Autor: não creditado
7.0
Flávio se prontificou a apresentar o tatuador dele e Tati decidiu que faríamos naquele mesmo dia. Tati é muito indecisa, então entramos na internet e vimos um monte de imagens para fazer. Deixamos a Tati vendo alguns sites de tattoo na internet e fomos fazer compras. Quando voltamos ela tinha impresso umas dez folhas com as mais diversas imagens, de rosa à escorpião.
Perguntei se ela tinha decidido pelo menos o local e nada, ora a Tati queria na virilha ora acima da bunda. Flávio falou que não tinha problema, pois ela poderia fazer um decalque com os desenhos e colocar nos locais escolhidos. Só quando tivesse certeza faria a tatuagem.
Perguntei qual ela gostaria de experimentar primeiro e ela respondeu que seria a rosa na virilha, saindo da calcinha. Achei uma boa idéia e deixei o Flávio colocar o decalque. Na hora que o Flávio disse que tinha que passar um gel na virilha dela para copiar a imagem, Tati ficou meio sem jeito e olhou para mim. Acenei com a cabeça que sim.
Ela olhou para os lados para ver se tinha mais alguém olhando e pediu um minuto. Foi até o nosso quarto e voltou vestindo um biquíni. Flávio pediu para ela marcar com a caneta onde desejava a tattoo, então ela abaixou um pouco a calcinha e mostrou onde deveria começar e acabar. Flávio pediu para ela se deitar no sofá e me pediu para segurar a calcinha dela, comprimindo o elástico para baixo.
Foi inevitável que alguns pentelhos aparecessem e ela demonstrava estar muito nervosa com a situação. Certamente eu nunca tinha visto alguém chegar tão perto da buceta da minha mulher. Não sei se foi a cerveja, mas me deu um tesão danado ao ver aquela cena. Tati se levantou e foi até o quarto, onde tem um espelho grande que dá para ver o corpo inteiro.
Depois de analisar muito ela achou que ficou torta e muito para fora, então pediu licença para o Flávio para ficar a sós comigo. Assim que ele saiu ela abaixou a calcinha e me mostrou o local que tinha imaginado, mas para fazer ali ela teria que baixar bem a calcinha. Foi por isso que ela não falou nada, pois ficou com vergonha do Flávio. Respondi que por mim não tinha problema.
Saímos do quarto e comentei que a estava achando muito envergonhada... Tati falou que por ela não haveria problemas em mostrar a buceta, pois não daria para ver o resultado por cima da calça. Perguntei se ela queria mesmo fazer a tatuagem ali e ela disse que não sabia, mas que queria ver. Perguntei para o Flávio se dava para eu colar o decalque nela, pois sabia exatamente onde ficaria.
Tati se deitou no sofá e riu, meio sem jeito, falando para o Flávio olhar para outro lado. Abaixei a calcinha dela até as coxas, deixando toda a buceta para fora, com os pelos aloirados aparecendo levemente na racha quente da minha mulher. Passei o gel e em seguida colei a folha, tirei e pronto. Ela pediu para eu pegar uma toalha, aí se enrolou e tirou a calcinha.
Tati foi até o espelho e chegou à conclusão que ia fazer aquela rosa ali mesmo. Enquanto Flávio tomava cerveja na sala Tati apareceu, e sem muito constrangimento abriu a toalha e ficou nua na frente dele. Ela pediu a opinião dele, para saber se valia mesmo a pena fazer uma tatuagem ali. Essa situação estava me deixando excitado, e Flávio certamente olhou mais a buceta dela do que a tattoo.
Logo Flávio sugeriu esticar um pouco o cabo da rosa como se estivesse saindo dos pelos, e gostamos da idéia. Desenhamos com a caneta complementando e deu um efeito bem legal. Flávio explicou que ela teria que depilar bem a buceta antes de ir. Isso tudo ocorreu por volta das 14h, então Flávio ligou para o tatuador e agendamos para às 21h do mesmo dia.
Tati perguntou se o tatuador era discreto, se o lugar era reservado e Flávio nos contou que além do tatuador ser super higiênico, a sala dele ficava fechada enquanto ele estava tatuando. Ficamos mais tranqüilos. Como eu já estava esperando, Tati ligou para sua amiga Silvia. Elas são como carne e unha, então não demorou meia hora e Silvia estava no meu apartamento.
