Autor: Safadinha Carioca
8.4
No dia seguinte Carlos me ligou, dizendo que iria passar o final de semana comigo e que quarta-feira iríamos sair para comprar umas coisas. Eu ri e disse que era impossível, mas ele respondeu que sabia que meu filho estava passando a semana com os avós. Em relação ao meu marido, ele respondeu que ia resolver à noite e que eu teria uma surpresa.
Achei estranho e fiquei até preocupada, mas à noite veio a surpresa: meu marido chegou em casa todo animado pois tinha sido escolhido para um curso em Samoa, que seria ótimo para a carreira dele e tal e que podia até ganhar promoção no trabalho. Comecei a rir e descobri que Carlos era influente no ramo dele, apesar de não serem da mesma empresa.
Respondi que passaria esses dias na casa da minha mãe, para não ficar sozinha. Na quarta-feira o levei ao aeroporto de manhã e quando estava saindo de lá, Carlos me ligou mandando encontrá-lo em um shopping longe de casa. Ao encontrá-lo, começamos a passear e a comprar lingeries super ousadas, de cores provocantes.
Ele me deu calcinhas fio-dental e mini-saias que deixavam a polpa da bunda à mostra só de andar. Perguntei se ele achava que eu usaria aquilo em público e ele disse que sim, pois me mandaria usar essas roupas. Como ele estava mandando, eu obedeceria. Ele disse que também havia comprado um biquini fio-dental e tinha tirado o forro, para que quando eu sair na água ficar transparente.
Depois comemos algo e fomos para um motel longe da minha casa. Lá ele me fez experimentar todas as lingeries que havia comprado. Era uma mais curta que outra, e a maioria era tão pequena que ficava entre os lábios vaginais. Isso já estava me excitando muito. Então ele me mandou ficar com uma lingerie cor de rosa e pediu um uísque.
Quando o garçom tocou, ele me mandou atender assim mesmo, e como eu já estava excitada demais nem pensei duas vezes. Quando abri a porta o cara quase caiu para trás e Carlos se aproximou dizendo que não tinha dinheiro para a gorjeta. Ele virou para mim e ordenou: - Puta, dá uma chupadinha nele... Eu me abaixei, o cara colocou a bandeja em cima da bancada e abriu o zíper.
Coloquei o pau dele, que já estava duro como pedra, para fora e comecei a mamá-lo com sede. Ele gemia cada vez mais alto e em poucos minutos encheu meu rosto de porra quente. Continuei chupando até deixá-lo limpo. Carlos me mandou ir tomar banho e o garçom foi embora. Quando saí do banheiro, Carlos estava nu na cama me esperando.
Sentei ao seu lado e ele me mandou chupá-lo. Comecei pelas bolas e fui subindo e descendo, levando ele à loucura. Quando Carlos estava quase gozando, ele parou e me virou de costas. Então começou a me chupar, e quando chupava minha buceta metia dois dedos no meu cuzinho. Quando lambia minha bundinha, enfiava os dedos na minha buceta.
Nessa brincadeira gozei umas duas vezes. Ele montou em cima de mim e começou a meter direto na minha bundinha, foi acelerando e em minutos passou a meter forte, me fazendo gritar e gemer alto. Carlos dava tapas no meu rabo e me xingava, me levando à loucura com sua força. Gozei forte e quase desmaiei por uns segundos.
Então ele me mandou chupá-lo de novo e gozou, enchendo minha garganta com leite quente. Descasamos e fomos embora, porém ele me mandou vestir uma das mini-saias e uma das calcinhas, pois iríamos em algum lugar. Fomos em direção à casa dele, mas antes paramos em um posto de gasolina. Tanto o cara que abastecia quanto o que limpava o pára-brisa viram a minha buceta, pois a calcinha estava entre os lábios vaginais.
Já na casa dele, meu amante me fez ligar para vários homens que ele conhecia e falar besteiras e sacanagens. Tive que falar como eu era uma putinha, como adorava uma rola e como ia dar para ele no final de semana. Estava muito gostoso falar aquilo para homens desconhecidos, só que eu não sabia o que me esperava na quinta-feira.
Transamos gostoso de novo e fui embora para casa. Carlos me mandou levar para a viagem apenas as roupas que ele comprara. Dormi maravilhosamente bem e acordei super disposta, pois sabia que a semana seria ótima. Imaginava que Carlos levaria mais um ou dois amigos dele, mas preferi não tentar adivinhar.
Logo cedo Carlos me ligou e mandou eu colocar o vestido que ele havia me dado no dia anterior. Ao caminhar, dava para ver a polpa da bunda. Cheguei na casa dele, ele abriu o portão e me encostou no capô do carro, me beijando forte. Eu já estava com os seios de fora, então ele me virou e me mandou esfregá-los no vidro do carro, me malhando. Estava muito gostoso...
