Autor: não creditado
7.0
Meu nome é Cris, sou do tipo normal, mas na linha “gostosa”: acinturada, gordinha, mas toda proporcional, com cabelos e olhos castanhos, boca carnuda, pele macia e bem cuidada. Assim, é claro que já tinha conhecido outros caras depois da separação, mas nenhum havia me interessado de verdade e minha fome continuava não saciada.
Decidi mudar de vida de vez e fui morar em outra cidade. Logo que me mudei, arrumei um emprego como secretária numa empresa de importação e exportação. Fui entrevistada pela esposa do presidente da empresa, Sra. Renata, uma mulher simpática e linda, com seios e bunda fartos e cintura bem definida.
Ela era do tipo violão, daquelas que fazem muitos homens virarem a cabeça na rua para apreciá-la. Pois bem, assim é ela. Logo vi que, além de todos os atributos que já descrevi, ela era muito competente e objetiva. A isso atribuí o estranho fato dela ter me olhado de cima a baixo, tal como um homem faria. Ela gostou do meu currículo e me contratou.
Depois de uma semana trabalhando na empresa conheci o presidente, o Sr. Vítor, que voltava de uma viagem de negócios no exterior. Levei um choque quando o vi, pois era exatamente o tipo de homem que sempre chamou minha atenção. Embora não tivesse mais do que 50 anos, seus cabelos eram totalmente grisalhos, mas de um grisalho lindo, nada daquele “branco sujo”.
O cabelo dele contrastava com sua roupa preta e muito elegante. Ele tinha uma eletricidade animal, e acho que atrairia até quem estivesse de costas, sem vê-lo diretamente. Ele tinha um corpo compacto e musculoso. Dava para notar perfeitamente que ele malhava e que se cuidava bastante.
Dona Renata notou o impacto que sofri ao vê-lo e sorriu, deliciada. Tratei logo de fazer minhas penas baixarem, pois além de não querer me envolver com nenhum homem comprometido, tava na cara que se me metesse com ele eu perderia um bom emprego. Ele também percebeu a reação que provocou em mim, e em resposta tratou de me olhar intensamente, fazendo com que me sentisse nua.
Não pude deixar de reparar que ele fez um sinal à mulher, aprovando o que viu. Atribuí isso ao fato dela ter me contratado e tratei de me acalmar. Mal sabia eu o que viria pela frente... A partir de então eles ordenaram que eu não mais os tratasse por senhor e senhora e fomos trabalhar.
Mais uma semana se passou e todos nós nos entendíamos perfeitamente. No entanto eu andava um tanto incomodada, pois a atração que sentia por Vítor era intensa, animalidade pura. Chegava a entrar no escritório dele, assim que ele saía, só para sentir o cheiro de macho que impregnava o ambiente.
O curioso é que Renata também exalava uma radiação excitante que me surpreendia, pois comecei a pensar em sentir sua pele contra a minha, a tal ponto de me perguntar se o problema não era comigo, por estar há tanto tempo sem dar uma boa transada. Numa tarde Renata perguntou se eu estava comprometida com alguém e respondi negativamente.
Ela então avisou que na semana seguinte daria uma festa para uns clientes estrangeiros, e queria saber se eu poderia ir com ela e com o marido, para secretariá-los. Disse que iria com prazer, então ela avisou que gostaria que eu experimentasse uns vestidos que ela havia separado para mim numa loja. Renata disse também que todos os meus gastos seriam arcados pela empresa.
Ela mandou que eu fizesse uma reserva num hotel cinco estrelas e recomendou que eu me certificasse de que nossos apartamentos eram próximos, de preferência lado a lado. Fiz conforme o ordenado. No dia seguinte ela fez questão de ir comigo à prova dos vestidos. Quando eu provava um corpete maravilhoso, todo bordado, ela cismou que ele estava um pouco largo.
Imediatamente tratou de ficar atrás de mim, envolvendo-me com os braços para segurar o corpete bem junto ao meu corpo, ao mesmo tempo em que me mantinha agarrada à ela. Sentia Renata encostar seu corpo contra o meu, quando ela perguntou bem próximo ao meu ouvido: - Vê, não fica melhor assim, mais apertado?
