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Gil e minha irmã
Autor: não creditado
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7.8

Da última vez contei como o meu amigo Gilson transou descaradamente com a minha mãe. Só que as conquistas e explorações do “pintudo” dentro da minha família estavam apenas começando... Na manhã seguinte minha irmã não tirava os olhos de cima do Gil, cheguei mesmo a perceber que de vez em quando, como que por acaso, ela esbarrava no cara e sua mão encostava na “mala” do rapaz: e que mala!

Para quem não leu meu primeiro relato, deixe-me esclarecer. Gilson era o meu colega de quartel, conheceu minha mãe na nossa formatura e ficou simplesmente tarado pela coroa. Tudo ia bem até que fomos juntos, eu, ele e minha família para um final de semana no campo na casa de uns amigos. Minha mãe viu o Gil de sunga e os 23 cm de caralho do garoto deixaram-na cheia de tesão.

Minha mãe juntou a fome com a vontade de fuder e foi. Só que tanto eu como minha maninha assistimos à trepada dos dois. Cristiane não conseguia se controlar e Gil já estava até mesmo sem graça de tanta mãozada que levava no pau. À tarde a mamãe precisou sair e minha irmã foi à casa da tal amiga.

Um tempo depois minha irmã entra na sala super animada, apresentando a amiga para a gente - uma linda amiga por sinal. Paula era seu nome, uma negra de traços suaves, lábios carnudos, seios do tamanho perfeito, sem nenhuma barriga, um par de pernas bem roliças e uma bunda simplesmente maravilhosa!

Elas chegaram perguntando como seria nossa tarde e como iríamos nos divertir juntos. Percebi logo que a Paula era mil vezes mais desinibida que minha irmã, começando pelas roupas. Ela estava usando uma bermuda jeans bem apertada que deixava de fora metade daquele traseiro fantástico e uma mini blusa bem decotada, sem sutiã nenhum por baixo, que dava para ver os mamilos eriçados que a gata tinha. Que tesão!

Ficamos pensando no que poderíamos fazer juntos e não chegamos a conclusão nenhuma, até que Paula sugeriu um jogo de baralho. Tudo bem, mas que jogo seria? Sueca minha irmã não sabia, escopa o Gil nunca tinha ouvido falar, pif-paf a Paula achava sem graça. Depois de algum tempo decidimos jogar buraco, afinal era o único jogo que todos sabiam jogar.

- Você manda bem no buraco, Gil?, perguntou a Paula. - Aposto que deve jogar muito bem, completou a minha irmã, que sorriu e olhou de relance para o volume que o pauzão do Gilson fazia dentro da bermuda. Percebi logo o que as duas queriam e me senti meio que boiando naquele recinto. Então tive uma idéia e resolvi pôr em prática pra ver no que ia dar:

- Peraí, pessoal. Lembrei que tenho que fazer um favor pra minha mãe. Tenho que ajudar um amigo da minha mãe que mora no sítio da rua de baixo, coisa rápida! Nem precisa ir comigo, fica aí jogando com as meninas que mais tarde eu volto. Assim que saí, dei a volta por trás e subi na janela pra espiar. Os três estavam distribuindo as cartas e começaram a jogar.

Fiquei meio decepcionado imaginando que nada demais iria acontecer, até que de repente minha irmã ficou de pé. Gil e Paula começaram a bater palmas, então Cristiane tirou a blusa e ficou só de sutiã, caramba! Foi aí que entendi que eles estavam apostando as roupas. Me acomodei bem junto da janela e me preparei para assistir o show.

Minha irmã perdeu duas vezes seguidas e ficou só de calcinha e sutiã, uma verdadeira gatinha! Corpinho bem feito, bumbum arrebitado e peitinhos pequenos, daqueles que a gente engole de uma vez só numa bocada. A gostosa da Paula perdeu uma vez e tirou a bermuda apertada, liberando o bundão delicioso. Gil perdeu uma vez e tirou a camisa, perdeu de novo e ficou de cueca. O pau duro do cara dava a impressão de que tinha uma garrafa dentro da cueca.

Foi aí que a brincadeira acabou. Paula voou no cacetão, abaixou a cueca e começou a chupar a pica. Minha irmã ficou pasmada olhando a cena, Gil a chamou, ela se aproximou. Paula continuava de boca cheia, com o pau enfiado até a garganta, ajoelhada na frente de Gil. Ele acariciou o cabelos de minha irmã e lhe deu um beijo, Cris ficou abraçada ao pescoço dele enquanto sua calcinha era arriada e o sutiã era arrancado.

Gilson deitou no sofá, tudo isso com a negona chupando sua jeba, e colocou Cristiane sentada em sua cara, enfiando a língua com vontade naquela pombinha, que começou a gozar. Paula se deliciava naquele cacete fenomenal, que parecia maior a cada lambida, até que ela ficou de pé, arrancou a calcinha e sentou de uma vez só na pica.

