Autor: Dayne
7.5
Gilberto é um belo rapaz, alto, forte e ainda por cima rico. Nosso romance foi rápido e em um ano estávamos casados. Eu vivi uma história de princesa, com uma festa inesquecível e lua de mel na Grécia. Eu estava no paraíso, pois amava meu marido e realizava o sonho de ser rica. Nos dois primeiros anos o nosso casamento foi realmente um mar de rosas.
Eu tinha tudo o que uma mulher quer da vida; luxo, um belo marido e todas as mordomias sonhadas. Um belo dia nós estávamos na piscina, e depois de alguns drinks Gilberto começou uma conversa meio estranha. Primeiro perguntou o que eu achava de swing. Eu sabia o que era, é claro, mas nunca havia pensado nisso, pois tinha total satisfação sexual com meu marido.
Como eu tinha sido educada muito rigidamente a respeito do casamento, pensei que talvez o meu marido quisesse me sondar para me conhecer melhor. Então, muito séria, eu respondi: - Considero uma falta de respeito os casais que têm esse tipo de comportamento. Acho que não se amam, caso contrário não estariam procurando um relacionamento meio animal com outras pessoas.
Vendo a minha revolta, Gilberto deu uma desculpa qualquer e mudou de assunto, mas eu não esqueci o papo. Passado algum tempo, lá estávamos nós na cama, nos preparando para uma boa transa, quando no meio das preliminares Gilberto voltou ao assunto. Fiquei uma fera e no fim não houve transa nenhuma, pois aleguei que se ele não estava satisfeito comigo era para procurar outra mulher.
Meu marido veio com um papo de que gostaria de me ver possuída por outro homem. Só que esse não seria um homem qualquer, eu o escolheria e ele faria o resto. No momento tive a impressão de que meu marido não me amava mais e fiquei muito amargurada. Nunca havia passado pela minha cabeça transar com outro homem.
No entanto, depois dessas conversas, a idéia ficou gravada no meu subconsciente. Às vezes eu dirigia pela cidade e aquilo voltava de repente. Aquela idéia foi criando corpo e comecei a me sentir diferente. Um dia, conversando com uma amiga, toquei no assunto de swing. Para minha surpresa isso não era novidade para ela, que ficou interessadíssima, pois já andava de olho no meu marido.
Meses depois eu estava fazendo compras num shopping quando notei que um belo rapaz não tirava os olhos de mim. Ele era alto, muito bonito mesmo, muito bem vestido, moreno claro e tinha uns olhos muito grandes. Terminadas as compras, parei em uma lanchonete para tomar um refresco e foi aí que o rapaz se aproximou.
Muito educado, puxou uma conversa e eu não sei porque fui dando papo. O rapaz saiu dali como meu número de telefone e eu com o dele. Três dias depois o rapaz me ligou, mas pedi para ele desconsiderar o nosso encontro, pois eu era uma mulher casada e havia pensado bem no assunto. Depois de desligar me senti aliviada.
Após uma terceira investida do meu marido sobre transar com outro homem, resolvi que ligaria para o André, o rapaz da lanchonete. Marquei um encontro no mesmo shopping, tomamos uma bebida e partimos para um motel, numa área onde eu não seria reconhecida. Transamos muito, fiz até sexo anal, foi uma experiência inesquecível que eu pretendia repetir.
Encontrei-me com André mais duas vezes, sempre em motéis da periferia. Já estava sentindo um estranho sentimento pelo rapaz, apesar de continuar amando meu marido. Até que num sábado fatídico, recebi uma verdadeira punhalada no peito. Gilberto chegou em casa cedo e apareceu em casa com um envelope de papel pardo nas mãos.
Dirigi-me para beijá-lo como fazia sempre, toda sorridente, mas ele não aceitou e disse rispidamente: - Lá no meu escritório agora! Quero falar com você. Eu nunca vira meu marido daquele jeito. Quando abri o envelope vi várias fotos. Na primeira eu aparecia com o pau do André na boca. Não tive coragem de olhar as outras, caí numa poltrona me sentindo muito mal.