Fiquei totalmente molhada pelo contato dela, e pela primeira vez na minha vida tive o real desejo de ser beijada por uma mulher. Ela ainda se manteve colada a mim por mais uns minutos na mesma posição, como que analisando minha figura no espelho. Eu continuei quieta, pois simplesmente não queria que ela me deixasse.
Ao me largar ela ainda deixou as mãos encostarem levemente nos meus seios e nem sei como consegui escolher uma roupa. Chegando em casa me masturbei loucamente, lembrando do seu hálito, de sua voz subitamente rouca sussurrando perto de mim. Comecei a ansiar pela viagem. Será que algo aconteceria? Durante a semana ela sempre achava um pretexto para tocar em mim, e comecei a fazer o mesmo.
Viajei de carro com eles até o local da festa, e chegando no hotel fomos para nossos apartamentos – lado a lado - conforme ela havia determinado. Uma hora antes de sairmos ela bateu à minha porta. Abri correndo, com o coração descompassado. E se eu estivesse fantasiando tudo isso? E se ela estivesse só sendo gentil? Renata perguntou se eu poderia ajudá-la a arrumar seus cabelos, e é claro que eu respondi que sim.
Logo que entrou, percebi que ela reparou os bicos dos meus seios duros, atravessando o tecido do corpete. Ela simplesmente sorriu e apoiou a mão por baixo do meu seio, como apoio, e começou a passar o polegar contra meu mamilo, bem de leve, lentamente. Meu Deus, eu quase enlouqueci! É a carícia que eu mais gosto, assim, devagar, aquecendo aos poucos...
Renata fixou o olhar dela no meu e com o outro braço enlaçou minha cintura, sem parar de acariciar meu seio com o polegar da outra mão. Puxou-me contra ela e me beijou. Deu um beijo leve, somente roçando seus doces lábios contra os meus. Como não me defendi, ela me beijou novamente, desta vez invadindo minha boca completamente.
Renata lambeu, mordiscou meus lábios e meteu a língua na minha boca de novo, explorando-a por inteiro: dentes, céu da boca, língua, bochechas, tudo... Não resisti e passei a fazer o mesmo, encantada com a suavidade da textura de uma pele feminina. Abracei-a e puxei o corpo dela contra o meu, ansiosa por senti-la inteiramente.
Nossas mãos percorriam nossos corpos por cima da roupa, sentindo todas as curvas, até que ela puxou meu corpete para baixo e deixou um seio à mostra. Ela meteu um dedo na boca, e com ele molhado alisou meu bico. Depois agarrou o bico com o polegar e o indicador e girou, como se mexesse no dial de um rádio.
Renata abaixou a cabeça e passou a língua no meu mamilo, numa carícia suave que somente uma mulher ou um homem muito antenado conseguem fazer. Percebendo minha respiração alterada, ela passou a sugá-lo cada vez com mais avidez e logo eu fui surpreendida por um gozo rápido. Ela escorregou o dedo indicador até minha buceta desesperada e o enfiou inteiro em mim, lambendo o dedo depois.
Aquilo tudo estava sendo uma surpresa, e Renata me deixou mais uma vez sem saber o que fazer quando disse: - Você é realmente o que eu pensei que seria. Desde que te vi eu te desejo. Meu marido também. Reparei que você também se sente atraída por ele. Você quer transar conosco? Não tenha receio pois se você não quiser não perderá o emprego.
Resolvi aproveitar o momento e dizer o que sentia. Falei que transar com eles era tudo o que eu mais queria. Então Renata respondeu: - Então nossa festa de verdade será mais tarde! E assim ela saiu do apartamento. A festa foi ótima, especialmente porque ela sempre dava um jeito de vir falar comigo e me tocar. Saímos da festa de mãos dadas, e ela me levou direto ao Vítor, que já nos esperava num canto afastado do jardim.
