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Amiga carente de amor
Autor: Samantha
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8.6

Oi pessoal, eu me chamo Samantha e tenho 32 anos. Sou loira, tenho 1.68m de altura e sou bem sarada, pois malho muito... adoro me sentir bem com meu corpo. Tenho olhos castanho-claros e cabelos longos e lisos. A maioria das pessoas me acha muito bela.

Moro em Florianópolis, sou casada há doze anos, tenho um filho de dez anos e graças a Deus vivemos muito felizes. A história que eu vou contar aconteceu há quatro meses. Logo que casei fui morar em um condomínio pequeno, com poucos apartamentos, mas com o passar do tempo passei a conhecer toda a vizinhança.

Fiquei muito amiga de uma vizinha de frente chamada Lívia. Ela Também era casada, já com um casal de filhos. Lívia era carioca e tinha, na época, uns 19 anos. Acho que foi por isso que nos demos tão bem, pois somos quase da mesma idade.

Lívia era uma moreninha muito gata, com um 1.71m de altura, muito bem feita de corpo (como a maioria das cariocas), cabelos castanhos e curtos, uma boca bonita, dentes branquinhos e um sorriso meigo, além de ser muito simpática. Na época Lívia me contava que seu marido estava um pouco afastado dela e que seu casamento estava em crise, mas que dava para levar.

O tempo passou e nós sempre muito amigas. Saíamos sempre juntas (eu, ela e nossos maridos). Foi uma época muito legal. Um dia a Lívia chegou para mim e disse que ia ter que voltar para o Rio, pois os negócios do André - o marido dela - estavam indo de mal a pior e eles iam voltar para perto da família.

Confesso que fiquei bem triste, pois os nossos amigos mais próximos estavam indo embora, mais tudo bem. Chegou o dia deles irem embora, muito choro. Despedida é sempre muito triste. E lá se foi minha amiga. O tempo passou e nós duas nunca perdemos o contato. Nisso se passam 12 anos e já estávamos todos com as vidas bem definidas.

Um dia recebi a notícia de que teria que fazer um curso no Rio de Janeiro. Fiquei super feliz, pois iria poder rever os meus amigos. Chegou o dia da minha viagem, meus dois amores foram me levar até ao aeroporto e eu embarquei rumo à Cidade Maravilhosa. Chegando no Rio a Lili já me esperava.

O André, marido dela, estava em Lisboa e demoraria a voltar. Lívia estava muito bem financeiramente e também estava ainda mais bonita. Tinha posto um belo par de silicone, estava saradíssima, com os cabelos longos e bem claros... realmente era um tesão de mulher. O tempo tinha sido muito generoso não só com ela, mas comigo também.

Combinamos que na quinta-feira, no final do curso, ela iria me pegar para passarmos o final de semana juntas na casa dela. Chegamos então em um condomínio luxuosíssimo, subimos para o apartamento de Lili, que era mais luxuoso ainda. Ela me levou ao quarto aonde eu iria me acomodar e me mostrou o resto da casa.

Estávamos sozinhas, porque os filhos dela tinham ido para um acampamento e só voltariam no domingo. Fui tomar um banho e fomos jantar em um restaurante próximo à casa dela. Voltamos e resolvemos ficar em casa essa noite para colocar os assuntos em dia. Lili tinha colocado um champanhe para gelar e fomos para a varanda conversar.

Já estávamos na terceira garrafa de champanhe, rindo à toa, quando perguntei o que André estava fazendo em Lisboa e há tanto tempo estava lá. Nessa hora Lívia mudou totalmente de fisionomia e entristeceu como um piscar de olhos. Perguntei se estava acontecendo algo que ela não teria me contado e ela respondeu que sim.

Lívia me disse que estava vivendo o pior momento da vida dela, pois nesses anos o marido havia conseguido muito dinheiro, mas tudo através de falcatruas e muito roubo. Ela desabafou todas as mágoas, inclusive a de falta de carinho de um homem que não queria mais sexo com ela.

