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Traí meu marido e virei uma puta – Parte I
Autor: Safadinha Carioca
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9.1

Quero relatar aqui como a minha vida passou por uma mudança radical em questão de semanas, mas antes vou me apresentar. Meu nome é Rose, tenho 25 anos, cabelos castanho escuros, lisos e a pele queimada de sol. Voltei a estudar após um tempo de casada, pois precisava me ocupar, já que o meu marido me esqueceu como mulher depois do nascimento do nosso filho.

Ele simplesmente parou de me procurar, e nas horas de folga passou a jogar bola com os amigos ou qualquer coisa desse tipo. Apesar dele ser legal e não ser ciumento com as minhas roupas, na época nós quase não tínhamos mais relações e eu estava muito carente. Tenho um corpo bonito, 1,67m de altura e 62kg, tenho seios médios, uma bela bundinha e pernas grossas. Pelo menos é isso que ouço na rua quando recebo cantadas.

Um belo dia ele construiu uma piscina lá em casa e pedi para ele me dar um biquíni fio dental, pois tinha vergonha de usar coisas assim em público. Ele gostou tanto do visual que na primeira vez em que me viu assim me comeu como há muito não fazíamos. Só que após um tempo tudo voltou ao normal.

Tudo começou a mudar quando, numa noite dessas, voltei da faculdade e vi o carro do meu marido parado em um bar. Estacionei, pensando em beber algo com ele, mas quando cheguei perto o vi conversando com uma mulher. Eles estavam bem próximos um do outro. Fiquei distante e vi os dois se beijarem. Depois eles saíram e eu os segui. Vi que entraram num motel, fiquei puta e voltei para o bar, para tentar pensar em algo.

Vi a mulher que estava com meu marido voltando umas duas horas depois. Decidi conversar com ela. Expliquei que só queria saber o que eles tinham feito, então ela respondeu que ele a tinha procurado para fazer o que todos os homens gostam: sexo anal, gozada nos seios, no rosto e que tudo tinha o seu preço. Saí de lá arrasada, pois não rolava nada disso lá em casa. Era só sexo tradicional mesmo, sem boquete e sem graça.

Tentei excitar meu marido de todas as maneiras, mas sempre que eu ousava ele me recriminava dizendo que eu estava agindo como uma puta. Só então entendi que para ele eu seria sempre uma esposa e não uma mulher. Resolvi ver no que dava, pois no fundo ele era gente boa. Um belo dia ele me chamou para assistir ao jogo dele, pois o time estava na final e haveria várias esposas no local, pois iria rolar festa depois.

Coloquei uma saia bem curta e um top, pois a tarde estava quente demais. Lá chegando conheci os amigos dele, e confesso que eram todos gatinhos. No entanto, eu sabia que ele queria a minha presença ali só para levar o carro de volta para casa, pois meu marido sempre sai bêbado e não tem condições de dirigir. Nesse dia percebi que o Carlos, um dos amigos, não tirava os olhos de mim. Isso já estava me incomodando.

Num momento eu fui ao banheiro e acabei passando perto do Carlos. Ele me chamou, e quando olhei para ver quem era ele simplesmente pôs a mão na minha cintura. Confesso que gelei na hora, mas me afastei. Carlos ainda disse que o meu marido era um cara de sorte, pois ele me achava linda. Quando me afastei, percebi que as minhas pernas tremiam.

Entrei no banheiro sem prestar atenção em nada e fui para uma das cabines. Saí da cabine ainda me arrumando, e sem que eu esperasse o Carlos e um amigo entraram. Eles me olharam e perguntaram o que eu estava fazendo ali, pois o banheiro era masculino. Carlos riu e colocou a mão na minha cintura, me elogiando.

Tentei sair, mas ele me encostou na parede falando que sabia que eu estava carente. Carlos colocou a boca no meu pescoço, me beijando, e o amigo dele se posicionou atrás de mim. Gelei. Minha buceta ficou encharcada na hora, mas me desvencilhei e disse que iria gritar. Saí do banheiro correndo e fui encontrar o meu marido. Ele falou que se eu quisesse poderia ir pra casa, pois ele daria um jeito de voltar. Então eu fui.