Meu vestido já estava todo enrolado na cintura, eu estava muito excitada e ele tirou o pau de dentro do short, metendo com força na minha buceta e me fazendo ver estrelas. Eu estava sendo fodida com as mãos no carro, gemendo e gozando muito. Quando ele tirou a pica da minha buceta e meteu na minha bundinha, minha cabeça e meu corpo foram para trás num orgasmo louco.
De repente vi a porta de trás do carro se abrir. Havia dois caras lá dentro, e um deles puxou minha cabeça de encontro ao seu pau. Ele só esfregava a pica na minha boca, pois eu não conseguia chupá-lo, devido às fortes bombadas que levava na bunda. Eu estava quase gozando de novo quando Carlos tirou o pau, meteu na minha buceta e gozou.
Quando ele terminou de gozar, o homem que estava do outro lado do carro havia se posicionado atrás de mim, metendo forte também na minha buceta. Eu gemia e chupava o terceiro rapaz com sofreguidão, até que senti outra vez a minha buceta se encher de porra. O homem que estava sendo chupado por mim desceu rápido e completou o serviço na minha bucetinha.
A porra dos três estava começando a escorrer entre as minhas coxas, mas Carlos pegou minha calcinha que e a colocou no lugar, apertando de forma que a porra não escorresse. Em seguida ele me enfiou dentro do carro com violência, dizendo que eu iria assim até Cabo Frio. Eu só conseguia gemer, no meio de dois homens e só de calcinha, pois o vestido estava na cintura.
Durante a viagem eu tive os seios chupados e fui tocada pelos estranhos. Quase chegando em Cabo Frio, paramos em um posto de gasolina e Carlos me mandou acertar o vestido. Ele me deu dinheiro e me mandou descer e pedir seis latinhas geladas. Quando desci do carro senti o leite escorrer pelas pernas. Fui só ate o bar e uns homens mexeram comigo, achando que eu era uma puta barata de estrada.
Um deles colocou a mão na minha bunda e perguntou o preço. Fiquei com um pouco de medo, então paguei rápido e voltei para o carro. Depois de chegar na casa de Carlos, tomei um banho e fui para a sala, onde eles escolheriam minha roupa. Lá fiquei sabendo os dois rapazes eram irmãos de Carlos e que iriam embora na sexta de manhã.
Eles escolheram uma calcinha preta, um short branco fino e transparente e um top sem forro, que deixava a sombra dos meus bicos à mostra. Saímos e fomos beber. Eles riam e mandaram dançar para eles como uma puta faria. Mesmo havendo gente perto do quiosque em que estávamos, eles davam tapas na minha bunda e me agarravam, passavam a mão em mim e me tratavam como uma cadela.
Depois de bebermos bastante, voltamos para casa e Carlos me jogou na chão, de quatro, metendo tudo na minha bunda sem dó. A única coisa que ele fez foi lubrificar meu cuzinho com saliva. Carlos metia forte e batia de leve na minha bunda, me xingando enquanto eu chupava os dois rapazes. Depois encheu minha bunda de porra e fez fez gozar.
Os irmãos de Carlos fizeram o mesmo, deixando minha bunda arrombada e cheia de porra. Carlos saiu e voltou com um vibrador de 25cm. Ele o colocou no chão (pois o vibrador tinha um velcro para prendê-lo em qualquer lugar) e me mandou sentar até o brinquedo sumir na minha buceta. Conforme eu sentava, ia delirando com a sensação louca que sentia.
Depois que enfiei o vibrator todo na buceta, eles me deitaram de novo e voltaram a meter na minha bunda com força. Aquela dupla-penetração me levava ao delírio e gozei umas duas vezes seguidas. Eles me obrigaram a colocar a mão na saída da buceta, para impedir que o vibrador escorregasse.
Fiquei com aquela tora entalada na buceta, que já estava enorme de tão arrombada. Enquanto eles dilaceravam o meu cu senti muito, muito prazer, depois dor, e mais prazer, e dor... não tinha mais resistência, e meus buracos estavam muito usados, doloridos demais. Eu já estava no limite quando eles encheram minha bunda de porra, e lembro que quando o segundo irmão do Carlos gozou eu desfaleci.
Acordei na sexta-feira quase ao meio-dia, com Carlos me trazendo café. Estava esfolada e ele ria, perguntando se eu tinha gostado. Fomos tomar banho e transamos muito gostoso no chuveiro. Depois saímos, eu sem calcinha, de mini-saia e top, e rodamos a cidade toda. Parecíamos dois namorados. À tarde voltamos e ele disse que teria outra surpresa. Quase gozei só de imaginar o que ele aprontaria para mim. Aguardem o próximo relato.