Autor: não creditado
7.0
Num domingo desses fui a um churrasco na casa de minha irmã, que é casada. Ela tem uma filha chamada Mari, de 20 aninhos, 1,70m de altura, 60kg, olhos castanhos e cabelos loiros. Tem os seios médios, durinhos e com marquinhas de biquíni, assim como no bumbum. Nesse dia estávamos na beira da piscina, nos divertindo.
Estávamos eu, que tenho 35 anos, 1,74m de altura, 82 kg, peludo e mulato, minha irmã, o marido dela e o irmão dele, que deve ter uns 40 anos. Era impossível não notar este cara, pois usava uma sunga vermelha de dois dedos, deixando bem à mostra um coxão de jogador de futebol. Desde o início do churrasco esse cara só ficava nos olhando.
Eu sou muito íntimo da minha sobrinha, que me agarrava de todas as formas e ficava de costas para mim, permitindo que eu sentisse sua bunda moreninha de sol no meu pau. Mas nada de maldade. Juro, sem sacanagem! Só que a carne é fraca... Passaram horas, conversa vai, cerveja vem, e eu já não controlava os olhares para a minha sobrinha.
O que em deixava ainda mais excitado é que ela me olhava de volta tão faminta quanto eu, mas isso ficava só entre nós dois, afinal a minha irmã, o pai da Mari e o outro tio estavam ali também. Minha sobrinha estava de biquíni vermelho com lacinho nos lados. Num momento de distração dos pais dela, Mari disse para mim e para o outro tio que estava toda depilada. Completou dizendo que estava feliz por nós dois termos vindo.
A partir desse momento percebi que o outro tio não parava de olhar a minha rola dura e os carinhos que eu fazia na nossa doce sobrinha. Já havia passado da hora do almoço quando minha irmã percebeu que meu sobrinho estava na casa de uns amigos, em um sítio afastado. Ele tinha acabado de ligar pedindo que alguém o buscasse. Como só minha irmã sabia onde era e não sabia dirigir, ela e o marido foram pegá-lo.
Dessa maneira eu e o outro tio fomos escalados para "tomar conta da menina". Minha irmã disse que voltaria em uma hora e meia, já que passaria no mercado para comprar cerveja. Começamos então uma conversa pra lá de excitante com a Mari, perguntando sobre os namorados dela. Ela nos surpreendeu ao perguntar em que parte do corpo da mulher nós mais gostávamos de gozar.
Fomos contando tudo detalhadamente, descrevendo as transas e falando quais posições nós mais gostávamos. Senti o clima esquentar. Minha sobrinha estava com cara de puta, meio alta por causa da cerveja, rindo soltinha. O pior: ela fazia tudo isso de propósito. Percebi o volume na sunga do outro tio aumentar e aumentar...
Já estávamos bem excitados e entramos na piscina para disfarçar. Mari entrou junto e desabafou: - As histórias de vocês são muito quentes... minha xaninha está latejando de tanto tesão. Antes que pudéssemos agir ela saiu da piscina, deitou na espreguiçadeira, de barriga pra cima, e colocou uns óculos escuros. Saí da piscina e sentei perto dela.
Mari começou a passar bronzeador no corpo, nas pernas, na barriga e continuamos a conversar os mesmos assuntos de antes. Dessa vez a putaria falada foi ainda mais explícita. Mari me pediu para passar óleo nas costas dela. Hesitei um pouco, mas é claro que passei. Nesse momento o outro tio saiu da piscina e veio sentar com a gente. Dava para ver claramente que ele estava excitadíssimo.
O pau do cara já estava quase saindo da sunguinha vermelha e vi que Mari também reparou, mas não disse nada. Ela apenas fixou o olhar na rola do cara. Eu estava com tesão e não conseguia controlar a respiração. O outro tio resolveu ajudar a passar o óleo, e nesse momento o clima de tesão era muito evidente.
Aproveitamos para alisar o bumbum dela, passando óleo na beiradinha do biquíni. Algumas vezes, “sem querer", eu escorregava a pontinha do dedo dentro da tanguinha de Mari. Ela tremia de tesão. Insisti nisso, pois estava muito bom. Mari foi abrindo as pernas um pouco mais, pra sentir os dedos mais intimamente. O outro tio já estava infartando.
