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Como me tornei uma escrava do sexo - Parte III
Autor: Bela Rainha
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5.8

No dia seguinte Vera estava meio envergonhada pelo ocorrido, então eu disse para ela não se preocupar, pois aquilo ficaria apenas entre a gente. Aproveitei e contei tudo o que tinha acontecido no último final de semana e disse a ela que as meninas gostariam de conhecê-la.

Vera disse que confiava em mim e confessou que quando Hugo me comia no quarto ela tentava dar uma espiadinha, pois morria de tesão por ele. Disse também que gozou muitas vezes apenas escutando nossos gemidos atrás da porta. Aproveitei o momento e pedi para ela dar uma chupadinha na minha boceta entes de eu ir trabalhar.

Ela sentou na cama, abaixou minhas calças, tirou minha calcinha e começou a me chupar. Porém quando eu estava quase gozando o Charles, meu irmão, bateu na porta. Disfarcei, mas não sei se ele notou alguma coisa, pois eu estava trancada no quarto da Vera com ela. Passaram-se algumas semanas e ainda não havia surgido a oportunidade de reunir Vera e as meninas.

Um dia o Hugo e eu chegamos na minha casa lá pelas 23h e não escutamos nenhum barulho. Fui no meu quarto e vi que minha irmã não estava. Quando entrei no quarto de Charles presenciamos uma cena que nos deixou estáticos: Vera estava chupando o pau dele, que por sinal tem uns 20 cm. Ao mesmo tempo ela estava enfiando um dos meus consolos no cu do meu irmão.

Charles não sabia o que fazer e os dois ficaram sem ação. Vera se desesperou e eu tratei de acalmá-la, dizendo que ela não deveria se preocupar. Charles implorava nervoso para que a gente não contasse nada para meu pai, e foi aí que Hugo falou: - O que nós ganhamos em troca? Charles respondeu: - O que vocês quiserem, eu faço tudo que vocês quiserem.

Nesse momento me passou pela cabeça que Hugo envolveria além de Vera, o meu irmão em nossas surubas. Fiquei excitada e Hugo disse que iria falar com meu pai para a gente passar uma semana na sítio de Isabel, no mês de férias que se aproximava. Ele falou que era para todos nos prepararmos e que Vera e Charles deveriam dar um jeito de convencer a Raquel, minha irmã, a ir conosco.

Ainda naquela noite conversei com Vera sobre o ocorrido. Ela me relatou que vinha transado com meu irmão há alguns meses e que ele sempre pedia para ela enfiar um dedo no cu dele. A cada transa o desejo dele era maior, até que ela começou a enfiar os consolos que eu mesma lhe emprestava.

Depois deste fato Hugo abriu o jogo e disse que eu teria que dar um jeito de me aproximar de Raquel, pois meu relacionamento com ela não era dos melhores. Expliquei a Hugo que eu iria precisar da ajuda dele, mas que Raquel faria parte de nosso grupo de qualquer jeito. Já havia se passado dois anos depois que tudo começou e faltava apenas um mês para as férias.

Como eu tinha que encontrar um jeito de oferecer minha irmã ao meu dono, passei a conversar mais com Raquel. Ela nem estranhou a mudança do meu comportamento, pois a gente quase não se via, exceto nas horas vagas de almoço, antes de dormir e nos finais de semana. Ela já estava uma mulher de 19 anos, mas com um corpinho de ninfeta.

Resolvi mudar minha estratégia e passei a conversar mais com minha mana sobre sexo, perguntando sobre suas transas e falando um pouco das minhas. Ela confessou que já não transava há um bom tempo desde o último namoro, e que em alguns dias tinha vontade de dar para qualquer homem na rua. Ao ouvir isso, comentei: - Não seja por isso, maninha, quando você quiser pode usar um dos meus consolos no armário.

Ela não sabia da existência de tantos consolos no meu guarda roupa. Os olhos dela brilharam quando pegou um a um, e naquela noite aproveitei para comentar sobre nosso irmão. Falei que certo dia o peguei no banheiro com a porta aberta e notei que a pica dele era enorme. Ela riu curiosa e foi dormir.

