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Como me tornei uma escrava do sexo - Parte II
Autor: Bela Rainha
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5.5

Quando finalmente desci, todos perguntaram se eu estava bem. Isabel me deu um beijo na boca e disse que eu estava linda, então bebemos um pouco de vinho, Hugo pediu silêncio e começou a me explicar o que estava acontecendo ele e a Isabel e como a Cris e a Vivian se envolveram com eles.

Depois que Hugo e Isabel conheceram as duas garotas, não foi difícil convencê-las a participar de uma orgia. Dessa maneira eles formaram um tipo de clã; Isabel e Hugo ajudavam as meninas financeiramente e elas adoravam participar daquelas orgias. Ele me explicou que a primeira foi a Cris, que passou por tudo o que eu passei até ter, digamos, o direito de dominar.

Então veio a Vivian, que também passou pelas mesmas experiências, e agora eu fazia parte daquele grupo seleto de pessoas que buscavam apenas o prazer, o mais puro sentido do prazer. Depois da prova que passei eu já poderia fazer parte do pacto de confiança firmado entre eles. Fiquei um pouco assustada com tudo aquilo, mas no fundo gostei.

Passado o medo inicial eu relaxei e vi que todas ali eram pessoas maravilhosas, ainda mais pois o meu amor fazia parte deste grupo. Assim decidi ser sua escrava, deixando o ciúme e o preconceito de lado, visando apenas lhe proporcionar prazer. Depois de quase cinco garrafas de vinho, todas nós estávamos altas e Hugo se levantou.

Ele disse num tom de agressividade: - Ivana, meu amor, agora você vai passar pelo teste final. Levante-se e sente nesta cadeira! Cris e Vivian amarraram meus pulsos na cadeira, tiraram minha blusa, a mini-saia e me deixaram nua. Depois afastaram minhas pernas, abriram minha bocetinha e ordenaram: - Agora assista ao seu homem fodendo com nós três!

A suruba começou quando Isabel tirou o pau de Hugo para fora e meteu inteiro na boca. Cris beijava-lhe as costas e Vivian beijava a boca do meu namorado. As três já estavam semi nuas, e logo Hugo gozou na boca de Isabel, que aproximou-se de mim e disse: - Me beija, sente a porra do teu macho na minha boca, sua putinha chifruda.

Ela me beijou e espalhou a porra nos meus lábios, uma mistura de porra e saliva. Olhei para Hugo, que estava no chão sendo cavalgado por Cris. Vivian sentou na cara dele e pediu para ser chupada. Senti um misto de ciúme e tesão ao ver aquelas duas esculturas de mulher saciando meu macho.

Isabel me desamarrou, abaixou minha cabeça e levou minha boca até sua boceta. Alternei as lambidas no reguinho e na boceta dela e fiquei chupando sua gruta por uns dez minutos, até ela gozar na minha boca pela segunda vez naquele dia. Quando acabei, me prepararam para o ato final. Vivian estava com o mesmo consolo usado à tarde no meu rabo e Cris estava com um outro mais fino, ambos na cintura das delas.

Vivian se deitou e Hugo me levou até ela, encaixando minha boceta naquele monstro de borracha. Me inclinei de modo que o meu cuzinho ficasse bem exposto, e Isabel lubrificou bem meu anel com os dedos lambuzados de vaselina, enfiando um e depois dois dedos. Enquanto isso Vivian me comia.

Cris veio e enterrou com toda força o consolo no meu cuzinho. Sem agüentar a dor, chorei um pouquinho e comecei a rebolar, sentindo dor e prazer. Hugo ficou na minha frente e ofereceu seu mastro. Eu estava sendo comida na boceta por Vivian, na bundinha por Cris e chupando o pau do meu amado.

Isabel passava as mãos pelas minhas coxas, costas, puxava meus cabelos e sussurrava no meu ouvido: - Tá gostando, minha putinha? Fala que você adora dar sua bunda e sua boceta, fala! Fala para gente escutar, sua safada, sua cadela de rua, putinha! Senti o gozo escorrendo por todos os meus buracos e logo Hugo jorrou o leite quente dentro da minha boca.

