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A dona da loja de móveis
Autor: Adriano
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8.6

Isto que vou relatar agora é o que aconteceu comigo no começo deste ano, quando resolvi comprar uma mesa de escritório pra meu PC na loja de um casal que eu conhecia. Cheguei na loja e comecei a conversar com a dona, que vamos chamar de Sandra.

Perguntei pelo seu marido. Ela me disse que tinha saído para fazer uma entrega em uma cidade a 200km e continuamos a conversar sobre vários assuntos. Notei que Sandra estava começando a olhar pra mim de um jeito diferente, a fazer charme e brincadeirinhas, mas dei uma de "joão-sem-braço".

Notei que Sandra estava ficando excitada com a situação e mais desinibida conforme o tempo passava. Percebendo a situação, começamos a falar sobre sexo, traição e etc e ela me disse que havia casado há vários anos, mas que nunca tinha traído o marido.

De pronto perguntei se ela tinha coragem de traí-lo e ela me disse que nunca havia pensado nisso. Mas disse também que estava sentindo algo inexplicável naquele momento. Dei uma de rogado e perguntei o que ela estava sentindo, mas ela ficou sem jeito e desconversou, disse que não iria falar.

Insisti várias vezes até que ela falou que estava excitada. Neste momento fui em direção a ela, que se levantou da cadeira e me deu um beijo. Começamos a nos beijar feitos loucos. A essa altura estava passando a mão em todo lugar: na bundinha deliciosa dela, nos peitinhos e na buchinha por dentro da calça jeans apertada, que estava encharcada de tesão.

Seu gemidos baixinhos me deixaram mais louco ainda. Vendo que estávamos loucos de tesão, ela trancou a porta do escritório e a coloquei em um sofá do lado esquerdo de sua mesa. Fui beijando-lhe o pescoço, arranquei sua blusinha que estava fácil de se tirar e comecei a chupar seus pequenos peitos.

A cada chupada que eu dava parecia que Sandra ia se desmanchar. Fui descendo até que cheguei no paraíso. Tirei sua calça, rasguei sua calcinha e comecei a chupar essa bocetinha toda ensopada, até que Sandra gozou como uma cadela no cio. Mesmo assim continuei a chupá-la.

Nesse momento ela me disse que agora era a minha vez. Então ela começou no pescoço e foi até chegar no meu pau, que estava duro, parecendo uma rocha! Continuou a chupar como ninguém o tinha feito. Disse pra ela que ia gozar e, não agüentando mais, gozei feito um louco dentro de sua boca, descendo goela abaixo, fazendo com que Sandra esgasgasse de tanta porra que havia ejaculado.

Ela não parou de chupar meu pau mesmo depois de eu ter gozado, até que ele endureceu novamente. Nessa hora a coloquei deitada, abri suas pernas e comecei a meter bem gostoso naquela bocetinha apertadinha. Comecei num vai-e-vem bem forte que deixava Sandra louca, que gemia e dava gritinhos de excitação e prazer, até que Sandra disse que ia gozar e disse pra não parar.

Foi o que fiz. Continuei a meter firme e com força até que Sandra gozou. Coloquei-a de quatro e comecei a fodê-la com violência. Bombei durante alguns minutos até que Sandra gozou novamente. Já não agüentava mais de tanto tesão e falei pra Sandra que ia gozar. Ela se virou e pegou meu pau, começando a chupá-lo, até que gozei novamente e Sandra engoliu toda a minha porra de novo.

Ficamos ali durante alguns minutos imóveis, até que Sandra voltou a chupar meu pau, fazendo com que ele ficasse em ponto de bala novamente e me disse que queria sentir algo novo em sua vida sexual. Perguntei pra ela o que era e ela me respondeu, com uma cara de safada, que queria dar o cuzinho.

Me espantei! Pensei que aquela gostosa já havia dado o cu, mas, pra minha surpresa, ela nunca havia feito pois seu marido nunca quis satisfazê-la. Pensei comigo: “que desperdício!” e de imediato topei. Ela pegou um vidro de gel lubrificante e me deu. Coloquei-a de quatro e lambuzei bem a porta daquele cuzinho ainda virgem. Coloquei um dedo, depois coloquei o outro, depois coloquei o dois.

Comecei a fodê-la com os dedos para lubrificar o cuzinho e, quando fosse meter o pau, que estava duro como aço, ela não sentisse muita dor. Sandra deu gemidos de prazer e, depois de fodê-la com os dedos, lubrifiquei meu pau e comecei a empurrar naquele cuzinho gostoso. Comecei a meter aos poucos, mas Sandra pediu pra eu parar porque estava com um pouco de dor. Fiz o que ela me pediu, porém sem tirar o pouco que já havia entrado dentro do cuzinho.

Logo depois Sandra me falou para meter que agüentava, mas aos poucos fui empurrando até que entrou inteiro. Comecei um vai-e-vem bem devagar pra ela acostumar com a tora no rabo. Quando percebi que Sandra começou a rebolar no meu pau, comecei a fodê-la mais forte e ela dava gritos de dor e prazer!

Me dizia que estava doendo, mas que estava gostoso. Continuei a meter forte e Sandra dizia – “Come meu gostosão, fode ele, arromba meu cuzinho, arromba!”. Resolvi tirar meu pau por uns instante pra ver o estrago que eu havia feito naquele cuzinho maravilhoso. Voltei a bombar com tanta força e violência que minhas bolas batiam em suas coxas roliças e gostosas.

Depois de tanto meter no seu cu, Sandra gozou novamente com um pau no cu. Nessas alturas Sandra estava quase sem forças e exausta que não falava mais nada. Quando anunciei que iria gozar, ela, quase sem forças, virou-se pra mim e disse – “Goza na minha cara que eu quero me sentir um puta, uma vadia, uma piranha, uma vagabunda!” - E eu já não agüentando mais, gozei tudinho no seu lindo rosto, apreciando ela se lambuzar com a minha porra, que escorria do rosto para o resto do corpo e seios, toda melada.

Sentamos no sofá e ficamos imóveis e exaustos durante uns dez minutos. Depois nos limpamos no banheiro do escritório, nos vestimos e saímos. Percebemos que já era noite e que a loja já estava com as portas fechadas pelos funcionários, que já haviam ido embora, mas ainda deu tempo pra um boquete.

Gozei tudinho na boca dela. Depois Sandra me disse que estava louca pra dar pra mim já fazia algum tempo e eu dei risada. Com tudo isso, em vez de comprar a mesa, eu ganhei a mesa de Sandra, que me presenteou sem sair nada de meu bolso. Outra hora eu conto como foi uma trepada dentro do ônibus indo pra São Paulo.

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