Os dias se passaram e se aproximava a semana do sítio. Hugo providenciou alguns biquínis para Raquel e Vera, e pediu para eu dar de presente para elas. Eram biquínis fio-dental que não escondiam nada. Meu pai continuava viajando e permitiu que Vera e Charles fossem conosco, assim o plano correu da forma que planejamos.

Na sexta à noite dei os biquínis para Raquel e ela disse que eram pequenos demais. Aproveitei a oportunidade e chamei meu irmão para ver o biquíni de Raquel. Ela realmente estava um tesão... Charles entrou no quarto e notei que o pau dele endureceu na hora. Raquel não agüentou e olhou, tentando ver o tamanho da pica.

Chegamos na casa no sábado de manhã e nos dividimos em três quartos: eu, Hugo e Raquel em um, Vivian, Cris, Vera e Charles no outro e Isabel sozinha no dela. Vera foi preparar o almoço, depois descansamos e à tarde todos se dirigiram para a piscina. Começamos a beber e o plano previamente combinado era embebedar meus irmãos para eles se desinibirem.

Vera já era nossa cúmplice e as meninas devoravam Raquel com os olhos, pois o biquíni cavado e minúsculo deixava os pentelhos à mostra nas laterais. Bebemos muito, Raquel já estava totalmente fora de si, e lá pelo final da tarde Isabel foi logo tomando a iniciativa: - A brincadeira vai começar! Quem perder paga uma prenda sexual, escolhida por quem estiver do lado direito do perdedor.

A brincadeira escolhida foi a de cada um falar o nome de um país, até não ter mais opções. Quem não souber, paga a prenda. Devido ao estado alcoólico nenhum de nós conseguia raciocinar e não foi difícil alguém perder. A primeira foi a Cris, que teve que tirar a parte de cima do biquíni e deixar os peitinhos à mostra.

Logo depois foi a vez de Vivian, que a mando do meu irmão teve a missão de dar um beijo na boca de Cris e chupar os seus seios. Chegou a minha vez de perder e Hugo ordenou que eu beijasse minha irmã na boca, na frente de todos. Levantamos e nos beijamos freneticamente, sob aplausos de todos.

A coisa começou a esquentar quando Vera perdeu e Isabel ditou sua prenda: - Vem aqui no sofá, abre minhas pernas, tira meu biquíni e chupa minha boceta até eu gozar na sua boca. Todos ficaram em silêncio e Isabel sentou no sofá. Vera relutou um pouco e Hugo foi logo empurrando-a em direção à Isabel. Passei a incentivar o ato e logo todos estavam vibrando também.

Vera se aproximou e abriu a xoxota de Isabel, separando os grandes lábios. Ela começou a dar chupadinhas no grelo enquanto Hugo tirou o pau para fora e começou a se masturbar. Vera enfiou a língua dentro da boceta de Isabel. Isabel empurrou a cabeça de Vera com força e a xingou de puta, vadia, safada. Nesse momento perdemos o controle da situação.

Minha irmã estava tímida em seu canto quando Isabel gozou aos berros. Hugo soltou jatos de porra nos cabelos e no rosto de Vera, que ficou toda suja. Não havia mais rodada e a próxima vitima seria minha irmã. Cris e Vivian se dirigiram até ela e a carregaram para o sofá, sussurrando palavras obscenas em seu ouvido. Depois a despiram e a mandaram ficar de pé no sofá.

Eles vendaram os olhos dela com um pedaço de pano. Raquel começou a relutar e disse que isso não fazia parte da brincadeira. Então eu mesma fui lá e disse para ela fazer o que as meninas queriam, senão ia ser pior. Alguém colocou uma música e disse: - Agora rebole, só rebole, queremos ver você rebolando!

Raquel obedeceu e toda vez que uma música terminava a gente dizia para ela continuar rebolando. Só poderia parar quando a gente mandasse. Raquel desceu do sofá suando e Isabel foi logo dizendo que estava na hora dela e de Vera terem uma experiência diferente. Hugo, Vivian e eu carregamos Raquel para a sala de jogos e os outros levavam a Vera.

