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De mulher para mulher (seduzida pela vizinha)
Autor: Bruna C.
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9.1

Eu tinha 21 anos na época em que os fatos aqui narrados aconteceram, e até então levava uma vida normal, para uma garota da minha idade. Eu havia tido alguns namorados e várias amizades, mas nunca havia sentido qualquer atração sexual por outra mulher.

Devo dizer que nunca tive muita sorte com os homens com quem namorei, até encontrar o Cristiano, o macho gostoso que é meu marido safado. Todos os outros homens, sem exceção, me tratavam como se eu fosse um brinquedo, uma boneca com a obrigação de estar sempre pronta para satisfazer-lhes as vontades.

Como venho do interior, fui educada de maneira tradicional e aprendi a aceitar esse tipo de situação, afinal “os homens é que trazem o sustento para casa”. Era normal eu abaixar a cabeça e cumprir todas as ordens, servindo uma cerveja ou fazendo carinho quando e onde eles quisessem.

Eu tinha terminado o curso de secretariado e estava fazendo medicina na PUC. Nessa época havia acabado com meu namorado e estava saindo na companhia dos colegas de faculdade. Nesses programas sempre rolava alguma paquera, mas sem maiores conseqüências, pois tão cedo eu não estava afim de ter nada com homem algum.

Eu tinha acabado de me mudar para um apartamento de dois quartos no décimo segundo andar de um prédio, num bairro muito bom. O novo apartamento me animou muito, tive uma sensação de poder recomeçar a vida em todos os sentidos. Casa nova, vida nova. Foi numa dessas manhãs, a caminho do serviço, que topei com a Samara pela primeira vez.

O elevador parou dois andares abaixo do meu e uma mulher belíssima e incrivelmente elegante entrou. Pensei que fosse uma pessoa famosa, pois parecia uma atriz ou uma modelo de capa de revista. Ela tinha um ar de estrangeira, de européia, com a pele ligeiramente queimada de sol, porém bem mais clara que a minha.

Ela tinha olhos azuis, lindos, e me olhou de um jeito que me arrepiou a alma. Eu devo ter ficado vermelha quando ela sorriu e soltou um “Oi!” quase inaudível. Sorri também. Tive a sensação de que iríamos nos ver de novo. Quando chegamos ao saguão ela desapareceu. Deve ter entrado na garagem para pegar o carro.

Acho que nos cruzamos de novo na semana seguinte, já de noitinha. Eu voltava de um trabalho da faculdade e tomamos o elevador juntas. Trocamos sorrisos de novo e ela perguntou: - Você é nova por aqui, não? Respondi que realmente havia me mudado há pouco tempo, então ela completou: - Se precisar de alguma coisa me procure. Sou a Samara., do 1008.

Ela foi a primeira pessoa realmente gentil que conheci no prédio. Quem sabe não iríamos mesmo ser amigas? Qualquer dia desses, quando não tivesse nada que fazer, talvez a procurasse para um papinho. Então chegou o dia em que todo o meu mundo virou de cabeça para baixo. Era uma sexta-feira e eu já estava antecipando o fim-de-semana para descansar um pouco.

Um rapaz lá da faculdade que andava com a nossa turma queria sair comigo. Como estava estreando um filme que eu queria ver, aceitei ir ao cinema com ele. Já fazia mais de um mês que não saía sozinha com alguém. Depois do filme ele me deixaria em casa, mas quando estávamos chegando ele desviou do caminho.

Fiquei puta, pois não estava afim de dar. O rapaz insistiu, abrindo as calças e forçando minha cabeça até minha boca encostar em sua pica. Mandei o cara parar, mas ele continuou forçando, tentando me imobilizar. Tentei sair do carro mas estava difícil, pois ele era muito forte. Comecei a ficar em pânico e discuti com ele, gritando muito. O rapaz então abriu a porta do carro e me expulsou.