As duas entraram no quarto enquanto eu e o Flávio ficamos conversando na sala. As duas apareceram com um sorrisão no rosto e a Silvia falou que também queria fazer uma igual. Ia começar tudo de novo... Silvia pelo menos era mais decidida e já sabia o que queria fazer. Escolheu tatuar umas estrelinhas saindo da calcinha, no mesmo lugar da Tati.
Louco para ver a Silvia peladinha, perguntei se ela gostaria de ver antes como ia ficar. Ela olhou para a Tati com um sorriso maroto e perguntou quem iria desenhar. Nos entreolhamos e decidimos que o Flávio faria, e é claro que ele aceitou a árdua tarefa sem reclamar. Explicamos que ela teria que se depilar, e enquanto eu falava ela tirou a roupa e ficou só de calcinha.
Era uma calcinha branca, pequena, mas não depravada. Tinha umas rendas que davam um toque mais saboroso. Falei para a Tati acomodar a amiga no sofá enquanto eu procurava uma caneta porosa. As duas tagarelavam sem parar, e quando voltei Silvia já estava deitada no sofá com a camisa levantada acima do umbigo.
Dei a caneta e pedi para ela marcar com dois pontos o local onde gostaria que a tatuagem fosse feita. Silvia fez um ponto bem ao lado da buceta, onde normalmente teria pelos, mas por estar bem depilada nada apareceu. Falei que teria que abaixar a calcinha dela para desenhar e ela repetiu a mesma cena que Tati: falou para o Flávio olhar para o lado.
Quando percebi, estava colocando à mostra uma buceta com lábios que saltavam para fora dos pelos. Como Silvia é morena e os lábios da buceta são de um vermelho intenso, vivo, fiquei com vontade de chupá-la ali mesmo, na frente de todo mundo. Senti minha rola endurecer mas disfarcei inclinando o corpo.
Desenhei as estrelinhas com muito sacrifício. Silvia vestiu a calcinha novamente e foi com a Tati para o quarto, olhar como ficou. Tomamos umas cervejas e quando estava perto das 19h as duas decidiram ir tomar banho e se depilar. Após uma hora aproximadamente, saíram do banho e foram para o quarto rindo muito. Percebi que alguma coisa estava estranha, mas não comentei nada.
Não sobrou tempo para eu falar a sós com minha esposa, pois entramos no carro e saímos. Chegando perto do estúdio, minha esposa falou baixinho no meu ouvido que tinha uma surpresa para mim. Fiquei curioso. Entramos no estúdio e Paulo, o tatuador, nos atendeu. Ele aparentava ter uns 25 anos no máximo e tinha o braço totalmente coberto de tattoos e enormes furos nas orelhas feitos por alargadores.
A sala dele parecia mais uma saleta de dentista, não fosse por alguns quadros com fotos de outros trabalhos dele. Eu me sentei numa banqueta giratória, ao lado da maca onde seria feito o trabalho. Tati tirou as sandálias, desabotoou a calça jeans e ficou só de calcinha. Então olhou para mim e tirou a calcinha.
Entendi qual era a surpresa: sua buceta estava totalmente depilada. Sem a menor inibição ela caminhou até mim e perguntou baixinho no meu ouvido se eu havia gostado. Adorei. Ela se deitou na maca reclinada e Paulo, o tatuador, tentou ser o mais profissional possível, como se aquilo fosse natural. Ele não demonstrou muita surpresa, deu uma toalha para Tati e cobriu parcialmente a buceta dela.
Quando a tatuagem começou a ser feita, Silvia se prontificou a ajudar a limpar o local com papel toalha. A buceta da minha mulher estava ali exposta quando percebi o joguinho erótico da Silvia, que parecia estar ficando com tesão com aquela situação, pois em pouco tempo já passava descaradamente os dedos na buceta da Tati.
Minha mulher abria mais e mais as pernas até eu perceber que a buceta dela estava completamente molhada de tesão. Tati segurava a mão de Silvia, reclamando que estava doendo. Silvia amparava a amiga, acariciando-a. Minha rola parecia que ia rasgar a calça. O tatuador foi trocar a tinta para começar a outra fase da tattoo.
Fizemos uma pequena pausa e eu e o Flávio viemos mais para perto para ver como estava ficando. Minha esposa reclinou um pouco as pernas e as manteve entreabertas. De perto dava para ver perfeitamente que a buceta dela estava molhada, pois os lábios estavam brilhando como se tivessem sido chupados há pouco.
