Autor: Stela
6.8
Meu marido não me trata assim, mas quando estou com o Wander gosto de chupar um pau sujo, mijado de tanto trabalhar o dia inteiro e ir direto pra universidade. Eu e meu marido somos muito higiênicos, mas comecei a me acostumar a chupar pau com cheiro de mijo e limpá-lo todinho! Combinei uma escapadela com o Wander que, óbvio, sabia que eu era casada. Fomos trepar num motel e eu paguei! Sempre achei isso um absurdo, mas como sou advogada e ganho mais do que ele...
Quando combinamos, Wander me explicou que tinha uma preferência em particular: sexo anal. E que eu deveria ser arrombada por ele e aprender a gostar disso. Não me opus a princípio, pois o meu marido come o meu cu de vez em quando, mas fiquei preocupada com o tamanho. Como sou uma mulher grande e culta, sabia que iria me acostumar e eu queria isso. Nossa primeira foda foi inesquecível. Wander arrombou minhas pregas. Doeu, mas foi muito bom e bem melhor do que eu esperava.
Ele é um comedor de cu profissional e diz que não gosta de comer boceta de piranha, só de namoradinha. Por isso ele meteu no meu cu sem parar naquela noite. Gozei loucamente com a mão no meu grelo, mas naquela primeira noite ele não comeu a minha boceta uma só vez. Disse que eu tinha que me acostumar primeiro com o tamanho do pau dele na minha bunda antes de me comer a bocetinha.
A marca registrada do Wander é que sua última foda é sempre no meu cu, de quatro, com meus braços e minha cara no chão e ele agachado fazendo força e colocando o seu peso por cima de mim. E ele é quem sempre goza por último nessa posição. Depois desse gozo, eu só tenho o direito de chupar o pau dele até deixá-lo em casa ou em qualquer outro lugar reservado. Ele não gosta de dedar a minha boceta, o que eu tenho que fazer sozinha, pois ele é bem machista e acha que piranha feito eu só pode receber carinho de chupar pica dura.
Sempre que ele segura o meu pescoço eu sei o que ele quer. Até hoje vivo assim com o Wander, mas o José sempre continuou insistente e eu resolvi apimentar a minha traição. Chamei o Wander pra me comer na minha casa, na ausência do meu marido, e ele o fez. Fez questão de me comer em cima da minha cama, mas terminou me comendo mesmo no chão da sala, onde há mais espaço. Depois fiquei um tempo toda gozada de porra, lambendo seu pau e sua porra enquanto ele assistia à televisão.
Perguntei se ele queria me foder de mais alguma forma, mas ele disse que eu já sabia o estilo dele e que aquela última foda no meu cu era incontestável. Se eu quisesse gozar de novo, teria que me masturbar enquanto chupava o pau dele. Ah, eu adoro o Wander! Ele fala essas coisas e o pau dele fica lá, grosso, duro. É uma pica dos deuses, é um caralho dos céus. Só amolece um pouquinho e a porra fica mais ralinha. Fora isso, continua picudão.
Chupei o pau dele até eu gozar, me masturbando. Minha xoxotinha tremeu tanto naquele dia que eu nem sei. Fazia parte dos meus planos. Wander, depois de me ver gozar, se punhetou um pouco e fez questão de gozar na minha cara, olhando pra mim: - Professora, não se limpa, não. Fica com a minha porra um pouco na cara que eu quero me lembrar de você assim, melada, hoje na aula. Obedeci na hora. Ele se arrumou, se vestiu e saiu. Disse que tinha faltado ao serviço mas que tinha que liberar o colega que o cobriu.
Assim que ele saiu, peguei o telefone e liguei pro José: - Está afim de lamber os meus pés hoje? Foi covardia minha, eu sei. Eu proibí o homem de me ver durante quase três anos e meio e eu sabia que ele tinha fetiche por lamber os meus pés. Ele sempre me confessava tudo por telefone, e quando éramos só amigos ele já tinha beijado meus pézinhos por umas três vezes, tirando casquinha o safado.