Eu estava abalada, muito chateada e peguei um taxi para casa. No caminho fui me acalmando um pouco, mas ainda estava mal. Ao chegar no meu prédio, entrei no elevador. Eu precisava, PRECISAVA conversar com alguém. Já passava das onze e meia da noite e dificilmente conseguiria achar uma alma amiga disposta a me ouvir.

O elevador parou no meu andar, mas não desci. Apertei o botão do andar de Samara e resolvi arriscar. Cheguei meio catatônica até a porta do 1008. Hesitei um pouco pois estava tarde, mas ela havia me dito para procurá-la se precisasse de qualquer coisa. Toquei a campainha. Já estava pensando em deixar para outra hora, quando vi um vulto no olho mágico.

A porta se abriu e apareceu aquele rosto maravilhoso. Com certeza ela tinha acabado de tomar um banho, pois estava de robe de seda branca. Samara viu minha cara assustada e me mandou entrar, me dando um abraço. Foi tão gostoso ser abraçada por ela, por aquele corpo suave e perfumado... Ela me disse para ficar à vontade, foi até o barzinho da sala e me trouxe uma bebida.

Fui me acalmando aos poucos e a abracei. Ficamos um tempo assim, sem dizer uma palavra. Ah, como isso era bom... Ela passou a mão na minha testa e acariciou meus cabelos, ainda desgrenhados. Eu devia estar com um aspecto horroroso, totalmente oposto ao do anjo loiro que estava ao meu lado. Contei o que tinha acontecido com detalhes.

Não sei se a bebida me soltou a língua, mas acabei pedindo para dormir na casa dela. Eu não queria voltar ao meu apartamento e passar a noite sozinha. Quando ela disse isso, tirou a toalha da cabeça e seus cabelos loiros caíram sobre os ombros. Certamente ela era uma das mulheres mais lindas que eu já tinha visto.

O fato dela estar a um palmo de mim me deixou nervosa, como se estivesse ao lado da realeza ou na presença de uma celebridade. Ela passou a toalha suavemente no meu rosto e nos abraçamos de novo. Ela me apertou contra o peito e me beijou levemente na testa. Eu me senti ótima. Ah, que gostoso...

Ela me deu uma toalha e fui tomar banho. Depois ficamos conversando na cama dela. Rimos e começamos a falar sobre nós, quem éramos e o que fazíamos. Ela me contou que era secretária executiva de uma multinacional. Quando olhei para o reloginho de cabeceira, percebi que já passava da uma da madrugada. Levantei da cama e já ia para o sofá da sala, quando ela me chamou:

- Não precisa ir dormir no sofá, você bem que podia dormir aqui mesmo. Olha, minha cama é grande, dá pra nós duas. Você fica numa ponta e eu na outra... Achei estranho, mas aqueles lençóis de seda estavam tão gostosos... Aceitei e voltei a me sentar do lado direito da cama. Só que ela não foi para a outra ponta da cama. Ficou onde estava, mais ou menos no meio... Eu ainda estava com o robe atado.

Samara então riu e falou: - Você vai dormir assim, toda vestida? Eu não gosto de dormir de sutiã, me aperta os seios. Eu costumo dormir assim, olha... e começou a tirar o meu robe. Não sei se ela tirou de uma vez ou lentamente, parecia que o tempo estava parado. Só sei que em seguida eu estava nua sem nada por baixo... Ela tirou a camisola também e revelou aquele corpo deslumbrante, contra a luz do abajur.

Eu nunca havia dormido nua em lençóis de seda, e realmente era uma sensação gostosa. Percebi que ela ficou me olhando o tempo todo, sem desgrudar os olhos de mim. O gozado é que eu também fiquei olhando fixamente para ela. Quando eu menos esperava, Samara falou: - Hum, mas você é muito linda, sabia? Que corpo bonito... Aposto que você já teve uma porção de namorados e caras afim de você...

Eu estava tonta demais para responder que não, que a mulher linda era ela e que qualquer comparação seria humilhante. Verdade que tinha muito cara dando em cima de mim sim, mas disso eu não queria me lembrar. Naquele momento, a única pessoa que ocupava minha mente era ela. Então, aconteceu. Ela me acariciou o rosto com as mãos e me disse as palavras que nunca mais vou esquecer: - Sabe, eu gosto de você. Gosto muito, mesmo. Quero te dar um beijo.

