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Orgia no parque
Autor: Alexandra O.
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6.0

Meu nome é Alexandra e tenho 18 anos. Não consigo esquecer da minha primeira vez, que aconteceu há muito tempo e foi um momento maravilhoso. Tudo começou quando eu estava num dia de aula normal e meus colegas, que na minha opinião eram os mais gostosos, não paravam de me olhar e sussurrar... Eu não tinha certeza se era para mim, mas já desconfiava.

No final da aula fui ao banheiro, e ao sair de lá ouvi gemidos vindo do banheiro masculino. Aproximei-me devagar e vi que os meus colegas gostosos estavam batendo punheta. Fiquei excitada dos pés à cabeça e a minha xaninha delirou. Nunca tinha sentido uma sensação tão gostosa. Fiquei lá durante alguns minutos e quando o Rogério gozou eu gozei junto.

No fim ouvi Rogério e Guilherme conversando, mas não consegui ouvir direito. Percebi que falavam de mim. Ouvi os rapazes marcando um encontro, e quando me dei conta eles já estavam saindo. No outro dia percebi novamente que eles não paravam de me olhar. Então Rogério começou a mandar bilhetes para algumas garotas da sala e eu também recebi um.

No bilhete dizia: "Alexandra, você quer ir neste sábado no Parque da Cidade, às 14:00h?" Todas as garotas comentaram sobre esses bilhetes, mas todas elas recusaram na hora, inclusive eu. Quando cheguei em casa pensei várias vezes no assunto, mas alguma coisa me dizia que eu tinha que ir.

Rogério era repetente, por isso o mais velho. Ele era alto, cabelos castanhos, olhos azuis e fazia o estilo “garoto rebelde”. Guilherme não era repetente, mas também era alto e muito gostoso. Eu sou loira, tenho olhos castanhos e um corpo bem distribuído... Bem, quando o sábado chegou, uma forte intuição me fez acreditar que era para eu ir ao "encontro". Fui apenas com o propósito de ver o que eles estavam fazendo, mas dependendo do que rolasse eu participaria.

Cheguei lá e logo avistei os meninos. Eles estavam conversando, muito nervosos, então me escondi rápido atrás de uma árvore. Quando percebi, minha colega Raquel estava lá. Não consegui acreditar, pois ela foi a primeira a recusar. Nessa hora fui abordada por um cara que passou e disse: - O que uma garota tão bonita faz sozinha atrás de uma árvore? Não respondi, pois estava tensa.

Quando olhei de novo, o Guilherme estava com a mão na cintura da Raquel. No parque havia uma área interditada, pois uma grande sala estava sendo construída. Não havia nem teto. Eles se aproximaram da sala e eu fui correndo atrás para ver o que estava acontecendo. Eles entraram e se fecharam. Na janela havia um buraco por onde pude espiar. Guilherme começou a beijar a Raquel e Rogério foi acariciando a cintura da minha amiga.

Raquel tirou a camiseta do Guilherme e Rogério ligeiramente arrancou a saia dela, colocando seu pau duro para fora. Nesse momento eu já estava louca de tesão. Minha bocetinha ainda virgem implorava por uma pica, então comecei a acariciar minha xota. Sem querer resvalei, fazendo o maior barulho. Até tentei fugir, mas Guilherme me agarrou. Fingi tentar escapar, mas no fundo eu queria que ele continuasse.

Quando percebi que ele estava sem camisa e me agarrando, fiquei paralítica. Ele foi me empurrando até me levar para dentro da sala. Quando chegamos, Raquel estava de quatro dando a bocetinha peluda para o garanhão do Rogério. Quando eles nos viram não falaram nada, apenas deram uma risadinha safada. Guilherme começou a passar a mão nas minhas coxas enquanto eu o beijava, mas ele estava com medo porque a qualquer momento poderia chegar alguém.

Rogério agarrava Raquel com força e enfiava bem forte, como se já fosse experiente. Comecei a me soltar mais, tirando a blusa e o sutiã. Guilherme já estava com o pau duro e me mandou agachar. Obedeci. Ele enfiou o pau na minha boca e falou: - Chupa, sua vadia boqueteira! Foi aí que entrei em parafuso, fiquei maluca e respondi: - Enfia mais forte, quero ver o quanto o seu pau agüenta.

Ele ficou espantado e enfiou cada vez mais forte na minha boca. Quando eu menos esperava ele gozou. Fiquei com a boca cheia de porra, mas como na época tinha nojo, cuspi no chão. Me senti uma vadia com o gosto de porra na boca. Guilherme segurou meu rosto e disse: - Vai lamber o chão, sua puta! E não sei por que obedeci.

Nesse momento Raquel e Rogério já estavam acabando de foder, mas nós estávamos apenas começando. Depois de alguns minutos Rogério teve a idéia de fazermos uma orgia. Então os rapazes agarraram a Raquel e começaram a fodê-la. Eu estava louca para que chegasse a minha vez, pois não tirava os olhos do pau do Rogério, tão grande e cabeçudo.

Depois de alguns minutos Raquel começou a se vestir, então imaginei que iríamos embora, mas estava enganada. Raquel deu um beijo de língua neles e depois me deu um beijo no rosto, lambuzando minha cara de porra. Ainda me sentia virgem, mas até quando? Com medo deles irem embora, dei um pulo em cima do Rogério e o mandei meter tudo em mim. Comecei a gritar e a chamar o Guilherme para se juntar a nós. Estava me sentindo uma puta profissional.

Rogério começou a enfiar a cabecinha da pica na minha xota. Eu gritava de tesão. Foi aí que o Guilherme enfiou novamente o pau na minha boca, para que eu não gritasse tanto. Gostei da atitude dele e percebi que eu era mais devassa do que pensava. Depois de um bom tempo Guilherme disse que queria me foder, então ele e Rogério trocaram de posição. Ficamos um tempão assim, eu dando para os dois e tento duas picas enfiadas nos meus buracos.

Guilherme e Rogério começaram a lamber os meus seios. Eu não agüentava de tanto gozar, e já fazia mais de meia hora que estávamos lá. Depois os dois gozaram na minha cara, mas dessa vez eles não me deixaram cuspir. Rogério segurou minha boca e me mandou engolir tudo.

Eu estava exausta e os meninos também. Nos vestimos e fomos embora rapidamente para praia, que ficava a um quarteirão do parque. Entramos no mar e ficamos um pouco – pois não poderíamos chegar em casa cheirando a porra. Como eles já haviam tirado minha virgindade, aproveitamos e fizemos uma rápida orgia, desta vez com a Raquel no meio.

Depois desse dia nós marcamos várias outras orgias, até que no fim do ano seguinte a Raquel saiu do colégio e eu tive que ir embora da cidade. Nunca mais os vi... Talvez encontre os rapazes esse ano. Caso isso aconteça de verdade, com certeza relembraremos os velhos tempos...

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