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Corno assumido – Parte IV
Autor: Roger
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6.2

Numa sexta-feira à tarde, Fábio telefonou e avisou que traria um grupo de amigos para jantar em nossa casa. Ele me pediu para preparar bebidas e aperitivos, pois essa noite seria ótima, e terminou dizendo que queria me ver deliciosa como nunca. Aproveitando meu bronzeado, resolvi colocar uma mini-saia e uma blusa de seda fininha. Modéstia à parte, eu estava um tesão...

A mini-saia deixava mais da metade das minhas coxas torneadas expostas. Já a blusa era amarrada na cintura, deixando minha barriga lisinha de fora. A seda era tão fininha, que dependendo da luminosidade era possível notar os bicos dos meus seios. Por baixo eu vesti apenas uma minúscula calcinha branca.

Entre os convidados para a festa, havia um que especialmente me chamava a atenção. Era o Rodrigo, um brasileiro que era amigo do meu marido já há alguns anos. Ele tinha cerca de 35 anos, era moreno e tinha um corpo malhado de academia. Sempre tive um certo tesão por ele, mas nunca fomos além de alguns olhares fortuitos. Porém naquela noite as coisas foram um pouco diferentes.

A festa transcorreu animada. Éramos cerca de 20 pessoas. Todos estavam muito divertidos, a bebida rolando solta, muita gente bonita. Vários homens e mulheres elogiaram minha beleza. Flagrei também alguns amigos do meu marido me comendo com os olhos. Em uma das minhas idas ao banheiro, encontrei o Rodrigo. Ele estava lindo também, e confesso que fiquei arrepiada quando o encontrei.

Aproveitando que havia algumas pessoas esperando para usar aquele banheiro, falei para ele usar o banheiro da minha suíte. Era uma oportunidade de ficar sozinha com aquele deus grego... No caminho para o meu quarto pude sentir o olhar dele por trás de mim, e fiquei molhada de tesão. Rodrigo aproveitou que estávamos alcoolizados e disse que achava o Fábio um sortudo, pois ele tinha uma mulher gostosa como eu.

Agradeci e disse que ele também era um homem muito atraente. Rodrigo então se aproximou e me beijou a boca. Não resisti e o puxei para perto. Ele foi descendo os lábios pelo meu pescoço e começou a apalpar meus seios. Fiquei totalmente entregue, não conseguia raciocinar. Estava no meu quarto, com um amigo do meu marido, mas meu tesão era enorme e eu não queria parar.

Deixei que Rodrigo abrisse minha blusa e visse os meus seios. Os biquinhos duros apontavam na direção da boca dele, pedindo para serem chupados. Ele os chupou tão bem que me deixou toda molhada. Rodrigo levantou minha mini-saia e começou a passar as mãos nas minhas coxas. Abri levemente as pernas, deixando que as mãos dele fossem subindo até a minha bocetinha.

Senti um dedo me tocar de leve. Gemi de prazer. Levei a mão até o pau dele e o toquei por cima da calça. Estava duro, pulsava de tesão. Eu sabia que poderia ser flagrada pelo meu marido, mas não pensei duas vezes. Abri o zíper e expus aquele pau. Não era grosso, mas era enorme. Tinha mais de 20cm. Logo me ajoelhei e comecei a punhetá-lo.

Rodrigo gemeu e começou a movimentar os quadris para frente e para trás, fudendo minha mão cada vez mais rápido. Em pouco tempo uma gota de sêmem surgiu naquela cabeçona vermelha. Botei aquele pauzão na boca e comecei a chupá-lo. Depois de alguns minutos minha lucidez retornou. Caí na real. Aquele não era o momento e nem a hora de fazer isso.

Resolvi parar, e mesmo contrariado Rodrigo aceitou que retornássemos à festa. De volta à sala, vi que Fábio estava atento aos nossos movimentos, mas nada me falou. A festa transcorreu normalmente e aos poucos os convidados foram saindo. No final restaram apenas o Fábio, o Rodrigo e eu. Senti um certo tesão no ar. Ao deitar em um dos sofás, deixei minhas coxas totalmente expostas. Rodrigo me olhou com desejo.