Chegando lá, Isabel pediu para a gente esperar um pouco e voltou minutos depois transformada. Vestia um biquíni de couro com um consolo no meio das pernas e salto alto. Ela trazia um chicote em uma mão e tiras de couro na outra. Isabel ordenou que Vera se aproximasse dela. Vera hesitou, então Vivian a empurrou com violência e Vera caiu nos pés de Isabel.

Quando tentou se levantar, ela recebeu um tapa de Isabel, que chamou Hugo e ordenou que ele amarrasse Vera e Raquel pelos pulsos. As meninas foram presas às argolas do teto e ficaram sem movimento. Isabel convidou a todos para se aproximarem. Começamos a passar a mão no corpo da duas. Minha irmã estava calada.

Isabel passou os dedos no meio da xoxota dela e me deu para chupar. Descobri que minha irmã estava molhadinha... Cris e Vivian se aproveitaram e morderam os bicos dos seios dela, enfiando os dedos na bundinha e na bocetinha de Raquel. Segurei o rosto de Vera e lhe dei um beijo na boca. Meu irmão aproveitou para enfiar um dedo no cuzinho dela, mas Isabel se posicionou atrás de Vera e pediu para a gente se afastar.

Isabel deu a primeira chibatada na bunda de Vera. Foi com muita força. Senti pena na hora, mas vi que Vera estava gostando. Ela gritava e gemia ao mesmo tempo, e depois de algumas chibatadas foi solta e caiu no chão. Raquel também foi desamarrada e levada a uma mesa, onde foi inclinada de forma que a boceta e a bundinha ficassem expostas.

Vera foi colocada ao seu lado e Isabel ordenou que todos comessem aquelas duas putas. Hugo se aproximou de mim e disse que agora era a vez dele comer a cunhadinha, então se aproximou e lubrificou o pau com saliva. Hugo foi enfiando devagar a pica no anelzinho dela, depois acelerou as estocadas e enfiou o pau até o talo, no cuzinho dela. Enquanto isso Charles comia a xoxota de Vera.

Finalmente Raquel se pronunciou, já não agüentando mais de tesão: - Me fode! Come sua cunhadinha na frente da chifruda da minha irmã, fode com força! Arromba minhas pregas, goza dentro do meu cu! Posicionei-me por debaixo deles e passei a alternar lambidas na xoxota da minha irmã e no pau do meu amado. Era uma delícia ver meu macho rasgando as pregas da minha irmã, e por isso não demorei a gozar.

Hugo gozou em seguida, tirando o pau da bunda dela e lambuzando de porra as coxas da Raquel. Logo depois minha irmã tentou se virar, mas Isabel a impediu: - Ainda não! Agora é minha vez, gatinha. Ela foi enfiando aquele pau de borracha de uma só vez na boceta de minha irmã, chamando-a de puta safada e bombeando sem parar.

Olhei para os lados e vi Cris e Vivian se enroscando num 69 maravilhoso. À essa altura o meu irmão comia a Vera, que recebia fortes estocadas na boceta. Ainda não saciado, Hugo pediu uma chupetinha. Enfiei a pica na boca até sentir crescendo. Hugo se aproximou de Vera e disse que era a vez dele se servir de suas carnes. Ele tomou o lugar de Charles e se deitou no chão.

Vera sentou no pau e inclinou a bundinha. Charles não perdeu tempo e foi encaixando a pica no cuzinho dela. Os dois estavam atolados nos buracos da coitada, então me postei na frente dela e ofereci minha xoxota. Olhei para Isabel, que continuava fodendo minha irmã com violência.

O clímax chegou de uma vez só, foi um orgasmo coletivo. Vera tombou no chão enquanto Hugo e Charles gozaram em cima dela, depois Isabel largou minha irmã arrombada no chão, foi para cima da Vera e começou a urinar sobre seu corpo. Vera esfregava o liquido pelos peitos e corpo todo.

A sessão estava terminada. Fomos para os nosso quartos. Minha irmã e Vera tomaram banho e se deitaram, pois precisavam se recuperar. Em pouco tempo a casa estava silenciosa, sem resquício algum da suruba que havia sido realizada poucas horas antes.

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