Desfaleci totalmente molhada, gozada e senti uma língua na minha boceta. Percebi que Isabel chupava minha boceta e enfiada os dedos nela. Eu estava arrombada e saciada, entregue nas mãos daquelas pessoas, e faria tudo que elas quisessem. Achando que a noite tinha acabado, fui com eles para o jardim ao lado da piscina.

Meus donos me deitaram no chão e falaram: - Agora vamos batizar você, um por um ou todos de uma vez. Cris ainda pegou um consolo e enfiou na minha boceta. Todos ficaram ao meu redor e Hugo foi o primeiro a urinar em cima de mim. Quase ao mesmo tempo Vivian ficou de cócoras e soltou um jato forte sobre minhas coxas.

Depois veio Cris e Isabel, que urinaram nos meus seios e depois esfregavam as bocetas na minha boca, para limpá-las. Satisfeitos e saciados, eles disseram que a noite havia acabado e foram para o quarto. Tomei um banho e fui dormir exausta, arrombada e feliz ao lado do meu dono e das minhas senhoras.

Acordei e desci para tomar café. As três mulheres já estavam lá embaixo, então vesti meu biquíni bem cavado e fui aproveitar as últimas horas de sol. Cheguei lá e Isabel estava sem a parte de cima do biquíni, deitada em uma cadeira. Hugo estava na piscina com as meninas, tirando um sarro e se esfregando nelas. Isabel me chamou, me beijou na boca e se sentou.

Pediu para eu sentar entre suas pernas e começou a conversar comigo, fazendo carinho nos meus cabelos. Ela beijou minha nuca e elogiou minha beleza, depois me deitou na cadeira e começou a passar bronzeador nas minhas costas, coxas e bunda. Virou-me de frente e espalhou óleo sobre o meu corpo, desnudou meus seios e passou as mãos neles. Eu mal havia me refeito da noite anterior e já estava molhadinha de novo.

Isabel se afastou e foi se juntar às outras na piscina. Hugo veio e me deu um beijo, perguntando se eu estava bem e se havia gostado do dia anterior. Apenas respondi que amei e que o meu prazer era dar prazer a ele. Virei outra vez e fiquei de costas para o sol, apenas com o biquíni enfiado na bundinha. Uma hora se passou e ouvi uma ordem: - Ivana, fica assim nessa posição!

Eles começaram a derramar óleo nas minhas costas e senti mais de seis mãos no meu corpo. Empinei a bundinha e senti quando tiraram meu biquíni. Vivian falou que seria a despedida do final de semana, então começaram a enfiar os dedos, alternando no meu cuzinho e na minha boceta. Eu gemia e pedia mais. Cris foi a escolhida para chupar minha boceta e meu cuzinho.

Por último Hugo ia me comer na frente de todas, mas antes fui devidamente preparada. Cris me chupou, enfiando a língua nos meus buracos e lambendo cada prega do meu anel. Hugo chegou e enfiou a vara de uma só vez. Senti seu pau me rasgar com força, pois ele dava estocadas muito fortes: - Rebola, minha vadia, minha puta que adora ser estuprada! Rebola, vagabunda!

Ele acelerou os movimentos, enquanto eu rebolava que nem uma cadela. As garotas passavam as mãos pelo meu corpo, até que o jato de porra entupiu meu cuzinho, escorrendo pelas minhas coxas. Isabel aproveitou e lambeu as gotas de porra. Fui arrombada pela última vez naquele final de semana inesquecível. Depois do almoço descansamos e retornamos por volta das 17h para Recife.

Na volta Hugo me explicou qual seria a minha nova missão, pois a intenção deles era a de atrair mais pessoas para o nosso clã. Como eu tinha superado todas as expectativas dele e das meninas, a próxima escolhida seria uma pessoa bem próxima a mim, assim não correríamos riscos e tudo ficaria em família. Ninguém havia passado pela minha cabeça quando ele afirmou: - Quero a Vera, a sua empregada com a gente!