Nessa hora me bateu a curiosidade e perguntei se ela não tinha saído com ninguém durante esse tempo. A resposta foi não. Então Lili me levou até o quarto, abriu o armário e tirou uma caixa com um vibrador: - Eis aqui o meu desafogador. Rimos muito da situação e ela disse: - Ah, e tem mais!

Então puxou uma gaveta cheia de DVD´s eróticos e foi logo colocando um, dizendo que aquele era o predileto. Lívia sentou na ponta da cama e eu permaneci de pé, próxima a ela. Ela levantou, foi até a varanda, trouxe o nosso champanhe e me entregou a taça. Sentamos na cama e continuamos a conversar e a assistir aos vídeos.

Lívia se afastou para o meio da cama e se deitou, depois me convidou para fazer o mesmo. Deitamos e continuamos o bate papo como duas boas amigas. Eu perguntei: - Lili, e esse tipo de coisa te satisfaz como mulher? Porque eu acho que é tudo muito artificial. Ela levantou, foi até a cozinha, pegou outro champanhe e nesse meio tempo fiquei vendo o filme.

O que me chamou a atenção foram as diversas cenas de lesbianismo, e quando ela voltou logo me perguntou: - Você já experimentou? De imediato respondi que não. Ela sorriu com a minha resposta tão rápida e confessou que já tinha acontecido com ela sim, mas bem antes do André ser preso. Contou que tinha sido com uma amiga de adolescência chamada Ingrid.

Lívia disse que tinha sido maravilhoso e que até hoje sentia tesão quando lembrava. Fiquei ali escutando ela falar com detalhes sua transa com sua amiga e comecei a me excitar, ainda mais quando ela começou a se tocar de leve. Quando dei por mim estava completamente excitada, a ponto de molhar toda calcinha.

Lívia percebeu minha excitação e perguntou: - Você teria coragem? Respondi que não sabia. Ela olhou bem nos meus olhos e disse que era louca para dar uma chupada nos meus seios, e passou o dedo indicador no meu peito direito. Respirei fundo e ela percebeu que o sinal estava aberto. Que loucura...

Lívia se aproximou e me deu um beijo. Que beijo, que boca deliciosa tem aquela mulher... de repente estávamos nos livrando de nossas roupas e nos abraçando feito loucas. Ela veio pra cima de mim e me beijou, esfregando o corpo no meu. Eu estava delirando de tanto tesão. Ela foi descendo a cabeça e começou a beijar meus seios, falando: - Eles são muito lindos! Que delícia de peitinhos você tem, Sam, quero chupá-los muito.

Era muito gostoso escutar aquelas coisas e sentir uma boca macia mamando nos meus peitos. Ela sugava, lambia, mordiscava e gemia me chamando de gostosa, dizendo que queria me engolir toda. Enquanto me chupava, esfregava o lindo corpo no meu. Eu sentia aquela buceta quente na minha, o que aumentava ainda mais meu tesão por ela.

Lívia voltou a beijar minha boca e eu comecei a beijar a nuca dela, dizendo no ouvido: - Vem, deixa eu matar seu desejo... também quero mamar nesses peitos lindo que você tem. E em seguida ela colocou o seio dentro da minha boca.

Ai, que delicia, comecei a chupá-lo e a acariciar o outro enquanto ela dizia: - Ai, meu amor, chupa bem gostoso, mama muito, tenho muito leitinho pra você, minha safada gostosa. Eu chupava cada vez mais e ela se contorcia de prazer: - Vem, Sam, chupa minha xaninha, chupa... Eu estava totalmente entregue à ela e disse: - Vem, coloca a sua bucetinha aqui na minha boca, vem...

Lívia subiu e sentou na minha cara com a buceta bem molhada. Comecei a passar minha língua ainda meio desajeitada, mas rapidinho eu já estava com a boca totalmente atolada naquela buceta suculenta e carnuda. Ela gemia alto e pedia pra eu comê-la: - Gostosa, me faz sua puta, engole minha buceta... eu só de ouví-la dizer aquilo já estava a ponto de gozar.

