Autor: não creditado
6.2
Para nossa sorte, havia muito mais mulheres do que homens naquele dia. Muitas delas masculinizadas (que não me agradam), que me olhavam ostensivamente: umas por puro assédio, outras por eu estar inadvertidamente secando alguma namorada gostosa.
O fato é que, como em outras oportunidades, nenhuma mulher esboçou alguma aproximação maior, muito provavelmente pela presença do meu namorado, o que me faz lamentar profundamente a intolerância de muitos homossexuais, homens ou mulheres.
Tudo bem, cada um aproveita suas concavidades e convexidades da maneira que melhor lhe apraz. Mas cá pra nós, meu namorado... deixa pra lá. Àquela altura eu já estava ficando não sei se mais bêbada ou desanimada, pois mais uma vez nossa tentativa não rendia frutos.
Já pensando em pedir a conta, fui impedida de fazê-lo, por causa de um olhar. Um olhar fixo e duro. E inevitavelmente sedutor. Um homem negro, mas cabem aqui duas ressalvas: quando digo homem, me refiro a quase que um arquétipo do macho, aquele onde tudo é penetrante, desde o sexo até o olhar, traços fortes e harmoniosos. Um semideus.
A outra ressalva é quando digo negro: pele muito escura, quase preta, cabelos bem curtos, mostrando todo formato da cabeça e cada traço perfeitamente desenhado. Impossível não despi-lo com os olhos e imaginar um animal reprodutor. Pela primeira vez naquela noite senti muito tesão mas, enfim, estávamos atrás de uma mulher.
Pensando assim, desviei meus pensamentos daquela escultura à nossa frente, não sem antes comentar com meu amor, um tanto receosa, sem saber se a reação dele não seria de ciúme. Me enganei redondamente, pois seu olhar não deixava dúvidas sobre o tipo de impressão que tivera ao ver aquele homem.
Eram impressões digamos assim, no mínimo, sexuais. Examinou-o dos pés à cabeça, passando por cada detalhe até chegar aos olhos, que pareciam querer... pareciam querer ver mais de perto, o que de fato aconteceu. Ele veio até nossa mesa, olhando para cada um de nós dois como que perguntando se podia se sentar conosco.
Nossa resposta foi um olhar mais que afirmativo. Com uma voz grave e macia, ele perguntou: - Parlez vous français? Gelamos. E ele, antes de respondermos verbalmente que não, falou: - English? - Yes. – disse o meu amor.
Seguiu-se então um longo diálogo em inglês, com um sotaque deliciosamente afrancesado. Ele explicou que nascera no Congo, mas desde os seis anos morava na Guiana Francesa, que estava no Brasil a trabalho, etc. Rodeios, enfim. Fiquei desconfiada que estava meio deslocada não exclusivamente por falta de domínio da língua inglesa.
Mais tarde o meu amor me explicou que, num momento quente da conversa, ele perguntou a Gbadoukai (este era o nome do rapaz, que só entendemos depois de escrever no papel): - Are you interested in my girl? E Gbadoukai respondeu com aquele olhar: - Also.
Claro que na hora não entendi nada, mas tinha uma suspeita do que estava acontecendo e torcendo pelo que poderia vir a acontecer. Resolvemos, os três, sair dali para um lugar ainda mais descontraído. Chegamos em casa já bêbados o suficiente pra o que desse e viesse.
Já estávamos estourando de tanto tesão e foi inevitável que a primeira atitude de nós três fosse tirar toda a roupa, com muita, muita pressa. Minha buceta estava encharcada e meus lábios (da boca e da buceta) que já são grandes, pareciam que iam explodir, assim como meus seios e como... nossa, como aqueles dois paus durésimos.
Em pé e sem o menor controle sobre nossos corpos, nos aproximamos na esfregação, na pegação mais tesuda que eu jamais vira. Mãos corriam e seguravam bundas, paus, seios, sacos. Era uma bolinação/trepada/beijo... Quase sem querer, minhas mãos foram parar no meio daquelas duas lindas bundas.
Quando a ponta do meu dedo chegou nos cuzinhos deles, senti ambos amolecerem as pernas, ao mesmo tempo em que os paus, já muito duros, saltavam a cada estímulo. Quase que ao mesmo tempo os dois se abraçaram e começaram a se beijar.
Os paus se batiam e se esfregavam, freneticamente, pois os dois machos mexiam a pélvis como se penetrassem alguém. Quando vi as duas cabeças inteiramente meladas, não me contive e tive que chupar.
Nossa, como aquele pau preto era grande, duro, grande, duro... mas além de muito grande, grosso e duro ainda era lindo, como cada centímetro do corpo do seu dono, com exceção das veias que o enfeitavam, porém sem exageros. Era impressionante como tudo acontecia espontaneamente, sem ordens ou combinações.
O gosto e o cheiro daquele pau, daquele saco, daquela virilha fazia com que minha buceta, que eu nem tocava, pingasse de tesão. Ao ver isso o meu amor tomou a iniciativa de me puxar delicadamente, me deitar de barriga pra cima e simplesmente acomodar o pau, de uma só vez, inteiro na minha buceta.
