Autor: Rhyan
9.0
Acho que todo homem é louco pra meter na cunhada, ainda mais se for numa situação inusitada como foi a minha. Num determinado sábado, viajei com minha esposa para uma cidade vizinha, onde fui com o intuito de comprar um terreno. Aproveitamos e passamos o fim de semana na casa do meu cunhado, irmão de minha esposa.
Acabei comprando o tal terreno e tive que deixar minha esposa lá, resolvendo as burocracias pertinentes, já que eu tinha que trabalhar na segunda-feira. Vim embora para a minha cidade, com o intuito de dar uma revoada de moto e ver se pegava alguma safadinha. Só que estava casado, então tomei um banho e o cansaço do fim de semana bateu.
Por volta das 20h minha esposa ligou e pediu para eu ir jantar na casa da minha cunhada. Falei que não iria. Nisso o meu celular tocou. Era a minha doce e querida cunhada, que mora a algumas quadras de minha casa. Sempre tive o maior tesão por ela, mas sempre tivemos uma boa amizade.
Na verdade, ela era minha confidente nas brigas que eu às vezes tinha com a irmã dela, minha esposa. De toda a família eu era quem mais se dava bem com ela, uma mulher séria, recatada, mas que ao mesmo tempo era muito bonita. Segundo o que ouvi, já havia sido muito safada no passado.
Pelo que sei as coisas mudaram depois que ela se casou, pois o marido é muito ciumento. Como ele é caminhoneiro, costuma ficar viajando alguns dias na semana. Quando atendi o telefonema da minha cunhada e ouvi aquela voz rouca, melosa, fiquei excitado. Aquela simpatia sempre me deixava de pau duro, mas como sou respeitador, nunca deixei transparecer.
Perguntei sobre o marido dela. Rapidamente ela me informou que ele tinha acabado de viajar. Depois me tranqüilizou, dizendo que não haveria problemas em jantar lá, pois apesar de ciumento o marido gostava muito de mim. Minha cunhada completou dizendo que não haveria como alguém sentir ciúmes de um cavalheiro igual a mim, sempre tão amigo, cordial e discreto.
Ela começou a me elogiar, dizendo que a irmã era muito sortuda em estar casada comigo. Sempre tive uma imagem tão serena dela, que apesar do tesão que eu sentia, achava impossível vê-la traindo o marido, ainda mais comigo, pois entre nós existia mesmo uma grande amizade. Aceitei o convite pra jantar e avisei que levaria uma garrafa de vinho.
Lá fui eu jantar na casa dela. Eu estava sem fome, mas o que importava é que teria o prazer de ver aquela morena de 1,68m de altura, corpo bem distribuído, cabelos lisos, negros e longos na altura da bunda, seios médios e pernas bem grossas. Isso sem falar da cinturinha, que mesmo com seus quase 30 anos estava perfeita e combinava com os quadris largos e a bunda redondinha.
Minha cunhada gostava de usar saias bem justas e tamanquinhos tipo cristal com salto alto, modelando ainda mais as lindas pernas. Ao chegar lá não tive como não sentir tesão. Ela tinha acabado de sair do banho e estava com os cabelos ainda meio molhados. A gostosa estava usando um conjunto de lycra, com uma blusa decotada que mostrava os seios empinados e redondinhos.
A calça de lycra branca bem colada caía bem em seu corpo, pois a cor em contraste com a pele morena desenhava ainda mais as pernas grossas e a bunda grande. Logo nos demos um abraço apertado e beijinhos no rosto. Elogiei minha cunhada, dizendo o quão bonita e cheirosa estava. Disse ainda, como sempre falo quando estou longe da minha esposa e do marido dela, que a calça estava lhe caindo muito bem.
Eu sabia que ela adorava ser elogiada... Ela sorriu, pegou minha mão, deu uma rodadinha daquelas básicas e falou que era muito bom ouvir isso, pois deixava a auto-estima lá em cima, coisas de mulher. Peguei a garrafa de vinho, que sei que ela adora, e perguntei onde estavam as taças. Não foi difícil convencê-la a me acompanhar em algumas taças de vinho.
A bebida fez efeito, ela estava sensualíssima e arriscou uns passinhos de dança, ao som da música que tocava logo ali pertinho da casa, na festa de inauguração de um posto de gasolina. Combinamos de ir para atrás da casa dar uma espiadinha no show, que parecia muito animado. Meu tesão estava a mil, mas sabia que ela era consciente e eu não ia arriscar uma cantada e estragar tudo.
Resolvi esperar pra ver o que iria acontecer. Peguei um cobertor bem grande que estava na sala e fui para o fundo da casa. Fiquei ali de pé, vendo o show que acontecia a menos de 200 metros, enquanto ela terminava de arrumar a cozinha. Nisso tomei a última taça de vinho, preocupado em como faria pra baixar o meu pau. Ele estava enorme, pois eu tinha passado as últimas duas horas secando a bunda da cunhada.