Nossos rostos já estavam praticamente colados. Eu estava respirando cada vez mais rápido. Ela encostou os lábios nos meus e me beijou. Pensei que ia ser uma beijoquinha entre amigas, mas fechei os olhos e acabei recebendo um beijo ardente, apaixonado, sensual, delicioso... um beijo como homem nenhum havia me dado antes.

Senti um arrepio percorrendo meu corpo da cabeça aos pés. Por uma fração de segundo ela parou para respirar. Nós duas estávamos ofegantes. Minha cabeça não sabia o que dizer, mas meu corpo falou mais alto: - Você gosta de mim? Então me beija outra vez... E veio o segundo beijo, ainda mais doce, molhado e cheio de desejo, que fez meu corpo contorcer de prazer. Perdi completamente qualquer acanhamento.

Aqueles beijos haviam me abalado sim, mas também tinham me libertado da lembrança amarga de todos os namorados que tive. Agora nos agarrávamos com paixão, nossos braços apertando o corpo uma da outra e nossas bocas se encostando num frenesi de carinhos. Ah, que coisa deliciosa! Se parávamos de beijar para respirar, logo voltávamos.

Ela encostou os seios maravilhosos nos meus e começou a esfregar os biquinhos enquanto nos beijávamos sem parar. Entrei no ritmo e logo senti meus biquinhos e os dela durinhos, bem empinados de tesão. Fiquei cada vez mais excitada e senti que estava toda molhada. Joguei a cabeça para trás e ela desceu lambendo o meu pescoço, até a curva do ombro.

Abandonei-me totalmente às carícias dela, que foi me dando beijinhos e lambidelas nos seios, primeiro de um lado, depois do outro. Meus biquinhos já estavam duríssimos, e ela esticou a pontinha da língua para brincar com eles. Seus lábios apertaram um dos bicos e começaram a chupar meus seios. Eu delirava de tesão e não tardou para que eu chegasse ao orgasmo, o primeiro de muitos que ainda viriam aquela noite...

Gemi de prazer enquanto meu corpo se contorcia. Aquelas mãos suaves apalpavam meus seios, depois a palma das mãos estimulava meus biquinhos com movimentos circulares... e a língua dela não parou lá. Foi descendo mais, percorrendo toda a linha do meu ventre, lambendo prazerosamente em volta e depois dentro do meu umbigo. Ah, que cosquinha deliciosa...

Ela parou e me deu um beijo, depois um chupão em cima da minha calcinha, que estava toda encharcada. Ouvi outra vez aquela voz ligeiramente rouca, irresistivelmente sensual: - A tua calcinha está todinha molhada. É melhor tirar. Deixa que eu te ajudo... Ela foi abaixando a calcinha e eu relaxei as pernas para facilitar. Eu estava me entregando a ela, uma pessoa que mal conhecia e que ainda por cima era uma mulher!

Algo dentro de mim me dizia que aquilo era errado, que não estava certo uma mulher fazer aquilo com a outra, mas era tão gostoso... Jamais, jamais pensei que um dia estaria nua na cama com outra mulher, deixando que ela tirasse a minha calcinha, revelando a ela toda a minha intimidade, e ainda por cima querendo, desejando, implorando por mais e mais, sem parar: - Que xaninha linda você tem!, disse ela.

Senti-me desejada e amada... Ela encostou a boca no meu monte todo peludinho e por um minuto pensei que fosse me fazer o que no fundo eu queria, mas tinha vergonha de pedir. Samara sorriu marotamente, ergueu minha perna direita e começou a beijá-la e a chupá-la. Senti um arrepio quando ela chupou o dedão do meu pé e passou a língua entre os meus dedos.

