Autor: Camilla JJJ
8.5
Nós não nos conhecíamos muito bem, mas tínhamos amigos comuns. Fomos nos instalar em nosso quarto, e quando ela trocou de roupa pude reparar como seus seios eram grandes e gostosos. Senti um arrepio, um tesão me queimando mas resolvi ficar quieta. Quando voltamos do jantar de abertura do congresso fomos dormir e só então me dei conta de que o nosso quarto tinha apenas uma cama de casal. Ela tinha feito as reservas e explicou que os quartos com duas camas já haviam acabado.
Comecei a gostar da situação. Ela vestiu uma camisola curta, uma calcinha bem pequena e se deitou. Eu sempre dormia sem calcinha e estava com a bucetinha depilada, perfeitinha. Coloquei a camisola e me deitei. Apenas a pequena luz de cabeceira estava acesa. Nós estávamos cansadas, mas começamos a conversar. Falamos muito sobre nossas vidas e eu comecei a falar sobre as transas com o meu namorado e com outros rapazes. Ela namorava há quatro anos mas não transavam muito. Nesse momento ela confessou que nunca tinha gozado e que não gostava muito de transar.
Eu não conseguia acreditar no que estava ouvindo. Como uma pessoa podia viver sem nunca ter gozado? Ela estava sonolenta e acabou adormecendo virada para meu lado, com a camisola repuxada deixando aparecer parte de um seio. Vi que com essa escultura na minha frente eu ia demorar para pegar no sono, pois minha excitação aumentava à medida que pensava em como era bom tocar e ser tocada por uma mulher. O que estava acontecendo comigo? Aquelas sensações voltavam fortes na minha mente.
Minha companheira de quarto estava em um sono profundo e eu olhava seus peitos pela camisola, fantasiando poder apertá-los, poder chupar os bicos com calma e com toda a vontade que estava sentindo. No dia seguinte fiquei pensando no fato dela não gozar e de não gostar de transar. Fiquei planejando a melhor maneira de tocar no assunto novamente e de testar minha teoria, pois achava que ela podia sentir tesão por mulheres. No final do dia, já no quarto, tirei a roupa e fui para o banho.
Minutos depois ela entrou também no banheiro e se despiu naturalmente. Quando eu menos esperava ela perguntou: - Posso tomar banho também? É óbvio que respondi que sim... Ela me pediu para ensaboar suas costas, o que fiz com muito prazer, mas não consegui passar daquilo. Ela pegou o sabonete e disse que faria o mesmo em mim, então começou a massagear as minhas costas. Não pude esconder o tesão que sentia. Ela foi descendo e começou a passar o sabonete no meu bumbum, depois nas minhas coxas. Eu já estava molhadinha.
Terminamos o banho e comecei a passar creme no corpo. Deitei na cama e pedi para ela passar nas minhas costas. Ela fez uma massagem deliciosa, e ao chegar no bumbum começou a escorregar a mão de leve no meu cuzinho, depois na minha xoxotinha. Ela disse que tinha adorado minha xoxota carequinha e que gostaria de raspar a dela também para fazer uma surpresa para o namorado. Falei que tinha uma lâmina nova que poderia emprestar e que ela só precisava passar bastante espuma de sabonete no local. Ela adorou a idéia.
Eu não conseguia esperar a hora de ver aquela bucetinha escancarada na minha frente. Ela pediu a minha ajuda, então se deitou e abriu as pernas. A bucetinha era gordinha e com muitos pêlos. Fiz bastante espuma e comecei a esfregar na bucetinha dela, me aproveitando bastante da situação. Abria seus grandes lábios e como que por engano deslizava um dedinho na rachinha dela. Enquanto eu cortava os pêlos, via que sua buceta ficava cada vez mais molhada. Abri sua bucetinha até ver aquele grelo saltado de tesão.
Ela estava com os olhos fechados e procurava disfarçar suas reações, mas eu sabia que ela estava adorando. Pela primeira vez em muito tempo eu sentia uma vontade absurda de colocar a boca em uma buceta. Queria enfiar a língua naquele buraquinho e dar umas lambidas no grelo, para depois chupá-lo. Terminei de espalhar a espuma e ela se levantou. O visual tinha ficado ótimo e eu estava louca de tesão. O telefone tocou. Não tínhamos visto o tempo passar e todos já nos esperavam para jantar.
Durante o jantar eu só conseguia pensar na hora de voltar para o quarto e agarrá-la. Quando o momento chegou, ela botou a mesma camisola e disse que também iria dormir sem calcinha. Fui ao banheiro e quando voltei ela já estava dormindo. Que frustração... Como ela podia ser tão dorminhoca? Pensei que talvez ela não gostasse de mulher e que aquilo tudo fosse só a minha imaginação. Deitei ao lado dela e vi que seria outra longa noite. Observando o corpo da minha companheira de quarto fiquei louca com aqueles seios maravilhosos...
Resolvi testar o sono dela e levantei o lençol que a cobria. Puxei a camisola um pouco para cima e vi aquela buceta gordinha e careca. Que delícia... Eu já estava muito excitada. Comecei a puxar as alcinhas da camisola para baixo até que um biquinho apareceu. Ela continuava em sono profundo. Fui mais ousada e puxei as duas alças bem devagar, até deixar os dois seios à mostra. Enquanto isso me masturbava com a outra mão. Não havia dúvida que ela estava mesmo dormindo. E que eu estava a ponto de gozar.
