Autor: Renata
8.6
Que delícia sentir aquele dedo abrindo as pregas do meu cu e me penetrando! Gozei, gozei mais uma vez pedindo mais, mais e mais... Com um dedo entrando sem dificuldade no meu rabo, senti que era o momento de meter mais um. Júlio tirou o dedo, encheu o meu cu de cuspe e começou a enfiar dois dedos no meu buraco. Nossa, com um cacete na boca e dois dedos no cu eu quase fui à loucura.
Júlio me chupou e deu umas apertadas no meu grelinho me fazendo gozar mais uma vez. Eu já estava sentindo a boca dormente de tanto chupar o cacete do meu marido, e ao mesmo tempo estava morta de sede. Enquanto Júlio se levantou para pegar água para mim, Afonso se deitou ao meu lado e colocou o cacete sobre as minhas pernas, me indicando que estava louco de vontade de enfiar a vara na minha xoxota.
Ele colocou o cacete no meio de minhas pernas procurando a abertura da minha buceta, que estava molhada de prazer e encharcada pela saliva do Júlio. Bebi água já sentindo aquela pica enorme entrar na minha buceta. Pedi para o meu marido ir devagar, pois já estava toda dolorida. Em seguida chamei Júlio para perto, pois queria chupar seu pau. Que gostoso, a pica dele estava inteiramente molhada, cheia daquela porrinha que eu tanto gosto.
Chupei a pistola inteira e a enfiei na boca. O pau dele ocupava cada centímetro da minha garganta. Eu estava me sentindo preenchida, com uma pica na buceta e outra entalada na boca. Gozo, gozo mais uma vez sentindo uma volúpia envolver todo o meu corpo. Aquela posição estava nos cansando, por isso meu marido pediu para que eu ficasse de quatro na cama. Ele queria me comer por trás, então mudamos de posição.
Júlio ficou deitado com a pica apontada para cima. Eu fiquei de quatro na beirada da cama e o Afonso enfiou a pica na minha buceta. Ao mesmo tempo comecei a chupar o cacete do Júlio. Que delícia de cena... Pedi para o meu marido não enfiar todo o cacete na minha xoxota, mas ele já estava acostumado a me comer nesta posição e me ignorou. Todas as vezes em que ele me comeu deste jeito eu sonhei em ter o pau do Júlio na minha boca. Finalmente estava realizando o meu sonho!
A jeba do meu marido entrava e saía com muita força, maltratando minha bucetinha. Que sabor gostoso eu sentia na boca... como eu gosto de chupar o cacete do Júlio. Nesse momento eu me senti toda preenchida, com cacete em cada buraco. Você não faz idéia de quantas vezes eu gozei. Acho até que molhei a pica de meu marido com um caldo melado que saiu da minha buceta.
Afonso sentiu que ia gozar e aumentou o ritmo, para me dar umas estocadas bem violentas antes de ejacular. Em pouco tempo ele gozou muito, deixando minha boceta tão repleta de porra que o leite escorreu pelas minhas pernas. Ele gozou e caiu deitado do nosso lado, para me observar chupando a pica do Júlio. Eu continuei a chupar, a lamber e a engolir o cacete do Júlio.
Meu marido olhava com atenção aquela pica entrar e sair de dentro da minha boca. Acho que isto o deixou tão excitado que Afonso falou que havia chegado a hora do Júlio comer o meu cuzinho. Senti um tremor tomar conta do meu corpo e concordei com ele. Finalmente havia chegado o momento, motivo que nos levou a ter aquela transa a três. Nós três estávamos excitadíssimos.
Meu marido me mandou ficar naquela mesma posição, de quatro, com a bunda bem para cima. Júlio levantou e se posicionou atrás de mim. Com o cacete duro ele se abaixou e me deu uma lambida no rabo. Que delícia... estremeci de tanto tesão. Afonso se aproximou da minha bunda e deu uma lambida no meu cu, me deixando ainda mais enlouquecida. Ele estava todo preocupado para que eu não sentisse dor, sem nem desconfiar que o meu rabo já conhecia o pau do Júlio há muito tempo.
Que coisa estranha eu senti. Meu marido estava ajudando o Júlio a comer a minha bunda... e mais uma vez ele passou a língua no meu rabo e deixou um pouco de saliva. Júlio também encheu a boca de cuspe e derramou toda a saliva no meu cu. Estranhei a cumplicidade entre os dois, pois foi o Afonso quem espalhou aquele cuspe ao redor do meu rabo. Júlio começou a brincar com o dedo no meu cu e eu logo senti outro dedo pressionar minhas pregas.