Dizia que era porque gostava muito de mim e eu gostava de deitar com os pés pra cima nos sofás. Aliás, gosto até hoje... Ele concordou e veio à minha casa naquele momento, como eu mandei que viesse. Eu fui até o espelho e espalhei o esperma do Wander pelo meu rosto para que ele não percebesse que estava gozado. Vesti a mesma calcinha e o mesmo vestido com que recebi o Wander. Era um vestido preto, longo, o mais provocante que tenho. A calcinha era uma amarelinha, com rendinhas brancas, dessas de menininha.
O importante é que deixei o esperma do Wander no meu corpo como estava, sem limpar nada. Na casa também. Quando José chegou, dei-lhe dois beijinhos no rosto e um abraço discreto, apesar dele tentar me dar um abraço longo e apertado, digno daqueles que estão com muuuita saudade. Deixei um pouco, mas o afastei. - E então, como é que você está?, perguntei. Nisso o conduzi pelas mãos até um dos sofás da sala e me deitei com as pernas de voltadas para ele.
José parou pra ficar me olhando e perguntei: - Quer lamber os meus pés? Lambe a sola!, ordenei. José lambeu os meus pés e chupou o meu dedão. Depois todos os dedos dos meus pés, um a um, com toda a calma do mundo e lavou com a língua a sola de cada um dos meus pés descalços bem devagar. Quando estava satisfeita, abri só um pouquinho minhas pernas para ele ver a minha calcinha molhada. Ele veio um pouco pra frente e perguntou: - Posso lamber a sua boceta? Respondi que sim.
Ele veio afastando o meu vestido e perguntou: - O que é isso escorrendo? – Esperma!, respondi. - Do seu marido? - É, eu menti. Ele não estava entendendo e perguntou: - Você quer que eu vá lamber o esperma do seu marido? Você pode tomar banho... Não agüentei e falei: - Se você quiser lamber minha xoxota vai ter que ser assim. Senão você pode só lamber meus pés e ir embora, depois que eu gozar me masturbando. O que você acha?, perguntei.
Ele fez cara de quem não gostou, mas tomou coragem e caiu de boca na minha xota. Só que eu não deixei não. E falei: - Nã-não, tem que lamber primeiro a porra que já escorreu. Deitei a cabeça dele em volta do meu joelho. José veio lambendo as minhas coxas desde a parte de dentro, lambendo e engolindo toda a porra do Wanderval como eu mandei. Ele lambeu a minha boceta aquela tarde toda e eu gozei feito uma vadia louca no cio animal, que não parava de gozar nem conseguia me mexer.
Depois de um tempo, olhei pro relógio e mandei ele sair que eu tinha que dar aula. Mentira. Eu ainda tinha que limpar a casa e trocar a roupa de cama antes de sair pra faculdade. Tudo estava perfeito, José agora era meu escravo sexual e eu era a escrava sexual do Wanderval. Contei aos dois o que eu tinha feito e tudo como aconteceu. José chorou humilhado, mas ainda fiel a mim. Wanderval já nem ligou muito, pois estava namorando com uma aluna, mas ainda me comia de vez em quando. Eu continuava sempre chupando o pau dele ao levá-lo pra casa, o que acontecia quatro três na semana.
Combinei uma foda com os dois: o Wanderval me comendo e o José me chupando. Foi mais difícil convencer o José, mas ele disse que me amava, que faria qualquer coisa por mim e até aceitaria ser corno pra ficar comigo. Ridiculamente ele chorou no telefone e eu ainda aproveitei para humilhá-lo mais um pouquinho. No dia marcado, fomos os três para o motel. Os dois de cara fechada pois ambos diziam que não eram veados, essas coisas... Chegando lá, mandei o José tirar a roupa e ficar só olhando. O Wanderval começou a tirar sarro do José, e para incentivá-lo começou a humilhar o meu amigo também.