Confesso que não seria muito difícil atraí-la para as nossas surubas e adorei a idéia. Começamos a bolar um plano para atrair Vera para o nosso clã. Só de pensar naquele corpo, com aquela bunda morena e carnuda já fiquei molhadinha. No decorrer da semana, para variar, meu pai estava ausente. Na loja tudo correu bem, apenas algumas rotinas mudaram.

Às vezes Isabel me chamava em seu escritório e me esperava de pernas abertas. Sem dizer nada eu entendia que era para chupar sua boceta e ia até ela engatinhando, como um escrava deve fazer. Isso passou a acontecer sempre que ela tinha vontade. Eu era a responsável por mantê-las sempre molhadas, sempre excitadas enquanto Isabel enfiava um consolo na minha boceta ou no meu cuzinho.

Na quinta-feira à noite eu estava sozinha em casa com Hugo e Vera. Meu irmão tinha saído e minha irmã também, então ficamos vendo filme de sacanagem na sala de televisão. Naquele dia eu sabia que Vera estava no cio, pois ela havia me pedido umas revistas eróticas do Hugo emprestadas. Propositadamente nós a chamamos na sala no momento exato em que apareciam na tela duas mulheres e um homem fodendo.

Vera ficou meio assustada e relutou em entrar. Eu estava deitada entre as pernas de Hugo, aí falei para ela: - Verinha, deixa de frescura e vem aqui logo, até parece que você nunca viu! Ela entrou toda envergonhada, com um shortinho apertadinho desses de andar em casa e uma mini blusa sem soutien. Pedimos gelo para beber com whisky e quando Hugo se levantou ele encostou o pau duro nela.

- Fica aqui com a gente, Vera, nós não nos incomodamos com a sua presença. Vera se sentou e o filme começou a esquentar. A estratégia era a de sempre: beber, se soltar e comer. Vera bebeu umas duas doses e na terceira sentimos que ela já estava meio alta. Quando apareceu na tela uma cena de duas mulheres chupando o pau de um homem, eu não resisti e falei: - Vera, você queria um desses agora aqui para você ?

Meio sem jeito respondeu ela nos olhou e riu. Botei o pau do Hugo para fora, mostrando para ela e disse: - Vem que é todo seu, chupa, quero ver ele gozando na tua boca, vai tesuda! Ela perguntou se nós estávamos loucos, nisso Hugo se levantou e aproximou seu pau na altura da boca dela. Peguei uma de suas mãos e levei até o pau dele. Ela relutou e ele encostou o pau no rosto dela, segurando-a pela cabeça.

Depois com minha ajuda foi enfiando na boca dela. Vera começou a chupar o pau do meu macho e enquanto isso fui tirando minha roupa. Comecei a passar as mãos pelas coxas dela, que entrou de vez na sacanagem. Fui tirando a camiseta dela e o short, até que minha nova conquista ficou só de calcinha, um tesão. Hugo começou a beijá-la e foi descendo devagar pelos seios, pernas, coxas até chegar na boceta.

Abracei Vera por trás e comecei a tirar sua calcinha. Quando ela ficou nua, Hugo já chupava sua boceta e eu enfiava a língua em seu cuzinho. Não havia mais nenhuma resistência, então a deitamos no chão. Abri bem as pernas dela e Hugo enfiou a pica de uma vez só naquela boceta carnuda e encharcada.

Vera gemia e eu lambia seus peitos. Ofereci minha boceta para ela chupar e Hugo enfiou, sem piedade, a pica grossa na boceta da minha empregada. Sentei na cara dela, esfregando minha xoxota e a deixando toda babada. Vera enfiou a língua na minha buceta e comecei a chamá-la de puta safada, pois agora ela ia chupar minha boceta todos os dias.

Quando Hugo ia gozar, ele tirou rapidamente a pica da buceta dela e gozou em cima de Vera. Quase simultaneamente gozei na boca dela. Então a beijei, sentindo o gosto da minha buceta na língua dela. Vera já era nossa e estava completamente dominada por nós dois. O grupo estava completo. Faltava apenas o teste final.

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