Autor: não creditado
7.2
Consegui passar pela seleção com os meus 1,73m de altura, a pele clara e sempre bronzeada do sol, olhos verdes, lábios bem grossos, rosados e um nariz pequeno e sardento. Além disso, tenho cabelo castanho claro e muito liso, seios tamanho 38, bem empinados e biquinhos muito durinhos... Para terminar vem a parte que mais gosto, as pernas que faço questão de exibir em uma mini-saia e uma calcinha fio dental, que não consigo dispensar!
O meu namorado, Henrique, vive no Porto e apenas está comigo aos fins de semana. Uma vez ele vem a Lisboa e na vez seguinte eu vou ao Porto. Nas primeiras semanas em que vim para Lisboa fui-me agüentando com o meu vibrador, mas ao fim de um mês aquelas transas que aconteciam apenas no final da semana começaram a ser pouco para mim... e para ele, então, nem falo. Muita punheta deve bater o meu corninho amado!
Eu o dia todo correndo de uma loja para a outra, tentando vender os meus produtos. Um dia eu parei numa loja de perfumes que tinha aberto três dias antes, onde eu ia tentar fazer negócio, e vi cinco estudantes conversando à porta. Percebi que eles começaram a sussurrar. Não sabia porquê, até que entrei e vi que o centro da atenção era a dona da loja, uma loura escultural que punha qualquer das duas vendedoras no chinelo.
Falei com a dona da loja e vi que ela não estava nem aí para os meninos, pois ficou olhando para mim e sendo bem sensual, até que demonstrou interesse em alguns perfumes e me disse para entrar em uma pequena sala no interior da loja. Chegando lá, me mandou sentar num sofá de couro e começou a me cantar, a primeira cantada que recebi de uma mulher.
Até então eu nunca tinha sentido nada por uma mulher, mas ao ver aquela loira bem torneada, com uma perna em cima do sofá, exibindo a coxa cheirosa perto do meu nariz, comecei a ficar cada vez mais molhada e quando dei por mim estava sendo bolinada. Ela foi abrindo minha camisa e lambendo os meus peitos, ao mesmo tempo em que enfiava os dedos na minha buceta em estocadelas fortes e rápidas.
Depois levantou a saia e envolveu a minha cara com aquele par de coxas cheirosas, o que me permitiu enfiar a língua bem molhadinha em sua xaninha. Ao mesmo tempo senti que a língua dela percorria toda a minha xana e só parava no meu cuzinho, onde ela começou, aos poucos, a tentar enfiar o dedo... Ficamos as duas ali gemendo de prazer durante muitos minutos, até que nos recompusemos e voltamos à loja.
Lá estavam apenas as duas vendedoras, que nos olharam e sorriram com um ar de que tinham percebido tudo. De volta à minha casa, só pensei em tomar um banho e relembrar minha primeira experiência com uma mulher. Porém ao chegar, dei de cara com o tal grupo de rapazes, que estava na porta do meu prédio. Eu nem havia percebido, mas um deles morava no apartamento ao lado do meu.
O rapaz tinha uns 24 anos e morava com a mãe. Até então ele sempre tinha sido muito tímido e falava muito baixo... Nesse dia acabamos subindo os seis no elevador, eu, ele e os amigos, todos em silêncio. Podíamos ouvir as respirações, e sentindo-me observada e tocada devido à falta de espaço, comecei a ficar excitada...
Quando a porta se abriu, todos permaneceram calados e assim que saí reparei que ficaram todos a olhar para mim... Senti-me lambida pelo olhar deles, e a minha vontade foi mandar toda aquela turma entrar na minha casa para que eu usasse cada um deles, um a um. Quando fechei a porta fiquei escutando e ouvi as risadinhas deles comentando: - Que vizinha boa! Viu aquele pernão? Que melões suculentos... Você tem que comer ela! Fiquei louca de tesão, e se não abri a porta foi porque me controlei muito bem....