O tatuador concluiu o serviço com o apoio moral e "dedal" da Silvia e colocou um plástico de proteção sobre a tattoo da minha esposa. Agora era a vez da Silvia, e isso eu estava louco para ver! A rotina se repetiu ao inverso, com minha esposa acariciando a buceta da amiga. Como o tatuador percebeu - ou já sabia - que ela não era namorada nem esposa do Flávio, ele foi mais abusado com Silvia.
Antes de começar, limpou a buceta dela inteira e a colocou em uma posição diferente de quando tatuou a minha esposa. Como ele usava uma luva cirúrgica, certamente não sentiu que a buceta da Silvia também estava extremamente molhada, e que ela parecia se arreganhar cada vez mais com a desculpa de que estava doendo. Silvia se revirava e se contorcia, fazendo com que Paulo pressionasse mais ainda a mão sobre a buceta dela.
Mudei de lugar estrategicamente e fiquei do outro lado da maca. Do ângulo que eu estava, não só via sua buceta também depilada de Silvia, mas conseguia ver privilegiadamente o cuzinho dela, que estava com uma das pernas dobradas e o corpo virado para o tatuador. No final da tattoo, minha esposa limpou toda a buceta da amiga. Eu nunca tinha imaginado uma cena como essa, e tudo que me vinha à cabeça era chegar em casa e comer a Tati.
Acho que estava a ponto de gozar na calça só de ver a cena. As duas trocavam olhares sacanas e maliciosos, enquanto o tatuador retirava a luva e lavava as mãos. Minha esposa e Silvia trocavam palavras baixinho e riam enquanto Tati continuava a limpar carinhosamente a virilha da amiga. Flávio, ao meu lado, não dizia nada, apenas parecia que ia ter um ataque cardíaco. Pagamos pelo serviço e fomos para casa.
Chegando lá, as duas exibiram suas tattoos e suas dignas bucetas para a nossa satisfação. Depois do show minha esposa vestiu um roupão de banho e Silvia colocou um roupão que havia trazido. Depois Silvia deitou no sofá, Flávio se deitou no outro e eu fiquei deitado no chão, com a cabeça sobre as pernas da minha esposa, que estava encostada no sofá da Silvia.
Minha esposa comentou que estava com dor no pescoço, então Silvia começou a massageá-la nos ombros. Tudo parecia absolutamente normal até que minha esposa “deixou” o roupão cair levemente sobre os ombros, praticamente mostrando os seios. Silvia foi fazendo com que roupão da minha esposa deslizasse totalmente até que os seios dela ficassem de fora.
Não agüentei e comecei a acariciar os seios de Tati, que fechou os olhos e deixou correr. Silvia desceu uma mão e pressionou o bico de um dos peitos da amiga. Em minutos minha esposa estava nua, sendo acariciada por mim e pela Silvia, alternando beijos quentes entre nós dois. Minha esposa abriu o roupão da Silvia e começou a chupar os peitos dela.
Retirei minha calça e Tati começou a me punhetar. Pegou uma das mãos da Silvia e levou até a minha pica. Silvia começou a me chupar e quando vi, minha esposa já estava beijando o Flávio e botando o pau dele para fora. Flávio se sentou no sofá e enterrou minha esposa em sua rola. Ela estava com as pernas bem abertas e eu podia ver a rola dele entrando.
Tati rebolava num vai-e-vem, para a frente e para trás, fazendo a rola dele entrar cada vez mais. Silvia também sentou na minha rola, de frente para mim, e pude sentir a buceta quente dela extremamente umedecida. Segurando a bunda dela bem arreganhada, umedeci um dedo e enterrei no cú dela, fazendo da maneira que minha esposa gosta.
Flávio acariciava os seios da Tati enquanto ela delirava sobre a rola dele, que puxava os bicos dos seios da minha esposa como se fosse arrancá-los. Ele fazia pressão empurrando a rola para dentro dela com tanta força, que Tati chegava até a levantar. Em poucos minutos começamos a gozar. Os primeiro fomos eu e Silvia.
Tati trocou de posição, sentando de frente para o Flávio, e os dois se beijaram como se fossem o casal mais apaixonado do mundo. Ela lambia a cara do Flávio e com uma das mãos acariciava o peito dele, até que começaram a aumentar o movimento e gozaram. Foi das melhores experiências da minha vida. Tomamos um banho a quatro no meu banheiro apertado e transamos a noite toda novamente.