Paula subia e descia na maior alegria do mundo, abraçando minha irmã pela costas e acariciando-lhe os seios. Cristiane tremia de prazer e lambuzava a cara do meu amigo com a buceta, então Gil resolveu mudar de posição. Ele levantou e começou a beijar Paula e acariciar- lhe a tetas, colocou minha irmã de joelhos e ofereceu aquele cacetão pra ela mamar.

A safada segurou Gil pela bunda e ficou com a boca entupida por aquele caralhão. Foi mamando, beijando, lambendo... e Gil abraçado com a negona acariciou aquela xana negra lisinha, agarrou com força o bundão e enfiou o dedo indicador naquele cu delicioso. A morena foi derretendo na mão dele e começou a morder sua orelha. Ele enfiou outro dedo no cuzão e o polegar na chavasca da garota, que começou a mexer com mais intensidade e a gemer tão alto que pude ouvir mesmo estando longe.

De repente Gil começou a ejacular. Minha irmã tentou fazer como a nossa mãe, mas se engasgou e acabou levando jatos de esperma na cara. Quando viu tanto leite desperdiçado, Paula agarrou a mangueira do Gilson e começou a limpar com a boca. Minha querida irmãzinha ainda estava meio zonza limpando a porra do rosto.

O tarado segurou minha irmã, e sem pedir licença a deitou no braço do sofá com a bunda lisinha erguida pro alto. Gil começou a meter naquela franguinha, Cristiane fechou os olhos e começou a rir como uma criança que recebia o presente pedido e tão desejado. Ela rebolava a bundinha e intensificava o ritmo daquela trepada fantástica.

O cacetão do Gil entrava e saía da grutinha da minha irmã sem parar, quer dizer, às vezes parava, segurava a bunda dela um pouco e socava mais fundo ainda. Cris arregalava os olhos como se estivesse sentindo dor, mas depressa voltava a sorrir com a maior cara de safada e mexia gostoso o traseiro, deixando o Gil mais tarado ainda.

Enquanto Gil arregaçava a minha maninha, Paula se foi para a cozinha... Era maravilhoso ver aquele mulherão negro andar nuazinha pela casa, que pedaço de mal caminho era ela! Maravilha! Paula foi e voltou algum tempo depois com um copinho de plástico na mão. Ela ficou de quatro na frente dos dois e abriu as nádegas, mostrando o brioco lindo que possuía.

Então pegou o copinho e derramou o conteúdo (azeite, acho eu) na portinha do cu, oferecendo para o matador. Gilson não se fez de rogado, tirou o pintão de dentro da maninha e encostou a cabeçona no fiofó da Paula. A bela suspirou profundo, fechou os olhos, cerrou os dentes e foi empurrando a bunda pra trás.

Gil não queria machucar a mulata, então colocou as mãos pra trás do próprio corpo e deixou a moça forçar o cuzinho contra o pauzão dele. A pantera negra suava e gemia, mas não parava de forçar a penetração. A cabeça entrou, ela gritou, Gil segurou aquela bunda macia e começou a acariciá-la bem devagar. Ele não entrou e nem saiu de dentro do rabo da nega, só manteve a situação até moça se acostumar com o volume daquele tronco no cu.

Enquanto isso foi alisando as carnes macias daquela bunda fantástica. Minha irmã observou tudo admirada e ofegante, sabia que ia ser a próxima e queria aprender as técnicas de ser enrabada por aquele super caralho. Depois de alguns instantes, Paula começou de novo a forçar a bunda no pau, e aquele troço enorme começou a deslizar pra dentro dela.

Gil sorria enquanto Paula gemia de dor, mas não parava de meter. Quando ela sentiu as bolas dele encostarem em sua bunda, começou a se mexer pra frente bem devagar. Parece que a dor foi passando aos poucos e a morena sorriu, empurrou de novo, só que dessa vez um pouco mais rápido. Ela olhou pra trás e deu uma risadinha safada.

Gil segurou com firmeza a bunda dela e começou a comandar a trepada. Empurrava e puxava bem devagar os 23cm de pica no cu da neguinha, aumentando a velocidade do vai-e-vem progressivamente. Paula começou a gritar alto para ele meter com força: - Arromba meu rabinho, fode meu cuzinho, ai, ai! Gil não queria saber de mais nada e meteu até gozar de novo e deixar o leitinho branco escorrer do cu da bela Paula.