Esfregava meus peitos, apertava meus bicos e enfiava dois dedos na buceta enquanto admirava o corpo dela. Resolvi arriscar mais e cheguei bem perto da bucetinha dela. Consegui sentir seu cheirinho, que parecia me embriagar. Ela estava até roncando. Suas pernas estavam um pouco afastadas e eu coloquei o nariz quase colado em sua buceta. Que cheiro maravilhoso... Não podia mais controlar a vontade de dar uma lambidinha de leve. Queria sentir o gosto daquela bucetinha linda. Cheguei a um orgasmo muito forte e esbarrei na perna dela.
Ela se mexeu mas não acordou. Ajeitei sua camisola e dormi. Acordei. Vivi mais um dia interminável e finalmente anoiteceu. Quando cheguei no quarto ela tinha enchido a banheira e estava deitada, relaxando. Logo que me viu, abriu um sorriso e disse: - Entra aqui! Está esta uma delícia... Tirei a roupa e entrei. A banheira não era muito grande e por isso nossas pernas tinham que ficar entrelaçadas. Ela elogiou meus pés e começou a acariciá-los. Peguei o pé dela, que também era muito bonito, e sem perceber comecei a beijá-lo. Depois passei a chupar cada dedinho. Ela começou a gemer baixinho.
Acariciei suas coxas e passei a língua no meio dos dedinhos. Ela disse que nunca tinha experimentado nada tão gostoso na vida, então começou a retribuir beijando e chupando os meus pés. Nossos olhares se cruzaram e nossos sorrisos nos denunciaram. Nos aproximamos e começamos um beijo gostoso e cheio de desejo. Podia sentir nossos seios roçando, nossos bicos se tocando. Colamos nossos corpos e ficamos nos alisando. O beijo não queria acabar.
Eu apertava os seios dela com as mãos e alisava sua xoxotinha careca. Ela fazia o mesmo comigo. Comecei a lamber os bicos dos seios e depois mordi de leve, só para ouvir o gemido. Eles eram deliciosos... Estávamos as duas loucas de tesão. Saímos da banheira e fomos para a cama sem desgrudar as nossas bocas. Deitei minha companheira de quarto com as pernas bem abertas e comecei a chupar sua buceta com muita ansiedade. Era a primeira vez que tinha uma buceta na minha boca e nunca havia sonhado que isso podia ser tão bom.
Ela tinha um cheirinho delicioso e estava bem molhada. Meti um dedo e percebi que ele entrava e saía facilmente, pois ela estava encharcada. Enfiei dois dedos, tirei e chupei. Queria sentir cada detalhe do cheiro e do gosto dela. Enfiei mais uma vez os dedos e dei para ela chupar. Passei os dedos em seu rosto, para que ela ficasse com o cheiro que me deixou tão excitada. Ela gemia e se contorcia, puxando minha cabeça contra seu corpo e me apertando contra sua bucetinha. Eu lambia e observava que ela ficava cada vez mais molhada.
Enfiei minha língua o mais fundo que pude. Num movimento rápido ela me virou na cama e disse que agora era a vez dela me dar prazer. Então ela começou a chupar a minha buceta deliciosamente, me fazendo duvidar que aquela fosse sua primeira vez. Ela estava me levando às nuvens... Então enfiou um dedo na minha bucetinha e logo me fez gozar. Eu gozo muito rápido quando me chupam e enfiam o dedo lá dentro ao mesmo tempo. Nos posicionamos para um delicioso 69.
Enquanto nos chupávamos ela enfiou um dedo no meu cuzinho. Eu adoro isso! Logo gozei novamente. Eu já estava cansada após dois orgasmos e queria ter a honra de conseguir fazê-la gozar na minha boca. Comecei a lamber a parte internas das coxas dela. Sua pele ficou arrepiada no mesmo instante. Abri ainda mais as pernas dela, passei a língua na buceta e comecei a mordiscar seu grelinho. Ela se contorceu de prazer. Chupei os lábios da buceta, lambi e chupei o grelo, enfiei minha língua inteira dentro dela e pude sentir a pressão de sua buceta. Que delícia...
Ela se contorcia e pedia para ser fodida. Enfiei um dedo, depois outro e comecei a dar estocadas severas na buceta dela. Já estava conseguindo meter quatro dedos. A cada estocada Márcia gemia, e seus gemidos já estava virando gritos de prazer. Ela estava entregue nas minhas mãos. Márcia gritava e rebolava com os meus dedos estocados em sua buceta, e só de olhar sua cara de satisfação eu também gozei. Dessa vez era ela quem iria gozar!
Continuei chupando sua buceta, enfiando os dedos em seu buraco e decidi dar o golpe final. Molhei um dedo com saliva e enfiei no rabinho dela. Enfiei dois dedos na buceta, outro no cuzinho e fiz pressão como se levasse um de encontro ao outro... isso tudo sem parar de chupá-la. Márcia gemia muito alto e se mexia na cama. De repente senti sua buceta se contraindo muito e meus dedos ficando presos lá dentro. Esse era o sinal que eu esperava. Ela tinha gozado!
Márcia deu um grito abafado, agarrou os lençóis e literalmente saiu do ar. Quando voltou ela estava com o corpo mole e um sorriso na cara. Como ela gritou! Meu Deus, gozei com uma mulher e a fiz gozar também... estava muito feliz. Desde essa noite nós nos encontramos com freqüência e nos entregamos aos prazeres que só duas mulheres alcançam. Confesso que também adoro nossas aventuras com o meu namorado, mas isso contarei em uma outra oportunidade.