Gilberto se levantou e fez com que eu olhasse todas as fotos: - Veja você mesmo, sua vagabunda! Era isto que você queria? Meu pau é muito pequeno para você, não é? Olhe bem a sua cara de puta satisfeita! Depois de muitos insultos, Gilberto completou: - Você vai arrumar suas coisas e sair desta casa! Vou fazer questão de mostrar este material a todos os meus amigos.
Consegui balbuciar algumas palavras e respondi: - Por favor, eu lhe imploro, não faça isto! Eu farei qualquer coisa para remediar a situação. Eu te amo! Faço o que você quiser! Ele sentou, respirou fundo e falou: - Muito bem, eu também ainda gosto de você apesar dessa tremenda traição. Saia daqui agora mesmo e não fale comigo se eu não falar com você, entendeu? Vou pensar em um bom castigo.
Ficamos naquela situação por mais de uma semana, até que Gilberto me falou de uma viagem para o Rio de Janeiro, onde eu não conhecia ninguém. Era chegada a hora do meu castigo. Arranjei coragem não sei de onde, mas coloquei na cabeça que suportaria qualquer coisa. Fomos a alguns lugares lindos da cidade, e quando ele notava minha apreensão, fazia com que eu me comportasse normalmente.
Numa das noites, quando chegamos em frente ao prédio onde estávamos hospedados, ele me avisou: - É hoje o dia. Senti as pernas tremerem, meu coração parecia uma metralhadora. A porta do nosso apartamento estava aberta. Quando entrei levei um susto: o apartamento estava cheio de gente. Havia seis homens e uma loira muito bonita, vestida de roupa de couro preta.
Dois homens eram negros, muito grandes. Aliás, mais pareciam fazer parte de um time de basquete. Meu marido logo falou: - Senhores, esta é a vadia que quero que vocês domem para mim. Acham que dão conta do recado? Os homens responderam em coro que sim. Meu marido continuou: - Muito bem, então podem levá-la!, e me deu um tremendo empurrão em direção à loira.
A mulher me pegou pelo braço e saiu me puxando em direção ao nosso quarto. Assim que entramos, ela segurou o meu vestido na altura do decote e num gesto brusco o rasgou até a cintura. Protestei, pois não gosto desse tipo de atitude. A loira me olhou séria e me deu um tapa muito forte no rosto, me atirando sobre a cama.
Eu estava sem saber o que fazer, e quando ia começar a reclamar, ela me segurou e disse: - Calada, sua cadela! Se falar novamente vou usar isto aqui!, e esfregou um chicote no meu rosto. Fiquei apavorada e resolvi ficar quieta. Pelo jeito iria sofrer muito naquela noite. Após me despir com muita violência, notei um olhar guloso em direção à minha buceta, que está sempre bem depilada.
A loira passou a mão nos meus cabelos, me deu um beijo no rosto e encostou a mão na minha xaninha, dizendo com um certo carinho: - Que linda... eu não queria estar no seu lugar esta noite. Nesse momento me dei conta do time de basquete que estava lá fora. Com certeza aqueles machos acabariam comigo.
Comecei a me apavorar, pois já vira um filme assim há muito tempo. Eu não agüentaria... Apesar de ser uma mulher forte, nunca tinha transado com mais de um homem. A loira então me jogou uma pequena camisola preta, muito curta e mandou que eu a vestisse. Obedeci. A camisola ficava apenas alguns centímetros abaixo da minha linda e arrebitada bunda, eu tive que usá-la sem calcinha.
Enquanto eu estava vestindo a camisola, a loira foi até um armário e retirou uma coleira, com uma longa corrente. Ela se aproximou e começou a prender aquilo no meu pescoço. Testou para ver se não estava muito apertado e fez sinal para que eu me dirigisse à sala. Que humilhação... entrei na sala como uma verdadeira cadela de raça. - Ela está pronta!, disse a loira.
Meu marido se levantou e falou bem alto: - Não vamos perder tempo, tratem-na como uma verdadeira puta! Façam de conta que eu não estou aqui. Vou ligar o som para o caso dela gritar. Evitem escândalos desnecessários e vão a luta! Ele então me entregou para aquela matilha me destroçar, pois foi exatamente o que fizeram.