Lili rebolava feito uma cadela e me pediu para comer seu cuzinho: - Vem, meu amor, come meu cuzinho e chupa minha buceta! Ela deu uma leve escorregada e colocou o cuzinho na minha boca: - Vai, rega ele com a língua... Comecei a lamber aquele buraquinho, depois chupei e enfiei a língua.

Ela colocou novamente a buceta na minha boca e disse: - Come ele agora!, e levou meu dedo até seu reguinho. Comecei a meter meu dedo no rabinho dela enquanto chupava sua buceta. Ela enlouqueceu e pediu mais: - Vem amor, come esse cuzinho que tá piscando de tesão por você. Meti mais um dedo e chupei seu grelinho...

Foi quando Lili anunciou seu primeiro gozo: - Ah... eu vou gozar, meu amor, chupa mais, mete mais, que eu vou gozar... ela teve um orgasmo intenso e gritou: - Delícia, você é muito gostosa! Depois deitou sobre o meu corpo, me abraçando e me beijando a boca. Ficamos ali abraçadas por uns vinte minutos.

Lili voltou a me beijar delicadamente e a murmurar palavras obscenas ao meu ouvido. Aquilo estava me levando à loucura, até que ela falou: - Quero chupar você, quero que você seja minha agora. Abre as pernas, gostosa... quero sentir o gosto dessa xaninha carnuda e molhada. Ela afastou minhas pernas e começou a esfregar os seios nas minhas coxas.

Lili lambia meus seios olhando para mim com uma cara de quem me desejava muito. Não demorou e ela começou a beijar minha buceta e a passar a língua levemente no meu grelo... eu já não agüentava mais, tudo que eu queria era aquela gata me chupando. Ela começou a me chupar muito gostoso. Eu empurrava a cabeça dela para dentro de mim e ela chupava... eu gritava de prazer e ela socava cada vez mais a língua na minha buceta.

Eu já estava quase gozando quando Lili me pediu para ficar de quatro. Imediatamente obedeci. Ela chupava os grandes lábios da minha xana e metia dois dedos. De vez em quando levava a língua até meu cuzinho. Lili socou o polegar no meu cuzinho e começou a fazer pressão como se quisesse levar o polegar junto aos dois dedos que estavam na minha xana.

Não agüentei e comecei a gozar: - Lili, me fode, me ama que eu vou gozar!, e gozei muito. Ela continuava ali chupando meu gozo. Lili estava insaciável e continuava e esfregar meu grelinho no dedo. Depois se roçava no meu corpo. Eu comecei a mamar nos belos seios dela, enquanto Lili fechava os olhos e gemia muito.

Chupei muito os peitinhos dela e a levei a um novo orgasmo. Comecei a chupar a xaninha dela e de repente já estávamos em um delicioso 69. Fatalmente veio outro orgasmo. Nenhuma de nós conseguia parar com aquele sexo gostoso. Ficamos de pé, ela me encostou na parede e esfregou a buceta na minha. Não se conteve e me sentou numa cadeira, arregaçando minhas pernas.

Lili bombava a buceta contra a minha como se tivesse um cacete entre as pernas, e a cada estocada que ela dava era um êxtase total. Assim gozei de novo. Ficamos na cama nos esfregando, nos beijando, nos chupando até a exaustão total. Tomamos um banho e fomos dormir juntas, nuas e abraçadas. Ela dormiu segurando minha mão sobre seus peitinhos e com a mão na minha xana.

Foi uma noite linda que vivi com minha amiga... e ainda nos amamos muito por todo o tempo que fiquei no Rio. Nossa despedida foi ótima, mais isso eu conto depois. Gostaria de dizer, para quem leu essa história, que não sou lésbica e que antes dessa experiência nunca havia passado pela minha cabeça transar com uma mulher. No entanto, tudo o que vivi com Lívia me ensinou a nunca recriminar as atitudes do próximo, pois assim estaremos livres para viver o inesperado.

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