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Iniciação
Autor: Pedro
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9.0

Eu era apenas um adolescente quando ela veio trabalhar na minha casa como doméstica. Vinha do sul de Minas Gerais, tinha pouco mais de dezoito anos e seu nome era Teresa, mas gostava de ser chamada de Teca. Era bem alta, com mais de 1,70 m, corpo esguio mas com curvas bem pronunciadas nas ancas e nos seios, pele negra, lisa como um seda. Cabelos cortados bem curtos, elegante, estava sempre bem arrumada, mesmo quando vestia o típico uniforme listado.

Extremamente reservada, pouco se sabia de sua vida, pois terminados os afazeres domésticos recolhia-se ao seu quarto para ler revistas ou ver televisão. Não era dada a conversas, quase não utilizava o telefone e nunca recebia visitas, exceto de Iracema, sua prima que trabalhava no mesmo bairro e que nas tardes de sexta-feira vinha visitá-la. Mas tudo isso não era o importante para mim. Com 15 anos, virgem, com os hormônios a mil, só pensando em sacanagem, para mim Teca era o maior tesão do mundo.

Na minha ingenuidade, conhecendo poucas mulheres sexualmente ativas, ela não era uma gata, era a gata, ou como se dizia, o maior "bocetão". Eu passava o dia todo procurando uma forma de olhar seu decote, olhar sob a saia e ficava extasiado quando conseguia ver a cor do sutiã, um pedaço do seio, uma coxa, qualquer coisa. Teca era a heroína de minhas fantasias, o motivo das minhas punhetas. Só que por mais que eu tentasse me aproximar, ela sempre cortava minhas intenções.

Uma vez tentei passar a mão em sua bunda e tomei um tapa na cara, além da ameaça de contar para minha família. Não tinha acordo, então eu ficava cada vez mais desesperado. Já havia tentado olhar pelo buraco da fechadura, pela fresta da janela, por baixo da porta e o máximo que consegui ver foram suas costas nuas, ainda assim de relance. Antes de dormir ela tomava banho e passava enrolada na toalha pela área de serviço até o quarto.

Eu ficava esperando ela passar sob a janela do meu banheiro, só para sentir o perfume do sabonete ou vislumbrar uma parte de seu corpo, suas costas, seus pés, sua nuca. Quando ela não estava, loucamente entrava em seu quarto e mexia em suas roupas só para sentir seu perfume. Até que num sábado de verão cheguei em casa vindo do clube e percebi que ela estava tomando banho. Não havia mais ninguém na casa, todos tinham ido a uma festa.

Essa era a minha oportunidade, dessa vez eu ia conseguir ver a Teca pelada. Como já estava bem escuro, escondi-me em um cantinho do quintal, de onde pela abertura da janela do quarto eu poderia ver minha deusa de ébano. Seguindo o ritual de sempre, Teca saiu do banheiro enrolada numa toalha rosa mas no caminho do quarto acendeu a luz do quintal desfazendo meu disfarce. Fula da vida, correu para cima de mim gritando: - Moleque safado, você vai ver! Vou contar para sua mãe!

Inocente e desesperado comecei a chorar e me declarei: - Por favor, não faça isso... eu só queria te ver pelada, eu gosto muito de você! Eu acho você muito bonita, não conta não, eu faço o que você quiser. Não sei se foi pena ou safadeza da Teca, mas ela entrou na brincadeira: - Tá legal, então você vai fazer o que eu quiser. Entra no quarto e senta no chão. Com uma mistura de excitação e apavoramento, corri para o quarto dela e sentei no chão, no lado oposto da cama.

Teca entrou calmamente, trancou a porta e enquanto sorria deixou a toalha cair, revelando o corpo que tantas vezes eu imaginara. Eu tremia, a visão que tive tinha sido a mais esplêndida até aquele momento. Sua pele era perfeita, não se via qualquer marca. Suas pernas eram longas, bem torneadas, revelando coxas grossas. Sua cintura fina contrastava com as nádegas protuberantes e seus seios eram bem maiores que eu havia imaginado.

O perfume do sabonete inundava o quarto e me embriagava. Teca desfilou nua até o armário e pegou um frasco de hidratante. Sensualmente começou a passar pelo corpo, alisando-se vagarosamente. Para mim aquilo era o máximo, eu jamais havia visto uma mulher pelada ao vivo e tão perto que dava para alcançar com as mãos. Vagarosamente ela continuou a passar o creme pelos seios até se sentar na cama bem à minha frente.

Teca abriu as pernas, permitindo que eu visse sua vulva. Mantendo-se sentada, ela levantou a perna direita e a dobrou sobre a cama, abrindo mais ainda sua vagina. Minha deusa continuou massageando os seios com o hidratante, desceu a mão até a vagina e começou a alisar o clitóris, que aliás era lindo. Ela então começou a conversar comigo calmamente: - Você é virgem ? Já tinha visto uma boceta de perto? Gosta de peitos? Tá ficando com tesão?

Eu não só estava ficando com tesão, mas estava ficando maluco. Teca era muito mais gostosa que eu imaginara e estava ali, pelada, se masturbando na minha frente. E eu sem saber o que fazer. Mas ela estava no comando e ordenou: - Beije meus pés. Imediatamente me arrastei pelo chão e ajoelhei ao lado da cama. Segurei seu pé esquerdo e comecei a beijá-lo delicadamente, enquanto ela continuava a se excitar. Lentamente fui subindo pelo tornozelo, batata da perna, joelho até chegar em suas coxas.

