa. Agora era a vez dela se contorcer na minha mão. Fê me pediu para lubrificar bem os dedos com o gel e fazer uma massagem no seu cu. Tentei repetir exatamente o que ela havia feito em mim. Vi que meus dedos entraram facilmente, primeiro um, depois dois, três, quatro... todos.
Fê já devia estar tão acostumada com essas loucuras que nem sentia dor. Fê me pediu para começar a meter o punho no buraco dela, fazendo um movimento de vai-e-vêm e forçando até entrar toda a mão. Eu estava atordoada com o que estava fazendo, mas obedeci. Depois de alguns minutos minha mão passou a entrar inteira no rabo da minha amiga e fui enfiando com mais e mais força. A buceta da Fê estava encharcada e ela gemia muito gostoso enquanto eu metia o punho em seu cu.
Comecei o vai-e-vêm com bastante pressão e ela gozou na hora. Pude sentir as contrações do cuzinho da Fê apertarem os meus dedos com força. Enquanto ela gozava, tirei a mão e num impulso louco enfiei minha língua lá dentro. Nossa, como ela estava arrombada... que experiência eu estava tendo! Começamos a nos beijar e ela disse que eu tinha acabado de fazer um fisting maravilhoso. Ficamos brincando juntas algumas horas e fomos dormir.
Infelizmente a semana do seminário já estava acabando e eu teria que ir embora. Na sexta-feira a Fê me pediu para passar o fim de semana com ela, para explorarmos novos fetiches. Depois de pensar muito acabei aceitando o convite. Queria descobrir até onde eu conseguiria ir. As experiências que vivi nesses dois dias foram inacreditáveis, mas vou contar tudo com calma mais tarde.