A loira era chamada por todos de Vivi. Ela puxou a coleira até eu cair a seus pés e me pegou pelos cabelos, fazendo com que eu ficasse de quatro. Vivi foi me puxando até chegarmos em frente ao primeiro homem, que me mandou segurar seu pau e o chupar. Com as mãos tremendo muito consegui abrir as calças do sujeito.
Peguei seu enorme pau, que já se achava duro, e quando vi aquela pica enorme na frente do meu rosto, vi que André era um garotinho perto daquele monstro. A cabeça quase não entrava na minha boca e logo me engasguei. Assim ganhei a primeira chicotada da loira. Senti o local onde ela bateu queimar. Ai, eu estava desesperada e a noite nem tinha começado.
Chupei aquele poste por um certo tempo. O homem gemia baixinho, me mandando enfiar o pau dele fundo na garganta. Logo senti um puxão na coleira e fui levada a outro macho. Quando segurei o pau do homem fiquei horrorizada. Era mais um pau de assustar, grosso e cheio de veias. Chupei, me engasguei com aquele troço na boca, e assim fui sendo chicoteada e levada até que chupei todos os paus.
A loira me puxou pela coleira e me levou até uma mesinha ao lado. Ali eu vi uma pequena bandeja com um potinho de vidro, cheio de algo parecendo um creme. Ela me mandou pegar a bandeja e novamente me levou até o primeiro dos carrascos: - De joelhos!, disse ela. O sujeito pegou o creme do vidro, lubrificou bem o dedo e me mandou virar de costas.
Ele procurou o buraquinho do meu cu... senti um calafrio percorrer todo meu corpo. Olhei para o meu marido em busca de algum socorro, mas ele estava sentado confortavelmente no sofá e continuava impassível, assistindo a tudo com a maior calma do mundo. O cara achou o lugar certo e enfiou aquele dedo grosso e duro de uma só vez no meu cuzinho.
Dei um grito de dor e quase morri de vergonha. Uma lágrima escorreu dos meus olhos. O cara mexia o dedo enorme e meu cuzinho apertava o dedo invasor. O sacana ria e falava que era muito apertado, que eu estava mordendo o dedo dele com o rabo, e terminou dizendo: - Imaginem o que ela fará com meu pau... Gelei. Gilberto não iria permitir que aqueles caras fizessem isto comigo. Ele estava só me assustando, eu garanto.
Dali fui levada ao segundo cara, que procedeu da mesma maneira. Meu cuzinho recebeu velados elogios enquanto eu passava de mão em mão e levava dedadas de todos. Sempre puxada pela loira como uma cadelinha, novamente fui trazida para o centro da sala. A loira ficou de joelhos na minha frente e levou a boca direto para a minha buceta.
Ela começou a me chupar, mas avisou que se eu gozasse iria apanhar muito. Balancei a cabeça mostrando que havia entendido. Senti pela primeira vez algo realmente gostoso. Ela era mestre na arte de chupar. Eu sentia dores no cuzinho, devido a tantas dedadas que recebera antes, mas estava gostando da língua da Vivi.
Comecei a pensar em outras coisas para não gozar, mas comecei a sentir minhas pernas bambas e vi que não suportaria muito tempo nessa posição. Por mais que me esforçasse para não sentir prazer, aquele clima e aquela língua estavam me levando à loucura. Comecei a sentir uma fogueira sendo acesa dentro de mim e de repente dei um urro e comecei a gozar na boca da garota.
Vivi caprichou ainda mais nas pinceladas, indo bem onde sabia que me daria prazer. Gozei como nunca, e não me agüentando caí de joelhos. Ouvi a voz ameaçadora da loira: - Vocês viram? Essa cadela gozou na minha boca mesmo sendo avisada que não poderia gozar. Ela pegou os meus cabelos, levantou a minha cabeça e perguntou furiosa: - Por que você fez isto?
Eu ainda estava toda mole, sentido o torpor do longo orgasmo, e não consegui responder. A loira gritou comigo ainda mais furiosa: - Não vai responder, sua cadela? O seu negócio é gozar, né? Pois vai gozar agora!, e dizendo isto me levantou e arrancou a pequena camisola do meu corpo.
Ela se virou para aquele time de basquete, que aguardava ansioso para me dilacerar e falou: - Vamos! Não viram que esta puta gosta de gozar? O que estão esperando? Ela é toda de vocês... Ouvi o barulho de roupas sendo jogadas longe, e em pouco tempo havia um verdadeiro exército do meu lado.