Quando entrei em casa fui direto para o banheiro tomar um banho. Depressa me veio à memória a minha aventura com a dona da perfumaria. Podia sentir, ainda mesmo depois do banho, o cheiro dela entranhado na minha pele, e isso me deu uma vontade imensa de brincar com o meu vibrador. Fui ao quarto e tirei da mesinha junto à cama o meu bichinho de estimação.
Quando ia começar, tocou o meu celular. Era o Henrique, o meu namorado. Ele tinha acabado de chegar à casa dele no Porto e me ligou dizendo que estava com muita saudade e louco de tesão por mim. Eu não liguei nem um pouco, pois aquela loura não me saía da cabeça, e tentei ao máximo despachá-lo, pois queria brincar à vontade com o meu vibrador.
Finalmente consegui desligar a chamada dizendo que tinha uma panela queimando no fogão. Desliguei e comecei a passar um creme no meu corpo, que me deixou bem escorregadia e brilhante. Olhei meu corpinho no espelho e pude ver minhas tetas bem rijas e empinadas, meu traseiro bem redondinho e o meu papinho da xana bem raspadinho sem um único pelo, como o Henrique gosta!
Deitei na cama e depois de dar uma lambida gostosa no meu vibrador comecei a enfiá-lo lentamente com uma mão, massageando o meu peitinho com a outra. Quando já estava bem molhada e sonhando com aquela loira fabulosa, ouvi lá ao longe alguém tocar à minha porta.
Levantei num pulo, vesti meu robe de seda preto e fui correndo. Perguntei quem era e ninguém respondeu, aí resolvi espreitar. Duas pessoas falaram baixinho. Perguntei novamente quem era, aí responderam: - É o vizinho do lado! Eu abri devagar e enquanto o meu vizinho tentou falar, notei que o amiguinho dele ficou como que congelado, olhando para mim.
O meu vizinho começou a tentar falar, mas gaguejou muito: - Oi, pe-peço desculpa de es-estar a in-incomodar... Eu sorri e disse que não tinha problema. Aí o amigo dele falou: - É que nós fomos levar os nossos amigos lá abaixo e acabamos ficando na rua, com a chave dentro de casa. Como os pais dele só chegam de noite e eu estou com meus livros lá dentro, pensamos se você deixaria que nós pulássemos da sua janela para a dele, para abrirmos a porta. Então respondi:
- Mas vocês são loucos? Estamos no 10º andar, se vocês caírem o que eu vou dizer aos vossos pais?
- Bem, tem razão... Mas ao menos deixa eu espreitar para ver se é difícil..., disse o meu vizinho.
Deixei. Eles entraram em casa, e quando eu saí de trás da porta os rapazes me viram de robe bem curto, mostrando as minhas coxas e meus biquinhos bem vincados na frente. Eles ficaram com os olhos em bico. Eu fiquei meio atrapalhada e tentei cobrir o corpo ao máximo, mas a peça era mínima e se eu puxava de um lado faltava do outro, o que os fez delirar.
Mandei os dois entrarem e perguntei qual a janela que eles queriam espreitar. Ele me falou que era do quarto que tinha banheiro. Era precisamente o meu quarto. Os garotos foram entrando atrás de mim, e de repente quando olhei para a cama vi que tinha deixado o vibrador bem à vista de todos!
Tentei esconder, mas foi tarde demais. Os meninos ficaram olhando e eu olhando para eles... Aí eu falei: - Sabem, é que estou sozinha... e sorri! Os dois fizeram um riso bem amarelado e nesse momento pude ver que ambos exibiam um nabo bem inchado entre as pernas... quase que arrebentaram as calças... Fiquei vidrada olhando aqueles membros.
Eles perceberam e um deles falou: - No que estiver ao nosso alcance, teremos o maior prazer em ajudar... Fiquei tremendo de tesão. Aqueles meninos bem gostosinhos, com dois paus imensos só para mim. Nem tive tempo para responder, um deles veio logo agarrando meu robe e deixou meu peito descoberto. O rapaz baixou a boca sobre as minhas tetas e começou numa lambida infernal
O outro foi para trás de mim e levantou a pequena parte que cobria o meu traseiro e as coxas. Ele me ensanduichou com o colega e começou a bolinar a minha xana com uma mão e a passar o dedinho no meu cu... Eu fiquei ali, segurando os meus longos cabelos no alto da cabeça enquanto era comida por aqueles dois caras, gemendo, com as pernas tremendo e com a boca seca de tanto tesão.