Minha cunhada chegou e já veio toda sorridente, dançando e dizendo que era esse o tipo de música que ela gostava. Como estava frio, a chamei para junto do cobertor. Nos ajeitamos, ficamos um pouco sem graça, e para quebrar o gelo ela disse: - Vou ficar na sua frente, seu tarado, mas você fique longe do meu bumbum!
Ela estava inquieta, elétrica, e começou a rebolar se chacoalhando toda. Nessa hora tocou uma música que caiu como uma luva. Segurei a cintura dela e devagarinho fui puxando seu corpo de encontro ao meu. Comecei a sentir aquela bunda redondinha tocar a ponta do meu pau. Ela estava adorando, sorria pra mim e fazia carinha de safada, lambendo os lábios sensualmente.
Aos poucos foi colando o corpo no meu e aquela bunda praticamente mordeu o meu pau. A calça de lycra já estava enfiada no rego. A cada rebolada ia entrando mais, pois o meu pau ia enterrando na bunda dela. Esse esfrega-esfrega durou por um bom tempo. Não falávamos nada um para o outro, apenas dançávamos bem gostoso. Minhas mãos, que estavam na altura da cintura, foram subindo até começarem a acariciar os seios dela.
Passei a mão na barriga durinha e malhada de academia, e fui pro bumbum. Fiquei alisando, sentindo como era durinho e gostoso. Senti suas mãos macias invadindo minha calça de moletom e tirando meu pau pra fora. Trocamos olhares bem safados. Então fui baixando a calça dela enquanto ela ia abrindo bem as pernas e ficando na pontinha dos pés.
O cobertor caiu no chão e então eu vi, pela primeira vez, aquela bunda que tanto desejava ali na minha frente. Ela encostou as mãos no muro e eu fui metendo centímetro a centímetro da minha pica, até preencher totalmente aquela buceta molhada. O som alto abafava os gemidos. Ela era muito safada, levando meu pau todo na buceta e gemendo feito uma putinha.
Segurei firme aqueles cabelos negros. Usei a cabeleira como uma rédea pra domar a potranca safada. Metemos muito, muito nessa posição. Ela gozou várias vezes e a cada vez gritou muito. Precisei tapar a boca dela com as mãos para abafar os gemidos. Quando senti que ela estava desatinada, parei, não falei nada, tirei meu pau duro como pedra da xota, abri bem a bunda carnuda dela e meti a cabeça.
Nossa, que bunda, que cuzinho apertado... ela era experiente naquilo, quem diria... mas para ter uma bunda daquelas, com certeza era adepta do sexo anal. Forcei a entrada e ela me disse, entre gemidos, que quando solteira adorava levar vara na bunda, que tinha dado essa alegria a vários namorados, mas que o maridão não gostava.
A gata pediu pra que eu tivesse um pouquinho de paciência e carinho, pois meu pau era muito grosso e fazia muito tempo que ela não tomava um pau no rabo. Disse que depois eu poderia meter nela o quanto quisesse, que a partir daquele dia o cuzinho seria todo meu. Senti o cuzinho dela piscando contra meu pau e isso facilitou a entrada.
Os movimentos começaram lentos, tava apertadinho, eu segurava na cintura dela e sentia a bunda generosa prensando o meu pau. Ela rebolava, rebolava e meu tesão era tanto que somente com cabecinha dentro do rabo eu gozei jatos fortes. Acho que gozei muito, pois a pica deslizou bem mais fácil depois. Só que ainda não tinha preenchido totalmente aquela bunda.
Conforme eu metia ela ficava ainda mais louca e gemia feito uma cadelinha no cio. Eu a chamava de putinha e via que ela estava se amarrava em ouvir sacanagens. Eu falava: - Quem diria, uma cunhada tão séria, recatada, sendo enrabada no fundo de casa! Eu disse que há tempos queria meter naquela bunda, mas ela nunca deu abertura.
E com a voz mais dengosa, ela me disse: - Você só elogiou, mas nunca me pediu! Foi ela terminar o sorriso que, sem dó, enfiei de uma vez. Senti aquelas pregas engolirem o meu pau em apenas uma estocada nervosa. Ela deu um grito, um gemido alto que me deixou louco e me fez socar com força no cuzinho dela. Senti as pregas do rabo dela amaciarem.
A safada estava matando a saudade de dar o rabo! Quanto mais eu metia naquela bunda generosa, mais dava vontade de meter. Os gemidos dela e o rebolado fizeram meu pau inchar, inchar e gozar bem gostoso. Gozei devagarinho, gostoso, e agora sim enchi a bunda dela com jatos fartos, jorrando lá no fundo... Nossa, foi muito gostoso, uma sensação indescritível. Ela foi caindo e quase deitou no chão.
Ficamos ali abraçados por um bom tempo. Meu pau foi amolecendo devagarinho e saindo de dentro dela. Nos levantamos saciados e ela pediu pra ir tomar um banho. Fiquei ali fora, meio atônito com tudo o que havia acontecido. Depois do banho ela veio conversar comigo. Concordamos que temos um tesão recíproco e que o nosso caso iria continuar.