Teca ia me dando ordens, me dizendo onde ir. Ela reclinou o corpo para trás e ordenou que eu beijasse sua boceta. Essa era uma coisa que eu, em minha ingenuidade, nem imaginava fazer, mas como um bom aprendiz obedeci silenciosamente. Fiquei extasiado com aquela boceta, o contraste do vermelho com a pele negra era sensacional. O perfume que emanava, embora barato, para mim neste instante era o melhor do universo.

Calmamente Teca me orientava: - Lambe, chupa, enfia a língua, aí não, mais para cima... Em alguns minutos eu já era expert em chupar boceta. Ao mesmo tempo em que comandava a ação, Teca me fazia um cafuné. Ela começou a gemer cada vez mais alto até que em poucos minutos veio o orgasmo. Fantástico, eu a havia feito gozar com a minha própria boca. Logo após Teca mandou que eu ficasse em pé e ordenou: - Quero ver sua pica, me mostra.

Rapidamente retirei a roupa e libertei meu pau, que estava bem duro.- Que linda pica, é bonitinha!, disse ela. Depois perguntou: - Você já bateu punheta pensando em mim? Fiquei completamente envergonhado e não sabia o que responder. Ela tomou a iniciativa: - Já bateu sim, é natural. Bate uma punheta para mim agora, eu quero ver. Completamente sem jeito, ensaiei alguns movimentos mas a vergonha era muita e eu estava me sentido patético.

Novamente ela tomou a iniciativa: - Venha cá, deixe eu te ajudar. Quando me aproximei da cama ela se ajoelhou e tomou meu pau nas mãos. Teca começou a beijar meu saco, que sensação... era a primeira vez que alguém pegava no meu pau. Delicadamente subiu beijando o pau até chegar à glande, quando começou a lamber como se fosse um sorvete. De repente enfiou a cabeça em sua boca e começou a movimentar lentamente, enquanto cravava as unhas na minha bunda.

Que sensação maravilhosa! Teca então ordenou que eu deitasse na cama. Ela veio por cima de mim e ficou esfregando minha pica em sua gruta, que estava bem molhada. Vagarosamente foi introduzindo meu pau dentro de sua boceta, até que suas nádegas encostaram nas minhas coxas. Estiquei os braços e massageei os seios dela, que estavam com os mamilos absurdamente duros, pareciam pedras. Calmamente Teca começou o movimento de subir e descer, e apesar de meu ímpeto era ela quem comandava o espetáculo.

Não demorou para que ela tivesse um novo orgasmo. Saciada até este instante, minha deusa ordenou: - Fica em pé que eu quero chupar a sua pica. Reiniciando o boquete, agora com maior agressividade, intercalava chupadas com manipulação, e ao mesmo tempo que manipulava , lambia ou beijava a cabeça do pau dizendo: - Que caralho gostoso... Que pica dura. Goza na Teca, goza! Me esporra na cara, me mela toda. Goza na minha boca, tesão!

Com toda esta motivação não demorou muito para que eu ejaculasse como nunca. Parte do jato de esperma entrou diretamente na boca da minha musa. Parte escorreu pelo rosto e uma quantidade enorme pingou sobre os seus seios. A pele negra estava coberta de leite. Rapidamente ela lambeu minha pica e esfregou o sêmem por todo o corpo: - Você gosta de ver a sua Teca toda gozada? É assim que você sonhava? Descansamos por alguns instantes e Teca foi tomar um novo banho. Desta vez eu fui junto.

Durante o banho nos lavamos mutuamente e pude explorar o corpo da minha gata com toda a calma do mundo. No final ela tomou meu pau e começou a me excitar. Quando a pica já estava armada, ela disse: - Vamos para o quarto que agora vou te ensinar como se fode uma garota. No quarto Teca ficou de quatro e mandou que eu a comesse. A penetração foi fácil e o ritmo ela comandava, ensinando-me a dar o maior prazer para a garota.

Essa devia ser a posição mais gostosa para ela, pois a cada estocada Teca gemia cada vez mais alto e dizia: - Me come, enfia este caralho todinho... me arregaça! Nessa posição ela gozou pelo menos mais duas vezes, até que minha musa se deitou de costas. Ela colocou as pernas em volta do meu corpo e acomodou um travesseiro sob sua bunda. Então mandou que eu a penetrasse e ao mesmo tempo chupasse seus seios: - Me fode, chupa minhas tetas, me lambe, me come! Enfia este caralho inteiro!

Logo senti que ia gozar. Tirei o pau para fora e esporrei sobre o corpo da Teca, caindo exausto na cama. Ainda com meu sêmem espalhado pelo corpo, ela enfiou meu pau na boca e chupou o restinho de porra que tinha sobrado, enquanto iniciava uma punheta com a mão direita. Eu não podia acreditar, ela queria mais e meu pau estava dizendo sim. E em pouco tempo fique duro novamente.

Ficamos deitados cerca de meia hora, fazendo um maravilhoso 69. Enquanto eu chupava sua boceta, Teca trabalhava pesado na minha pica, alternando entre punheta e boquete, até que finalmente gozei em sua boca. Foi uma noite inesquecível. Raras foram as ocasiões em que pudemos repetir a dose, até por que meses após o ocorrido ela voltou para sua terra natal. Até hoje guardo na memória todos os meus encontros com essa verdadeira instrutora de sexo.

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