Eu nunca tinha transado com dois caras, e isso me deixava louca de tesão, mas o Henrique nunca demonstrou abertura para fazer tal coisa, por isso eu só fantasiava enquanto metia o vibrador. Quando dei por mim já estava de joelhos. O meu vizinho não largava as minhas tetas, o outro limitava-se a servir de apoio às minhas costas, sentado na cama.
Quando o meu vizinho parou, o amigo dele falou: - Eu também quero me divertir... e se levantou. Ambos ficaram de pé com aquelas picas bem excitadas na minha frente. Gulosa como estava, fui logo abrindo as calças do amigo do meu vizinho, que me parecia ter uma pica ainda maior. Tirei um instrumento bem tesudo lá de dentro, coisa que me deixou louca, pois o meu namorado, apesar de bom de cama, deve ter uns 14 cm de pau duro.
O meu vizinho devia ter um pau pouco maior que o do meu namorado, só que o pau dele enchia por completo a minha mão, que nem fechava tamanha era a grossura. Fiquei indecisa entre qual dos dois chupar primeiro, mas um deles resolveu o problema me mandando abrir a boca, enquanto empurrava toda aquela carne de encontro aos meus lábios.
A minha boca quase se rasgou com tudo aquilo lá dentro, eu podia sentir a saliva a crescer debaixo da língua e a escorrer pelo meu queixo, enquanto eles iam entrando e saindo com aqueles paus lambuzados, até que um se fartou e pediu para eu tocar punheta enquanto chupava o outro todinho.
Enquanto tocava punheta e fazia um boquete gostoso, os rapazes foram tirando a roupa e o meu robe, deixando-me toda nua, de joelhos no chão do quarto. Troquei e comecei a chupar o meu vizinho enquanto punhetava aquela máquina de 18 cm. Ele gostava de ir bem no fundo da minha garganta, e apesar de ter um pau bem menor, toda aquela grossura me deixou louca e me fez engasgar várias vezes...
Quando o amigo se fartou da punheta, veio por trás de mim e pediu que eu empinasse o cuzinho. Fiquei assustada, não queria dar o meu cú pois nem para o meu namorado eu dava, mas ele falou para eu relaxar, que só queria comer minha ratinha por trás enquanto eu engolia aquele pau grosso. Levantei o meu cuzinho, ele lambuzou a minha ratinha e encostou apenas o pau na entrada dela.
Eu podia até sentir o latejar daquela cabeça vermelhinha. De repente o meu vizinho falou: - Come ela com força enquanto ela abocanha o meu pau... Dá uma estocada forte! O outro soltou uma risadinha, eu tentei falar para ele ir com calma, mas o meu vizinho me agarrou pelo cabelo e empurrou toda a carne daquela pica pela minha garganta abaixo, fazendo lágrimas caírem pelo meu rosto.
Ao mesmo tempo o coleguinha dele enterrou o pau de uma só vez na minha xana, fazendo com que eu gritasse, entalada naquele pauzão... nisso o meu celular começou a tocar... Só consegui tirar o pau da boca e dizer: - É o meu namorado... temos que parar! E meu vizinho respondeu: - Parar? Nem pensar! Ou você atende com o meu nabo lá dentro ou atendo eu!
Aquilo me deixou cheia de tesão... ser comida por dois cavalos e falar ao celular com o Henrique, o meu corno mansinho, ao mesmo tempo! O amigo do meu vizinho, apesar de continuar me fodendo, diminuiu a intensidade e a força das estocadas e eu atendi o celular. - Alô!, falei eu com voz trêmula.
- Rita, sou eu de novo. Há pouco nós estávamos falando e tiveste que desligar, eu estava ligando para saber como estão as coisas por aí.
- Está tudo bem, querido, cheguei em casa e estava aqui tentado descansar um pouquinho antes de jantar!, menti com a voz ofegante.
- Pareces cansada, com voz de quem esteve correndo..., disse Henrique, desconfiado.