Ela me colocou nos braços dele e ele me beijou, metendo a língua inteira na minha boca como se fosse o pau dele fodendo minha buceta. Ao mesmo tempo segurou minha cabeça firmemente como se eu fosse uma cadela. Vítor aproximou meu ouvido de sua boca e disse que agora eu deveria seguir com Renata, pois ele tinha que dar atenção aos clientes.
Antes de nós duas irmos embora, ele me puxou pelos cabelos e disse no meu ouvido: - Estou louco para te ensinar como um macho deve comer uma fêmea... Nossa, achei que iria enlouquecer se a droga daquela festa não acabasse logo! Minha buceta estava toda molhada... Há tempos que não me sentia assim, até porque nunca tinha estado com um casal antes e ardia de curiosidade e desejo ao mesmo tempo.
Entramos na suíte deles. Renata me levou até a cama. Enquanto isso Vítor abria uma garrafa de champanhe. Renata começou a me beijar, cada vez metendo sua língua mais fundo na minha boca, passando a beijar meu pescoço, acariciando minha nuca, meu pescoço, as mãos percorrendo meu corpo. Mais do que depressa comecei a acariciá-la, inebriada com a maciez de sua pele.
Nós nos beijamos muito e Renata tirou meu corpete. Em seguida abriu meu sutiã, passando a chupar meus seios com vontade. Levantei a cabeça dela e fiz o mesmo. Tirei seu vestido e pude ver seus seios deliciosos, que saltaram. Finalmente caí de boca neles e comecei a mamar intensamente. Devia ser uma cena bonita, duas mulheres se acariciando...
Vítor se aproximou trazendo champanhe. Enquanto eu bebia, ele e Renata começaram a se beijar. Vítor agarrou minha nuca, encostou meu corpo no dele e me beijou como macho nenhum havia me beijado na vida. Senti seu pau duro contra o meu corpo, e nada mais me interessou a não ser abocanhar aquela pica. Eu estava com fome e queria lamber aquele caralho imediatamente.
Renata deve ter adivinhado isso, pois enquanto eu ainda beijava o marido dela, ela foi abrindo a braguilha dele e tirando o cacete para fora. Depois se ajoelhou e passou a acariciar a cabeça do pau com a ponta da língua, saboreando a pica impaciente. Sentindo isso, Vítor me empurrou pelos ombros e me forçou a abaixar, ordenando: - Eu só trepo com cadelas e cadelas fazem tudo o que eu mando. Quero as duas putas chupando meu pau!
Cheguei a estremecer de irritação ao ser tratada assim, mas ao mesmo tempo aquilo me deu um tesão tão louco que resolvi me calar e obedecer. Então comecei uma chupada deliciosa. O caralho dele dava gosto de ser chupado: com a cabeça bem definida, macio, muito duro... dava para sentir o tesão fazendo as veias pulsarem... Renata chupava o cacete do marido que nem uma puta de rua.
Tratei de fazer o mesmo, alternando com ela. Uma de nós lambia o pau enquanto a outra ia pra o saco, percorrendo todo o comprimento, e nossas bocas e línguas se encontravam no meio do caminho. Às vezes ela se empenhava em escorregar a língua no pau inteiro, enquanto eu mamava cada uma das bolas separadamente.
Vítor se deliciava, pois ele estava sendo chupado por duas cadelas ordinárias que eram loucas por um caralho! Para mostrar que era nosso dono, Vítor nos segurava pelos cabelos e batia com o pau duro na nossa cara. Isso quando não nos imobilizava com seu braço forte e metia a rola inteira na minha boca, a ponto de me deixar sufocada.
Passei a acariciar a coxa dura dele, e daí a enfiar a mão por dentro da cueca de seda, apertando a bunda dele com vontade. Não resisti e comecei a escorregar minha língua cada vez mais para trás do saco e fiquei deliciada ao notar que ele começou a gemer alto. Eu e Renata arrancamos a cueca dele e eu fiz com que Vítor apoiasse uma perna na cama. Dessa maneira consegui chegar com a língua perto do rabo dele. Aí ele gemeu com vontade...