Eu estava indecisa, não sabia exatamente o que fazer. Estava com vontade de transar com o Rodrigo, mas não podia magoar meu marido. Vi que minha calcinha estava aparecendo sensualmente. Fábio viu que o Rodrigo me olhava com desejo, mas não reagiu. Ao contrário do que eu esperava, ele me deu um beijo gostoso na boca. Fiquei sem reação. Resolvi ir para o meu quarto.

Poucos segundos depois, Fábio apareceu e disse que já sabia o que havia acontecido. Disse que não se importaria de me ver transando com o Rodrigo. Perguntei se ele estava certo disso e ele respondeu que sim. Pedi então que me desse um tempo e voltasse para a sala. Após refletir um pouco, decidi aproveitar a situação. Já que o corno do meu marido não se importava, eu ia fuder muito com amigo dele, que por sinal era muito gostoso.

Tomei um banho longo e fiquei cheirosa para aquele macho. Vesti apenas uma calcinha preta e voltei a sala. Os dois conversavam distraidamente quando cheguei. Fiquei parada na porta, vendo a reação dos dois machos. Meus cabelos caíam pelos ombros e meus mamilos estavam rijos de tesão. Já conseguia sentir minha calcinha empapada. Caminhei em direção ao Fábio e senti o olhar de Rodrigo nas minhas costas.

Sabia que a visão do meu corpo, vestindo apenas aquela calcinha, estava causando estragos. O tesão era enorme. Abracei Fábio e o beijei. Ele levou as mãos até a minha bundinha e me puxou contra seu corpo, colocando uma de suas pernas no meio das minhas coxas. Senti o membro duro de Fábio contra a minha bocetinha. Arrebitei o traseiro, mostrando que o Rodrigo podia se aproximar. E foi isso o que ele fez.

Senti a respiração do outro macho na minha nuca. Virei a cabeça e o beijei. Podia sentir o pauzão duro dele no meu rabinho. Meu marido estava muito excitado e perguntou se eu estava gostando. Depois quis saber o que eu achava de dar para dois homens ao mesmo tempo. Não respondi. Apenas gemi gostoso. Não podia dizer que já tinha feito isso com os nossos vizinhos.

Rodrigo agarrou forte os meus cabelos pela nuca e me fez ajoelhar. Nesse momento ele mostrou quem era o macho, e com a voz rouca de prazer me disse: - Há muito tempo vinha sonhando em te fuder, gostosa! Vai, me chupa, sei que você adora um pau! Abri a braguilha dele, agarrei aquela pica gostosa e a esfreguei no meu rosto quem nem uma puta. Abri a boca e fui mamando devagar.

Chupei a pica do Rodrigo enquanto olhava nos olhos de Fábio. Meu corninho arfava de tesão. Comecei a fazer um movimento de sucção, como se minha boca fosse uma buceta apertada. Rodrigo agarrou minha cabeça e começou a meter e a tirar o pau na minha boca , num movimento cada vez mais rápido. Ele já estava quase gozando, mas pedi que não gozasse. Mandei Rodrigo sentar no sofá e caí de boca naquela vara.

Desta vez fiz algo diferente: dei uma leve lambida no cuzinho dele. Rodrigo se retesou, mas sei que gostou pois seu pau ficou ainda maior. Dei outra lambida, aí ele gemeu alto e falou: - Vem vagabunda, senta no meu pau! Deixa eu meter gostoso em você, que eu não agüento mais… Não pensei duas vezes. Subi no colo dele e fui metendo gostoso aquele cacete dentro de mim.

Aquele pau sem fim entrou fácil, pois eu estava muito molhada. Sentei até sentir a pica encostar no fundo da minha buceta. Rodrigo me agarrou pela cintura e me puxou contra seu corpo, metendo ainda mais fundo. Parecia que ia me furar ao meio. Depois foi tirando o membro, mas quando estava bem na “portinha” da minha buceta ele me puxou mais uma vez e enfiou tudo de novo. Urrei de prazer.

Rodrigo molhou um dos dedos na boca e o enfiou de leve no meu rabinho. Gemi . Ele me falou que sempre foi tarado pela minha bundinha, que sonhava em comê-la. Para excitá-lo, falei que meu cuzinho era quase virgem, por isso ele teria que ser delicado. Rodrigo virou para o meu marido e na maior cara de pau pediu que lubrificasse meu cuzinho, pois iria me comer.