Mãos grandes me alisavam por toda parte, línguas me lambiam e meus seios eram apertados com força. Ainda pude ver a loira com o pau do meu marido na boca. Como ele teve a coragem de exibir aquela coisinha diante do desfile de bem-dotados que acontecia? Logo um dos negros se deitou de costas no tapete e ficou com o mastro apontando para o teto.
Fui levada pelos outros e senti uma enorme cabeça encostar na entrada da minha delicada buceta. Alguém forçou meus ombros e comecei a sentir aquela coisa escorregar para dentro de mim. Parecia que eu estava sendo aberta em duas, pois aquilo foi entrando com dificuldade, doendo um pouco, até que senti a pica toda dentro da minha buceta.
Dei um urro selvagem e escutei muitas risadas: - Pronto!, disse um dos homens. A pica entrou até o talo. O cara começou bombear com força. Eu gritava pois não ia agüentar por muito tempo. Sentia dor, muita dor, mas nada parecido com o que viria a seguir. Senti alguém ajeitando a minha retaguarda e abrindo minhas nádegas. Queria tentar fechá-las mas não conseguia.
O cara do pau gigante, que estava entalado na minha buceta, parou os movimentos esperando o amigo meter por trás. Senti algo macio encostar no meu buraquinho. Tremi. Meu cu não ia conseguir receber aquele monstro de jeito nenhum. Alguém segurou minhas mão e impediu que eu me mexesse. Senti meu cu arder muito e vi que o cara estava metendo no meu buraco.
Senti como se estivessem me rasgando, uma dor que nunca havia sentido antes. A cabeça enorme se alojou e me senti entalada. Por causa da grande quantidade de creme que eles haviam passado no meu rabo, a coisa começou a entrar. Agora a dor era insuportável, e por mais que eu implorasse o cara foi enterrando a pica inteira.
Parecia que a tortura não teria mais fim. Os outros acariciavam meus seios e coxas, mas eu só sentia dor. O cara meteu até o talo e eu quase não tinha mais forças para gritar. A loira aumentara o som da sala, para abafar a gritaria. Meu marido estava ali ao lado, rindo com uma cara de escroto, se perder um só movimento.
Ele olhava para os meus olhos com um sorriso de canto de boca e procurava não perder nada, filho da puta... Os caras começaram a se movimentar dentro de mim num ritmo cadenciado, mas nada da dor sumir. Eles pareciam dois cavalos e gemiam de prazer, dizendo: - Como é apertada e quente esta putinha! Um outro veio para a minha frente e colocou mais uma estaca na minha boca.
Eu estava com dificuldade para respirar, e ele aproveitou isso para meter a jeba fundo na minha garganta. Engasguei, tossi muito, e ele enfiava cada vez mais fundo. Estava com o rosto todo sujo de baba, e com aquela tora na boca não podia mais gritar. O castigo continuou implacável, até que ouvi urros horríveis de macho e senti meu corpo ser inundado por verdadeiras torrentes de leite quente.
Eles gozaram ao mesmo tempo dentro de mim e senti a porra escorrer pelas minhas coxas. O cara que metia na minha garganta segurou minha cabeça e olhou para o meu marido, que ordenou que ele gozasse na minha boca e me mandou ficar de olhos abertos. Eu só queria chorar, mas antes disso senti um jato de leite quente e azedo sujar toda a minha cara.
Ele esporrou muito, tinha porra nos meus cabelos, nos meus olhos e no meu nariz. Não queria engolir aquilo de jeito nenhum, nunca tinha feito isso, mas meu marido percebeu e gritou: - Engole tudo, vagabunda! Me engasguei, mas engoli tudo. O homem de pé, não satisfeito, segurou o pau e espalhou a porra mais ainda no meu rosto, fazendo questão de passar a pica nos meus olhos.
Satisfeito o primeiro time, a loira me agarrou pelos cabelos e disse: - Pronto. Agora só faltam três. Eles já estavam prontos e ávidos pelo meu corpo dolorido. Sem me dar tempo de descansar, eles meteram logo nos meus buracos, que estava tão sujos de porra que as picas entraram sem problemas.