Fiquei excitadíssima quando ela lambeu a dobra dos meus joelhos, um lugar que eu não sabia que era tão sensível. Minha excitação crescia, eu já estava bem úmida, bem lubrificada... Ela ficou sentada de frente para mim, segurou meus joelhos e dobrou minhas pernas, encurvando o meu corpo até encostá-las nos meus seios. Estava pronta, prontinha para me entregar completamente a ela.

Ela me deu um beijo estranho no meu cuzinho e foi lambendo mais para cima, até chegar à entrada da minha xaninha. Depois foi beijando meus lábios maiores, alternando de um lado para outro e me deixando enlouquecida de desejo. Tremi toda quando senti aquela língua acariciar os lábios menores e subir até meu grelo. Senti outro orgasmo, mais intenso e arrasador que o primeiro.

Ela começou a meter dois dedos na minha buceta, penetrando e retirando sem machucar. Segurei a parte interna dos joelhos para abrir bem as coxas e fiquei gemendo como um animal no cio, enquanto os dedos e a língua dela não me permitiam relaxar o ritmo. Nunca havia sentido tanto prazer em toda a minha vida. Quando paramos um minuto para tomarmos fôlego, comecei a acariciar meus seios.

Ela se deitou de bruços na minha frente, pôs as duas mãos na parte interna das minhas coxas e com os polegares ficou afastando delicadamente os meus lábios maiores: - Tua bocetinha é tão deliciosa, meu amor... e se pôs a me chupar e a lamber novamente, com todo aquele toque mágico dela, me levando outra vez às raias da loucura do prazer. Eu queria mais, mais, MAIS!

Eu tinha que dizer para ela o que eu queria e soltar assim o meu desejo reprimido. Então eu finalmente disse: - Não pára, não pára... chupa minha bocetinha! Senti que depois disso ela passou a me chupar com mais vontade, mais ânsia, mais desejo... Que coisa mais gostosa, eu me contorcia toda, me contraía... e ela acelerou o ritmo das carícias. Gozei, gozei novamente, e mais outra vez..

Aaii... Que loucura! Se eu tinha antes algum receio de transar com uma mulher, agora a hesitação havia acabado e dava lugar à fome, à sede pelo prazer, uma sensação que me fez esquecer por completo que existia mais de um sexo sobre a Terra. Ahhhh... De repente, enquanto eu ficava num delicioso devaneio, ela foi subindo até o umbigo e chegou aos meus peitinhos.

Era tão gostoso sentir a pele dela roçar na minha... Samara me abraçou e começou a esfregar os biquinhos dos seios dela contra os meus, a xana dela contra a minha... Nossas pernas se cruzaram como num X atravessado, e nossas bocetinhas roçaram gostoso... Ah, que delícia, era como se ela estivesse me possuindo, me fodendo gostoso.

Ficamos assim algum tempo, agarradas uma à outra, nos beijando e esfregando. De repente senti que Samara estava gozando, o que me deixou com mais tesão ainda. Meu Deus, gozei com uma mulher e a fiz gozar também... O gostinho do melado passava de uma para outra e me deixava de pernas bambas. Ainda em cima de mim, ela me beijou outra vez e explorou todos os recantos da minha boca.

Samara acariciou o meu rosto e disse: - Agora é minha vez. Também quero. Me chupa, me chupa todinha... Ela levantou um pouco o corpo, se ajoelhou em torno da minha barriguinha e encostou aqueles belos seios na minha boca. Eu não sabia bem o que fazer, então segui os meus instintos. Minha outra mão desceu, então Samara agarrou meus dedos e os levou até sua xoxota.

Era a primeira vez que eu fazia isso, mas me deixei guiar pelo instinto, repetindo mais ou menos as carícias que ela havia feito em mim. Enquanto eu chupava aqueles peitos ela gemia de prazer e obrigava a minha mão a mexer naquela bocetinha depilada. Eu já não via mais nada, pois estava de olhos fechados aproveitando o momento.

Até que Samara segurou minha cabeça com as duas mãos e foi me obrigando a descer pelo meio do corpo, na linha vertical do umbigo, mais e mais, fazendo-me beijar e lamber a cada passo. Finalmente ela tinha as pernas abertas na minha frente, deixando escancarar uma racha estupenda, com aqueles lábios carnudos e um tufo de sedosos pelinhos dourados.