Por volta das 23h a campainha tocou. Quando abri a porta, vi Carlos com o meu marido nos braços, de tão bêbado que ele estava. Carlos me ajudou a levá-lo para o quarto e o deixamos na cama. Quando eu menos esperava, Carlos me abraçou e beijou o meu pescoço. Um calafrio subiu pela minha espinha e meu corpo tremeu todo. Ele meteu a mão na minha buceta, que estava encharcada de tesão.

Rapidamente ele já estava enfiando os dedos em mim, entrando e saindo da minha buceta, me fazendo delirar. Meu marido dormia tranqüilamente do nosso lado, na mesma cama. Carlos levou minha mão para baixo e vi que ele estava com o pau de fora. Ele forçou minha cabeça para baixo, e na hora que vi aquele membro a poucos centímetros da minha face, coloquei tudo na boca e comecei a chupar.

Eu não pensava em nada, só saboreava aquele gosto. Explorei aquela pica e percebi que estava muito molhada. Me sentia uma puta chupando o pau de um desconhecido. De repente o pau dele começou a pulsar e Carlos segurou a minha cabeça, gozando na minha boca e me fazendo engasgar. A porra escorria pelos cantos da minha boca, mas eu não consegui parar de chupar.

Com o membro ainda duro, Carlos me colocou de bruços ao lado do meu marido e caiu por cima de mim. Ele puxou minha calcinha para o lado e me penetrou forte. A pica dele era bem mais grossa que a do meu marido, e quando entrou me senti sendo rasgada. Gozei na hora. Carlos começou a meter em mim e eu já estava indo à loucura de novo, quando me bateu uma culpa e parei tudo.

Levei Carlos até a porta, e antes que ele fosse embora ainda me deu um malho de uns cinco minutos e me fez chupá-lo mais um pouco. Depois saiu rindo. Voltei, tomei banho e não consegui dormir naquela noite. Estava decidida de que essa tinha sido a primeira e a última vez. Na quarta-feira fui buscar meu marido no futevôlei e Carlos estava lá. Ele ficou me olhando e tentou se aproximar de mim. Não deixei.

No domingo tudo estava normal, meu filho tinha ido passar o final de semana com os avós e meu marido acordou cedo dizendo que iria num churrasco com os amigos. Falei que ficaria na piscina e ele saiu. Coloquei o fio dental, que era minúsculo, e me deitei para pegar sol. Em cima ele só cobria os mamilos e embaixo era um triângulo na frente e um fio atrás.

Preparei umas caipirinhas e bebi bastante - sou fraca para bebida e estava afim de beber e espairecer um pouco. Quando lembrei do ocorrido, comecei a me masturbar. E repente ouvi a voz do meu marido, parei e me virei de bruços para ele nada notar. Quando percebi, além do meu marido também estava o Carlos, o cara que tava no banheiro com o Carlos e que se chamava João e um outro amigo que se chamava Luiz. Todos eles eram novos, bonitos e atléticos.

Os três me comiam com os olhos e só meu marido não percebia. Entrei e coloquei uma saia. Quando voltei vi que os rapazes estavam na sala de jogos bebendo cerveja. Fui para a piscina tentar aliviar o calor e a excitação, porém mal ergui o corpo da água e vi os quatro vindo para a piscina. Meu marido me beijou e pediu para eu preparar as coisas do churrasco.

Quando eu estava saindo, Carlos perguntou onde era o banheiro e meu marido pediu para eu mostrar. Gelei e disse: - Vem! Quando entramos, ele me agarrou por trás na cozinha mesmo e foi beijando o meu pescoço. Já tinha percebido que era o meu ponto fraco, então tentei sair, mas não consegui e comecei a sentir de novo aquele calafrio. Ele passou a mão na minha buceta, por cima do biquíni, e meteu dois dedos enquanto me beijava a nuca e acariciava meus seios.

Eu estava rebolando em seus dedos quando ele se afastou e disse: - Vai separar as coisas que seu marido pediu e na volta diz para ele que tá acabando a cerveja. Não sei porque, mas aquela autoridade mexia comigo. Saí para separar tudo e quando voltei eles estavam na varanda me esperando. Dei o kit de churrasco para meu marido, Carlos me deu outra caipirinha e eu disse que a cerveja estava acabando.