O corno do meu marido começou a passar a língua no meu anelzinho, enquanto eu rebolava no pau do amigo dele. Pensei em fazer o pauzão do Rodrigo sair da minha bucetinha e acertar a boca do Fábio, para sacaneá-lo, mas mudei de idéia e pedi para ele chupar minha buceta. Fábio não se importou nem um pouco da minha buceta estar com o gosto do pau de outro homem. Gozei na boca dele e voltei a sentar no cacete do Rodrigo.

Antes de sentar na pica, pedi para o meu marido segurar o pau do Rodrigo e enfiar na minha bucetinha. A sacanagem estava muito boa. Após alguns minutos Rodrigo levantou, me pegou pela mão e me levou para o quarto. Sabia o que ele queria: meu cuzinho. Deitei de bruços na cama, empinando a bundinha para ele. Fábio se masturbava loucamente vendo o outro homem pronto para me enrabar.

Rodrigo estava se preparando para comer aquilo que sempre desejou. Então lubrificou o pau na minha bucetinha e foi colocando devagar no meu botãozinho. Gemi enquanto mordia o travesseiro, sentindo aquele pau enorme entrando inteirinho. Fábio não desgrudava o olho. Perguntei se ele estava gostando de ver a esposa dando a bundinha para outro homem. Entre gemidos, ele disse que sim.

Pedi então que ele lubrificasse o meu anelzinho um pouco mais, pois estava doendo. Fábio se aproximou, um pouco relutante, então agarrou o pau de Rodrigo, retirou do meu traseiro e caiu de boca no meu cuzinho. Ele me deixou toda molhada. Enlouquecida de prazer, pedi que meu marido metesse um pouquinho. Ele colocou a cabeça avantajada do membro na entradinha e foi forcando devagar.

Meu cuzinho foi se alargando, afinal Fábio era mais grosso que Rodrigo. Rebolei um pouco para facilitar a penetração. Ele foi metendo lentamente. Meu cuzinho foi abrindo até que senti as bolas de Fábio baterem no meu traseirinho. Meu marido tremia de prazer. Eu sabia que ele vinha sonhando com isso há muito tempo. Por isso falei: - Me come, seu puto, me fode gostoso! Ele começou a meter fundo, com raiva.

Senti que Fábio ia gozar, então pedi para ele parar. Eu queria dar mais uma vez para o Rodrigo. O amigo do meu marido se aproximou e meteu a pica na minha boca. Ela estava dura que nem pedra, enorme, com as veias dilatadas. Primeiro chupei as bolas, passando a língua delicadamente. Rodrigo começou a arfar de prazer. Enfiei a cabeçona na boca e passei a língua ao redor. Eu realmente estava me sentindo uma vadia...

Rodrigo agarrou os meus cabelos e meteu o pau bem fundo na minha garganta. Cheguei a engasgar algumas vezes. Ele me dizia: - Chupa gostoso, putinha, deixa meu pau bem molhado para eu não machucar muito o seu rabo! Ele tirou o pau da minha garganta e encostou no meu cuzinho. Como eu mantinha um travesseiro sob meu corpo, minha bundinha estava ainda mais empinada e o cuzinho totalmente exposto.

Aos poucos ele foi enfiando a tora atrás de mim. Quando entrou tudo, Rodrigo me agarrou pelos cabelos, me fez ficar de quatro e começou a meter forte, enquanto dizia que eu era uma das mulheres mais gostosas que ele já havia comido. Eu tocava meu grelo e sentia aquele membro enorme me preenchendo toda. Gritei que estava gozando, e tive um orgasmo barulhento, forte, animal.

No mesmo instante Rodrigo desabou nas minhas costas, mordeu minha nuca e enfiou aquele pauzão até o talo no meu cuzinho. Depois gemeu forte e começou a gozar. Senti aquele líquido quente dentro de mim, e pela primeira vi o prazer de ter o meu rabinho lotado de porra. Só que não pude curtir muito, pois o Fábio me deu o pau para chupar e começou a fuder a minha boca.

Enquanto chupava o pau do meu marido, sentia o meu amante pulsar dentro do meu traseirinho. Para terminar bem, Fábio tirou o pau da minha boca e gozou abundantemente, sujando todo o meu rosto, meus cabelos e seios. Eu mal conseguia abrir os olhos, de tanta porra que tinha na cara. Eu estava realizada e havia dado prazer novamente para dois homens. Realmente eu nunca mais seria a mesma.

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