Autor: não creditado
8.7
A aventura sexual que vou relatar ocorreu em uma casa de praia, quando a imaginação se tornou realidade. Os nossos filhos tinham ido para uma colônia de férias, organizada pelo colégio, e nós fomos passar o final de semana na casa de praia de um amigo nosso, localizada cerca de 100 km de Fortaleza.
Chegamos lá na sexta-feira à noite e fomos recepcionados pelo caseiro, que nos informou que éramos os únicos convidados naquele final de semana. O caseiro se mostrava muito tímido, mas Carla procurou logo quebrar o gelo. Ela nos apresentou e disse que não precisava chamá-la de senhora, pois ele aparentava ter a nossa idade. Ele disse que sua patroa costumava chamá-lo de Marlon, e ele gostava desse nome.
O Marlon tinha a minha altura, cerca de 1,80m, mas era mais forte e tinha um jeito meio rústico. Carla gostou do jeito dele e pediu que ele nos ajudasse a fazer um churrasco no dia seguinte. No fim da primeira conversa deu pra notar que o caseiro já se sentia mais à vontade e Carla deixava escapar no olhar um certo ar de desejo.
Nós estávamos cansados naquela noite e fomos cedo para a cama. Na manhã seguinte, Carla foi até a casa do caseiro e pediu que ele fosse comprar umas carnes para o churrasco. Eu e Carla fomos então para a praia tomar banho de mar. Carla estava vestindo um biquíni amarelo muito bonito e usava uma canga que cobria parcialmente suas partes mais íntimas.
Na praia ela ficava somente de biquíni, e na aquela manhã ela fez questão de bronzear o corpo todo. Eu e uns poucos homens que passavam naquela praia admirávamos aquelas formas deliciosas. Nós voltamos da praia por volta de 11h e lá encontramos o fogo aceso e Marlon preparando algumas carnes.
Carla perguntou se ele não tinha uma pinga pra nos oferecer e ele nos arranjou uma cachaça muito boa. Trouxe somente dois copos, mas Carla fez questão de colocar uma dose para ele também. Na terceira dose o clima já estava bastante animado. Marlon já não conseguia disfarçar os olhares para o rabo de Carla, que ainda estava com a canga.
Carla então resolveu tirar a canga e foi tomar banho numa bica que ficava no jardim. Finalmente o rabo de Carla estava sendo apresentado aos olhos do caseiro tarado. Fiquei olhando para ele, que estava fixo no rabo de Carla. Quando ele percebeu, tentou sair com aquela antiga frase: - Sua mulher é muito simpática.
Olhei pra ele e perguntei: - Somente simpática? Ele se engasgou, mas conseguiu se sair bem: - Ela também parece que é muito talentosa. A resposta dele acabou provocando risos, que foram ouvidos por Carla. Ela perguntou se estávamos falando mal dela e eu disse que Marlon tinha chamado ela de simpática e talentosa.
Carla disse que também tinha gostado do Marlon, mas que não poderia afirmar nada sobre o tamanho do talento dele. A risada foi geral e Carla aproveitou para sugerir que Marlon ficasse só de sunga e tomasse um banho para diminuir o calor. Ele obedeceu como um cachorrinho de madame, tomou banho e depois sentou na nossa frente.
Eu estava atrás da Carla, lhe acariciando, e dava pra perceber que ela mordia os lábios admirando o talento do Marlon, ou pelo menos o que aparecia em sua sunga. Marlon já estava bastante à vontade e começou a falar de sua vida. Disse que a mulher tinha viajado para a casa dos pais já fazia dois meses. Ele disse que estava subindo pelas paredes, e aquilo servia como indireta na tentativa dele conquistar o rabo de Carla.
Os assuntos começaram a pender para o lado do sexo. Marlon disse que tinha visto em uma revista do patrão que a maioria das mulheres brasileiras não achava importante o tamanho do cacete dos homens e perguntou o que Carla achava do assunto. Carla disse que se o pau tivesse mais que 18cm ela também não se importava. A risada foi geral.
Eu então brinquei: - Como você vê, Marlon, a Carla além de talentosa também é muito gulosa. Aquilo incendiou definitivamente o clima entre nós e Marlon nos convidou para jogar baralho na casa dele no início da noite. Carla sentou no meu colo e sugeriu uma roleta russa, sendo que o vencedor teria que tirar uma peça de roupa do corpo.
As regras foram definidas e nós tratamos de tomar banho, pois já eram quase seis horas. Carla vestiu uma linda calcinha de renda vermelha, uma saia preta e uma blusa transparente. Seu perfume era puro tesão. Eu e Marlon fomos de short, camiseta e cueca. Chegamos na casa do caseiro e ele tinha colocado um colchão enorme na sala principal, onde sentamos um em cada lado.