Meu marido falou que buscaria mais cerveja e Carlos me disse baixinho: - Me espera na sala de sinuca, com as cortinas fechadas e a luz desligada. Quero você só de biquíni. Fiquei quieta e não consegui dizer não. Saí antes do meu marido e subi. Mal o carro saiu e Carlos entrou na sala. Ele nada falou, simplesmente me agarrou e me beijou com força, me encostando na mesa de sinuca.

Eu estava delirando, não sabia como negar aqueles braços fortes com carícias suaves e másculas. Ele desamarrou meu biquíni e com a outra mão afastou a parte de cima. Então começou a chupar meus seios e a dedilhar minha buceta. De repente senti uma boca no meu pescoço. Tentei me virar, mas ele me segurou e disse para não fazer nada que ele não mandasse.

Consegui ver que era o Luiz, o tal que eu ainda não conhecia e que já estava alisando a minha bunda, tocando meus seios e me fazendo delirar. Seus dedos invadiam alternadamente minha buceta e minha bundinha, eu estava tão lubrificada que escorria pelas pernas. Luiz me virou de frente e começou a me beijar, enquanto Carlos começou a roçar o pau na minha bundinha, até então virgem.

De pé mesmo ele enfiou o membro duro na minha buceta, me fazendo delirar e gozar num vai-e-vem forte, enquanto eu tinha os seios chupados pelo Luiz. Vendo que eu gozei, eles me abaixaram e começaram a enfiar as rolas na minha boca, me obrigando a chupá-los alternadamente. Eu delirava com tudo, era uma sensação louca e muito gostosa. De repente toca o celular.

João fala, em tom de brincadeira, que a cerveja está chegando, que tinha acabado a seca. Percebi que os três tinham armado tudo e que o meu marido nada desconfiava. Eles me levantaram e Carlos disse que me queria de fio dental o dia inteiro, e que era para eu fazer tudo o que ele e os amigos mandassem. Tentei falar algo, mas ele me deu um tapa na bunda. Quase desmaiei de tesão e balancei a cabeça afirmativamente

Meu marido chegou e nada percebeu, pois os rapazes estavam na piscina, onde ele os havia deixado. Desci de banho tomado e só de fio dental. Meu marido já estava com a brasa acessa e bebendo. A toda hora os amigos davam algo como caipirinha ou cuba para ele beber junto com a cerveja, enquanto eu era tocada pelo Carlos na piscina. Os dois amigos que estavam ao lado com certeza sabiam o que rolava.

Meu marido já estava um pouco alto e todos riam e jogavam sinuca no andar de cima. Carlos me deu outra caipira, já era a terceira consecutiva em meia hora, e disse para eu ir para a cozinha e esperar o Luiz: - Quero que você chupe o meu amigo até ele gozar, minha puta particular! Não sei porque, mas aquela submissão me excitava. Desci sem nada falar e meu marido nada perceber.

Mal cheguei e Luiz apareceu me beijando e alisando. Ele tirou meus seios para fora da blusa e os chupou, me agachou e mandou chupá-lo. Já estava ficando viciada em boquete... chupei até ele gozar na minha boca, enchendo meu rosto de porra. Comecei a saborear o leitinho azedo limpando o pau com a boca. Luiz me deu um pano e me mandou limpar o rosto, subir, pegar o meu marido e beijá-lo, empinando a bundinha para os outros dois amigos.

Meu marido falava alto e ria, por estar ganhando de todos. Parei na frente dele e o beijei, empinando a bundinha como Luiz mandou. Depois sentei ao lado no sofá. Carlos então desceu com o meu marido e Luiz, deixando o João comigo. Eles mal saíram e João me jogou na mesa, afastando o meu biquíni para o lado. Ele chupou minha buceta, que de tão encharcada molhou todo o rosto do João, que tirou o pau de dentro da sunga e meteu com força em mim.

O pau dele era grande e grosso, ainda maior que o do Carlos. Ele meteu sem dó em mim, com força, estocando sem perdão. Ouvimos o pessoal subindo e João se afastou de mim. Sentei de novo no sofá. Eles trouxeram bebidas quentes para eles e caipira para mim, que já estava alta e louca de tesão. Meu marido, para lá de bêbado, insistiu que tinha que comprar mais cerveja para a saideira.