Vítor então ordenou que eu me deitasse na cama. Enquanto me beijava, Renata escorregou a mão no meio das minhas pernas e passou a bater uma deliciosa siririca, acariciando meu grelo e molhando o dedo na minha buceta, para tornar a roçar nele, que estava incrivelmente teso, parecendo um pequeno cacete. Vítor foi para trás de Renata e passou a meter nela.
Virei-me na direção dele e consegui alcançá-los. Em um momento eu alisava o grelo intumescido dela e no momento seguinte acariciava as bolas dele. Renata ficou enlouquecida e tratou de meter a língua na minha buceta, lambendo tudo com muita, muita vontade. Nem uma vagabunda faria igual. Lambia meu grelo, meu lábios, enfiava a língua na minha buceta e depois começava tudo de novo!
Sem dó nenhum ela meteu dois dedos em mim e logo me fez gozar. Quase que imediatamente fiquei com tesão de novo. Uma loucura! Vítor saiu de dentro dela. Ajudado por Renata, eles me puxaram para a beira da cama, abriram minhas pernas e Vítor meteu a vara inteira na minha buceta faminta, que ansiava por aquele caralho pulsante de tesão.
Senti meu buraco se abrir todo para engolir o pau do meu chefe, para depois apertá-lo. Vítor passou a me bombear com vontade, enquanto eu rebolava com gosto na vara dele. Percebi que Renata se abaixou atrás dele, e olhando pelo espelho estrategicamente colocado ao lado da cama, vi que ela lambeu os ovos e o rabo de Vítor, que continuava a meter em mim.
Vítor passou a se retorcer feito um doido e o pau dele conseguiu ficar mais duro e mais cabeçudo ainda. Ele gozou dentro de mim, urrando feito um louco, a coisa mais tesuda que eu já vi. E eu gozei de novo. Senti aquele mar de porra escorrer por entre as minhas coxas e me senti muito bem. Me senti uma puta de verdade. Estava finalmente realizada.
O cheiro de sexo tomava conta do quarto, e já exaustos nos deitamos todos lado a lado. No entanto Renata ainda não tinha gozado. Como não sou egoísta, comecei a beijá-la e a acariciá-la, enfiando meu dedo na buceta encharcada dela. Enquanto dava beliscõezinhos nos bicos dos seios, escorreguei minha língua até a buceta dela. Não foi difícil encontrar seu grelo, que estava imenso.
Chicoteei-o com minha língua e Renata implorou que eu pegasse um brinquedo que estava na frasqueira, ao lado da cama. Era um consolo que imitava direitinho um cacete, uma delícia de se ver e tocar. Sem a menor cerimônia, fui metendo o caralho nela, que o recebeu de muito bom grado e ainda se virou por cima de mim, passando a fazer um 69 comigo.
Renata pegou outro consolo e meteu em mim. A putaria foi grande. A gente se lambia enquanto ia metendo o consolo uma na outra. Foi tão bom que comecei a sentir que ia gozar. Nesse momento foi Renata que gozou, gemendo gostoso e contraindo a bucetinha. Logo em seguida gozei também, já sem forças para continuar.
Vítor, que não havia perdido nenhuma cena, já estava de pau duro de novo e não nos deu tempo nem para um descanso. Ele catou as duas pelos cabelos, colocou uma ao lado da outra, e passou a alternar as metidas, enfiando o pau na minha buceta e depois enterrando o cacete na buceta de Renata.
Sentindo que ia gozar, ordenou que nos virássemos de frente para ele e disse: - Venham receber a porra do seu garanhão, suas cadelas! Naquela altura, quem iria desobedecer às ordens de um macho tesudo que nem ele? Colocamos nossas bocas ávidas abertas na direção da cabeça de seu caralho e recebemos pelo rosto e pela boca todo o leite que ele espalhou em jatos.
Lambemos o rosto uma da outra até que não sobrou uma gota de porra para contar a estória. Já amanhecia quando caímos adormecidos, os três enlaçados na mesma cama, exaustos da festa e da noite repleta de sacanagem e tesão. Logo que acordamos a putaria recomeçou, mas isso eu contarei em outra oportunidade.