Ele também nos ofereceu umas doses de cana, boa cana, e seus olhos de tarado não tiravam Carla da mira. Começamos a jogar 31 e a torcida era toda de Carla. Ela ganhou a primeira partida e resolveu tirar a saia, ficando somente de calcinha e blusa. Depois nós ganhamos cada um uma partida e ficamos somente de short e cueca.
Depois Carla ganhou mais uma e ficou maravilhosa somente com aquela mini calcinha vermelha. Eu e Marlon criamos uma nova regra: como Carla tinha sido a primeira a ficar somente com uma peça íntima ela teria que desfilar para nós. Ela não resistiu à idéia e desfilou como uma puta safada, mostrado o rabo e rebolando gostoso.
Quando nós ganhamos as partidas seguintes e ficamos somente de cueca ninguém conseguia mais esconder o tesão, e Carla não tirava o olho dos nossos enormes talentos. Faríamos então a última jogada e o ganhador decidiria como o jogo continuaria. Carla teve sorte de novo e ganhou.
Ela pensou um instante e decidiu que tiraria as nossas duas cuecas, e por eu ser o dono da buceta, tiraria a sua calcinha. Na realidade ela estava curiosa para conhecer a rola de Marlon e queria que eu desse uma chupada na sua bucetinha. Eu então me levantei, ajudei Carla a se levantar e beijei sua boca ardentemente, roçando meu cacete em sua calcinha.
Marlon não se agüentava mais, então abraçou ela por trás fazendo um sanduíche e beijando sua nuca. Ela estava totalmente entregue. Carla virou, beijou a boca de Marlon e desceu com sua língua gostosa lambendo o peito dele, depois as suas coxas e finalmente tirou sua cueca. Naquele momento ela estava sendo apresentada ao cacete de Marlon, que media uns 20cm e era um pouco mais grosso que o meu.
Marlon sentou no colchão e se apoiou com os dois braços para trás. Carla lambeu seu saco, passou a língua no cacete subindo até a cabeça e depois iniciou um boquete que fez o caseiro delirar. Carla estava de quatro e aproveitei para tirar sua calcinha. Comecei a lamber levemente sua buceta.
Ela queria que eu chupasse como costumava fazer, então se deitou com as pernas completamente abertas, enfiando completamente o cacete de Marlon na boca. Eu chupava e mordia sua buceta, e naquela situação Carla gozou várias vezes na minha boca. Marlon estava numa tara descontrolada e disse no ouvido de Carla que gostaria de comê-la de quatro.
Carla não via a hora de ser afundada por aquele macho. Ela ficou de quatro, ele encostou a cabeça da rola na entrada da buceta dela e começou a enfiar lentamente. Ela estava agarrada na minha rola, mas as estocadas de Marlon a deixavam fora de si, gozando feito uma tarada. Ela pediu que ele metesse fundo e gozasse dentro dela.
Marlon deu estocadas violentas, que se intensificaram até o momento que ele encheu a bucetinha dela de um líquido quente. Ele deitou sobre ela, que continuou rebolando no cacete do macho como se quisesse absorver as últimas gotas de esperma. O caseiro caiu quase desmaiado ao lado de Carla, mas ela ainda queria mais, queria que eu a comesse fazendo um frango assado.
Ela abriu as pernas e levantou até os meus ombros. O meu cacete latejava de tesão e eu enfiei como quem quer esfolar uma buceta. Dei várias estocadas violentas e gozamos juntos, algo que nos deixou completamente saciados, pelo menos parecia isso. Nos lavamos no banheiro e retornamos para a sala, onde Marlon já havia preparado umas doses pra recuperar a energia.
Nós ficamos conversando e Carla deitou no colchão, mostrando seu rabo gostoso para os dois tarados. Marlon disse que era especialista em comer rabo de morena e Carla se arrepiou toda. Ela disse que admitiria a hipótese, mas que gostaria de experimentar uma dupla penetração.
Eu então me deitei no colchão e pedi que ela sentasse no meu cacete. Ela sentou e ficamos nos beijando na boca, enquanto ela deixava o rabo livre para ser penetrado pelo outro macho. Marlon não perdeu tempo e pegou o lubrificante que usava para comer o cuzinho de sua mulher.
