Autor: Bela Rainha
7.0
Envolvi pessoas próximas a mim e não me arrependo de nada a que me submeti, e até agora esta experiência não gerou conseqüências ruins a nenhuma das pessoas envolvidas. Todas seguiram seus rumos, deixando lembranças e saudades dos momentos que nos proporcionaram muito prazer, um prazer sadio que só quem viveu compreende.
Muitos podem achar errado e respeito a opinião de todas as pessoas. Não pretendo com estes relatos incentivar ninguém a experimentar tais ousadias, apenas pretendo proporcionar prazer aos leitores. Quero ressaltar que os nomes citados aqui são fictícios afim de preservar as pessoas envolvidas. Espero que se deliciem com as minhas aventuras.
Meu nome é Ivana e tudo começou em 1992, quando meu pai resolveu se mudar para Recife, pois havia se separado recentemente da minha mãe e resolveu vir para a capital com o propósito de melhorar a qualidade de nossos estudos, e quem sabe encontrar uma nova mulher.
Confesso que sempre fui meio deslumbrada pelo luxo da cidade grande, e após começar a freqüentar um bom colégio, novas amizades surgiram e mais deslumbrada fiquei, tive alguns namoricos, mas nada interessante. Eu procurava um homem que me oferecesse segurança e bens materiais, pois meu pai não me dava por ser muito controlador e gastar muito mulheres.
Dessa maneira passei a ser uma das meninas mais cobiçadas na sociedade, pois não demorei para penetrar no meio social de Recife. Sabem como é, mulher nova no pedaço, bonita... rapidamente ganha espaço. Sou morena clara, tenho olhos negros, 1.75 de altura, cabelos tipo channel, corpo bem distribuído, falsa magra com bunda carnuda proporcional ao meu corpo e seios médios.
No início de 93, quando completei 18 anos, conheci meu verdadeiro homem. O nome dele é Hugo. Foi tesão e paixão à primeira vista e começamos a namorar. Ele me enfeitiçou e passou a me dar tudo o que eu sempre quis, pois apesar de meu pai viver bem, não tínhamos muito luxo, apenas o necessário para levar uma vida modesta.
Hugo passou a me completar em todos os sentidos e se mostrou um verdadeiro tarado na cama. Aos poucos ele foi me dominando e me transformando em uma puta na cama, totalmente submissa a ele e às suas taras, como transar no elevador, no carro, no banheiro das boates, em todos os compartimentos do meu apartamento ou em qualquer lugar que ele mandasse.
Eu estava totalmente dominada e ele era cada vez mais o meu dono. Lá em casa meus irmãos se incomodavam com a presença constante de Hugo. A única pessoa que gostava era Vera, a nossa empregada que morava com a gente há três anos, com quem eu me dava muito bem e compartilhava todos os meus segredos.
Ela adorava o Hugo e me apoiava em tudo. Eu sabia que ela era tarada que nem eu, além de ser um tesão de mulher. Com o passar do tempo, Hugo começou a inovar em nossas transas, fantasiando a presença de outras mulheres, homens e com a própria Vera em nossas relações sexuais. Em uma das vezes transamos na cama dela e estas fantasias começaram a me dominar 24 horas por dia.
Pois bem, tudo começou a mudar em 94, quando passei no vestibular e comecei a trabalhar. Hugo me arrumou um emprego na cadeia de lojas de um shopping daqui de Recife, onde a proprietária, dona Isabel, era amiga de mãe dele. A dona da loja era linda, morena com um corpo perfeito, olhos verdes e cabelos longos até o meio das costas. Dona Isabel estava desquitada há quase seis meses.
Com o decorrer do tempo ficamos cada vez mais íntimas e passei a notar uma certa malícia cada vez que Isabel perguntava pelo Hugo e pelo nosso namoro. Numa noite dessas, enquanto transava com Hugo em meu quarto, passei a falar o nome de Isabel, imaginando que ela chupava minha boceta enquanto ele me comia.
Para o meu espanto, Hugo gozou como nunca e enquanto descansávamos ele confessou uma coisa que me deixou ao mesmo tempo chocada e com um tesão que nunca senti antes. Hugo relatou que foi e ainda era amante de Isabel, e que ela era tarada, bissexual, e que quando fui apresentada a ela o emprego já era meu, pois ela me achou um tesão, falando para ele que adoraria participar de nossas transas.
