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Corno assumido – Parte III
Autor: Roger
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7.0

Naquele dia, ainda muito dolorida, não fui capaz de fazer mais nada além de descansar. Meu corpo estava destruído, afinal havia sido comida das mais variadas formas. Eu, que antes havia tido apenas um homem por muito tempo, tinha me comportado como uma vagabunda na noite anterior. Prometi a mim mesma que isso não aconteceria novamente, afinal amava meu marido e tinha uma boa vida com ele.

Infelizmente Fábio, meu marido, não ajudou muito, e de algumas maneiras até me incentivou a continuar metendo chifre nele. Nessa noite ele colocou o vídeo para nós vermos. Ele estava excitadíssimo. Mesmo estando muito dolorida, fiquei super molhada ao ver minha transa com Max, e sem querer deixei escapar um gemido quando me vi cavalgando naquele homem lindo e forte.

Fábio colocou então o pau para fora e começou uma lenta masturbação. Na tela eu me via transando loucamente com outro homem. Podia ver minha buceta pequena e apertadinha sendo arreganhada pela pica grande e grossa de Max. Fábio tentou me tocar, mas o repeli. Concordei apenas em chupá-lo. O cacete dele estava duro como poucas vezes havia visto.

Na tevê, Max havia terminado de lubrificar meu cuzinho e começava a penetração. Ele tinha me colocado de lado, para que eu ficasse mais relaxada e suportasse aquela tora no rabo. No início lembro que foi realmente difícil, que pensei até em pedir para ele parar, mas aos poucos fui relaxando, sentindo meu anelzinho se alargar. A respiração forte de Max no meu ouvido me enlouqueceu.

Ao ver a cena na tevê, percebi que nesse momento comecei a empurrar minha bundinha contra a pica gigante de Max. A cena era realmente sensual. Fábio estava com tanto tesão que fodia minha boca como se fosse uma buceta. A pica alcançava minha garganta e ele metia sem dó. Ele estava me usando como uma putinha, enquanto Max fodia meu cu impiedosamente na tela da tevê.

Neste momento Fábio gozou, enchendo minha boca com muita porra. Ele segurou meus cabelos, olhou para mim e disse: - Engole! Bebi tudo. Ele ainda passou o dedo onde havia escorrido porra no meu rosto e me deu para chupar. Então caiu para o lado e me chamou de puta gostosa. Um pouco brava, pensei: “como pode um homem gozar vendo sua linda mulher sendo enrabada pelo vizinho?” Não conseguia entender.

No dia seguinte, já recuperada, pensei em sair mais cedo para a ginástica, para não correr o risco de encontrar meu vizinho. Temia encontrá-lo novamente, pois não sabia qual seria minha reação. Por vários motivos me atrasei e acabei entrando no elevador praticamente no horário normal do dia-a-dia. Ele não estava. Fiquei super aliviada, mas também um pouco frustrada.

Para minha surpresa, encontrei Max na garagem do prédio, junto ao meu carro. Minhas pernas tremeram ao vê-lo. Ele estava lindo, vestindo apenas um short. Mal me aproximei e ele me puxou para trás de uma pilastra, onde me deu o maior amasso, acabando com toda a minha resistência. Ele me convidou para subir até seu apartamento, pois tinha uma surpresa para mim. Fui sem pensar nas conseqüências.

Chegando lá, já estávamos super excitados. O contato com aquele homem mexia comigo de verdade. Ele já foi logo me pegando, beijando e me deixando nua. Eu também não perdi tempo e fui abrindo o zíper da calça dele. Quando estava com Max eu parava de pensar. Não queria saber de mais nada além de dar, dar muito para aquele pedaço de homem. Quando vi o pau duro do meu vizinho, não agüentei e caí de boca.

Nessa hora visualizei um vulto no canto do olho: era Kevin. Ele estava nu e se masturbando. Fiquei assustada, constrangida, pois não estava preparada para aquele tipo de situação. No entanto eu estava nua, ajoelhada na frente de Max e chupando o pau dele. O que eu poderia fazer? Além do mais, Kevin também era um homem muito gostoso...

Ele se aproximou de mim e me deu o pau para chupar. Kevin não tinha uma pica tão grossa e grande como a do Max, mas era muito gostosa. Comecei a chupar o pau dos dois alternadamente. Kevin me dizia que estava louco para me foder há muito tempo, que eu era uma mulher muito gostosa. Eu, cada vez mais excitada, chupava os dois membros com muita vontade, como se fosse a última foda da minha vida.