Nisto o sacaninha do amigo do meu vizinho começou a enfiar o dedinho no meu cú, e eu que nunca tinha experimentado comecei a me sentir incomodada, mas não pude dizer nada pois o Henrique iria perceber. Fiquei um pouco calada e o meu namorado do outro lado insistia: - Mas, o que se passa contigo? Tens a certeza que está tudo bem?
- Está, amor, está tudo ótimo. Eu só me assustei um pouco com o toque do celular. É que eu estava quase dormindo...
- Estou-te achando estranha e ofegante. Devias ir ao médico.
- Ao médico? Mas eu nunca me senti tão bem... disse eu cheia de tesão, apesar daquele dedinho malandro no meu rabo me estar incomodando!
E nisto os meninos soltaram uma risadinha por eu ter dito que nunca tinha me sentido tão bem, risadinha essa que apesar de ter sido baixinha, fez com que o corninho ficasse nervoso...
- Quem está aí contigo?, disse ele gritando.
- Ninguém amor... é a TV. Eu estou assistindo a um filme...
- Ahhhh... mas não estavas a dormir?
Fiquei sem resposta e ele começou a gritar, me chamando de vadia e de puta. Ainda tentei dizer qualquer coisa, mas o menino começou a carregar na minha xana com força e o meu vizinho acabou tirando o celular da minha mão e desligando a chamada e o próprio celular.
Eu fiquei um pouco assustada com o que iria acontecer comigo e com o Henrique, mas ao mesmo tempo senti uma raiva imensa dele por nunca ter me deixado experimentar ser comida por ele e pelo Bruno, um colega dele, que antigamente ia muito a casa dele e que me comia só com o olhar.
Um dia em que estávamos na cama, depois de uma foda das grandes, começamos a falar de fantasias e eu disse que adoraria experimentar ser comida por dois machos de pau grande. Ele ficou olhando para mim e perguntou se o pau dele não servia. Obviamente menti e disse que sim, mas que gostaria que ele trouxesse alguém mais para me comer ao mesmo tempo.
Ele me perguntou quem eu gostaria que me comesse. Fiquei um pouco receosa de falar, mas o Bruno nunca saía da minha cabeça. Sempre que íamos à praia eu ficava olhando o corpo dele, que tinha cerca de 1,85m de altura, moreno, musculoso, com uns olhos verdes claríssimos, e pelo que se percebia debaixo do calção guardava um pau imenso...
Ao fim de dizer várias vezes que nunca tinha pensado em ninguém em concreto, arrisquei falar o nome do Bruno. Foi o meu erro. A partir desse dia eu só o vi mais uma vez. Ele fez questão de, sem eu saber, afastar o Bruno da casa dele e do nosso círculo de amigos. Só que agora eu estava realizando o meu sonho... Tinha dois carinhas, que apesar de mais novos que eu, tinham muita prática e estavam me deixando completamente louca.
Meu vizinho sentou no sofá, me sentou no colo dele e foi enfiando aquele rolo de carne de uma só vez na minha rata. O amigo dele sentou nas costas do sofá, agarrou o meu cabelo, me puxou até seu mastro grande e com a mão começou a me dar umas piçadas nas bochechas: - Toma, sua vadia... corneando o noivinho, sua puta... Não te chega o vibrador pois não? Estás a gostar de levar com os nossos martelos?
Eu nem conseguia responder, mas eu estava delirando, só consegui agarrar aquele nabo e enfiar na minha boca... Comecei a lambuzar aquele tronco todo com a minha saliva, e enquanto chupava aquela cabecinha punhetava o resto do pau. O meu vizinho enterrava o pau dele forte na minha rata, e enquanto a alargava ia mordendo e lambuzando as minhas tetas. O sacaninha delirou com os meus peitos!
Aquela foda estava sendo maravilhosa, mas aqueles meninos não jorravam nem uma gota de leite, pareciam de ferro. Eu já estava começando a ficar toda assada na xaninha e eles com aqueles paus apontando para o teto e latejando como se tivessem começado naquele instante.