José, sério, começou a chorar e brochou na hora. Wander sacaneava o tamanho do pau do Zé, mas eu disse pra ele parar quando o Zé começou a chorar. José se acalmou e voltou a se excitar enquanto assistia ao espetáculo. A mulher que ele amava desde os treze, euzinha, dando o cu gostoso, durante horas pra um morenão alto e forte. Percebi que José, choroso, não parava de olhar pros meus olhos verdes e amendoados que sempre chamaram sua atenção. Meus olhos nunca falham.
Eu gemia gostoso, deixando ele me olhar e fazia gritinhos de quem queria gozar com o pau do Wander atolado no meu cu apertadinho. Eu olhava pro José nos olhos e dizia: - Goza, Wander, goza... E eu gemia muito mas tentava sempre dominar o olhar do Zé, meu amigo e meu capacho. Meu escravo. Eu era o máximo, poderosa, uma deusa. Eu me sentia super-bem assim. No último gozo do Wander ele me comeu como sempre, com a cara no chão, mas eu fiquei de lado para o José só para vê-lo.
Quando acabamos, eu perguntei pro Zé: - Gostou? Quer participar? Ele quase sem voz, coitadinho, disse que sim. - Deita, deita na cama! Deixei a cabeça dele pra fora da cama e me deitei sobre ele, sentando com a boceta já com porra escorrendo sobre sua boca. - Vai, Wander, mete no meu cu, mete na minha xotinha, goza dentro de mim e em cima da boca do Zé, goza. Não precisei pedir duas vezes. Wander meteu no meu cu, depois tirou e comeu minha xoxotinha, tirando todo o esperma que já tinha gozado lá dentro pra boca do Zé.
Eu beijava a boca do Wander e segurava o pau do José, mas quase sem punhetá-lo. Eu não queria que ele gozasse, mas ele ainda não sabia disso. Wander e eu gozamos fartamente e eu senti que Wander tirou o pau da minha xotinha pra limpar um pouco na língua, dentro da boca do Zé. Fingi que não percebi e não falei nada. A sensação de ter o Zé lambendo a minha boceta, fazendo sexo oral enquanto eu trepava com o Wander era algo sem igual. Quando terminamos, Wander ficou deitado em cima de mim, com a pica na minha boceta e eu mandei o José continuar lambendo.
Era o único que ainda não tinha gozado e eu parei de punhetá-lo. Ficamos deitados naquela posição por mais uma meia hora e eu quase dormi sentindo só a língua do Zé se mexer naquele quarto. O Wander, de pau meio mole, foi saindo de cima de mim aos poucos e eu estava quase tendo outro orgasmo então fiquei e gozei novamente na boca do Zé, que depois aprendeu a me lamber muito bem. O Wander, já abotoando as calças, falou que quando a gente fosse trepar de novo era pra eu levar o corno veado do meu amigo.
Mandei o José ir gozar no banheiro, se masturbando sozinho. Com o tempo parei de trair tanto o meu marido. O Wander ainda me come, mas se afastou um pouco de mim pois está namorando firme. É claro que sempre que ele aparece eu ainda dou carona, só pra poder chupar o seu maravilhoso pau. Fora isso ele nem fala comigo. O Zé passou a lamber a minha boceta gozada do meu maridinho. Acho que ele não liga. Às vezes, chamo o Zé pra vir aqui quando estou de xotinha seca mesmo. É melhor pra me masturbar com a língua dele no meu clitóris do que sozinha.
Voltamos a ser amigos e eu freqüento a casa dele só pra receber sexo oral. Por mais incrível que pareça, ainda amo o meu marido. Me casei apaixonada de verdade e estou retomando com mais suavidade a minha vidinha de mulher casada. Amo o meu marido e pretendo ficar com ele até o último dia da minha vida. Amo o meu maridinho, pois aprendi o que é traição e sei que ele me é fiel, meu fiel corninho que eu amo muito. Beijinhos safadinhos a todos vocês que lerem.