Kevin me mandou ficar em pé, me deu um beijo gostoso e me chamou para o seu quarto. No caminho apalpou minha bundinha e disse que iria me comer todinha. Tremi na base, mas estava enlouquecida de prazer e não queria voltar atrás. Ele me jogou na cama e me deu um banho de língua. Deixou minha buceta toda molhadinha para depois cravar aquele membro sem piedade.

Quando o pau dele entrou, achei que não fosse agüentar um só minuto, pois estava toda ardida e dolorida da noite anterior. A cada vez que ele metia doía um pouco, mas ele era muito gostoso e eu era uma putinha, então ia segurar a onda. E segurei. Em pouco tempo já estava sentindo um prazer absurdo a cada estocada que levava.

Kevin metia tão fundo que parecia que ia entrar no meu útero. Eu facilitava o trabalho cruzando as coxas o mais alto possível nas costas dele, deixando minha bucetinha totalmente aberta para aquele pau gostoso. Eu gemia alto e não me importava com os vizinhos. Ele era muito gostoso, tinha um ritmo bom e assim me fez gozar duas vezes quase seguidas. A cada orgasmo ele metia ainda mais rápido em mim, aumentando a sensação que eu estava sentindo.

Ele não parava de meter, parecia uma máquina. Metia com força, afundando a pica no meu buraco, enquanto eu gemia e enfiava as unhas em suas costas. Kevin aproveitou que eu estava encharcada e passou o dedo no gozo que escorria da minha rachinha. Depois provou e disse que eu era deliciosa. Gostei disso! Então enterrou o dedo inteiro no meu cuzinho. Gemi de dor e prazer. Não acreditava que iria conseguir dar minha bundinha depois da foda de ontem.

Aos poucos comecei a sentir prazer, e em poucos minutos tive um orgasmo estupendo. Era impressionante como eu gozava rápido ao ser enrabada... Neste momento a porta do quarto se abriu e Max entrou. Ele estava nu, com aquele pau enorme batendo no umbigo. Max deitou ao nosso lado e me pediu para cavalgá-lo. Fui sentindo aquela tora me rasgar inteira, preenchendo cada centímetro da minha buceta.

Inclinei o corpo para frente e comecei a beijá-lo. Kevin veio por trás e se posicionou para foder meu cuzinho. Fiquei apreensiva, pois não pensava ser capaz de suportar dois membros ao mesmo tempo. Eu não ia conseguir andar depois disso... Pedi para que eles fossem delicados e não me machucassem. Empinei meu traseiro o máximo possível e deixei que ele metesse. Essa era a minha primeira dupla-penetração.

A sensação de dois caralhos dentro de mim era indescritível, quase desmaiei de prazer. Não dá para explicar. É uma sensação que toma conta do corpo inteiro, muito forte mesmo. Os dois começaram a me foder em movimentos alternados, metendo sem dó. Eu estava transtornada de prazer no meio daqueles dois homens tesudos. Gozei mais uma vez como nunca imaginei ser possível gozar.

Logo depois Max encheu minha buceta com muita porra, que começou a escorrer entre as minhas pernas. Kevin, porém, não gozou na minha bundinha. Na última hora ele retirou o membro do meu rabo e me deu para chupar, enchendo minha boca de porra. Engoli tudo que nem uma vagabunda. Eu estava me sentindo arrombada, mas também saciada. Havia gozado como nunca. Acabei dormindo no meio deles por mais de uma hora.

Quando acordei, fiquei assustada com o adiantado da hora. Era quase meio-dia e Fábio iria chegar a qualquer momento. Confesso que estava perturbada, não sabia exatamente o que fazer. Deveria ou não contar ao meu marido o que aconteceu? Resolvi não contar. Já havia se passado duas semanas desde a minha transa com Max e Kevin. Os dois não estavam mais na cidade, pois nas férias da universidade eles costumavam ir para a casa dos pais, em outro estado.

Aproveitando a ausência deles voltei para a minha vida normal, de mulher casada, e acabei não contando nada para o Fábio. Nós continuávamos trepando gostoso, e nosso sexo ficou até mais selvagem. No entanto, como um castigo, ainda não havia permitido que ele comesse a minha bundinha. Eu queria voltar a ser aquela mulher pacata, de apenas um homem, mas não era essa a idéia do meu marido…

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