Ela jogou a cabeça para trás e empurrou a buceta para junto da minha boca. Então ficou à espera, com aquela linda boceta aberta, toda molhada e o grelinho inchado e vermelho. Ela arfava de expectativa, qualquer carinho agora iria desencadear uma avalanche de prazeres. O próximo movimento daquele jogo era meu.

Não se agüentando mais, Samara gemeu: - Ai, chupa, chupa minha boceta, meu amor, chupa... Também quero gozar... Era um lamento, um misto de súplica e provocação, entrecortado de gemidos. Eu também respirava depressa, excitada e desejosa em satisfazê-la. Fui guiada pela minha intuição feminina e fiz nela todos os movimentos que senti que iam lhe dar prazer.

Era uma imitação ainda amadora dos carinhos que ela havia feito em mim. Eu sabia que a provocação é que dava aquele "frisson" delicioso, aquele tesão crescente até o momento do orgasmo, então não parei de provocá-la. Passei os braços em volta das coxas dela e fiquei massageando-lhe a virilha com os polegares. Exatamente como ela havia feito comigo.

Fingi que ia chupá-la, depois recuei e comecei a lamber as bordas daquela xana apetitosa, passando a língua de um lado para o outro, para depois lamber os lábios menores. Ela só conseguia dizer: - Isso, meu amor. Assim... E aí, quando massageei o grelinho com a ponta da língua, vi aquele corpo maravilhoso de deusa tremer, se contrair, anunciando o orgasmo.

Aquela boceta tremia na minha boca, toda inchada e corada, com o grelinho todo vermelho, quase roxo. Os bicos dos seios estavam rígidos, saltados ao máximo. Ela não gemia mais. Agora gritava feito uma louca, com o rosto todo corado, quase vermelho. Eu não sabia que a visão de uma mulher lindíssima se contorcendo de prazer, um gozo que eu havia causado, iria me deixar tão excitada, tão cheia de tesão.

Por causa disso eu senti um orgasmo vindo logo em seguida, sem qualquer outro estímulo. Samara recobrou as forças e começou a me chupar também. Nem deu tempo de me recuperar daquele clímax, as lambidas e chupadas dela na minha bocetinha me fizeram gozar mais uma vez, e outra e mais outra.

Ela estava com as coxas em volta da minha cabeça e eu aproveitei para apalpar aquela bunda arrasadora. Afastei os lábios maiores com os dedos e continuei chupando a xoxota dela. Hummm, que coisa mais gostosa... Enquanto a minha bocetinha se submetia à língua gulosa dela, eu percorria a xoxota dela com a minha língua, do grelinho até o espaço entre a fenda e o cuzinho.

Nós já estávamos exaustas de tanto gozar, então nos abraçamos forte. Samara se virou e me beijou longamente. Ficamos nos acariciando e sorrindo uma para a outra, como duas amantes de caso antigo: - Eu gosto muito de você. Muito mesmo, disse ela. Eu respondi que nunca havia pensado em ficar de pernas abertas para outra mulher, e para minha surpresa tinha sido maravilhoso.

Ela passou as mãos pelos meus cabelos e me beijou outra vez, agora um beijo de amizade e ternura mais que de desejo. Eu estava de bruços e ela deitada de costas. Eu estava totalmente esgotada. Adormecemos assim, ela sobre minhas costas. Acordamos na manhã seguinte, com a luz do sol entrando pela janela. Abri os olhos e vi aquele anjo abraçado em mim, sorrindo.

Foi aí que eu percebi que estava apaixonada. E por uma mulher, que me deu o que não tive de homem algum. Deixei de lado todos os preconceitos que tinha antes. Aliás, já depois de estar casada com o meu macho gostoso, mostrei para Samara como é bom ter um macho bem gostoso que saiba tratar uma mulher como ele faz. Mas isso é outra história.

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