Os rapazes alegaram estar cansados e falaram que só sairiam dali para ir embora, que a essa hora só tinha cerveja gelada no mercado. Meu marido respondeu que iriam sem problema, mas que levaria cerca de uma hora, pois o mercado era longe e ainda teria que esperar na fila para pagar.

Quando ele saiu com o carro, os rapazes me jogaram nua na mesa de sinuca e começaram a me chupar. Um chupava minha buceta e dedava minha bunda, outro chupava meus seios, o terceiro me dava a rola para chupar... Carlos foi o primeiro a me penetrar, enquanto os outros dois me abriram as pernas e me deixaram arreganhada por completo. Ele meteu forte e me fez gozar como louca.

Eu gritava e eles me chamavam de puta safada, davam tapas na minha bunda, nas minhas coxas, tapas fortes, que me deixaram marcada. Estava adorando ser submissa e gozei forte. Carlos saiu e João entrou, também metendo forte. Luiz completou o estrago na minha buceta, bombando com muita força, a ponto de me fazer perder o ar. Estava com meu buraco doendo, de tanto que ele tinha sido maltratado.

Quando eu já estava grogue de tanto gozar, achando que tinha acabado, eles me colocaram de quatro na mesa e começaram a lamber minha bunda virgem. Comecei a pedir para não fazerem isso pois eu não gostava, mas eles riam e me ignoraram. Quando meteram os dedos no meu cu comecei a sentir de novo o frio na espinha. Carlos se aproximou, pôs a cabeça da pica no meu rabo e foi enfiando forte, sem parar.

Senti tanta dor que gritei alto. Quando senti as bolas encostando na minha bunda, tive a sensação de estar arrombada. Ele parou por uns segundos e começou a mexer devagar, me dando um tesão até então nunca sentido. De repente ele tirou rápido e veio uma sensação de vazio, só que rapidamente ele meteu de novo e começou a bombar forte, me fazendo chegar a outro orgasmo muito louco.

Carlos saiu e deu lugar para João meter, me fazendo gritar de novo, pois o pau dele era enorme. Ele também meteu com força, e em poucos segundos a sensação de dor passou a ser de prazer e quando percebi eu estava gozando de novo. João saiu e Luiz fez o mesmo, deixando minha bundinha completamente esfolada. Eu já não estava mais agüentando, até que João sentou no sofá e me mandou sentar em cima dele.

Obedeci e comecei a cavalgar na pica dele. Os outros dois olhavam aquilo e se masturbavam. Senti um dedo no meu cu e vi que a sensação era gostosa. De repente, quando eu menos esperava, pois achei que já estava acabando, senti uma pica entrando no meu cu. Por um momento me desesperei, pois não acreditava no que estava fazendo.

A pica entrou sem problemas no meu rabo, e os dois começaram a me fuder ao mesmo tempo. Eu gritava muito, estava enlouquecendo de tesão. Tive até vontade de chorar, pois era um prazer enorme como eu nunca havia sentido. Eu gritava desesperadamente, então Luiz colocou a pica na minha boca. Quem me visse naquela cena não acreditaria. Eu estava com um pau enfiado em casa buraco meu.

Gozei mais uma vez, então minhas pernas começaram a cambalear e eu fui perdendo a força. Estava exausta. Eles então me deitaram no chão e ficaram em pé, me olhando. Começaram a se masturbar e gozaram nos meus seios e no meu rosto, me xingando de piranha safada. Eu espalhei a porra deles pela cara, me lambuzando toda e ficando mais puta ainda.

Eu estava em transe, gozando e saboreando a porra deles, me alisando com a sensação de ter um vazio entre as pernas. Os rapazes me levaram para o banheiro e me mandaram tomar banho. Mal entrei eu ouvi a voz do meu marido. Fiquei lá quase uma hora tentando me recuperar. Quando saí, deitei na cama e apaguei. Estava com a buceta tão ardida que não consegui colocar calcinha. A partir desse dia virei uma puta de verdade.

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