Fiquei com raiva na hora, chorei, mas ele me mandou calar a boca e afirmou com raiva: - Você é minha putinha, eu sou seu dono e a partir de hoje você vai me obedecer como nunca. Eu praticamente te sustento e você vai pagar com seu corpo para satisfazer todos os meus desejos, sejam quais forem.
Comecei a conhecer a face dominadora do homem que eu amava e que não queria perder por nada neste mundo. Eu já era a putinha dele e me sujeitaria a tudo para não perder o que ele me oferecia. Hugo então afirmou que a partir daquele dia eu teria missões a cumprir, e a primeira seria envolver Isabel e me oferecer a ela.
A primeira ordem do meu dono foi a de mudar a minha maneira de vestir. Eu deveria ficar cada vez mais sensual e sexy, ou seja, começar a me vestir como uma putinha oferecida. Na manhã seguinte Isabel me chamou e falou que no fim de semana nós iríamos ao seu sítio, que ela já havia combinado com Hugo e que estava tudo certo.
Além de nós três, ainda iriam a Cris e a Paula, as outras duas funcionárias da loja. Cris tinha 20 anos, era loira do tipo gostosona e Vivian tinha 19 anos, branca, cabelos pretos e corpinho de ninfeta. Ambas eram lindas e prontamente concordei. À noite confirmei com Hugo e ele me disse que aquele fim de semana seria especial. Disse a ele que só não entendia porque as outras garotas iriam.
Hugo respondeu que elas eram amigas de Isabel, e sua resposta me deixou ainda mais confusa e excitada. Sexta à noite por volta das 22:30h, cheguei em casa e Hugo já me esperava com as roupas que ele havia comprado para mim; roupas ousadas como shortinhos curtos, biquínis fio dental, cinta-ligas e etc... Preferi não perguntar o motivo daquilo e me arrumei.
Uma hora depois Isabel passou em minha casa e partimos em dois carros para o sítio. Chegamos lá pela 01h da manhã e cansados, fomos dormir. Porém não sem antes Hugo comer meu cuzinho, me chamando de puta e depois gozando no meu rosto. Dormi satisfeita e exausta. Na manhã seguinte todas as mulheres estavam na piscina com biquínis minúsculos, bebendo vinho e cerveja.
Cris sugeriu um jogo de dadinho e quem ganhasse cada rodada teria direito a dar uma prenda a qualquer um dos perdedores. Entramos na casa e começamos a jogar na sala. Eu estava muito tonta e não sabia muito bem o que estava acontecendo, só sei que a primeira a ganhar foi Vivian, que ordenou que Hugo lhe desse um beijo na boca bem na minha frente. Fiquei calada, com ciúmes, aceitando passivamente a situação.
Hugo se levantou, deu um beijo na boca de Vivian e ainda passou a mão na bundinha dela. Os dois ficaram me olhando com cara de satisfação e deboche, depois riram de minha cara de chifruda. O clima começou a esquentar e na rodada seguinte foi inevitável, Isabel ganhou e foi logo me dando uma ordem: - Ivana, chega aqui perto. Vou deitar e abrir as minhas pernas, tira meu biquíni com a boca e me chupa!
Tentei relutar, alegando que não tínhamos combinado que as prendas seriam nesse nível e que eu nunca tinha chupado a boceta de uma mulher. Continuei resistindo, me levantei da mesa e me afastei, dizendo que aquela brincadeira não tinha graça e que o jogo havia terminado por ali. Todas se levantam e Hugo se aproximou de mim.
Ele me deu um tapa no rosto e falou alto: - Você não manda em nada aqui! Faça o que a Isabel mandou! Por causa dessa desobediência as meninas também vão ter o direito a te dar uma ordem. Comecei a chorar e Hugo me empurrou em direção a Isabel. Ela me segurou pelo braço enquanto Cris e Vivian me levaram para o salão de jogos.
Percebi que não adiantaria resistir e que o melhor era tentar sentir prazer com aquela situação. Chegando lá Isabel sentou numa cadeira e Hugo puxou meus cabelos, me levando ao chão de joelhos. As duas me arrastaram em direção às pernas de Isabel. Comecei beijando suas coxas e ela me segurou pela cabeça.
Dei o primeiro beijo na boceta de Isabel por cima do biquíni. Ela ordenou que eu o tirasse, se levantou e fui descendo lentamente aquela pequena peça. Surgiu uma boceta com poucos pêlos e molhada de tesão. Comecei a lamber bem devagar, e confesso que não foi difícil me acostumar com o gosto.
