Autor: Carla
8.5
Maria estava vestindo um uniforme apertado nos seios, pois ela tinha dois melões redondos e grandes que mal entravam na roupa. Perguntei quando seria a folga dela e se tinha namorado. Ela prontamente respondeu que tinha terminado o namoro há um mês. Cheguei no meu andar e nos despedimos, prometendo que em breve continuaríamos a conversa. Fiquei o tempo todo pensando naqueles seios grandes, querendo tocá-los. Á tarde me animei e fui até o apartamento onde ela trabalhava.
Eu sabia que os patrões estavam fora e apareci com a desculpa de que precisava de um pouco de açúcar. Vesti uma regata bem cavada sem nada por baixo, toquei a campainha e Maria atendeu. Mostrando-se surpresa, ela me cumprimentou e prontamente insistiu para que eu entrasse. Maria veio com a xícara de açúcar, eu agradeci e continuei puxando papo. A conversa fluiu e fomos até a cozinha, onde ela estava terminando de lavar a louça. Sentei num banquinho e fiz questão de me exibir, abrindo as pernas delicadamente para ela.
Maria percebeu que eu estava sem nada por baixo e não tirou os olhos das minhas pernas. Meus seios quase saíam pelas laterais da camiseta. Ela não parava de me olhar, então resolvi perguntar se já tinha experimentado transar com uma mulher. Para minha surpresa ela confessou que uma vez uma patroa pediu para transar com ela, e com medo de perder o emprego Maria obedeceu. A partir desse dia ela percebeu que também gostava de mulheres. Essa foi a minha deixa. Levantei e a abracei por trás, passando as mãos naqueles seios enormes e macios.
Desabotoei lentamente o uniforme dela e percebi que Maria estava sem sutiã. Meti a mão naqueles seios enormes e ela se virou, me segurando pela cintura. Ela colou a boca no meu ouvido e disse: - Estou com muito tesão... Quase fui à loucura e respondi que poderíamos brincar um pouquinho. Peguei a mão dela, coloquei entre as minhas pernas e deixei Maria sentir minha xana raspadinha, já molhada de tanto tesão. Apalpei e lambi os biquinhos endurecidos de tanto tesão. Maria pedia para eu nunca parar se chupar seus bicos, pois estava bom demais.
Fui descendo a mão até chegar na boceta da minha nova “peguete”. Passei os dedos entre as pernas dela e percebi que sua calcinha estava ensopada. Com carinho a abaixei lentamente e vi a empregadinha se contorcer na minha mão. Que boceta deliciosa... Maria puxou minha camiseta e começou a lamber minha xana. Abri bem as pernas e deixei a língua dela me penetrar. Maria chupava muito bem, brincando e atiçando o meu grelo. Quando eu estava gozando ela ainda meteu dois dedos dentro de mim, o que me fez ter um orgasmo extremamente forte.
Gozei várias vezes na boca dela, então coloquei Maria sentada na pia da cozinha, abri suas pernas e comecei a chupar sua bucetinha cabeluda. Ela rebolava e gritava pedindo para eu não parar. Continuei mordendo seu grelo até sentir que ela estava gozando. Maria molhou minha boca de tão encharcada que ficou. Eu estava muito excitada com a situação... Ficamos assim por algum tempo e fomos tomar uma ducha.
Nossa, aproveitei cada segundo do banho... me deliciei ensaboando todo o corpo dela com carinho, beijando e lambendo seus lindos seios. Senti que Maria estava no auge da excitação, com os bicos rosados e endurecidos, o grelo saliente e a boceta molhada. Resolvi me ajoelhar na frente dela e coloquei o rosto entre suas coxas. Chupei aquela xoxota deliciosa, separando os lábios com as mãos e atiçando o grelo com a ponta da língua.
Mordi suavemente aquele tesão de clitóris, depois me levantei e nos beijamos ardentemente. Beijei a gata para que ela sentisse o gosto da própria boceta. Maria quis retribuir o prazer recebido e se ajoelhou na minha frente. Fiz questão de me deitar dentro do chuveiro, para poder abrir bem as pernas e deixar o caminho livre para ela. Maria abocanhou minha buceta como uma mulher faminta, lambendo meu cuzinho e metendo a língua lá dentro.
Em pouco tempo eu também gozei como uma louca, rebolando e empurrando o rosto dela contra a minha boceta. Queria deixar a Maria toda melada da minha xota. Ela disse que estava muito bom e que queria gozar mais. Disse que queria chupar todo o meu mel até me deixar seca. Respondi que ela poderia ficar assim o tempo que desejasse, pois eu tinha muito tesão para dar. Não sei exatamente por quanto tempo ficamos assim, sei apenas que já estava no limite da exaustão e quer precisava me recompor.
Fomos direto para o quarto dela, onde vi algumas fotos que o namorado havia tirado dela em um motel. Maria estava em várias poses sensuais, exibindo a boceta e todo seu corpo para a câmera. Não pude deixar de comentar uma das fotos, onde ela aparecia pagando boquete para o rapaz – que era bem avantajado. Fiquei impressionada porque Maria conseguiu engolir aquele cacete enorme sem problemas. Perguntei como ela agüentava a pressão, então Maria riu e tirou um consolo gigantesco do armário.
Fiquei assustada pois o brinquedo era realmente grande. Maria me pediu para meter com tudo em sua boceta, então lentamente fui colocando o enorme consolo dentro dela. Para minha surpresa ele entrou muito gostosamente pois Maria já estava bem molhada. Ela ficou de quatro, abriu bem as pernas e com as mãos abriu a bunda, me mostrando o cuzinho. Pensei que o consolo não fosse entrar, mas devagarinho ele foi sendo enterrado no rabo dela. Meti algumas vezes com força, mas Maria mal se agüentava de tesão.
No mesmo instante ela gozou e teve vários espasmos. Virei e fiquei em cima dela, fazendo um 69 muito sacana. Ofereci a buceta para ela chupar e sem demora Maria começou a me excitar com imensa habilidade. É claro que gozei de novo, e sem titubear enfiei o cacete na minha boceta para ter um orgasmo mais profundo. Sei que após essa tarde fiquei fã da minha nova empregadinha e até hoje passamos lindas tarde de foda e excitação.