Já com a cabeça da rola pra fora da sunga , ele ia descendo a mão pela parte interna da coxa, chegando na virilha e encostando na beiradinha xaninha. À essa altura ele já sabia que a Mari estava molhada de tesão, e ela começou a gemer bem baixinho, com a pontinha do dedo na boca. Não dava para ser diferente. Tomei a iniciativa e tirei o biquíni dela.
Enquanto isso o outro tio alisava as coxas de Mari e terminava passando dois dedos na xaninha dela. Ela não agüentou por muito tempo, então virou, sentou na cadeira e aí pude ver aquele peitos bicudos e durinhos. Era fenomenal... não conseguia tirar meus olhos daquilo, ainda mais sabendo como ela estava com tesão. Cheguei mais perto e comecei a chupar aqueles bicos maravilhosos.
Eu beijei e mamei muito aqueles seios, passando a mão por todo o corpo dela e pela bundinha. O tesão estava me matando! Imediatamente desci a sunga e coloquei minha rola duríssima naquela xaninha gostosa. Mari gemeu muito gostoso. O outro tio ficou beijando a nuca e as costas dela, apertando com força aqueles seios lindos. Era um verdadeiro sanduíche humano.
Sem planejarmos, mudamos de posição e Mari ficou na nossa frente. Os três corpos se roçavam muito sem regras, putaria pura. Ela baixou e começou a nos chupar. O outro tio aproveitou a situação para xingá-la, chamá-la de puta, e Mari respondeu com uma risada safada, metendo o pau até o fundo da garganta. O pau dele estava todo babado e isso me fez quase gozar.
Puxei a Mari pelo cabelo e a trouxe até a minha pica. O outro tio se posicionou e meteu com força na bucetinha dela. Mari gritou. Ela chupava tão gostoso que nem acreditei que pudesse ter apenas 20 anos. Minha sobrinha era uma puta de verdade e deveria ser tratada dessa maneira, por isso comecei a falar: - Chupa a rola do negão! Chupa essa rola gostosa, puta... piranha!
Segurei meu pau e comecei a bater na cara dela, esfregando bastante para ela sentir o meu cheiro. Nesse momento o outro tio bombava sem dó, chamando-a de cadela. Ah, isto estava me deixando louco... já gosto de uma sacanagem, e assim liberada fica melhor ainda. Às vezes o outro tio metia com tanta força que ela gritava, se atrapalhando no boquete.
Trocamos de posição e ela se deitou no chão. Fui por cima da Mari e comecei a meter com raiva, igual a um animal. Ela gemia e eu a chamava de puta, safada, piranha. Fodemos durante um bom tempo assim, e o outro tio ficou olhando a sobrinha sendo comida. Ele então chegou perto do ouvidinho dela e disse: - Você quer dar o rabo? E Mari respondeu na hora: - Quero muito! Ela era puta de verdade...
Ele começou a meter lentamente na bundinha dela, e Mari não reclamava de dor. A putinha já devia estar costumada a ser enrabada, piranha... Resolvi parar e ficar olhando, pois o visual era muito bom. Ele tirava o pau do rabo dela e me mostrava o buraco, já dilatado pela grossura da pica. Eu ia gozar só de ver... Ele comia o cuzinho dela igual a um cachorro no cio.
Fui me aproximando e botei Mari para chupar a minha rola. O outro tio metia, metia e metia muito na sobrinha. Ela me chupava muito bem, aquela cadelinha... A vontade de gozar chegou e explodi em um gozo muito forte, sujando todo o rosto da minha sobrinha. Ela se assustou na hora, pois não estava esperando, mas depois começou a passar a língua em volta da boca, para sentir o gosto do meu leite.
O outro tio mandou que ela olhasse para ele, e quando viu a cara da Mari repleta de leite, se levantou, chegou perto dela e a sujou muito mais. O cara esporrava como um cavalo. O cabelo da nossa sobrinha estava colado de tanto leite, e o rosto dela coberto de porra. Ela olhou para a gente e começou a espalhar ainda mais o leite pelo rosto, putinha...
Pouco tempo depois a minha irmã e o marido chegaram com o meu sobrinho. Mari já estava com a cara limpa, como se nada tivesse acontecido. Eles trouxeram mais cerveja e o churrasco continuou rolando. Nós três ficamos conversando normalmente, escondendo das outras pessoas a putaria rasgada que havia acabado de acontecer. Como foi bom fuder a minha sobrinha...