Eu estava de quatro, ajoelhada no chão, chupando minha chefe na frente de meu namorado e de duas outras funcionárias da loja. De repente senti um tapa forte na minha bundinha e comecei a entender porque aquele fim de semana seria tão especial. Isabel começou a me xingar de putinha safada, cadela, prostituta e foi puxando cada vez com mais força os meus cabelos.
Eu já estava molhadinha e percebi que quem batia na minha bunda era a Cris. Vivian começou a passar as mãos no meu corpo e as duas começaram a tirar o meu biquíni, mas só depois de Isabel gozar na minha boca. Todos se aproximaram e me carregaram. Pedi para pararem, mas Hugo mais uma vez me deu um tapa e me mandou calar a boca e aproveitar.
Fui amarrada em pé, com as mãos esticadas em umas argolas no teto e as pernas esticadas amarradas ao chão. Depois vendaram meus olhos. Eu estava tão molhada que sentia escorrer pelas pernas. Quando percebi que aquela situação estava me dando prazer comecei a sentir várias mãos passeando pelo meu corpo.
Senti uma boca me beijando e mordi os lábios de quem tentou me beijar. Escutei um grito de dor, era a Cris. Revoltada com a minha reação, ela pediu uma vara para Isabel. Alguns segundos depois senti a primeira lambada nas nádegas. Enquanto isso dois dedos invadiram minha bocetinha. Acho que levei umas cinco chicotadas.
Hugo e as meninas abusaram do meu corpo de todas as formas, e quando pensei que tudo tinha acabado, Isabel retirou a venda de meus olhos e percebi que ela tinha na cintura um consolo que deveria medir uns 22cm. Eles me desamarraram e fui posta de quatro, em cima de uma mesa, com o corpo inclinado.
Cris se posicionou em cima da mesa, com a boceta na minha cara, e senti o dedo de Hugo com vaselina entrando no meu cuzinho: - Vem, Isabel, esse cuzinho é todo teu, enfia com força nessa vadia!, falava ele. Cris começou a esfregar a boceta na minha cara e eu comecei a chupa-la. De repente senti o pau de borracha encostar no meu buraquinho.
Pensei que ela seria delicada, mas vi que eu estava enganada. Com uma estocada só ela enfiou todo o consolo com força, rasgando minhas pregas. Doeu muito, gritei, mas não havia muito o que fazer. Comecei a rebolar e percebi que estava totalmente entregue ao prazer. Cris gozou e logo depois vi o pau de Hugo forçando a entrada de minha boca.
Comecei a chupar seu pau e Vivian se posicionou por baixo de Isabel, passando a chupar minha boceta. Isabel continuava entrando e saindo do meu cuzinho, me rasgando toda. Quando eu estava prestes a gozar, senti os primeiros espasmos. Elas me xingaram de tudo quanto é nome, dizendo que eu era a puta delas e perguntando se eu estava gostando de ser a putinha que eu sempre quis ser.
Para terminar disseram que eu iria satisfazer todos os desejos delas dali por diante. Tive múltiplos orgasmos, Hugo gozou na minha cara e me lambuzou toda. Tinha porra até nos meus olhos. Caí no chão e Vivian veio terminar o serviço, enfiando os dedos na minha boceta. Isabel aproveitou para sentar sua xoxota na minha cara. Eu já não tinha forças para chupá-la...
Elas me levantaram e com a ajuda de Hugo me levaram para o banheiro. Lá Isabel disse que antes deu tomar um bom banho, eu passaria por uma experiência diferente, pois tomaria outro tipo de banho. Eu estava deitada no boxe do banheiro e ela veio por cima de mim. Quando eu menos esperava, ela começou a soltar jatos de urina sobre meu corpo. Hugo e as meninas apenas sorriam e diziam: - Vocês estão vendo como ela gosta!?
Depois da chuva dourada eles todos entraram no boxe para tomar banho e me dar banho. Aproveitaram para passar as mãos no meu corpo outra vez, o que confesso ter adorado. Me senti venerada. Já relaxada, dormi até as 22h e acordei dolorida, mas confesso que feliz. Hugo entrou no quarto, me beijou e disse: - Meu amor, veste essa mini saia sem calcinha, com uma blusinha e desce . A noite vai começar!