Meu amante colocou o cacete bem na entrada do meu cu. Fiquei esperando. Empurrei a bunda em sua direção e ele, que empurrou o cacete contra o meu cu. A pica começou a entrar no meu rabo e me fez gemer de prazer. Senti o cacete abrir minhas pregas, alargar o meu anel e entrar em mim. Fui empurrando a bunda contra o pau e senti aquela dor gostosa.
Que delícia... Como foi bom sentir a cabeça daquele cacete dentro da minha bunda! Quando senti as bolas do Júlio tocarem a minha buceta eu gozei. Já estava muito cansada de tanto ter prazer. Enquanto isto acontecia o Afonso ficava me perguntando todo preocupado: - Está doendo, Renata? Está gostoso? Eu mal lhe respondia, pois só conseguia gemer de prazer. Vi que meu marido estava fascinado pela cena.
Afonso aproximou a cara da minha bunda para olhar bem de perto, enquanto me apalpava e passava os dedos na beirada do meu cu, encostando no cacete do Júlio. Senti várias vezes os dedos dele em volta do meu rabo, medindo o quanto do cacete do Júlio havia entrado em mim. Louca de vontade de sentir um carinho no grelo, pedi para que meu marido me chupasse. Gozei com um cacete enfiado no rabo e meu marido chupando o meu clitóris.
Isso era um sonho realizado, uma fantasia que há poucos dias eu jamais havia esperado. Continuamos por muito tempo com o Júlio me comendo, enfiando e tirando o cacete do meu cu enquanto meu marido me chupava e lambia a minha buceta. Sempre que o Júlio metia todo o cacete em mim as bolas de seu saco tocavam a minha buceta. Eu só ficava imaginando que a língua do meu marido também estava lambendo o saco e até alguma parte do cacete do Júlio.
Eu não tinha como ver o que estava acontecendo, mas de vez em quando não sentia o cacete do Júlio no meu cu e nem a boca do meu marido me chupando. Naquela posição era difícil ver a cena, mas me curvei um pouco e consegui ver o Júlio tirando todo o cacete do meu cu e colocando na boca do Afonso, que engolia com vontade. Aquilo me excitou mais ainda. Eu estava sendo comida, sendo chupada e ao mesmo tempo meu marido lambia aquele cacete que entrava e saía do meu rabo.
Nós três gemíamos de prazer. Vendo que o Júlio estava chegando ao orgasmo, Afonso se levantou e pediu que parássemos um pouco. Ele pegou uma caixa de camisinhas, olhou para mim e me pediu que a colocasse no Júlio. Peguei a camisinha e antes que pudesse fazer qualquer movimento o meu marido falou: - Assim não, Renata, põe a camisinha na sua boca. Obedeci e chamei o Júlio, que se aproximou e colocou o cacete bem na frente da minha cara. Encostei a boca naquela pica gostosa e fui descendo, ajudando com as mãos. Ainda não satisfeito, Afonso segurou o cacete do Júlio e acabou de colocar a camisinha.
Senti uma sensação estranha ao ver o meu marido com as suas mãos no cacete de outro homem, mas no fundo gostei. Em seguida Afonso falou: - Pronto! Agora eu quero ver o Júlio gozar dentro do seu cu. Fique de quatro que ele vai te enrabar e gozar dentro do seu rabo. No mesmo instante fiquei de quatro, expondo meu cu para os dois. Júlio ficou de pé atrás de mim e Afonso ficou ao meu lado, de onde podia assistir com detalhes o pau do meu amante fudendo o meu rabo.
Mais um pouco de cuspe foi jogado na minha bunda. Logo em seguida senti a ponta da cabeça do cacete do Júlio encostar no meu buraco. Olhei para trás e vi o Afonso segurando a pica do meu amante. Não sei o porquê, mas aquilo me excitou demais... Vi que o Afonso estava esfregando a pica do Júlio na minha bunda e na minha buceta, deixando a área bem molhada.
Afonso começou a bater uma punheta e falou alto: - Enfia toda essa pica no cu da Renata! Fui penetrada como nunca na minha vida. O rosto do Júlio mudou completamente e ele começou a meter com muita força, como se quisesse me partir em duas. Pensei que a pica dele fosse sair pela minha boca e já não sabia se ia conseguir agüentar por muito mais tempo. Eu podia sentir as bolas do saco dele batendo na minha buceta e tocando o meu grelo.
- Mete! Mete, enfia tudo!, eu ouvia o meu marido dizer para o meu amante enquanto olhava fascinado para mim, com aquela pica enfiada no cu. Júlio gozou e ejaculou dentro do meu cu, ao mesmo tempo em que meu marido também gozou em sua própria mão. Essa experiência foi demais para nós três e caímos deitados na cama, cansados de tanta excitação e gozo. Passamos algum tempo descansando e então o Júlio se levantou e foi tomar um banho.