Eles metiam com tanta força que meus gritos falhavam. Já não conseguia sustentar a minha cabeça, então a loira me segurou pelos cabelos, me obrigando a engolir a terceira jeba. O cara segurou minha cabeça e a trouxe contra sua pica. Nessa mesma hora fiquei sem ar. Ele forçava minha boca contra seu membro, sem me deixar respirar.
Depois metia fundo na minha garganta e não tirava, até ver que eu já não conseguia respirar direito, então tirava o pau. O homem que estava metendo no meu cu disse que queria testar outra coisa. Eles me viraram de barriga para cima e um cara ficou embaixo de mim, com a pica enterrada na minha buceta. O terceiro veio por cima e também meteu na minha xaninha.
Que dor dilacerante... parecia que eu ia ter um filho. Nunca sonhei que fosse agüentar duas picas na buceta. Só via a hora dessa tortura acabar. Meu marido me mandou parar de gritar, e disse que a cada grito eu levaria um tapa. Os caras, de sacanagem, começaram a meter com mais força ainda, e era impossível não gritar.
A loira ria e obedecia meu marido, me dando tapas e parando para chupar a pica dele. Ele fechava os olhos e gemia baixinho, sentindo um prazer imenso ao ser chupado por ela. Quando eu menos esperava, ele me olhou e disse: - Viu como é que se chupa uma pica? Você não sabe fazer o seu trabalho direito. Espero que hoje você aprenda, sua puta imunda!
Aquilo quase me matou. Fiquei com tanta raiva que comecei a chupar com vontade o homem que estava metendo na minha boca. Meu marido olhou e riu. Então se levantou e disse: - Já que ela quer mostrar que é puta, nós vamos ajudá-la. Quero que vocês três gozem junto comigo na cara dela. Entrei em pânico.
A loira agarrou meu rosto e impediu meus movimentos. Os três homens se posicionaram, junto com o meu marido, e começaram a bater uma punheta. Foram segundos de horror, até que o primeiro gozou. Nunca tinha visto uma porra tão grossa, tão viscosa. Fui obrigada a abrir a boca e engolir tudo. Estava sentindo muito nojo da textura e do cheiro forte.
Mal tinha acabado de engolir e o outro esporrou, sujando meus cabelos e cegando um dos meus olhos. Pedi para limparem, mas eles apenas riram. Sentia o leite escorrer pela minha cara, quando o terceiro gozou e me sujou mais ainda. O cheiro forte havia tomado conta do lugar. Esse cara segurou sua pica e espalhou a porra pelo meu rosto, cobrindo cada centímetro de pele.
Faltava o meu marido, que queria ser o último. Ele me mandou abrir a boca e gozou lá dentro, como ele sempre quis fazer e eu nunca havia permitido. Ele me obrigou a brincar com a sua porra antes de engolir, então tive que abrir a boca e mostrar que estava repleta de leite para todos. Depois que engoli tive que mostrar novamente que minha boca estava limpinha.
Para terminar, a loira apareceu com uma máquina fotográfica e tirou uma foto minha com o rosto coberto de leite. Fiquei com muito ódio do meu marido, mas pelo menos a tortura havia acabado. Me joguei no sofá e apaguei. Acordei horas depois e os caras já haviam ido embora. Comigo estavam apenas Gilberto e a loira, que iria passar a noite lá com a gente.
Ele me obrigou a dormir no sofá e se trancou no quarto com a loira. No dia seguinte, depois que ela foi embora, recebi muito elogios e promessas de amor por parte do meu marido. Olhei para ele com muita raiva, mas disfarcei. Perguntei se havia pago meu castigo e ele disse que sim, que aquilo só se repetiria se fosse do meu agrado. Não, nunca mais gostaria de passar por isso de novo.
Aos poucos fui me recuperando e procurando não ficar com nenhum trauma daquele episódio. Hoje vivo feliz com meu marido e com meu conforto, mesmo descobrindo depois que André havia sido armação dele, uma armadilha para me fazer passar por tudo aquilo. Agora faço sempre as vontades do meu macho, e quando ele arranja algum homem, dou para os dois como uma verdadeira putinha e tiro proveito disto gozando muito...