Nisto, enquanto o meu vizinho comia os meus peitinhos e a minha ratinha, o amigo saiu do sofá e desapareceu da minha frente. Senti um liquido no meu cú, algo parecido com o leitinho de um deles, mas frio. Passei a mão e cheirei... era o meu creme: - Pode espalhar no cuzinho, espalha bem para não doer, sua putinha! - O meu cú não vais comer, eu não gosto!, respondi.
- Que nada, com esse creminho bem gorduroso vais delirar de prazer...
E ao mesmo tempo em que terminava de dizer isto ele espalhou o creme pelo meu cuzinho e enfiou um dedo, quase sem eu sentir: - Vais adorar a minha pica aqui dentro, enquanto ele te martela a rata...
Quando entendi que eles iam fazer uma dupla-penetração, gritei que não queria. Nisso, como que combinados, o meu vizinho pôs as mãos em volta da minha cintura e me prendeu. Ao mesmo tempo aumentou a velocidade em que comia a minha rata. O outro carinha teve tempo para tudo, agarrou o meu cuzinho, abriu-o e encostou aquele pirocão. Senti uma dor um pouco forte, mas depois abrandou: - Já entrou a cabecinha... Esse creme é muito bom...
Fiquei louca quando ele falou aquilo... o meu corpo estremeceu, minhas tetas ficaram ainda mais rijas, a minha xana ficou inundada, quente e soltei um grito de prazer... Tive o melhor orgasmo da minha vida. Aquelas picas me comendo, o meu clitóris raspando no corpo do meu vizinho e o meu cuzinho sendo "visitado" pela primeira vez fizeram com que eu fosse apanhada de surpresa e me viesse com todo o tesão.
Ele aproveitou e enterrou os 18 cm de uma só vez, o que provocou uma dor imensa, mas ao mesmo tempo uma grande satisfação. Estavam comendo o meu cuzinho! As estocadelas na minha xana pararam e começaram a aumentar por trás, no meu buraquinho mais fechado. Era tão gostoso, que eu só sentia cada vez mais raiva do Henrique por nunca ter insistido comigo!
O meu cuzinho sendo comido por aquele menino era uma sensação que eu iria carregar para sempre. Ele me agarrava agora pelos peitos enquanto me comia por trás e o meu vizinho saiu dali e subiu nas costas do sofá para que eu pudesse chupar a verga dele. Fiquei ali apanhando por trás e chupando a verga por um tempo, até que o meu vizinho disse que também queria comer o meu cuzinho.
Respondi que sim, mas que queria um pau na boca ao mesmo tempo. Eles então trocaram, e ainda bem que eu tinha um pau na boca na hora em que o meu vizinho carregou sobre mim, porque aquela pica era grossa demais e eu teria soltado um grito que acordaria todo o condomínio. Não estava mais agüentando e perguntei: - Mas vocês não se vêm? E o meu vizinho respondeu: - Só se for nesses peitinhos e nessa carinha... E nisso me sentaram no chão.
Enquanto um deles fazia uma espanhola, o outro batia uma punheta olhando... E assim se vieram os meus garanhões... deixaram-me escorrendo de porra no chão toda rebentada, ofegante e foram embora, mas antes falaram para mim: - Não fica preocupada não, que a chave sempre esteve ali no meu bolso, nós só queríamos um pretexto para te ver.
Eu nem respondi, tinha tido uma das melhores gozadas, senão mesmo a melhor foda de toda a minha vida. Ainda hoje me cruzo várias vezes com o meu vizinho e a sua mãe no elevador, mas ele finge que nunca aconteceu nada. Deve ser porque tem uma namoradinha que costuma estar com ele. O amigo nunca mais o vi.
Quanto ao Henrique, fiz as pazes com ele, mas antes contei tudo o que aconteceu. Ele terminou tudo durante três semanas, mas depois veio chorando como corno que é, pedindo para eu voltar. Ele só não sabe que encontrei o Bruno, que anda a me consolar em segredo. O meu casamento está marcado com o Henrique, mas vou continuar a ver o Bruno, aquele pau e aquele corpo... O Henrique só serve mesmo para passar o fim de semana!