Saciados ao extremo eles saíram e foram tomar um banho juntos. Demoraram alguns minutos, depois o trio safadeza resolveu descansar um pouco no carpete, onde ficaram abraçados. Cris e Paula beijavam e acariciavam o corpo másculo de Gil, se entretendo principalmente com o pau enorme do rapaz, que mesmo em estado de repouso tinha uma aparência colossal,

No meio de tanta atenção o pau do Gil começou a crescer e as duas taradas se puseram a chupá-lo juntas. Enquanto Paula chupava a cabeçona inchada, Cris lambia e chupava as bolas do garotão, que se deliciava no traseiro gostoso da mulata, beijava, lambia e enfiava a língua no brioco invadido por ele alguns minutos atrás. Aí então elas trocaram de lugar.

Cristiane subiu no cara e ficou na posição em que a Paula estava, engolindo o pauzão pela cabeça. Paula começou a beijar e a lamber os culhões do garanhão. A bundinha redonda e rosada da minha irmã ficou exposta à língua de Gil, que tratou logo de meter o linguão no cuzinho até então virgem da menina.

Cris começou a gemer e a mexer o bumbum, o safado aproveitou a deixa e foi enfiando o dedo indicador no anelzinho dela. Minha irmazinha então colocou a mão na buceta e começou a se masturbar. Paula agachou-se em cima do bastão e foi roçando bem devagar a xoxota naquele mastro. Gil ia atochando cada vez mais fundo o dedo no rabicó da minha maninha safada.

O copinho com o óleo ainda estava por ali, então Gil se levantou, colocou Cristiane de quatro com o bumbum gostoso empinado bem na direção aonde eu estava, colocou a gostosa da Paula chupando o caralhão e começou a enfiar o dedo polegar no buraquinho, que ia se alargando para receber o intruso.

Depois de fazê-la se acostumar com a sensação de ser enrabada, finalmente chegou a hora de botar pra quebrar, ou para ser mais exato, botar pra rasgar. Gilson pegou o copinho de óleo, entornou na vara, espalhou por todos os 23 cm daquele pedaço de bambu e encostou a cabeça na portinhola dos fundos da ninfeta.

Ele segurou aquela bundinha com firmeza e forçou... Cris soltou um grito alto de dor. Fiquei confuso com o que estava ouvindo, mas era isso mesmo, a garota estava gritando de dor mas também gritava para que o cara não parasse: Ah! Ai, não pára, não se importe com meus gritos, ai...dói... mas é bom. Mete... mete até o fim!

Gil atendeu a menina, segurou com força a bunda da franguinha e meteu o espeto sem dó. Cris começou a gritar como uma louca. Gil então ordenou à Paula: - Tapa a boca dela! Agora eu vou arregaçar essa putinha. Paula atendeu e colocou as mãos para abafar os gritos da minha irmã e Gil meteu a vara bem no fundo do rabo da maninha.

O tronco da pica entrou rasgando até as bolas baterem naquela bundinha carnuda. Ele manteve a posição, o pauzão todo enfiado até o talo no rabinho da mocinha. Cris estava com a boca tapada, os olhos arregalados de dor e muito tesão com aquele tronco no cú. Gil não fazia movimento nenhum, só deixava Cristiane experimentar a sensação de ter o rabo todo preenchido por seu caralho.

Depois que Cris se acalmou e parou de gemer, ele falou: - E aí, gatinha? Não era o que você queria? Posso tirar o bruto agora ou você quer esperar mais um pouco? Assim que Gil começou a puxar a espada para fora, Cris soltou um grito: - Aaaii! Gil parou. Como vai ser, criança? Saio ou fico? Cristiane respondeu: - Sai... mas devagar, por favor!

Ele sorriu e começou a puxar bem devagar o ferrão das entranhas da garota, que gemia baixinho... Quando só faltava a cabeçona para liberar o rabo da cadelinha, a safada gritou: - Não tira! Não tira! Empurra de novo e com força! Me come, me fode, me arromba, vai, mete tuudoo! Gilson riu, segurou Cristiane pelas ancas e entrou de novo no cú da mocinha...

Ela agora gemia baixinho, quase ronronando: - Aaaiiii. que gostoso! Dói... mas é bom, muito bom! Cristiane foi passando dos gritos altos aos gemidos suaves, estalados entre os dentes. O orifício anal da minha irmã ia se alargando, devido ao mastro que entrava e saía do traseiro roliço.

De repente Gil fez menção ao gozo e Paula disse: - Agora é a minha vez, goza na minha boca, garotão! Gil então apontou a mangueira na direção da mulata e jorrou porra abundantemente. Paula engoliu o leite todo sem engasgar, lambendo os lábios e limpando todo o caralhão, espremendo até a última gota.

Depois disso tudo os três sentaram calmamente e continuaram o jogo de cartas. Algum tempo depois eu cheguei na sala como se não soubesse de nada. Eles riram e se olharam, um olhar cúmplice, mas fingi que não entendi. Só não pensem que acabou por aqui. Na próxima vez vou contar como ele traçou a mulher do meu tio.

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