Ele massageou o cuzinho de Carla, que sentia uma mistura de medo e de tesão. Marlon começou a forçar a cabeça da rola e Carla gritava de dor. Ele foi metendo pacientemente, e com o pau bem lubrificado invadiu o cuzinho apertado de Carla. Ele foi fazendo um movimento de ida e volta e a dor foi sendo substituída por um tesão descontrolado.
Carla rebolava lentamente na minha rola e pedia para que Marlon arrombasse o seu cuzinho. Ele passou a dar fortes estocadas e ela gritava mais alto, pedindo que a gente fodesse sua buceta e seu rabinho gostoso. Os gritos da tarada se misturavam com os gritos dos tarados, que agora já lhe chamavam de puta gostosa.
Vendo a tara de Carla, gozei dentro de sua buceta e quase na mesma hora Marlon derramou seu esperma dentro do rabo quente da nossa putinha. Nós ainda tivemos coragem de tomar banho, mas depois caímos num sono forte, os três deitados no colchão. Por volta de meia noite Carla me chamou para tomar banho nas fontes da praia. Eu estava quase dormindo e respondi que ia já.
Dormi mais uns minutos e quando acordei estava sozinho. Imaginei que os dois tinham ido para a praia e fui na direção das fontes. Era uma noite de lua clara e quando me aproximei deu pra ouvir o gemido de um homem. Me aproximei sem deixar que me vissem e lá estava Carla, de joelhos, mamando na rola de Marlon. Pensei em entrar e participar, mas preferir assistir aquela cena apenas como espectador.
Carla mamava como uma verdadeira puta se entregando a outro homem sem a presença do marido. Marlon então a levantou pelos cabelos, beijou na sua boca e falou algo em seu ouvido. Carla então se virou, colocou a perna em cima de uma pedra, abrindo o caminho para ele foder sua bucetinha.
Ele então meteu de uma só vez e começou a dar estocadas, batendo as coxas na bunda da minha morena. Carla agora revelava todo seu lado de tarada, gemendo mais alto que o barulho das ondas, implorando para que ele a fodesse, que ele a afundasse, dizendo que ela era toda dele e que ele poderia fazer tudo o que desejasse.
Marlon estava fodendo Carla numa posição que eu adorava fazer com ela e aquilo me deixava com o tesão muito grande. Depois Carla pediu que ele se deitasse e ela sentou na rola, fazendo um sobe e desce que só era interrompido pelas gozadas intermináveis. Quando eles estavam nessa posição, ela percebeu que eu estava observando.
Carla então beijou ardentemente a boca de Marlon, se levantou e veio na minha direção. A princípio ela parecia receosa, mas quando viu meu cacete duro percebeu que havia me agradado. Ela me beijou, pegou na minha rola e disse que queria ser fodida de quatro na areia da praia.
Ela ficou de quatro, e depois de dar uma leve lambida na sua buceta, enfiei de uma vez a minha rola naquele buraco quente e lubrificado de tanto gozo. Comecei a dar estocadas fortes. Ela gemia como uma cadela. Marlon ainda não tinha gozado, então ele se sentou na frente dela e ofereceu a vara para ela se deliciar.
Carla gemia com minhas enfiadas e Marlon delirava com as chupadas de Carla. Ela então disse que queria que eu comesse seu rabo. Lubrifiquei bem minha rola na buceta dela e fui enfiando devagar em seu cuzinho. Com o tesão que Carla estava ela sequer reclamou de dor. Na realidade, como o cuzinho dela tinha sido esfolado pelo Marlon, o meu trabalho ficou facilitado.
Comecei a dar estocadas firmes no rabo dela, com meu saco batendo na bucetinha. Com o tesão que estava sentindo gozei e caí por cima da minha morena, que ficou rebolando com minha rola toda dentro do cuzinho. Carla ainda se ocupava chupando a rola de Marlon, e com um boquete perfeito ela o fez esporrar dentro de sua boca. Marlon segurou a cara dela e disse que ela teria que engolir tudo, coisa que Carla fez sem reclamar.
Ficamos deitados na praia por alguns momentos e seguimos para a casa principal. Marlon foi andando atrás da minha mulher sem que ela percebesse, e quando ela se aproximava da escada ele a agarrou por trás e esfregou sua rola na bunda dela, dando uma mordida na nuca. Depois ele enfiou a coxa entre as pernas dela e a fez abrí-las bem.
Em seguida acariciou a buceta com a mão direita e enfiou dois dedos dentro dela, dando fortes estocadas. Carla ficou parada como se estivesse aproveitando a última gozada. Eu me aproximei, dei um tapa em sua bunda, a abracei e disse que era melhor a gente dormir, porque ainda teríamos um dia inteiro de novas aventuras, que ela mesma vai contar.