Meu tesão era tanto, que na primeira vez em que ele acelerou o ritmo eu gozei. Coisa boa é ser mulher, nessas horas. Gozar e gozar. Pra ser bem sincera, também gostaria de ter um pau. Muito mais depois do que passamos nessa transa pra lá de maluca.
Meu benzinho exibia seu pau entrando e saindo da minha buceta para o nosso amigo, que masturbava aquela coisa enorme e melada, com uma cabeça cada vez maior, por impossível que pudesse parecer. Seus olhos gulosos pediam licença ao meu amor, que cedeu lugar àquele que me penetrou, me encheu, me ocupou, me inundou daquela carne rígida de macho.
Gozei de novo à menor acelerada. De vez em quando eles faziam alguns comentários em inglês. Gbadoukai, inebriado de tesão, respondia em francês, e não sei por que ficava mais lindo quando falava francês. Eu estava deitada, com as pernas pra cima, tipo frango assado, com aquele gigante em cima e dentro de mim, com uma bunda irrepreensível e dura, pulando, pulando.
Meu bem viu aquilo e começou a empurrar o tronco do meu até então comedor, que passou a me comer vigorosamente e com muita intensidade.
Eu sentia o tesão crescendo, e isso ficava evidente pelo tamanho que estava o pau do gringo dentro da minha buceta, quase parado e latejante. Porém, apesar do ritmo lento, senti que o clímax se aproximava pra mim e pra ele, que grunhia em francês (que lindo!) e só se mexia pra rebolar gostoso o pau na minha buceta.
Apesar de perder a noção do tempo,vi que nosso africano não agüentou tanto prazer e logo aquela cabeçorra enorme explodiu em gozo dentro de mim. Nossa, que delícia... adoro sentir a ejaculação de um macho, seja na buceta ou no cú. E nunca um homem havia gozado tanto dentro de mim como o dono daquele falo esculpido em ébano.
O deus negro então trouxe o seu pau até a minha boca, para que eu provasse aquele esperma delicioso, doce, branco no pau ainda firme (a cada mamada minha via o corpo dele responder com um espasmo). Depois ele dirigiu a boca à minha buceta, aberta como uma flor e completamente melada, escorrendo a mistura do meu líquido com o líquido dele.
Mistura de sexos, feita com muito tesão, que ele lambeu, engolindo tudo o que podia com vontade. O que não engoliu enfeitava seu rosto, melado do queixo até o nariz e que ele me ofereceu para degustar. Chupei seu rosto liso, bem barbeado, chupei os dois lábios, a língua e o nariz até deixá-lo tão limpo quanto minha xana.
Meu gato resolveu dar um tempo e veio também me chupar. Os sacanas me puseram de pé e começaram um massacre: o negão me chupava e mordia a buceta, o clitóris, a parte interna das coxas, enquanto meu amor me chupava a bunda e o cu. Mal conseguia me manter de pé.
Os dois, muito sacanas, começaram a introduzir os dedos nos meus buracos. Ora enfiavam, ora me lambiam, mas pirei mesmo quando senti que, lá embaixo, no meio das minhas pernas cambaleantes, os dois machos enroscavam suas línguas de modo frenético, metendo ambas as línguas dentro de mim.
Senti uma vontade louca de tomar uma daquelas picas no rabinho e resolvi tomar um atitude: me deitei novamente com as pernas pra cima (como meu gato sabe que eu adoro dar o cu) e lhe lancei um olhar convidativo. Ele, que muito me faz gozar por trás, colocou o pau sem a menor dificuldade num só movimento, firme e contínuo, pois desde que ele encostara a ponta do pau em mim eu só implorava, repetidas vezes para que ele metesse tudo, tudo, tudo.
O negão ficou babando, com aquele pau na mão que lembre-se bem, permaneceu duro todo o tempo passado até então, e tentou aproximar-se de todo o jeito até que resolvemos ficar de lado, com meu amor me possuindo por trás e o meu, o nosso deus negro me metendo pela frente. Me sentia dupla, triplamente fêmea, com aqueles dois machos, sim, agora machos mesmo, me fazendo rainha de todos os prazeres possíveis e imagináveis, impossíveis e inimagináveis...
A sensação de que qualquer movimento espalha-se pelo corpo na forma de um prazer indescritível tomou conta de mim, fazendo com que eu gozasse sei lá quantas vezes, os melhores orgasmos que eu jamais sonhara.
Porém, quando o orgasmo simultâneo de nós três tornou-se iminente, houve, entre aquelas três almas, um misto de espanto, tesão, voracidade, agressividade e prazer... muito prazer, até o momento infinito em que houve uma tripla explosão de gozo. E gritos, urros, uivos, lágrimas, saliva, suor e esperma.
Lá por umas 4h da madrugada, nosso vizinho do andar de cima devia estar quebrando o quinto cabo de vassoura no assoalho. É óbvio que nós nem bola pra ele. Terminamos exaustos a nossa primeira noite. Eu me sentia completa abraçada a dois corpos e preenchida por dois paus fantásticos. Dormimos os três assim, sem tirar nada de dentro de mim.